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*ENCONTREI UMA MULHER A CHORAR DENTRO DO COMBOIO VAZIO...**PARTE FINAL.*As luzes apagaram e o vagão ficou escuro de repe...
19/08/2026

*ENCONTREI UMA MULHER A CHORAR DENTRO DO COMBOIO VAZIO...*

*PARTE FINAL.*

As luzes apagaram e o vagão ficou escuro de repente. Só o barulho dos trilhos continuava, mas agora parecia mais alto, mais pesado. O coração batia tão forte no meu peito que eu tinha certeza que ela conseguia ouvir. Eu não conseguia me mexer. Os olhos dela continuavam fixos em mim, pretos, sem fundo, e aquele sorriso não saía do rosto.

"Finalmente alguém me ouviu. Agora você vem comigo." A voz dela repetiu, mas dessa vez veio de todos os lados do vagão, como se tivesse várias mulheres a falar ao mesmo tempo. O ar ficou frio. Um frio que queimava a pele. E eu podia sentir o cheiro de água suja, de rio, de coisa podre.

Tentei gritar, mas a garganta não saía som. Tentei correr, mas as pernas não obedeciam. Foi quando o comboio deu outra travada e eu caí do banco. No chão, vi os pés dela. Descalços. E a água continuava a escorrer do vestido, formando uma poça cada vez maior em volta de mim.

De repente, as luzes voltaram a piscar. E naquela fração de segundo em que a luz acendeu, eu vi. O rosto dela não era mais um rosto. Era fundo. Oco. Como se não tivesse nada por dentro, só escuridão. E atrás dela, nas janelas, tinha outras. Várias mulheres de branco, com o rosto colado no vidro, me olhando e chorando.

Eu gritei. Dessa vez saiu. Um grito que rasgou a garganta.

Na mesma hora a porta do vagão se abriu com força e entrou o cobrador com uma lanterna na mão. "O que está acontecendo aqui rapaz?" Ele gritou. Quando a luz da lanterna bateu no banco onde ela estava... não tinha ninguém. Só a poça d'água no chão. E o meu corpo tremendo.

O cobrador me puxou para fora do vagão na próxima estação. Eu estava a suar frio, a gaguejar, sem conseguir explicar direito. Ele só balançou a cabeça e disse: "Essa linha aqui... há 10 anos um comboio descarrilou no rio, de madrugada. Morreram 12 mulheres que voltavam da machamba. Até hoje o último comboio aparece com passageira a mais."

Cheguei em casa quase de manhã. Não contei para ninguém. Tomei banho três vezes mas o cheiro de água suja não saía de mim. Durante semanas eu ouvia choro baixinho quando ficava sozinho.

Hoje eu não pego mais o último comboio. Nem se for para salvar a minha vida. Porque tem coisa que não é para ser vista, e tem choro que não é para ser ouvido.

*FIM.*

Obrigado por acompanhar até o fim. F**a ligado que a próxima história já está a caminho.

Até logo.

Um obrigado especial aos meus novos seguidores! Que entusiasmo poder contar convosco! Jose Cumaio, Saul Cuco, Anuwaar De...
19/08/2026

Um obrigado especial aos meus novos seguidores! Que entusiasmo poder contar convosco! Jose Cumaio, Saul Cuco, Anuwaar Delivane, Kahren Lyu Shang, Abia Languana, Michael Avelino Joao, Ermegildo Pedro Cossa, Salomão Zandamela, Ercenia Da Jully Jully, Estefânia Eduardo Chiquete, Ester Alexandre Lote, Venicia Joao Mendes Maezinha, João Baptista Ládo Ládo, Cátia Rossana, Lytos Nhavoto, Ilhano Baptista Ilhano, Santos Lorentz, Aguida Fenias Novely, Nazia Bacai, Hidaia Ramos Ramos, Vânia Maculuve, Jo Naira, Feliciano Eduardo Aly Cando, Ruth Jose Fernando Fernando, Guelson Morais, Afonsina Kalonji, Khelsa Napaua, Joelson Caxala, Vino Delmar, Arturo Kumbilila Ak, Helia Simbine Simbine, Priscila Cila Mugabe, Nela Djosh, Lucia Joaquim Joaquim, Alfredo Liwombo Liwombo, Meli Filas Filas, Azanaty Abdula, Maya Baltazar, Tania Mendonca, Sufia Tavares, Zamira Abubacar, Domingas Joao, Paula Mabunda, Isabel Domingos Abenia, Dercio Antonio Mathe, Cleyde Ramos, Sebastião Ricardo Germano Cuambe, Langa Ana, Maria Da Graça Zau, Humberto Alberto Mutondo

ENCONTREI UMA MULHER A CHORAR DENTRO DO COMBOIO VAZIO...Era quase meia-noite quando saí do serviço. O último comboio já ...
18/08/2026

ENCONTREI UMA MULHER A CHORAR DENTRO DO COMBOIO VAZIO...

Era quase meia-noite quando saí do serviço. O último comboio já estava na estação, com as luzes fracas e quase ninguém dentro. O guarda olhou para mim e disse: "É o último, sobe ou dorme aqui". Eu estava cansado demais para discutir. Subi.

O vagão estava praticamente vazio. Só umas três pessoas espalhadas, cada uma no seu canto, com a cara no vidro. O barulho do comboio nos trilhos era a única coisa que quebrava o silêncio. Eu me sentei perto da janela e apoiei a cabeça, tentando dormir um pouco até chegar em casa.

No meio do caminho, numa estação que nem tinha iluminação direito, a porta abriu sozinha. E entrou ela.

Uma mulher. De vestido branco, longo, molhado. O cabelo escorrendo água no chão. Ela não olhou para ninguém. Caminhou devagar até o último banco e sentou. Ficou ali, com as mãos no rosto, chorando baixinho. Um choro abafado, de quem está com a dor presa na garganta há muito tempo.

No começo ninguém disse nada. Depois um senhor se levantou e perguntou se ela estava bem. Ela não respondeu. Continuou a chorar. O cobrador passou, olhou para ela e franziu a testa. "Minha senhora, de onde a senhora vem? O comboio está fechado." Ela só balançou a cabeça e continuou a chorar.

O estranho é que não havia chuva naquela noite. E o vestido dela pingava água como se tivesse acabado de sair de um rio. O chão em volta dos pés dela já estava todo molhado. Eu senti um arrepio subir pela espinha. Tentei me convencer que era só cansaço, que eu estava a ver coisa.

Quando o comboio parou na penúltima estação, todos desceram. Todos menos ela. F**amos só eu, o cobrador e ela. O cobrador foi até a frente falar com o maquinista. E eu fiquei ali, sem coragem de levantar, olhando para aquela mulher que não parava de chorar.

Foi aí que ela tirou as mãos do rosto. Devagar. E virou na minha direção.

Os olhos dela estavam pretos. Inteiros. Sem branco. E ela sorriu.

E disse com a voz baixa, mas que ecoou no vagão inteiro:

"Finalmente alguém me ouviu. Agora você vem comigo."

O comboio deu um solavanco e as luzes apagaram.

E...

👇 Quer saber o que aconteceu quando as luzes apagaram? A história completa está aqui:
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ENCONTREI MEU IRMÃO MORTO A TRABALHAR NUMA MACHAMBA...As pessoas insistem em dizer que os mortos não voltam. Que quando ...
18/08/2026

ENCONTREI MEU IRMÃO MORTO A TRABALHAR NUMA MACHAMBA...

As pessoas insistem em dizer que os mortos não voltam. Que quando a terra se fecha sobre o caixão, é o fim da conversa. Eu cresci ouvindo isso, e por muito tempo acreditei. Mas depois do que vi naquele dia em Chimoio, eu não tenho mais coragem de repetir essas palavras. Porque tem coisa que a lógica não explica, e que só quem passa entende o tamanho do susto que dá no peito.

Eu tinha ido para a província de Manica para trabalhar. Era uma viagem simples, pelo menos era o que eu pensava. Me despedi da família, prometi que voltava em dois meses com algum dinheiro no bolso. O boss tinha cinco hectares de machamba abandonada e precisava de gente para limpar. O salário era bom, então eu aceitei na hora. Levei comigo três amigos e a certeza de que seriam apenas dois meses de capim, sol e enxada.

Mal chegamos, já fomos direto para o campo. Nem um dia inteiro na town e eu já estava com a camisa encharcada de suor. O sol daquele dia estava diferente. Era um calor que pesava, que deixava a cabeça lenta e a respiração curta. Em certo momento eu não aguentei e precisei sair um pouco. Só capim para todo lado, então peguei minha enxada, cavei um buraco e me agachei ali mesmo. O silêncio era tanto que dava para ouvir o próprio coração batendo.

Foi nesse silêncio que eu escutei. Primeiro de longe, depois mais perto. Tchoc. Tchoc. O som seco de enxada batendo na terra. Vinha da machamba do lado, a do outro boss. Naquele horário, com aquele sol de rachar pedra, quem em sã consciência estaria a trabalhar? A curiosidade falou mais alto. Prendi as calças às pressas, peguei minha enxada e comecei a abrir caminho pelo capim alto. Cada passo meu era acompanhado por aquele som, constante, sem pressa, como se a pessoa não sentisse o calor.

Quando cheguei perto, vi ele. Um homem de costas, com a enxada subindo e descendo num ritmo perfeito. O corpo suado, a postura firme. Gritei um "Olá!" e ele não respondeu. Gritei de novo, mais alto: "Irmão!". Foi aí que ele parou. O silêncio voltou de repente, e por um segundo eu só ouvi o vento no capim. Ele virou devagar, como quem não tem pressa nenhuma no mundo.

E quando aqueles olhos encontraram os meus, o chão desapareceu debaixo dos meus pés. Eu recuei dois passos sem perceber, com a boca seca e o coração batendo na garganta. Era ele. Meu irmão. O mesmo que nós choramos, que nós velamos e que nós enterramos há dois anos. O mesmo rosto, a mesma cicatriz na sobrancelha, o mesmo jeito de olhar. Só que agora ele estava ali, de pé, vivo, me encarando com uma expressão neutra. Não tinha susto, não tinha alegria, não tinha nada. Apenas um olhar vazio me atravessando.

— Irmão? — minha voz saiu falha, pequena, como a de uma criança.

Ele não respondeu. Ficou me olhando por um tempo que pareceu uma eternidade. E então, muito devagar, ele ergueu a enxada. Bem alto. A lâmina brilhou contra o sol e por um instante eu achei que meu fim tinha chegado ali, no meio da machamba.

E...

Quer saber o que aconteceu depois que ele levantou a enxada? A história completa está aqui👇:
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UMA IMAGEM DE UM TREM SURGIU NO CÉU...O sol já havia ido descansar. Eram 18 horas e poucos minutos. O dia tinha sido com...
17/08/2026

UMA IMAGEM DE UM TREM SURGIU NO CÉU...

O sol já havia ido descansar. Eram 18 horas e poucos minutos. O dia tinha sido como qualquer outro. Nas ruas, as pessoas seguiam apressadas. Nas casas, janelas acesas. Ninguém esperava nada.

Aqueles que nunca erguem os olhos para o céu não perceberam nada. Mas aqueles que tinham o hábito de olhar para cima... esses travaram no mesmo instante.

Primeiro foi um fio. Fumaça dourada, fina, cortando o azul escuro que começava a cair. Ela não subia. Ela se desenhava. Lenta. Como se uma mão invisível estivesse escrevendo algo no céu.

Depois o fio engrossou. Girou. E abriu.

Um círculo. Perfeito. Escuro por dentro. Um portal.

Do centro dele veio um som. Baixo primeiro. Depois mais forte. O som de metal contra trilho. O som de um trem.

Branco. Brilhante. As rodas girando mesmo sem chão. As janelas fechadas, refletindo uma luz que não vinha de lugar nenhum. Porta por porta, vagão por vagão, ele ia nascendo da fumaça.

Quem estava sentado levantou. Quem estava conversando calou. Celulares foram erguidos, mas ninguém filmava. Todos só olhavam, com a respiração presa.

Doze vagões. Um a frente abrindo caminho. O trem inteiro saiu do portal em linha reta, como se estivesse em trilhos invisíveis. E então o portal se fechou. Sumiu. E ele ficou ali. Sozinho. Suspenso sobre a cidade. Todo mundo viu. Crianças com a boca aberta. Velhos com a mão no peito. Jovens parados no meio da rua. Todo mundo.

Cinco minutos. Foi o tempo que ele percorreu o céu. Silencioso. Lento. Observando.

Até que o último vagão tremeu. Uma fumaça começou a sair pelas bordas. Pouca primeiro. Depois mais. E ele começou a se desfazer. Empoeirado. Como areia levada pelo vento.

Um por um, os vagões se desfizeram. Viraram brilho. Viraram nada. O penúltimo. O antepenúltimo. Até chegar na cabeça.

Ela deu um último suspiro de luz e se dissolveu no ar.

E acabou. Como se nunca tivesse acontecido. Só ficou o céu vazio de novo.

O silêncio que veio depois foi pior que o barulho.

Quem não viu, ouviu falar. E quem não ouviu falar... é porque não quis escutar.

E você? Viu com os próprios olhos. Ou só vai acreditar quando ele voltar?

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MINHA MÃE ESTÁ GRÁVIDA DO MEU MARIDOParte 2Eu encarei os dois com o rosto firme, sentindo o peito apertado, e perguntei,...
16/08/2026

MINHA MÃE ESTÁ GRÁVIDA DO MEU MARIDO

Parte 2

Eu encarei os dois com o rosto firme, sentindo o peito apertado, e perguntei, fria, sem conseguir disfarçar:

— O que vocês fazem na minha ausência?

Eles se olharam por um segundo e engoliram em seco. Meu marido foi o primeiro a responder, rápido demais, como se já tivesse ensaiado.

Disse que quando eu saía, ele ficava se preparando e depois ia para o trabalho, e que às vezes apenas ficava em casa relaxando. Minha mãe completou logo em seguida, dizendo que ia à praça vender bolinhos e perguntou, com um sorriso estranho, o que havia de errado nisso.

Eu observei os dois. Pareciam não desconfiar da gravidade da minha pergunta. Para não levantar suspeitas, decidi agir com cautela. Quando insistiram querendo saber o motivo da minha desconfiança, eu apenas disse que não era nada, que tinha perguntado por perguntar.

Mas depois daquele dia, tudo mudou dentro de mim.

Os elogios deles já não soavam como antes. Agora pareciam deboches. Quando falavam comigo, eu sentia como se um sussurro atravessasse meus ouvidos, como se alguém dissesse: “Boba…”

Eu não queria confrontá-los sem provas. Se minhas suspeitas estivessem erradas, eu jamais conseguiria olhar para eles de novo. Ainda mais sabendo que tudo começou por causa de palavras de uma criança de cinco anos.

Alguns dias depois, me preparei para ir ao trabalho mais uma vez. Como sempre, eles ficaram em casa. Caminhei por alguns minutos, mas a inquietação não me deixou em paz. A ideia martelava minha cabeça: e se eles estiverem juntos agora?

Eu não aguentei.

Voltei.

Entrei em casa cautelosamente, como uma ladra. Eu estava decidida. Se havia um dia para descobrir a verdade, seria aquele. A casa estava silenciosa, a televisão desligada, o ar pesado. Minha filha saiu do quarto e quase fez barulho, mas eu levei o dedo aos lábios, pedindo silêncio, e ela obedeceu.

Andei devagar, com passos leves, até o nosso quarto.

Nada.

Mas então ouvi vozes.

Vinham do quarto da minha mãe.
Meu coração disparou, minhas mãos ficaram geladas. Me aproximei da porta, tremendo, e consegui ouvir a conversa dos dois. O que diziam me arrancou o chão.

— Grávida? — meu marido perguntou, surpreso.

— Não era para ser… foi um acidente… — minha mãe respondeu, desesperada. — Eu tinha feito um implante, não sei como isso aconteceu…

— Isso é terrível…

Meu corpo inteiro estremeceu.
Eu empurrei a porta com força e entrei sem pensar.

— Mãe… você está grávida?

Os dois se assustaram como se tivessem visto um fantasma. Meu marido ficou pálido. Minha mãe começou a gaguejar, sem conseguir formar uma frase.

E naquele instante, eu soube.

O pior não era a suspeita…

Era a confirmação.

Desculpa gente, eu sei que é curto, mas se for longo a galera p**a. Daqui a pouco posto a parte seguinte para compensar. Comenta e deixe seu coraçãozinho ❤️ para a próxima parte.

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15/08/2026

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Atenciosamente,
*Escritor Tomo*, o silêncio que Sussura eternidades.

MINHA MÃE ESTÁ GRÁVIDA DO MEU MARIDOParte 1Minha história aconteceu há três anos, quando descobri algo que nunca imagine...
15/08/2026

MINHA MÃE ESTÁ GRÁVIDA DO MEU MARIDO

Parte 1

Minha história aconteceu há três anos, quando descobri algo que nunca imaginei ser possível: minha própria mãe me traía com o meu marido. Tudo começou quando eu e ele já tínhamos sete anos de casamento. Nossa vida era tranquila, sem brigas ou desentendimentos. Tínhamos uma filha de cinco anos que frequentava a primeira classe, e tudo parecia perfeito.

Por outro lado, minha mãe, viúva, era a sogra perfeita. Ela vivia elogiando nosso casamento e dizendo o quanto eu era sortuda. Eu sempre achei aquilo normal, longe de imaginar que havia algo escondido por trás de tanta gentileza. Sou filha única e, depois que meu pai morreu, minha mãe tentou recomeçar com outros dois homens, mas nada deu certo. No fim, ela passou a viver conosco, porque não tinha uma casa em condições.

Certo dia, meu marido me ofereceu um emprego que ele havia encontrado para mim. Naquele momento, pensei que era cuidado, que ele queria minha independência financeira. Com os elogios constantes da minha mãe e a tranquilidade do meu casamento, eu fiquei tão sossegada que meus olhos se tornaram cegos. Afinal, quem imaginaria uma barbaridade dessas?

Quando eu saía para trabalhar, meu marido e minha mãe viviam seus próprios momentos. Momentos escondidos, silenciosos, que duraram três anos, até eu descobrir. E o mais assustador é que eu só descobri por causa da minha filha, que era pequena, mas inteligente demais para a idade.

Num certo dia, eu estava voltando do trabalho e percebi que meu marido havia saído junto da minha mãe. Quando minha filha comentou, não achei nada estranho, mas a conversa que tivemos logo depois me deixou cheia de dúvidas. Ela começou a chamar o pai dela de vovô.

— Filha, ele não é seu avô. Ele é seu pai.

— Mas a senhora disse que o marido da vovó também é meu avô…

Engoli em seco e tentei explicar que marido e mulher dormem no mesmo quarto, como eu e o pai dela. Mas minha filha, inocente, respondeu algo que fez meu coração parar.

— Vovô e papá também dormem no mesmo quarto.

Naquele instante, senti o sangue gelar. Perguntei o que ela queria dizer, e ela explicou, com a naturalidade de uma criança, que quando eu ia trabalhar, eles também ficavam horas e horas “dormindo”, e que às vezes faziam muito barulho.

Aquela última frase me arrancou do chão. Tudo bem que era uma criança, mas aquelas palavras acenderam um alerta dentro de mim. Comecei a juntar os pontos, e tudo se encaixava de forma assustadora. E enquanto eu ainda estava perdida em dúvidas, eles voltaram juntos, sorrindo, como se nada estivesse acontecendo.
Meu marido me olhou e disse:

— Oi… voltou tão cedo?

Eu encarei os dois com o rosto firme, sentindo o peito apertado, e perguntei, fria, sem conseguir disfarçar:

— O que vocês fazem na minha ausência?

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MINHA CUNHADA FICOU GRÁVIDA DO MEU IRMÃO DEPOIS QUE ELE VIAJOU PARA ÁFRICA DO SUL...Em primeiro lugar, deixe-me esclarec...
15/08/2026

MINHA CUNHADA FICOU GRÁVIDA DO MEU IRMÃO DEPOIS QUE ELE VIAJOU PARA ÁFRICA DO SUL...

Em primeiro lugar, deixe-me esclarecer que está é uma história real. E tudo isso aconteceu de verdade, e que apenas dez por cento é a narração. Aconteceu o seguinte...

Meu irmão achou um trabalho na África do sul. Ele tinha uma mulher, a qual estavam juntos há mais de sete meses. Porém, eles não tinham nenhum filho. Por causa do trabalho, o nosso irmão disse que ia deixar a esposa em casa, que estava no quintal da casa dos nossos pais.

"Eu vou para África do sul. Volto daqui a dois anos, quando meu contrato expirar. Não poderei vos visitar, infelizmente, por isso, meu pai, mãe, irmãos. Vocês vivem no mesmo quintal da minha esposa, por isso, deixo ela nas vossas mãos. Cuidem bem dela, até que eu volte. Confio em vocês." — disse e todos nós aceitamos.

CINCO MESES DEPOIS

Começamos a notar algo estranho da minha cunhada. Dormia mais, era preguiçosa, pico de humor, engordava e já escolhia os alimentos para comer. Coisa errada, ela já vomita. A princípio ignoramos pensando que era só coisa do momento, porém, tudo foi piorando.

Até que minha mãe nos disse que a minha cunhada estava grávida.

Fiquei p**o na hora. COMO? De Quem é essa gravidez? Imediatamente nos convocamos uma reunião para conversar com ela. E questionada, ela disse: "Eu não posso dizer de quem é essa gravidez!"

Fiquei ainda mais p**o. Fui para dentro e peguei em uma corrente de bicicleta e enrolei ela no meu punho. E olhando para ela disse: "DE QUEM É ESSA GRAVIDEZ, P***A?"

Ela ainda tentou resistir, lancei a corrente passando bem perto dela. E com medo, ela gritou desesperada: "É DO TEU IRMÃO!"

"O QUÊ?" — falei estreitando os olhos.

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