Dia de Paula

Dia de Paula Canal dedicado a casos reais de vítimas. Histórias as 19h
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Gosta de ouvir histórias de vida? Então, aqui no canal eu faço isso. Recebo relatos reais de pessoas e conto, mas não exponho o autor. Eu interpreto essas histórias como se tivesse acontecido comigo, trazendo emoção e ao final trago um momento de reflexão. Gosto de atuar os mais variados temas como família, balada, agressão, amizade, abuso, constrangimento, traição, superação e muitos outros. O in

tuito é criar uma experiência a cada um que assiste, seja boa ou ruim. Meu objetivo é que essa experiência possa esclarecer um conceito, uma atitude ou ponto de vista sobre nossas vidas :)

Laís Braga, 32 anos, de Mogi Mirim, a 130 km de São Paulo, conta que nunca havia visto de perto a co***na. O primeiro co...
20/05/2026

Laís Braga, 32 anos, de Mogi Mirim, a 130 km de São Paulo, conta que nunca havia visto de perto a co***na. O primeiro contato com a droga aconteceu em 2008, quando, aos 16 anos, iniciou um relacionamento com um traficante da periferia de São Paulo.

"Eu sabia que ele já era do mundo do crime, mas, mesmo assim, me envolvi com ele em uma festa", afirma. "Em pouco tempo de relacionamento, eu já estava trabalhando no negócio. Eu trabalhava na parte administrativa, no controle da droga que saia e do dinheiro que entrava", recorda.

Apaixonada e, ao mesmo tempo, com medo do companheiro, que a agredia fisicamente, Laís participava de tudo ao lado do namorado.

Uma vez ele ficou foragido da polícia e eu o acompanhei. Eu não estava sendo acusada de crime nenhum, mas fiquei ao lado dele. Foi aí que eu aprendi a fazer co***na, usar as porções corretas, pesar, embalar, explica.

A jovem conta que o caminho até ser completamente tragada pelo relacionamento abusivo não encontrava obstáculos por duas razões.

Laís Braga
Imagem: Arquivo pessoal
"Eu cresci cercada por relacionamentos abusivos, isso era natural para mim. Além disso, eu tinha muito medo dele, que me proibia de usar roupas curtas, de andar com algumas pessoas, me batia, me ameaçava com armas. Eu não tinha coragem nem de contar aos meus pais", esclarece.

Comandar o tráfico a pedido do namorado que estava detido, teve um custo: sua liberdade. Em 2011, aos 19 anos, ela foi encarcerada. Na ocasião, o namorado já estava em liberdade, mas a participação dela no tráfico já estava na mira da polícia.

A jovem ficou detida por seis anos e seis meses, no período entre 2011 e 2017, na Penitenciária Feminina da Capital, em São Paulo.

Segundo ela, conhecer as entranhas do crime de dentro da prisão foi a gota d'água para tomar coragem de se livrar da relação abusiva.

oi na cadeia que eu consegui a minha libertação. Na prisão, vi que quase todas as mulheres que estavam lá passaram pela mesma situação que eu. Foi quando eu tive coragem de me separar dele e revelar tudo para a minha mãe, desabafa.

A jovem paulista acredita que só não foi tragada de vez pelo mundo crime graças a ajuda dos pais. Os desafios continuaram do lado de fora. A busca pelo primeiro emprego, após o encarceramento, não foi fácil. Ela só conseguiu uma oportunidade na área de marketing digital e streaming, dois anos após estar fora do cárcere.

Laís não é um caso isolado
Laís representa uma entre milhares de mulheres que passaram a fazer parte da população carcerária do Brasil nas últimas duas décadas. Nesse período, o número de mulheres encarceradas quadruplicou, segundo estudo publicado pelo World Female Imprisonment List, chegando a 40 mil no final de 2022.

Fonte: https://www.uol.com.br/universa/noticias/redacao/2024/09/13/tive-coragem-de-sair-de-relacionamento-abusivo-apos-ser-presa-por-trafico.htm?cmpid=copiaecola

19/05/2026

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Uma mulher de 27 anos foi presa depois de esfaquear um cabeleireiro pelas costas dentro de um salão de beleza na zona oe...
19/05/2026

Uma mulher de 27 anos foi presa depois de esfaquear um cabeleireiro pelas costas dentro de um salão de beleza na zona oeste de São Paulo. O motivo foi a insatisfação com o corte feito na franja do cabelo dela. O caso aconteceu na Avenida Marquês de São Vicente, na região da Barra Funda, e foi registrado por câmeras de segurança do estabelecimento.

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A vítima é o cabeleireiro Eduardo Ferrari. Ele foi atacado enquanto atendia uma cliente. Nas imagens, a mulher aparece conversando com o profissional, que está de costas. Em seguida, ela retira uma faca da bolsa e desfere o golpe. O cabeleireiro se assusta e consegue correr. A agressora é contida por um funcionário e por um segurança do salão.

Mulher é presa após esfaquear cabeleireiro em SP

A mulher foi identificada como Laís Gabriela Barbosa da Cunha. Em outro vídeo, ela afirma que estava insatisfeita com o corte feito na franja dela, um mês antes pelo profissional:

"Se vocês conseguem ver, a minha franja tá parecendo Cebolinha, porque ele cortou todo o meu cabelo. Eu mandei mensagem no WhatsApp e eles ficaram dois dias sem me responder."
Segundo a Secretaria da Segurança Pública, a cliente deve responder por lesão corporal e ameaça. O caso foi registrado no 91° Distrito Policial (Ceasa) e encaminhado ao Juizado Especial Criminal.

Nas redes sociais, a equipe de Eduardo Ferrari informou que a Laís Cunha havia realizado um procedimento capilar cerca de 30 dias antes e retornou ao salão exigindo a devolução do valor pago, alegando insatisfação com o resultado.

Ainda de acordo com a equipe do cabeleireiro, o caso foi registrado como lesão corporal leve. Já a defesa da vítima discorda e sustenta que houve tentativa de homicídio.

Fonte:
https://cbn.globo.com/sao-paulo/noticia/2026/05/07/mulher-e-presa-apos-esfaquear-cabeleireiro-em-salao-de-sp-minha-franja-esta-parecendo-o-cebolinha.ghtml

18/05/2026
18/05/2026

A GAROTA DA FACULDADE

Em 2024, quatro em cada dez crianças e adolescentes brasileiros de até 14 anos viviam em situação de pobreza no País. Os...
18/05/2026

Em 2024, quatro em cada dez crianças e adolescentes brasileiros de até 14 anos viviam em situação de pobreza no País. Os dados são da Síntese dos Indicadores Sociais (SIS) divulgados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) nesta quarta-feira, 3.

A proporção de crianças menores de 14 anos de idade abaixo da linha de pobreza foi de 39,7%. A proporção de crianças brasileiras vivendo em situação de pobreza extrema foi de 5,6% em 2024.

No grupo etário de 15 a 29 anos, 25,4% viviam na pobreza, e 3,7% estavam em situação de miséria. Por outro lado, na população idosa, com 60 anos ou mais, 8,3% viviam em situação de pobreza, e 1,9% sobreviviam na extrema pobreza.

CON… - Veja mais em https://economia.uol.com.br/noticias/estadao-conteudo/2025/12/03/ibge-4-em-cada-10-criancas-e-adolescentes-de-ate-14-anos-viviam-em-situacao-de-pobreza-no-pais.htm?cmpid=copiaecola

15/05/2026

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15/05/2026

PODER DE IRMÃOS

O que é relacionamento aberto e quais são suas regras?O relacionamento é um método de relacionamento em que duas pessoas...
15/05/2026

O que é relacionamento aberto e quais são suas regras?
O relacionamento é um método de relacionamento em que duas pessoas estão comprometidas uma com a outra romanticamente, mas que é permitido sair, beijar ou se relacionar sexualmente com outras pessoas - desde que essas coisas façam parte do acordo entre os dois.

O que uma pessoa pode ou não fazer num relacionamento aberto depende das regras que as duas pessoas que estão se relacionando criam para o relacionamento.

Enquanto a monogamia é quando um casal só se relaciona afetiva e sexualmente entre si, o relacionamento aberto consiste em uma flexibilização afetiva e/ou sexual do casal, de acordo com regras estabelecidas pelas duas partes. A psicóloga Larissa Fonseca, doutoranda em sexualidade feminina, afirma que para a relação não-monogâmica funcionar é fundamental acordos claros e comunicação constante. "A base é o consentimento, cumplicidade e o respeito mútuo, garantindo que todos os envolvidos se sintam seguros e valorizados", diz.

Segundo a psicanalista Mariana Ribeiro, mestranda na investigação psicanalítica de ciúmes e exclusividade amorosa, existem muitas possibilidades em uma relação aberta, com combinados mais ou menos restritivos. Há casais que só ficam com terceiros em festas, sendo que outros até podem ter relações se***is - mas fora de casa.

"Tem muitos casais que querem manter a exclusividade afetiva, então podem ficar com outras pessoas, podem tr***ar, mas não podem se apaixonar. Mas também tem casais abertos que são mais livres, que permitem até se apaixonar e que não têm nenhuma regra em relação a uma exclusividade", explica.

Ela ainda destaca que "cada casal que decide abrir o relacionamento ou começar uma relação aberta vai ter que ir pensando junto cada um desses detalhes, o que eles querem e quais que eles querem que sejam os limites".

"Ele trazia outra menina para dormir em casa"
De acordo com a psicóloga Larissa Fonseca, há traição em qualquer tipo de relação, seja monogâmica ou não. "Depende dos acordos e expectativas individuais. Se um parceiro quebra esses acordos, a confiança é comprometida, configurando a traição", afirma.

Ou seja: estar num relacionamento aberto não te impede de ser traído, mesmo que seu parceiro tenha sua permissão para beijar outras pessoas, por exemplo.

Foi o caso da analista de produto Marisa Bilard, 29, que viveu uma traição em um relacionamento aberto. Ela combinou com o namorado que ele poderia sair com outras pessoas, mas não com amigos próximos — e nem dormir com pessoas em casa. O rapaz, no entanto, não seguiu essas regras.

Marisa descobriu por uma conhecida dos dois que ele dormia com uma pessoa em casa, quando ela estava fora viajando. "Ela me disse: 'Só estou te avisando porque estou com dó de você, enquanto você estava viajando, ele dormia com outra menina na casa dele'. Meu mundo caiu, não achava que ia ser corna em um relacionamento aberto", disse à CNN.

Além disso, meses depois, a analista sonhou que ele ficou com uma amiga enquanto estavam juntos e, ao contar o sonho para a jovem, confirmou mais uma traição da parte dele.

Relacionamento aberto com quem não é maduro não é a solução dos problemas
Marisa Bilard, analista de produto
A jornalista Raquel*, que aceitou dar seu depoimento sob condição de anonimato, viveu uma situação similar quando se relacionou com uma mulher pela primeira vez. Um dos únicos combinados que elas tinham era o de sempre se conversarem e avisarem, logo no começo, caso se envolvessem romanticamente com alguém.

Raquel conta que a parceira sumiu durante um final de semana e reapareceu no domingo à noite. Para justificar a ausência, ela disse estar emocionalmente abalada, mas não explicou o porquê. Na segunda-feira, Raquel pediu para conversarem novamente — e a namorada contou que conheceu alguém. A jornalista, então, entendeu que foi "uma pessoa aleatória", diz ela. As duas terminaram em seguida, mas em bons termos.

"Meses depois, descobri, pelo Instagram, que, na verdade, não foi uma pessoa aleatória que ela conheceu no bar. Era uma pessoa com quem ela estava trocando ideia e elas combinaram de se encontrar em um bar para ter um date", completa.

A não-monogamia e o relacionamento aberto são a para evitar a traição?
A psicanalista Mariana Ribeiro cita Brigitte Vasallo, autora de livros como "Pensamento Monogâmico, Terror Poliamoroso" (em tradução literal do espanhol), para defender que a estrutura da monogamia se baseia em uma hierarquia: a relação do casal seria mais valiosa do que outras, como a da amizade. Também seria uma forma de garantir a transmissão da herança e dos bens acumulados para, por exemplo, os filhos. Por isso, a exclusividade afetiva e sexual.

Mesmo assim, Mariana afirma que a não-monogamia não é uma solução para a traição, mas defende que a quebra da confiança tem relação com a lógica da monogamia. Isso porque, para a psicóloga, a traição masculina em um relacionamento heterossexual, historicamente, sempre ocorreu e "foi legalizada".

Mulheres que traem, ainda hoje em dia, são muitas vezes assassinadas ou têm seu valor questionado, diz ela. Um julgamento pelo qual homens, quando agem da mesma forma, não passam.

A não-monogamia só seria uma solução caso os envolvidos não quisessem reprimir seus desejos afetivos ou se***is. "Mas eu acho que seria ingenuidade supor que essa seja a única razão pela qual as pessoas traem", continua.

A mentira tem um papel fundamental na construção da individualidade da criança, para que ela possa reconhecer aquilo que é próprio dela, aquilo que é diferente do que a família sempre propôs
Mariana Ribeiro, psicóloga
Segundo Ribeiro, para muitos, a traição pode ter um efeito semelhante a essa fase infantil. "O importante [para traidores] não é poder ficar com outras. O importante é poder romper algo que foi combinado. O importante é justamente poder trair. Para quem tem o prazer simplesmente no desobedecer a lei, enquanto houver qualquer lei que seja, haverá traição", finaliza.

A psicóloga e autora de empoderamento feminino Najma Alencar diz ser muito complexo lidar com a traição, que desperta sentimentos como decepção, tristeza e raiva. "É muito sério quando acontece uma traição já que, emocionalmente falando, é um trauma. [...] O que pode ajudar nesse processo de recuperação é que não tem como fugir das emoções. Evitar as emoções pode prolongar ainda mais o sofrimento", afirma à CNN.

A profissional também destaca que a traição diz respeito a quem trai e o autocuidado nesta fase. "A traição é uma escolha do outro, não é um reflexo seu e nem sobre você. Inclusive, também é importante estar com a família e os amigos", continua.

"Não estamos falando de uma situação, mas de um trauma, e se ele não for cuidado da melhor forma possível, pode atrapalhar sua vida e os próximos relacionamentos", completa.

Com isso, entende-se que estamos todos sujeitos à traição — seja ela em uma relação monogâmica ou não. Afinal, há quem tenha o desejo de trair pela diversão de viver algo proibido ou até quem não está bem resolvido com seus próprios desejos, e acaba ficando com outras pessoas. O importante, quando isso acontecer, é cuidar e entender que a traição diz respeito ao traidor, e não à pessoa traída.

fonte:
https://www.cnnbrasil.com.br/lifestyle/relacionamento-aberto-e-solucao-para-evitar-traicao-entenda-relacoes-e-regras/

14/05/2026

Uma relação de criação que mudou a vida dela. Como foi na sua casa?

No Estado do Rio de Janeiro, entre janeiro e maio deste ano, 46 mulheres morreram vítimas de feminicídio. Neste Dia Naci...
14/05/2026

No Estado do Rio de Janeiro, entre janeiro e maio deste ano, 46 mulheres morreram vítimas de feminicídio. Neste Dia Nacional do Homem, 15 de julho, a Secretaria de Estado da Mulher (SEM-RJ) faz um alerta para combater o machismo e disponibiliza aos municípios o Serviço de Educação e Responsabilização do Homem (SerH). O programa tem realizado palestras e capacitações para implantação de grupos reflexivos para homens agressores ou não, alcançando assim de modo preventivo a população masculina.

- A cultura machista ensinou que homem não chora, que deve dar a última palavra a qualquer custo, que não deve demonstrar medos, fraquezas e inseguranças, que não deve tolerar o questionamento de sua autoridade, entre outras questões similares. Essas crenças são fatores de risco para as mulheres, que acabam sendo vítimas de violências, e também para os próprios homens - destaca a secretária de Estado da Mulher, Heloisa Aguiar.

O SerH é um programa que visa a garantia da efetivação da Lei Maria da Penha na sua integralidade, trazendo os homens para este movimento, que deve ser coletivo, de enfrentamento às violências de gênero contra meninas e mulheres, a partir de três eixos de ação: responsabilização, prevenção às violências e promoção do cuidado.

O SerH estimula que os municípios implantem a metodologia dos grupos reflexivos para homens, recurso previsto na Lei Maria da Penha, além de promover capacitação técnica para os profissionais que atuarão como facilitadores. No eixo da responsabilização, são previstos grupos reflexivos nas unidades prisionais a partir de um Termo de Cooperação Técnica entre a Secretaria da Mulher e a Secretaria de Administração Penitenciária.

Como forma de prevenção às violências, o programa busca a sensibilização dos homens, demonstrando que o uso da violência é prejudicial para todos os envolvidos. Essas ações podem acontecer em praças públicas, nas escolas, nos templos religiosos de qualquer credo, em eventos em geral, entre outras possibilidades.

O eixo do cuidado visa que o homem esteja lado a lado das mulheres, como aliados, em campanhas de conscientização e mobilização, como a campanha do Laço Branco, no Dia Nacional de Mobilização dos Homens pelo Fim da Violência contra as Mulheres, e outros.

Para o coordenador do SerH, Paulo Sarcon, é preciso desconstruir a imagem do que é ser homem:

- O machismo é um lugar de poder e de privilégios. Isso é sedutor para o homem, mas ele não se dá conta de que tudo isso é uma ilusão, porque nós, homens, somos doutrinados, ensinados e socializados a viver de uma maneira que nos descaracteriza, nessa questão de perder a nossa essência humana – analisa Paulo.

Eles adoecem mais e vão menos a consultas e exames

O machismo não é prejudicial apenas para as mulheres, mas afeta também de diversas formas os próprios homens. No Brasil, eles representam 81,3% dos mortos em acidentes de trânsito, 65,8% das vítimas de acidentes de trabalho, 52,4% dos óbitos por doenças cardiovasculares e 73,6% dos novos casos de HIV no país.

De acordo com dados do Instituto de Segurança Pública (ISP-RJ), os homens configuraram 88% das vítimas de homicídio doloso. Além disso, uma pesquisa divulgada no ano passado pela Confederação Nacional dos Transportes mostrou que, em 2022, 82% das vítimas feridas ou mortas eram homens. Não apenas no trânsito os homens se acidentam mais. De acordo com dados do Conselho Nacional de Previdência Social (CNPS) apresentados no ano passado, eles sofrem quase o dobro de acidentes de trabalho que as mulheres, representando 65,8% das vítimas, enquanto as mulheres são 34,2% de quem sofre acidente laboral.

Embora sejam os mais afetados por doenças cardiovasculares (52,4% das mortes, segundo dados do Sistema de Informações sobre Mortalidade do Ministério da Saúde), por câncer de pulmão (duas vezes mais riscos do que mulheres); e Infecções Sexualmente Transmissíveis – ISTs (73,6% dos novos casos de HIV no país são em homens, de acordo com o Ministério da Saúde), os homens representaram apenas 28% dos atendidos pelo Rio Imagem Baixada no último ano. Além disso, uma pesquisa do Instituto Lado a Lado pela Vida mostrou que 88% deles declaram que vão ao médico apenas uma vez ao ano.

Nos últimos dez anos, houve um aumento de 168% de casos de HIV entre jovens de 15 a 29 anos no Brasil, segundo o Ministério da Saúde. Mesmo com esse crescimento, os homens ainda têm comportamentos de risco. Uma pesquisa da Sociedade Brasileira de Urologia mostrou que 80% deles afirmaram saber sobre as ISTs, porém, não se consideravam em risco. Somente 11% afirmaram ter consciência sobre as doenças e o real risco que correm caso mantenham relações se***is desprotegidas. Já outra pesquisa da mesma entidade mostrou que, dos adolescentes entre 12 a 18 anos ouvidos, 15% já tiveram uma iniciação sexual, sendo que 44% não usaram pr********vo na primeira relação sexual e 35% não usam ou usam raramente o pr********vo nas relações se***is. Ainda, 38,57% dos meninos revelaram não saber sequer colocar o pr********vo.

Fonte:
https://www.rj.gov.br/secmulher/node/523

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