Navegando na Vanguarda

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Navegando na Vanguarda Tem gente que viaja na maionese. Nós, não. Nós como autênticos tropicalistas do planeta Amazôni

Segunda-feira, 23, na praça Jacy Barata, A Quimera Cia de Teatro apresentou o espetáculo "O Auto do Menino Deus", pelas ...
26/12/2024

Segunda-feira, 23, na praça Jacy Barata, A Quimera Cia de Teatro apresentou o espetáculo "O Auto do Menino Deus", pelas festividades do Natal. Foi uma linda noite de encantos e magia. Confira alguns registros da nossa emocionante apresentação feita com muito amor.
Quero agradecer a todos os artistas envolvidos nesse trabalho e à comunidade que prestigiou nossa apresentação!!! 💕🌠🎭✨🎄✨🎭😍❤️

Realização: Quimera Cia. de Teatro

Apoio:
Fundação de Cultura de Macapá – FUMCULT

Secretaria de Estado da Cultura-SECULT/AP.

Esta ação cultural é pela Secretaria de Estado da Cultura Lei nº 2.137, 02 de março de 2017.

Elenco:
Eliana Moreira
Kaio Castillo
Lucas Souza
Glauber Caetano
Flavia Santos
Renato Vieira
Simone Ayres
Mari Cavalcante
Yago Santos
Sonoplastia: Andressa Aragão
Direção: Rosa Rente

Macapá-Amapá-Amazônia-Brasil

Na quarta-feira passada nos encontramos no Bar do Vila, eu e a mãe da Aurora, essa garota maravilhosa aí chamada Alícia ...
27/09/2024

Na quarta-feira passada nos encontramos no Bar do Vila, eu e a mãe da Aurora, essa garota maravilhosa aí chamada Alícia Sá - tornou-se conhecida nacionalmente pela classificação no The Voice Brasil de 2018. Marina, mãe da Alícia, também estava no Bar do Vila. Foi uma noite de reencontro e karaokê lá. Eu cantei. Alícia também cantou e o Dylan Rocha fez a foto. Alícia já defendeu música minha em festival de Minas Gerais: "Valsa de Ciranda". Alícia é talento, exuberância e alegria. No dia 12 de outubro ela fará um pocket-show em Pedra Branca do Amapari. Bora? Eu vou!

Pereio... para sempre!
13/05/2024

Pereio... para sempre!

Minha vida, por obra do destino, colocou meu planeta orbitando a estrela da cidade de Jaboticabal, SP, para sempre. Vocês não fazem ideia do quanto fomos parceiros do mesmo universo. A estudantada de lá organizava anualmente um incrível festival de música. Num deles, fui convidado para participar como jurado e fiquei agoniado quando chequei a data e descobri que já estava ocupada por um show intransferível, com o contrato já devidamente assinado. Triste, comuniquei à organização o impedimento. Perguntaram se não poderia indicar alguém, que, além de jurado, trouxesse algum holofote possível para o evento. Fiquei de pensar.
Naquela época convivia no dia a dia e havia me tornado amigo de belas gargalhadas e horas de muito papo, em que mais ouvia do que falava — pois mais me valia absorver a inteligência e o humor — de Paulo César Pereio. Pensei. Será que ele toparia ir em meu lugar?
Liguei. Topou!
A estudantada achou genial, ele adorou, pois não tinha compromisso naquele final de semana e se entusiasmou quando descrevi a cidade e o pessoal bacana que iria encontrar em Jaboti (abreviatura carinhosa para nominar a cidade).
Viajei tranquilo e feliz. Naquele tempo pré celular só tive notícia de como havia sido a viagem de Pereio quando voltei a São Paulo e soube que, depois da primeira noite de julgamento, foi se divertir num bar e enfrentou uma desavença que até hoje não consegui compreender (nem sei se ele também) de que forma começou. Nem da forma como terminou. Pereio, no meio do desentendimento foi agredido e revidou com um chutaço que, em vez de alcançar o agressor, atingiu uma cadeira. Fraturou a canela.
Voltou engessado. Narrou-me o que conseguiu entender do enredo da cena particular exibida apenas no pequeno bar, para diminuta plateia e da qual fora protagonista, às gargalhadas.
Tirou de minhas costas, numa só fala, todo o peso da culpa que vinha carregando por metê-lo involuntariamente numa aventura estabanada.
Lá em cima, no Café Teatro São Pedro, mesas e cadeiras de nuvens poderão ser chutadas à vontade. Não haverá quebra de canelas, mas as risadas dos amigos, o ganho absorvido por sua inteligência e o prazer de contar com uma amizade absolutamente leal, subsistirão para sempre. Adeus, grande Pereio. Aplausos eternos. Bravíssimo!

Vanguarda Cultural 21 AnosAroldo PedrosaHoje, 1° de Maio, Vanguarda Cultural está de berço. Há 21 anos lançávamos a prim...
01/05/2024

Vanguarda Cultural 21 Anos

Aroldo Pedrosa

Hoje, 1° de Maio, Vanguarda Cultural está de berço. Há 21 anos lançávamos a primeira edição do jornal-revista - a princípio era um jornal com cara de revista - na esquina da Rua Cândido Mendes com a Avenida Padre Júlio Maria Lombaerd, ao pôr-do-Sol, quando milhares de andorinhas, vindas de algum lugar, desciam do céu, numa espécie de balé, para pousar e pernoitar na rede elétrica do centro da cidade. VanguardaTrupe & LavourArcaica, que toca os nossos projetos, com o grupo de arte Urucum (Josapha & Companhia) faziam a distribuição gratuita do jornal-revista aos transeuntes que passavam pela esquina, de pés ou motorizados, à medida em que o grupo realizava ao mesmo tempo a performance Os Catadores de Orvalho. Os artistas do grupo, vestidos de capas pretas de chuva, espalhavam penicos multicoloridos nas calçadas para colher o orvalho que caía e o coco das andorinhas, em uma primeira manifestação artística ambiental sustentável pública na capital do meio do mundo. A manifestação atraiu, inclusive, a atenção da TV Cultura de São Paulo, que enviou a Macapá o cineasta Felipe Barcinski depois, para um documentário que foi produzido para a televisão paulistana.

E o jornal-revista trouxe na capa de sua edição inaugural a cantora Patrícia Bastos, que começava a despontar em festivais de música popular brasileira pelo país. O texto sobre a cantora amapaense, assinado por mim, fala da atuação dela no 3° Fest Sinhá-Festival Internacional de Música Popular Brasileira de Itumbiara (GO), em Outubro de 2000, e no 10° Festival de MPB de Tatuí (SP), esse realizado nos dias 24 e 25 de Abril e 1° de Maio de 2001, com a cantora interpretando Valsa de Ciranda (Aroldo Pedrosa / Enrico di Miceli / Helder Brandão / Joel Elias / Aldo Gatinho), arranjo de Aluísio Laurindo Júnior. Em ambos os festivais, de Goiás e de São Paulo, Patrícia Bastos venceu como melhor intérprete, e Valsa de Ciranda conquistou o 1° lugar em Itumbiara e o 4° lugar em Tatuí.

Ao longo de mais de duas décadas, Vanguarda Cultural foi premiada nacionalmente como Ponto de Mídia Livre II (2010) e III (2015) pelo Ministério da Cultura-MinC e, por conta dessas premiações, fui selecionado pelo projeto Produção Cultural no Brasil, que reuniu em uma enciclopédia de quatro livros, uma plataforma digital (site) e uma produção audiovisual 100 produtores culturais do Brasil.
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Fragmento da crônica "Patrícia Bastos, a sabiá da planície"

Aroldo Pedrosa

Quando Caetano Veloso fez Sou Sua Sabiá, que a cantora Marisa Monte gravou usando o pronome no feminino, a canção tocou Patrícia Bastos. Lembro que ela vivia cantarolando quando nos preparávamos para ir ao Festival Internacional de Goiás, em outubro de 2000.

Aliás, antes mesmo da canção, Patrícia já era a sabiá da planície.

Em Valsa de Ciranda, ao compor o verso "música de pássaros da Amazônia", imaginava o timbre cristalino dela fazendo soar cada sílaba.

E fomos a Itumbiara.

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30/04/2024

Madonna: "É uma grande honra apresentar o primeiro e único Caetano Veloso"

Aroldo Pedrosa

Foi há sete anos que a cantora norte-americana Madonna teceu elogios ao baiano Caetano Veloso, durante a festa de pré-casamento do empresário musical Guy Oseary com a modelo brasileira Michelle Alves. Além da diva pop, Guy também é responsável pela banda U2. A cerimônia ocorreu no Rio de Janeiro em 23 de outubro de 2017. Durante a festa de pré-casamento, Madonna anunciou que Caetano se apresentaria. "É uma grande honra apresentar o primeiro e único Caetano Veloso", disse, sob aplausos. “Por favor, gente, não falem, não bebam, não...", alertou, antes de abraçar Caetano. Ela ainda fez uma reverência para o tropicalista baiano, depois de dizer para ele "Eu te amo!". A superstar americana está de volta ao Brasil, desta vez para celebrar a carreira musical de 40 anos com mega-show no Rio de Janeiro.

Madonna e Caetano Veloso!

https://www.facebook.com/FalaCaetano/videos/1271793336258429/?hc_ref=ARSg32Q1xaSuyyVRUOOkE82TA9fTfojlCZ70qNWwmOacA1Nyj6R9YH4PzorsH5CjT88&pnref=story

TROPICÁLIA VIVAAroldo Pedrosa & Bell BrandãoSexta-feira, 12/Abril/2024, é a última chance para ver o pocket show que o p...
05/04/2024

TROPICÁLIA VIVA
Aroldo Pedrosa & Bell Brandão

Sexta-feira, 12/Abril/2024, é a última chance para ver o pocket show que o poeta-cantor Aroldo Pedrosa e a jovem compositora e cantora amapaense Bell Brandão fazem, cantando a Tropicália de Caetano, Gil, Gal, Tom Zé e Os Mutantes no Farofa Tropical. Mesa para quatro pessoas: R$ 100,00. Ligue agora e adquira já a sua via pix:

(96) 991135175 / 981028503

Bora, bora, bora, baby!

Apoio cultural:
KNN Idiomas e Diniz Info & Plotter

8 de Março - Dia Internacional da MulherAroldo PedrosaE é da mulher que a vida, sobretudo humana, emana. Deus deu a ela ...
08/03/2024

8 de Março - Dia Internacional da Mulher

Aroldo Pedrosa

E é da mulher que a vida, sobretudo humana, emana. Deus deu a ela o milagre da concepção, por isso devemos celebrá-la sempre, neste e em todos os dias do ano.

Portanto, vamos cantar a mulher maravilha neste dia tão cheio de graça...

Parabéns a todas as mulheres do mundo!

VALSA DE CIRANDA
Letra: Aroldo Pedrosa
Música: *mEnrico di Miceli / Helder Brandão / Joel Elias / Aldo Gatinho
Arranjo: Aluísio Laurindo Júnior
Intérprete: Alícia Sá

Um anjo de Deus quando dança
A valsa do Danúbio Azul
A ópera de Maria Callas
A poesia de Florbela Espanca
O canto de Bidu Sayão
Tem asas de seda o cisne de Clara
Sapatilhas de pólen a leveza de Ana, Ana...
Voa do poeta a alma insustentável
Do músico, em dissonantes, o coração
Bela quando baila a Lua mágica
Linda quando o Sol delira de emoção
Um sorriso de criança ainda
Entre dentes de marfim da África
E papoulas que se abrem em chamas
Dos lábios suaves e febris da boca
Os olhos – lume nas manhãs de brumas
Da China, corpo raro de moça-porcelana
Cor de canela e aroma de cravo das Índias
O sabor, a delícia, o mel do favo
Cabelos de ventos de Havana...

A graça, toda candura de ninfa
Música de pássaros da Amazônia

Braços de moinhos de Olinda
Cantigas de carro-de-boi
Facho de luz no olhar de quem sonha
Sambas-de-roda, folia, ciranda
Enredo de escolas de samba

Riso de estrelas no céu de Goiânia
Sons dos sinos de Belém

Anjo, sublime de Deus quando dança
E na doce melodia vem
A girar Ciranda, que a vida anima
Encanta a sonoridade da rima

Beijo de colibri
Topaza pella da Serra
Flor do Grão-Pará
Pétalas do meu bem querer
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Direitos reservados: Aroldo Pedrosa/Vanguarda Cultural.
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