08/11/2025
O repórter chamou atenção para um detalhe que está gerando bastante polêmica durante a COP30: os preços abusivos praticados na Blue Zone, área restrita do evento.
Segundo o jornalista, dois salgados e um refrigerante zero chegaram a custar impressionantes R$ 99, um valor que, para muitos, beira o absurdo, especialmente em um evento que prega sustentabilidade, inclusão e responsabilidade social.
A vendedora tentou justificar o preço afirmando que o queijo usado no enrolado era do Marajó, conhecido pela sua qualidade e origem artesanal. No entanto, o argumento não está convencendo boa parte do público. A questão que surge é: até que ponto o uso de produtos regionais pode ser usado como desculpa para inflacionar preços?
O episódio revela uma contradição incômoda: enquanto se discute a importância de políticas ambientais justas e acessíveis, os próprios espaços da conferência parecem reforçar desigualdades. Afinal, que mensagem passa um evento global sobre o futuro do planeta quando até se alimentar dentro dele se torna um luxo reservado a poucos?
Em meio a discursos sobre justiça climática e economia verde, o caso expõe uma ironia amarga, a sustentabilidade, ao que parece, ainda não chegou ao cardápio da COP30.
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