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30/10/2025
30/10/2025

Em ação do MPF, Justiça determina regularização fundiária e elaboração do plano de manejo da Esec da Mata Preta em Abelardo Luz

A Justiça Federal determinou, em ação civil pública do Ministério Público Federal (MPF), que o Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio) e a União comprovem a adoção de medidas para proteção e fiscalização da Estação Ecológica (Esec) da Mata Preta, localizada no município de Abelardo Luz.

Além dessa comprovação, o ICMBio e a União devem promover a regularização fundiária e elaborarem o plano de manejo da Esec da Mata Preta. Com área de 6.563 hectares, a estação ecológica foi criada por decreto presidencial em 2005, com o objetivo de preservar os ecossistemas naturais da Mata Atlântica, com destaque para a Floresta de Araucária.

Sobre o plano de manejo - A Justiça determinou a organização do seu planejamento, com a estruturação de uma equipe e a definição e organização dos trabalhos de elaboração ou revisão do plano, que devem contemplar o alinhamento entre as partes envolvidas e o cronograma físico-financeiro de trabalho.

Além disso, o ICMBio e a União devem formar o grupo de trabalho do conselho consultivo, composto por conselheiros e representantes externos, se pertinente, com a responsabilidade de acompanhar todo o processo de elaboração do plano de manejo, enquanto instância de apoio ao conselho da unidade de conservação (UC).

O ICMBio e a União devem formar uma oficina de elaboração do plano de manejo, reunindo representantes de diferentes setores que possuem interface com a UC, tais como gestores, conselheiros, pesquisadores e representantes da sociedade civil, de órgãos governamentais e das populações tradicionais, para realização conjunta do diagnóstico e do planejamento.

Também foi determinada aos réus a caracterização da Esec da Mata Preta pela equipe da unidade de conservação, fazendo a identificação e descrição dos aspectos ambientais, socioeconômicos, histórico-culturais, político-institucionais e de gestão da UC e do seu entorno, o mapeamento dos usos e a identificação dos possíveis conflitos quanto ao uso de recursos e do território.

Sobre a regularização fundiária - A 2ª Vara Federal de Chapecó determinou aos réus que elaborem, no prazo de seis meses, um diagnóstico da situação fundiária na Esec da Mata Preta, com levantamento ocupacional e cartorário prévio para a identificação dos imóveis, com análise da cadeia sucessória, caracterização da população ali residente e indicação da quantidade e extensão das propriedades.

O ICMBio e a União também devem elaborar, no prazo de seis meses após a homologação judicial do diagnóstico da situação fundiária, uma análise da situação socioeconômica da UC, verificando se as pessoas que a ocupam preenchem os requisitos próprios à tradicionalidade e se as eventuais atividades econômicas ali desenvolvidas estão de acordo com a legislação que disciplina a exploração dos recursos florestais.

Os réus devem elaborar ainda, em seis meses a contar da homologação judicial da análise de situação socioeconômica, um plano de regularização fundiária para a Esec da Mata Preta, indicando fontes de recursos necessários à regularização, definindo as prioridades entre as áreas a serem regularizadas e detalhando as medidas que serão adotadas para se obter a regularização fundiária.

Trabalho do MPF - A ação civil pública é resultado de inspeções realizadas em 2023, na Esec da Mata Preta e no Parque Nacional das Araucárias. O objetivo dessas inspeções era apurar eventuais omissões na gestão das UCs e instruir inquéritos civis do MPF. Nessas visitas, apurou-se que, desde o processo de criação dessas unidades de conservação, a existência das reservas vem enfrentando resistência por parte de proprietários de terras e políticos da região.

De acordo com o MPF, a situação fundiária da Esec da Mata Preta revelava um quadro de inoperância e morosidade dos órgãos do executivo federal. Passados 11 anos, desde o início da regularização fundiária da UC até o ajuizamento da ação, apenas 217 hectares estavam sob administração direta do ICMBio. Além disso, em 2023, existiam apenas seis processos abertos para indenização de proprietários, com área de 382 hectares.
Assessoria de Comunicação Social

30/10/2025
30/10/2025

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30/10/2025
29/10/2025

Corretor acusado de loteamento irregular em Xanxerê é alvo de busca e apreensão e tem atividades imobiliárias suspensas

Um corretor de imóveis que teria desmatado uma área rural de 29 mil metros quadrados para a realização de um loteamento ilegal na Linha Pesqueiro, zona rural de Xanxerê, teve as atividades imobiliárias suspensas perante o CRECI e foi alvo de busca e apreensão em uma ação conjunta do Ministério Público de Santa Catarina (MPSC) e da Polícia Civil. Durante o cumprimento do mandado, o corretor foi preso em flagrante pela posse ilegal de munição de arma de fogo.

O corretor já é réu em uma ação penal na qual é acusado de crimes ambientais, estelionato e parcelamento irregular do solo pela 2ª Promotoria de Justiça da Comarca de Xanxerê. O objetivo das buscas realizadas nesta semana foi obter provas de que, mesmo proibido administrativa e judicialmente, ele estaria dando continuidade ao desmatamento e à ampliação da “Associação Bem Viver”, nome conferido ao parcelamento popularmente conhecido como “Loteamento Zatta”.

Segundo apurado, sem autorização das autoridades ambientais, ele teria aberto ruas e dividido a gleba rural para criar o Loteamento Zatta, com 130 lotes que estariam sendo vendidos sem a infraestrutura exigida pela legislação. Mesmo após medidas cautelares anteriores, como embargo das obras e aplicação de fiança de R$ 1 milhão, o investigado teria persistido nas práticas ilícitas. Em janeiro deste ano, uma fiscalização da Polícia Militar Ambiental constatou ampliação da área degradada e continuidade das negociações.

Nas buscas, foram apreendidos vários contratos de compra e venda de lotes rurais e dois notebooks. Também foi localizada uma caixa com 45 munições calibre .380 sem documentação, motivo pelo qual foi preso em flagrante. O mandado foi expedido pela Vara Regional de Garantias da Comarca de Concórdia.

A decisão judicial autorizou, ainda, a quebra do sigilo de dados telefônicos e telemáticos, permitindo à Polícia acessar informações armazenadas em celulares e dispositivos eletrônicos apreendidos. O objetivo é identificar possíveis compradores e outros envolvidos no suposto esquema.

“A ação evidencia a necessidade de maior cautela por parte de interessados ao efetuar compra de lotes sem escritura pública, pois pode servir de fomento a loteamentos clandestinos, com potenciais danos ambientais. Além de não poderem contar com serviços públicos básicos, há estímulo a que loteadores prossigam com parcelamentos irregulares, com grande prejuízo ao regular desenvolvimento urbano do município”, considera o Promotor de Justiça Marcos Schlickmann Alberton.
Fonte: MPSC

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