Revista Estudos Semióticos

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Revista Estudos Semióticos Publicação quadrimestral on-line do Programa de Pós-Graduação em Semiótica e Linguística Geral da FFLCH-USP (ISSN 1980-4016). Tem qualis A3.

São três números no ano (abril, agosto e dezembro): um de tema livre e dois dossiês temáticos.

PUBLICADA! Acaba de sair mais uma edição da Estudos Semióticos! Organizada pelas editoras Raquel Ponte (UFRJ) e Eluiza B...
31/12/2025

PUBLICADA! Acaba de sair mais uma edição da Estudos Semióticos! Organizada pelas editoras Raquel Ponte (UFRJ) e Eluiza Bortolotto Ghizzi (UFMS), o número é dedicado ao dossiê “Iconicidade”.
Contamos com colaborações de nomes como Lucia Santaella, Vinicius Romanini, Isabel Jungk, Winfried Nöth, Sara Barrena entre outros igualmente expressivos.

Acessem o link na bio para conferir o dossiê!

EDIÇÃO ATUAL | A argumentação colérica em Édipo Rei, de SófoclesO artigo em destaque de Natália Miranda Fernandes da Sil...
15/12/2025

EDIÇÃO ATUAL | A argumentação colérica em Édipo Rei, de Sófocles
O artigo em destaque de Natália Miranda Fernandes da Silva, propõe a leitura do embate entre Édipo e Tirésias, da tragédia sofocliana "Édipo Rei", à luz da Retórica, de Aristóteles, e da teoria semiótica das paixões, a fim de evidenciar que as paixões, mais especificamente a cólera, longe de serem apenas estratégias discursivas, são fenômenos semióticos que moldam a construção de sentido do texto. Nessa revisita à narrativa encenada entre 429 a.C.-425 a.C., espera-se demonstrar que a comunidade tebana associa a argumentação colérica de Édipo ao mesmo campo semântico que os outros males que assolam Tebas; esse entrelaçamento indicaria que i) a cólera de Édipo, manifestada por meio de um discurso orgulhoso e autoritário, torna-se uma extensão dos próprios desequilíbrios que afligem a cidade; ii) uma argumentação que apela ao éthos e ao lógos, e não ao páthos, possui valor eufórico em um contexto marcado pelo desequilíbrio.
Para ler o texto na íntegra, acesse o link na bio.

EDIÇÃO ATUAL | Entre imaginação e denúncia: o éthos de Lygia BojungaO artigo em destaque, de Sonia Merith-Claras traz, a...
11/12/2025

EDIÇÃO ATUAL | Entre imaginação e denúncia: o éthos de Lygia Bojunga
O artigo em destaque, de Sonia Merith-Claras traz, a partir do estudo da obra "A casa da madrinha", de Lygia Bojunga, que transita entre realidade e imaginação, prioriza o percurso de três personagens: Alexandre, Vera e o Pavão, para traçar o éthos de Lygia Bojunga. Como aporte teórico, a autora recorre à semiótica discursiva e tensiva para abordar as modalidades veridictórias e epistêmicas, os percursos figurativos e temáticos, as estratégias de modalizações, assim como os processos de triagem e mistura. Ao retratar com muita precisão o contexto da pobreza e da exclusão social, contrapondo-o à leveza do mundo da imaginação, ao mesmo tempo que denuncia as diferentes formas de cerceamento e controle no campo das ideias, a obra vai revelando traços de um ator da enunciação solidário, sensível e corajoso.
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EDIÇÃO ATUAL | El vehículo musical: Trilce y la retórica en el discurso sobre la musicalidadO artigo em destaque, elabor...
07/12/2025

EDIÇÃO ATUAL | El vehículo musical: Trilce y la retórica en el discurso sobre la musicalidad
O artigo em destaque, elaborado por Eduardo Yalán Dongo, Luis D. Roldan Bazan e Guilhermo M. Arbulú Sánchez analisa a caracterização retórica presente no discurso musical desenvolvido no livro de poemas Trilce, de Cesar Vallejo, à luz da perspectiva tensiva da semiótica de Claude Zilberberg. A análise revela um discurso musical em Trilce composto por quatro movimentos principais: o ostinato, a ruptura, a aberração e o abrasivo. Esses movimentos se articulam por meio de modos retóricos que transcendem o preciosismo das figuras modernistas, adotando uma retórica baseada na elevação, no sublime, na surpresa e na completude.
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EDIÇÃO ATUAL | A distinção entre provas artificiais e não artificiais da Retórica à Semiótica.O artigo em destaque, de a...
05/12/2025

EDIÇÃO ATUAL | A distinção entre provas artificiais e não artificiais da Retórica à Semiótica.
O artigo em destaque, de autoria de Lourenço Fernandes Neto e Silva, toma o ponto de vista da história das ideias para revisitar a questão das relações entre semiótica e retórica. Buscando um balanço do cenário atual, visou-se prover mais elementos para a comparação entre as teorias do signo e as teorias da linguagem sob o ponto de vista da longa história desses temas. Alguns pontos comuns permitiram a adesão a um movimento de busca pela reagregação das diferentes artes e ciências do texto em torno do “texto” e do “discurso”, concebidos de forma metaforicamente ampliada. Partindo das divisões disciplinares e do escopo próprio à retórica na antiguidade e passando pela partilha das competências da arte do Trivium, o autor apresenta o iluminismo francês como um dos momentos cruciais desta história, no qual se elabora a posição de que não há nada fora da arte, em posição simultaneamente retórica e semiótica propondo, assim, que se conceba uma aproximação entre retórica e semiótica mais forte e mais historicamente persistente do que comumente suposto, além de constitutiva para a ideia de método.
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EDIÇÃO ATUAL | La reunión semiótica de las retóricasO artigo em destaque, de Martín Miguel Acebal, propõe desenvolver um...
28/11/2025

EDIÇÃO ATUAL | La reunión semiótica de las retóricas
O artigo em destaque, de Martín Miguel Acebal, propõe desenvolver uma revisão da noção de retórica elaborada pelo Grupo μ a partir de duas perspectivas: a semiótica de Charles S. Peirce e a noção de prática social de Louis Althusser. Ambas as abordagens são combinadas por meio de uma metodologia chamada nonágono semiótico. O trabalho busca circunscrever o processo semiótico específico que realiza a retórica e as diferentes instâncias em que esse processo se manifesta. Postula-se que a retórica consiste em um processo semiótico específico, que surge a partir de um elemento anômalo e que é capaz de gerar uma tripla representação dessa anomalia: um efeito cognitivo de estranhamento, uma reificação do enunciado e uma descrição do procedimento que gera essa reificação.

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EDIÇÃO ATUAL | ​Las retóricas silenciadas. Retórica visual de graffitis censurados por gobiernos conservadores en el esp...
25/11/2025

EDIÇÃO ATUAL | ​Las retóricas silenciadas. Retórica visual de graffitis censurados por gobiernos conservadores en el espacio urbano.
O artigo em destaque, elaborado por José Miguel Guerra Tacilla, Adriana Espinoza, Matheo Dolmos e Andrea Izarra, analisa como as retóricas visuais dos grafites censurados em Lima desde 2020 se articulam com discursos da memória social. Em um contexto de instabilidade política e governos conservadores, muitas dessas expressões foram eliminadas sob discursos de “higienização urbana” e “neutralidade política”. Aplicou-se a teoria da retórica visual do Grupo μ à análise de quinze grafites documentados em meios digitais, explorando os modos retóricos antes da censura. As descobertas revelam que esses modos retóricos estão intimamente ligados a discursos sobre a memória na cidade, configurando uma memória gráfica específica que varia de acordo com os distritos e sua composição socioeconômica. O grafite censurado, longe de desaparecer, ativa formas visuais de memória coletiva que transformam o espaço urbano em um território de disputa simbólica e de resistência contra a censura institucional.

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EDIÇÃO ATUAL | La métaphore en tous sens. O artigo em destaque, de autoria de Francis Édeline, analisa a metáfora sob di...
22/11/2025

EDIÇÃO ATUAL | La métaphore en tous sens.

O artigo em destaque, de autoria de Francis Édeline, analisa a metáfora sob diferentes perspectivas, mostrando que ela não se limita à linguagem. Ao contrário, atravessa também a pintura, a música e o conhecimento científico ao destacar a abordagem consciente dos artistas, especialmente na criação de metáforas visuais, em oposição a combinações abstratas difíceis de serem explicadas. A metáfora surge como uma forma de descategorização, em que se remonta a uma raiz comum para compreender as relações entre conceitos ou objetos, frequentemente ilustrada pela árvore de Porfírio. A reflexão proposta pelo autor nos mostra que por trás desses processos existe uma profunda interação entre o corpo e o pensamento, ligando todo um conjunto de atividades humanas numa visão unificada do conhecimento.

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EDIÇÃO ATUAL | Rhètorique visuelle et énonciation dans le domaine de l'intelligence artificielle générative  multimodale...
18/11/2025

EDIÇÃO ATUAL | Rhètorique visuelle et énonciation dans le domaine de l'intelligence artificielle générative multimodale.
O artigo em destaque, de autoria de Daniervelin Renata Marques Pereira e Maria Giulia Donero, apresenta os avanços das contribuições do Groupe µ e da semiótica greimasiana e pós-greimasiana e os coloca à prova das produções visuais das IAs generativas. As autoras estudaram dois casos emblemáticos que fazem referência às práticas midiáticas de geração de imagens: uma imagem que ganhou um prêmio de fotografia e uma imagem de uma modelo circulando em várias redes sociais, como o Instagram fazendo uso de conceitos de categorias plásticas, defiguratividade e praxis enunciativa. O estudo teve, por objetivo, compreender como a perspectiva greimasiana e pós-greimasiana sobre a retórica pode nos ajudar a analisar o fenômeno da inteligência artifical generativa.
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EDIÇÃO ATUAL | Como se cria uma figura de retórica visual?No artigo em destaque, Jean-Marie Klinkenberg concentra-se, de...
13/11/2025

EDIÇÃO ATUAL | Como se cria uma figura de retórica visual?
No artigo em destaque, Jean-Marie Klinkenberg concentra-se, dentro de uma perspectiva semiótica, na retórica das figuras. Ao adotar uma metodologia de análise aplicável tanto à linguagem verbal quanto à visual, o autor propõe a seguinte pergunta: que instrumentos semióticos permitem descrever o funcionamento de uma figura? Com base em três conceitos fundamentais, a saber, o pragmático de cooperação, o semântico de isotopia e o mais geral de articulação, o mecanismo da figura é descrito como um processo em quatro etapas, capaz de explicar seus efeitos tanto cognitivos quanto inovadores. Klinkenberg explora, por fim, o universo das figuras visuais, refletindo sobre a validade epistemológica de aplicar às imagens terminologias originalmente formuladas para a linguagem verbal.
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EDIÇÃO ATUAL |  Groupe μ: retórica e semióticaNo artigo em destaque, Elizabeth Harkot-de-La-Taille introduz, inicialment...
10/11/2025

EDIÇÃO ATUAL | Groupe μ: retórica e semiótica
No artigo em destaque, Elizabeth Harkot-de-La-Taille introduz, inicialmente, o Groupe μ e contextualiza algumas de suas principais obras funcionais. Em seguida, a autora apresenta um panorama geral da retórica clássica e situamos as contribuições do Groupe μ no contexto das duas principais vertentes da Nova Retórica, a partir da segunda metade do século XX. Na terceira parte do artigo, acompanhamos o deslocamento progressivo de sua produção intelectual para o campo da semiótica, destacando suas contribuições tanto para a expansão desse domínio quanto para a consolidação de uma semiótica cognitiva emergente.
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EDIÇÃO ATUAL | Sémiotique et rhétorique: de près et de loin. Entretien d'un sémioticien avec lui-même à propos de la rhé...
27/10/2025

EDIÇÃO ATUAL | Sémiotique et rhétorique: de près et de loin. Entretien d'un sémioticien avec lui-même à propos de la rhétorique.
No artigo em destaque, Denis Bertrand propõe uma forma de "retórica em ato, adotando o gênero do diálogo: um diálogo do semioticista consigo mesmo para questionar a relação confusa e sombria da jovem semiótica com a antiga retórica. A discussão, situada além dos critérios teóricos da cientificidade e abaixo dos critérios práticos da operacionalidade, trata da maneira como uma teoria geral da linguagem e do sentido pretende retomar, rearticular, analisar de nova maneira e talvez revitalizar as antigas noções da retórica que, apesar de muito ricas, apresentam-se por vezes estagnadas.
Para ler o texto na íntegra, acesse o link na bio.

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