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MEU IRMÃO ME TIROU A VIRGINDADE, ME ESTUPROU VÁRIAS VEZES E ME AMEAÇOU MATAR CASO EU CONTASSE que ele...Meu nome é Auror...
25/05/2026

MEU IRMÃO ME TIROU A VIRGINDADE, ME ESTUPROU VÁRIAS VEZES E ME AMEAÇOU MATAR CASO EU CONTASSE que ele...

Meu nome é Aurora, tenho 14 anos de idade. Sou uma moça linda e com um corpo estrutural, cobiçada pelos rapazes do meu bairro até por homens mais velhos. Eu até gosto disso, e me visto ousadamente so para provoca-los.

Bom, tudo começou quando a gente se mudou para o distrito para matricular na escola, eu e meu irmão mais velho de 19 anos de idade. Por ser longe, nos alugamos uma casa para morar, até porque iríamos passar a viver por lá.

Nossos país não acharam anormal, eu e meu irmão vivermos na mesma casa, longe de imaginar o que ia acontecer. Inclusive, nem mesmo eu, pensava que mesmo que me visse nua ele ia f**ar teso ou fazer algo comigo.

O ano lectivo já começou, e tudo ia muito bem. Com meu charme, homens? Isso é moscas na minha trás. Mas eu era reservada, não faria s**o com ninguém, até porque sou criança ainda.

Numa noite, enquanto eu dormia exausta por viver o dia agitado, sem eu notar, porque estava no sono, meu irmão entrou no quarto cautelosamente.

Ele me tirou o vestido que usava e a calc1nha. Naquele momento, eu já tinha sonhos eróticos com o cara que eu adoro muito. Mas comecei a tomar consciência após f**ar desconfortável, e minha intimidade já estava molhada (Gozou).

Quando abri os olhos notei que ele estava em cima de mim, forçando seu membro a entrar, enquanto eu me contorcia porque aquilo já começava a doer.

Esbugalhei os olhos surpresa e ele tapou a minha boca. Tentei lhe empurrar, mas quanto mais eu me mexia aquilo parecia mais me arrombar e entrar. Com apenas uma mão a solta, era inútil lutar contra a força dele.

Quando me apercebi, lágrimas caiam em meus olhos, e eu já estava sangrando, sim, ele tirou- me a Virgindade. Ele saiu de cima de mim, e olhou para mim com cara de satisfeito.

COMO PODES FAZER ISSO COMIGO? questionei em meio ao mar de lágrimas, e ele sorrindo disse: NÃO OUSE CONTAR ISSO PARA NINGUÉM, SE QUISER VIVER.

E ultimou com uma cara trancada e saiu do quarto, eu não estava acreditando naquilo. Apostava tudo de mim que aquilo fosse apenas um pesadelo criado pela minha mente. Mas não acordei.

Passei a noite toda chorando baixinho, porque ele se exaltava pelo barulho. No dia seguinte, não ousei sair do quarto, não tinha coragem de encara-lo ou conviver com ele naquela casa.

Arrumei todas as minhas roupas e tudo que era meu, quando tentei abrir a porta, estava trancada por fora. Fui procurar a minha chave, mas ele havia levado. Ou seja, ele me trancou dentro de casa.

Para caminhar, minhas pernas estavam bambas e minha intimidade doía. Além de me sentir desconfortável comigo mesma, e eu me fazia um mil perguntas a cada segundo.

Como ele pode, até acariciar meus seios, me beijar, sua irmã. Como? Acariciar meu corpo inteiro e ainda gemer como se estivesse praticando s**o com uma mulher oposta, ele é um psicopata.

Chorei o dia inteiro, até que ele voltou às 15 horas. Ele havia deixado comida para mim, que nem ousei tocar. Fome? Isso é ilusão da mente. Ele estava com mesma cara de sempre, e ainda teve a coragem de me perguntar se minha v4g1na doia.

Ao anoitecer, lá paras as 22 horas, eu estava no meu quarto deitada na cama. Ele entrou no quarto só de boxer com seu membro duro. Sobressaltei da cama e tentei fugir, mas ele me pegou e me jogou na cama.

Me amarrou algo na boca para não gritar, inclusive, ele colocou música alta. E naquela noite, mais uma vez, ele me estuprou. Depois de satisfazer seus desejos, ele saiu do quarto me deixando traumatizada.

Não dormi naquela noite, já bastava para mim. Embora eu não tivesse o celular, ele tinha, e depois de me certif**ar que ele havia dormido, peguei no celular dele e liguei para papa, mas o celular dele não tinha crédito.

Voltei ao meu quarto desesperada, minhas pernas estavam bambas. E eu me sentia suja, a tarde toda ele ficou no portão para caso eu quisesse fugir. Na escola eu não ia por dois dias, e minhas colegas quando vinham me visitar, ele dizia que eu não estava.

Finalmente, achei que ele havia desistido, mas longe de mim ele pensar nisso. Enquanto eu dormia, na verdade, o sono é que roubou-me de tanto chorar.

Ele entrou no quarto como já sendo seu habitual, e começou por amarar um pano na minha boca que me fez despertar. Decidi que naquela noite não iria deixar barato.

Lutei com todas as minhas forças contra ele, mas era inútil. No final, ele apertava -me e me tirava a roupa. Eu já não tinha mais forças de lutar contra ele. Ele abusou de mim e depois se foi.

O mais incrédulo, ele fazia isso sem pr********vo, longe de imaginar uma possível gravidez. Mas desta vez, o que eu sentia não era tristeza.

Era mais do que isso, era ódio. Meu corpo fervia, eu tinha febre. Mas ele nem se importou com isso, mas aquilo já ia acabar. Levantei e fui até a cozinha, e posto lá comecei a procurar por uma faca.

Após achar, eu olhei nele decidido que iria dar um fim nesse tormento. Caminhei até o quarto dele, e entrei cautelosamente. Ele dormia todo satisfeito e estendido ocupando toda cama.

Me aproximei até ele que estava em um sono profundo e tranquilo. Ergui a faca com cara trancada, e prestes a picar na barriga dele, minha consciência me deu um tapa.

Eu não sou uma assassina, e nunca faria tal coisa com ele. Apesar do que faz comigo, ele ainda assim é meu irmão. Sai do quarto chorando, por não conseguir mata-lo.

Eu não sabia o que fazer, uma vez mais. Mas ali, tive a brilhante ideia de fazer um txuna no celular dele e ligar para meus pais. Peguei o celular dele novamente, e quando verifiquei o txuna, ele devia 200.

Fiquei desmoronada, pelos vistos eu jamais ia sair dali. Mas eu tinha a esperança de algum dia poder sair dali, já que ele dormia todo relaxado, tive a brilhante ideia de procurar pelas chaves.

Embora fosse fora de hora, eu tinha que sair de casa pedir o celular de alguem e lugar aos meus pais. E assim o fiz, uma senhora que morava ao nosso lado, se compadeceu quando eu contei da história.

Ela me acolheu na sua casa, e sua cara parecia que acabava de ouvir que amanhã Jesus ia voltar. E no dia seguinte, logo as 4h eles chegaram. Meu pai foi diretamente para a casa em busca dele.

Eu havia trancado as portas para que ele não fugisse, mas quando meu pai chegou, ele já havia quebrado a porta e saltado o murro em fuga. Ligamos a polícia, e ele estava sendo procurado.

Meus pais me ralharam, eles me alertavam sobre minha forma de vestir, mas eu ignorava. Me falavam que o que eu fazia ia ter consequências, mas eu longe pensava nisso. Mas desde daquele dia, eu passei a usar roupas decentes. Esconder meu corpo de certas pessoas.

Não porque queria, porque tinha medo que os homens cobiçassem de mim e me estuprassem novamente. Apesar de tudo, eles me ajudaram a superar o trauma. Aliás, não há nada que um amor de pais não preencha.

Quatro meses depois, nos tivemos a notícia de que ele havia morrido, vítima de acidente. Eu nem chorei por ele, porque jamais ia perdoa-lo. Nos mantemos este segredo entre a gente (Eu, pai e mãe) e não ousamos contar a ninguém.

Nessa situação que eu vivi, aprendi duas coisas: Se tu fizeres o mal, o mesmo mal vai voltar a te ferir a multiplicar. 2º jamais vista roupas curtas para seduzir homens, mesmo sendo da família.

Porque talvez esse seja o motivo que muitas crianças como eu, são violadas pelos tios, pais, irmãos e desconhecidos, porque imitam a vida adulta. Se vestem de prostitutas enquanto que não são, e tudo porque roupa não define o carácter. Mas é protegermos a nós mesmos, antes de se machucar para acreditar.

Não estou dizendo que meu irmão tem razão, mas reconheço que eu fui um incentivo nisso. Alimentei o que já era dele. Se eu tivesse escondido meu corpo, nada disso talvez teria acontecido. Mas ele teve o que merecia. Quem faz o mal, independentemente do que seja o motivo, vai pagar.

E eu? Vivo minha vida normalmente, mas jamais irei me esquecer que foi meu irmão que me tirou a virgindade. FIM.

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A VINGANÇA DE UM CEGOParte 15DO LADO DO GRAHAMO Graham se aproximou do Demir e chutou a barriga dele. O homem gemeu de d...
25/05/2026

A VINGANÇA DE UM CEGO

Parte 15

DO LADO DO GRAHAM

O Graham se aproximou do Demir e chutou a barriga dele. O homem gemeu de dor. Sem hesitar, o Graham puxou a faca e cortou o pé dele. O grito ecoou pelo beco.

Enquanto o Demir tentava tirar a corda do pescoço, o Graham o amarrou pelos pés e pelas mãos e o fez ajoelhar. Parou na frente dele, levantou as mãos e disse:

Graham
— Seja bem-vindo ao inferno.

Demir, ofegante e confuso
— Como você pode fazer isso?

Graham
— Por ser o último, eu vou te dar o prazer de responder. Eu sou cego, sim. Mas não totalmente. Quando eu e meus pais fizemos aquele acidente, eu não fiquei cego por ela…

FLASHBACK – ANOS ATRÁS

Os pais do Graham dirigiam numa estrada cercada por floresta. Eram 19h e não passava ninguém. O Graham, no banco de trás, comia pipoca.

Mãe
— Graham, para de comer pipoca!

Graham reclamou, mas a mãe não cedeu.
— Mas nada. Para agora. Se não, não vai jantar. Amanhã vai f**ar reclamando de fome.

Pai, tentando acalmar
— Relaxa, Ninal. Ele só está comendo o que gosta.

Mãe
— Claro que não. Não pode comer pipoca antes do jantar. Você e ele sabem disso.

Antes que o pai respondesse, um carro bateu na traseira deles.

Mãe, assustada
— O que foi isso?

Pai acelerou.
— Estamos sendo seguidos.

Mãe
— Deve ser o Demir. Ele quer as ações da empresa.

Pai, furioso
— Mas não vai conseguir, não enquanto eu estiver vivo.

Graham, chorando
— Mãe, eu estou com medo!

Mãe
— Calma, filho. Vai f**ar tudo bem.

O carro que vinha atrás acelerou e bateu de lado. O carro dos pais do Graham capotou três vezes no ar e caiu fora da estrada.

Minutos depois, ainda atordoados, viram três homens mascarados se aproximando. A mãe conseguiu sair do carro com o Graham no colo. Os homens atiraram no pai. Ele morreu na hora.

Mãe, chorando e implorando
— Por favor, foi o Demir que mandou vocês, eu sei. Digam a ele que eu dou todas as ações da empresa. Mas por favor, não me matem!

Um dos homens levantou a pi***la e atirou na testa dela.

Graham gritou.
— Mãe, não! Mãe, acorda! Não me deixa aqui! Vocês mataram ela!

Furioso, ele se levantou e deu socos no homem que atirou na mãe.
— Peguem ele! — gritou o homem.

Os outros agarraram o Graham e jogaram um pó nos olhos dele. Ele caiu de joelhos, as mãos no rosto.

Graham
— Ai, meus olhos! Estão fervendo!

Os homens foram embora e o deixaram ali, no escuro, sozinho.

No dia seguinte, um casal que passava pelo local encontrou o Graham tremendo de frio e o levou pra um orfanato. Ele não abria os olhos. A luz do sol ardia demais.

Depois de dias de tratamento, ele voltou a abrir os olhos. Mas não via nada. O pó tinha danif**ado a visão.
Ficou no orfanato até completar 18 anos. Quando saiu, teve que se virar sozinho.

MOMENTOS ATUAIS

Graham, olhando pro chão
— Então sabe? Foi seu avô que fez isso com meus pais. E sim, eu consigo fazer isso.

Ele ergueu a cabeça, como se olhasse pro céu, mas os olhos ainda estavam no chão.
— Assim eu posso te ver.

EXPLICAÇÃO
"O Graham não é totalmente cego. Quando anda, consegue ver o chão. Mas não enxerga à frente. Uma parte da visão ficou danif**ada."

Quando ele estava prestes a cortar a garganta do Demir, uma voz gritou da entrada do beco.

Priyah, se aproximando
— Graham, para! Abaixa essa faca agora!

Graham, sem se virar
— Vai embora. Isso não é da sua conta.

Demir, se debatendo
— Por favor, me salva. Ele quer me matar!

Priyah
— Graham, eu estou com uma arma. Se você não abaixar essa faca, eu vou atirar!

Graham
— Tudo bem. Que a bala venha direto na minha cabeça.

Ele manuseou a faca e cortou a garganta do Demir.

O homem se engasgou, o sangue jorrou e sujou o Graham. Ele caiu devagar, morrendo.

O Graham se virou e foi caminhando em direção à Priyah.

Priyah, chorando e com medo
— Graham, para. Eu vou atirar!

Graham continuou andando, a faca ensanguentada na mão.
— Então atira. Acaba com essa dor que eu estou sentindo.

Parecia um jogo: ou ela atirava, ou ele a matava.

A Priyah recuava devagar, segurando a arma com força, o dedo no gatilho. Ele se aproximou o suficiente, deixou a faca cair e parou.

Graham
— Agora nada mais resta. Atira.

A Priyah ficou parada, olhando pra ele.
De repente, sirenes de polícia cortaram o silêncio. Ela guardou a arma às pressas.

Priyah
— Vamos sair daqui!

Graham negou.
— Eu vou me entregar.

Priyah, furiosa
— Graham, me escuta, pelo menos uma vez na sua miserável e amarga vida. Vamos sair daqui agora!

Ele ficou calado. Ela pegou na mão dele e o puxou. O beco estava escuro. Saíram sem serem vistos enquanto a polícia cercava a casa do Demir.

A Priyah levou o Graham pra um lugar longe dali e o escondeu.
— Não sai daqui até eu voltar.

Ele assentiu. Ela voltou pro carro devagar. Por sorte, o carro era escuro e a polícia não percebeu. Chegou correndo até o cerco, como se tivesse acabado de chegar.

Priyah
— Agente Dark!

Dark, confuso
— Quem te alertou sobre isso?

Priyah
— Esqueceu que eu tenho o rádio da delegacia?

Olhou pra casa.
— Como está o Demir?

Dark
— Ele desapareceu.

Priyah tirou a arma.
— Então o que estamos esperando? Vamos procurar ele.

Dark
— Vai ser inútil.

Priyah olhou em volta.
— Aqui tem seguranças. Não entendo como ele saiu sem eles verem.

Foi até o porta-malas da viatura, pegou uma lanterna e foi em frente. Como se não soubesse de nada.
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❤️

25/05/2026

O episódio de hoje, está um 10/10. Esperem só pela bomba🏃🏃🤣

A VINGANÇA DE UM CEGOParte 14Priyah fez de tudo, bateu portas, e conseguiu um advogado excelente. Ele foi penalizado por...
24/05/2026

A VINGANÇA DE UM CEGO

Parte 14

Priyah fez de tudo, bateu portas, e conseguiu um advogado excelente. Ele foi penalizado por usar a voz sem consentimento do delegado, mas do Fernão, eles também não puderam incluir.

Ele pagou a fiança e saiu mais uma vez das mãos da prisão. Quando anunciaram a liberdade dele, a Priyah ficou eufórica. O Graham tinha passado três dias preso, e nesses três dias ela quase não dormiu. A preocupação era tanta que a mãe só ria de canto, disfarçando.

Assim que ele saiu, a Priyah o levou pra casa. Fez uma comida caprichada, só pra ele. As três sentaram à mesa.

Sra. Avantiga
— E então, Graham, como foi a prisão?

A Priyah olhou pra mãe, fuzilando com os olhos.

Graham riu.
— Foi bom. Lá não tinha ninguém me atropelando por nada.

A mãe sorriu de volta.
— E o mundo não estava nada bom pra minha filha. Mal dormia, vivia falando de você. Eu acho que ela está…

Priyah cortou na hora.
— Mãe, deixa o Graham em paz. Ele precisa respirar, não f**ar com a cabeça cheia de minhoca. — piscou, tentando fazer ela entender que não devia terminar a frase.

Sra. Avantiga levantou as mãos.
— Tá bom, eu desisti.

Graham riu de novo.
— Vocês são engraçadas. É raro hoje em dia ver mãe e filha como amigas. Vocês me transmitem muita paz. Agradeço a Deus por ter colocado vocês no meu caminho. Não sei o que seria de mim sem vocês. Muito obrigado.

Priyah sorriu, a voz mais baixa.
— Não precisa agradecer. É uma honra estar com você.

Sra. Avantiga ficou mimosa.
— Hoo, que lindo. Aposto que ela te transmite mais energia boa do que eu.

Graham
— Não. Vocês duas são super mulheres. Nunca vi nada igual.

Ficaram conversando por horas, falando de tudo um pouco. Quando já era tarde, o Graham teve que voltar pra casa. Mas a vingança continuava no topo da cabeça dele.

A Priyah aproveitou um momento de distração e colocou um escutador nele. Assim poderia monitorar e impedir uma loucura antes que acontecesse.

Os dias passaram e o Graham não agia. A Priyah chegou a pensar que ele tinha desistido. Mas não. Ele só estava planejando. Com a ajuda do Bahul, conseguiu informações sobre a segurança da casa do Demir.

Numa noite, por volta das 22h, o Graham ligou pro Demir imitando a voz do Aladul. Ele atendeu no terceiro toque.

Demir
— Alô?

Graham, imitando Aladul
— Como você está, parceiro?

Demir ficou aflito na hora.
— Aladul? Mas você morreu há um mês.

Graham, imitando Aladul
— Eu mesmo. E vim te levar junto comigo. Lembra? A gente sempre vai estar junto.

Demir
— É mentira. É você, o assassino misterioso. Mas olha aqui: não vai conseguir chegar perto de mim.

Graham, imitando Aladul
— Ah, vai se ferrar. Eu sei que você é um frango. Não é forte o suficiente pra me vencer.

Demir explodiu.
— Vai à m***a, seu id**ta!

Graham, imitando Aladul
— Olha, você tem que matar o cego. Vou deixar ele na sua casa, bem ao lado da sua janela, de noite. Se conseguir vencer ele, eu te deixo em paz.

Desligou antes que o Demir respondesse.

Depois da ligação, o Graham foi até a mansão do Demir. O Bahul ia com ele, instruindo tudo pelo escutador no ouvido do Graham.

Perto da casa, o Bahul testou o microfone.
— Tudo pronto.

Graham
— Tá, mas olha. Não quero que você vá comigo.

Bahul
— Claro que vou. A casa está rodeada de guarda-costas. Se algo der errado, o senhor pode morrer.

Graham
— Eu sei. Mas você tem família pra cuidar. Não quero que seus filhos fiquem órfãos por minha causa. Quer?

Bahul
— Não quero.

Graham
— Então f**a aqui, escondido. Só observa o movimento. Se der errado, você me avisa. E corre.

Bahul
— Tudo bem. Assim será.

Se abraçaram. O Bahul foi se esconder atrás de uma árvore e começou a guiar o Graham pelo microfone até ele f**ar atrás da casa.

Alguns guardas já dormiam. Quem não dormia era o Demir. As palavras da ligação não saíam da cabeça. Ele queria paz, queria sair dali. Quando olhou pela janela, viu o Graham andando lá fora.

Demir, confuso
— O que ele está fazendo aqui? Será que está perdido?

O celular tocou. Ele atendeu.

Demir
— Alô?

Bahul
— Está vendo o cego?

Demir, impaciente
— Estou. O que você quer?

Bahul
— Se você matar ele, está livre. E tem que ser agora, já que ele está perdido.

Desligou.

O Demir já queria matar o Graham há dias. Pra ele, matar um cego era fácil. Bastava aparecer por trás e esfaquear.

Foi até a cozinha, pegou uma faca e saiu pela janela devagar. Se aproximou do Graham, que estava de costas olhando pro beco.

De repente, o Graham começou a andar em direção ao beco, batendo a bengala no chão. O Demir foi atrás, sem fazer barulho. Quando o Graham entrou no beco, ele acelerou o passo.

Era um beco escuro, só iluminado pela lua. Já passava das 23h. O Demir não via sinal do Graham. O coração batia forte. Pegou um ferro e entrou devagar.

De repente, uma corda foi lançada no pescoço dele.
Foi puxado pro fundo do beco e caiu no chão, sendo arrastado.

Enquanto isso, a Priyah acelerava o carro, os olhos grudados no GPS, o coração na mão.

Priyah
— Espero que ele não cometa uma loucura dessa vez. Que eu consiga chegar a tempo.

120km/h.
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❤️

VINGANÇA DE UM CEGOParte 13Eram 19h. O Merah estava debaixo da obra, esperando. O prédio tinha sete andares e ainda esta...
23/05/2026

VINGANÇA DE UM CEGO

Parte 13

Eram 19h. O Merah estava debaixo da obra, esperando. O prédio tinha sete andares e ainda estava em construção. Cansado de esperar, ele passou a mão no cabelo e decidiu dar uma volta pra olhar o lugar.

Foi aí que viu uma carta colada na parede:
*SUBA ATÉ O 6º ANDAR.*

Achou estranho, mas subiu pelas escadas até o sexto andar. Parou na sala e viu outra carta na frente:
*VÁ AO CORREDOR.*

Pegou um ferro no chão e foi até o corredor com cuidado. No fim dele, viu o Graham parado com uma faca pequena na mão. Olhou ao redor, confuso. Não havia paredes. O prédio ainda estava aberto.

Merah
— Então foi você que matou o Aladul e o Seba!

Graham sorriu, irônico.
— Seja bem-vindo ao inferno. Eis o caminho.

Merah cerrou os dentes.
— O Seba até pode ser fraco, mas eu não. Eu vou acabar com sua raça!

E avançou furioso pra cima dele.
O Graham ficou parado, a faca baixa, esperando. Antes que o Merah chegasse perto, pisou na armadilha. Uma corda prendeu o pé dele e o chão do corredor cedeu com o peso. Ele ficou pendurado de cabeça pra baixo, gritando de medo.

O Graham se aproximou devagar da beira do buraco. Foi tateando até achar a corda.
— Adeus.

Cortou a corda com um golpe seco.
O Merah caiu. Despencou do sexto andar até o chão, abrindo um buraco enorme. O concreto e os escombros caíram por cima dele.

HORAS DEPOIS

A polícia cercou o local. Procuraram por pistas, por qualquer coisa que ligasse o autor dos assassinatos àquele crime. Não acharam nada.
De volta à delegacia, o delegado ficou sozinho no escritório, remoendo tudo.

O assassino misterioso precisava ser preso logo. Se o Merah morreu, o próximo da lista era o Demir. O Fernão não ia deixar isso acontecer. Dobrou os guarda-costas, trancou o irmão em casa. Ninguém podia chegar perto, ninguém podia falar com ele. O Demir não saía por nada.

O delegado estava determinado. E o instinto dele gritava o nome do Graham. Precisava descobrir se era ele mesmo quem estava imitando as vozes.

ALGUNS DIAS DEPOIS

Graham estava na agência telefônica. Acabou de falar com o Venancio, desligou e foi em direção à saída.
Na porta, um jovem o parou.

Jovem
— Senhor Graham, como vai?

Graham
— Estou bem. Quem é você?

Jovem
— Eu sou o Souza.

Graham
— Ah, tá. Souza. Precisa de algo?

Souza sorriu.
— Sim. O senhor faz imitações de voz, né? Dublagem?

Graham tentou sair.
— Eu não.

Souza segurou o braço dele.
— Calma, eu pago. É só o senhor fazer uma ligação usando a voz do delegado da polícia. Eu pago 400 dólares. Agora mesmo.

Graham parou.
— Por que você quer fazer isso? Por acaso é a polícia que te mandou? Usar a voz de alguém sem permissão é crime.

Souza
— Ninguém vai saber. Eu nem vou falar. Só preciso enganar meus pais. Aposto que eles nem vão se importar.

Graham
— Por que quer fazer isso?

Souza
— É que eles não se importam comigo. Eu só tenho uma dúvida: se eles souberem que eu estou na delegacia, vão se preocupar? Por favor, eu imploro.

Graham tentou ir embora.
— Não.

Souza aumentou a oferta.
— Eu pago mil dólares. Só uma vez. Você não pode recusar uma oferta dessas. Sendo cego, é a sua sorte.

Graham ficou em silêncio. Pensou rápido. Era muito dinheiro. Dava pra f**ar uma semana sem trabalhar.

Graham
— Está bem.

Souza entregou o celular.
— Ótimo. Aqui está meu telefone. É só digitar o número e ligar. Diz que eu fui preso e que eles têm que aparecer em dez minutos, senão vão me pôr na cadeia por 24h.

Graham pegou o celular. O Souza ditava o número, e ele digitava sem olhar as teclas. Isso impressionou o jovem.
Enquanto isso, o Souza olhou pro lado e viu o delegado entrando. Fez um sinal discreto. O delegado se aproximou devagar.

Graham começou a falar, imitando a voz do delegado.
Quem atendeu do outro lado foi o Dark.
Naquele momento, confirmaram o que suspeitavam: o Graham era mesmo o assassino misterioso.

Sem discussão, ele foi preso e levado pra delegacia.
Colocaram ele na cela como suspeito pelas mortes. Só faltava uma prova concreta ligando ele diretamente aos crimes. E essa prova não existia. O Graham parecia um fantasma.

NO DIA SEGUINTE

Assim que soube da prisão, a Priyah correu pra delegacia.
Quando soube que tinham confirmado que o Graham usou as vozes do delegado e do Fernão sem autorização, ela ficou sem argumentos pra defendê-lo.

Dessa vez, ela estava de mãos atadas. Se ferrou!
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A VINGANÇA DE UM CEGOParte 12Enquanto Graham e Priyah viviam aquele momento de romance, na delegacia o clima finalmente ...
22/05/2026

A VINGANÇA DE UM CEGO

Parte 12

Enquanto Graham e Priyah viviam aquele momento de romance, na delegacia o clima finalmente esfriou o bastante pra todo mundo usar a cabeça. Eles f**aram horas tentando entender quem seria capaz de armar aquilo tudo. E mais: por quê.

Nada fazia sentido. Depois de horas sem resposta, o Fernão voltou pra casa ainda mais raivoso. Antes de sair, ameaçou o delegado: se ele não encontrasse aquele id**ta, ia se ver com ele.

O delegado ficou sozinho no escritório, remoendo a situação. Quem teria motivo e habilidade pra fazer aquilo? Ele chamou um dos agentes mais confiáveis, o Dark, pra pensar junto.

Dark
— Bom, senhor. Pelo meu ponto de vista, diante de tudo o que está acontecendo, eu resumo assim: alguém está se vingando da gangue.

Delegado
— Mas se está se vingando da gangue, e eu? E o Fernão?

Dark
— Será que o senhor não está entendendo? Quem é o principal fundador da gangue?

Delegado
— O Fernão.

Dark
— E quem solta a gangue e é cúmplice do Fernão?

Delegado se apontou, devagar.
— Eu?

Dark assentiu.
— Isso mesmo. Dois da gangue se foram. Isso é só o começo. Agora ele está abatendo as raízes. Vai acabar com todos.

O delegado ficou em silêncio, mastigando a informação. De todos os casos antigos, qual deles teria virado uma bomba-relógio daquele tamanho? Foi aí que o nome do Graham passou pela cabeça. Não tinha prova nenhuma, mas era o único que fazia sentido. Decidiram ir atrás dele.

POR OUTRO LADO

Graham e Priyah ainda estavam no restaurante, rindo e conversando depois do jantar. De repente, carros da polícia cercaram o lugar. O Dark desceu e foi direto até eles.

Priyah se levantou na hora.
— O que vocês estão fazendo aqui?

Dark
— Ordens do delegado.

Ele algemou o Graham sem mais explicações.

Priyah ficou furiosa.
— O que você está fazendo?

Graham, confuso, tentou entender.
— Ei, por que está me prendendo?

Dark só respondeu com rispidez.
— Cala a boca.

Arrastou o Graham pro carro.
O coração da Priyah disparou. O medo de que tivessem descoberto tudo veio na hora. Assim que eles saíram, ela pegou um táxi e foi atrás.

NA DELEGACIA

Graham estava sentado na sala de interrogatório. O delegado entrou, sentou na frente dele e encarou com seriedade.

Delegado
— Surpreendente. Fazendo a gente de parvos e burros. Por que faz isso?

Graham
— Eu não sei do que o senhor está falando.

Delegado
— Ah, sabe sim. Foi você que matou duas pessoas e ligou pra mim e pro Fernão. Sabe quantos anos vai f**ar detido?

Graham
— Nenhum ano. Porque eu não fiz nada.

Delegado
— Ah, sei. Sabe de uma coisa? Eu vou descobrir tudo. Vou arranjar provas contra você.

Graham ficou calmo.
— Pode fazer o que quiser.

Depois de algumas perguntas, o delegado saiu e ficou observando ele pelo vidro.

Delegado
— Eu tenho certeza que foi ele.

Dark
— Você não tem prova nenhuma disso. Aliás, pode ligar de volta pra ele.

Delegado
— O número é da agência telefônica.

Dark
— Então vamos perguntar lá. Deve ter alguém que viu ele fazendo a ligação.

Foram até a agência. Chegaram na recepção, o delegado pegou o celular com a foto do Graham e mostrou pro recepcionista, que estava de costas.

Delegado
— Por acaso viu este ho…?

Parou no meio da frase. O recepcionista era cego.
Claro que ele não tinha visto nada.
Voltaram pra delegacia frustrados. E quando entraram, lá estava a Priyah, de uniforme de novo. A folga tinha durado pouco.

Priyah
— Do que ele está sendo acusado?

Dark
— Assassinato.

Priyah
— Vocês não têm provas disso. Não podem prender ele sem provas.

Delegado
— Ele ligou pra mim se passando pelo Fernão, e ligou pro Fernão se passando por mim. Esse cara é uma ameaça pra sociedade.

Priyah
— E daí? Todo mundo pode imitar a voz de alguém. Aliás, esse é o emprego dele. Imitar voz por dinheiro. Dublagem. Esqueceu?

Delegado
— Por isso tenho certeza que foi ele.

Priyah, irritada
— Não foi ele!

Delegado se aproximou dela, a voz mais alta.
— Por que você defende ele, hein?

Dark, soltando a informação de qualquer jeito
— Vi eles num encontro hoje.

Delegado resmungou.
— Certo. Com licença.

Saiu com o Dark, deixando a Priyah parada, piscando várias vezes, tentando pensar em algo.

Priyah, pra si mesma
— Não posso deixar eles prenderem ele. Vai ser o fim dele.

Ela foi direto ao arquivo, pegou a ficha do Graham e foi até a sala do delegado.

Priyah
— Solte o Graham.

Delegado
— Por quê?

Priyah bateu os papéis na mesa.
— Ele não tem nada na ficha que mostre que é um perigo. Não tem crime registrado. Vocês não têm prova nenhuma do que estão acusando ele. Não podem mantê-lo aqui sem provas.

Delegado
— Mas isso não vai f**ar assim. Vou achar as provas e colocar o criminoso no lugar dele.

Priyah
— Mas, até lá, ele f**a solto.

Pegou as chaves na mesa dele e saiu. Foi até a cela, abriu a porta e olhou pro Graham.

Priyah
— Você está solto.

Graham se levantou e saiu com ela. Ela o acompanhou até a casa.
Assim que chegaram, a Priyah não segurou.

Priyah
— Viu? Se não fosse por mim, já estavas ferrado. Você não tem família, nem ninguém. Eles vão se aproveitar disso, te colocar na prisão e você nunca mais sai. Não vai ter ninguém fazendo justiça por você. Para com isso. Eles vão te machucar.

Graham
— Isso ainda não acabou. Eu vou fazer eles pagarem por isso.

Priyah
— Meu Deus, você vai se machucar, Graham!

Graham respondeu seco.
— Eu não me importo. Além disso, se acontecer, quem se importa? Eu não tenho mãe, nem pai, nem irmãos, nem tios. A única família que eu tinha se foi. Se eu me machucar ou morrer, você acha que vai ter alguém que vai se machucar junto comigo?

Priyah ficou em silêncio, observando ele. Não sabia o que dizer.
Graham continuou, a voz baixa, pesada.

Graham
— Se eu morrer, que seja. Quem sabe assim o meu inferno acaba.

Priyah segurou a cintura, olhando pra ele. Balançou a cabeça devagar. Não havia nada que tirasse aquela ideia de vingança da cabeça dele. A dor era grande demais. Perda dos pais, da visão, da esposa, do filho que ia nascer, e agora da própria paz.
A vingança era a única justiça que ele enxergava.

Ela se sentiu impotente. Mas o lado humano dela não deixava em paz.
Pensou: _E se ele não fosse cego? Ele ainda teria toda essa raiva?_
Suspirou e sentou no sofá ao lado dele, cansada só de pensar.

MAIS TARDE

Graham ligou pro Bahul e pediu os serviços dele de novo. Depois de um planejamento cuidadoso, e de se certif**ar que tudo estava no lugar, ele pegou o telefone. Imitando a voz do Fernão, ligou pro Merah.

Merah
— Alô?

Graham, imitando Fernão
— Como vai, parceiro?

Merah, surpreso
— Senhor Fernão?

Graham, imitando Fernão
— Eu mesmo. Desculpa por hoje. O delegado se enlouqueceu, mas já dei uma lição nele. Tenho uma coisa pra te contar.

Merah
— O que é?

Graham, imitando Fernão
— Me encontra na obra do supermercado em construção na vila 22, hoje às 19h.

Merah
— Sozinho?

Graham, imitando Fernão
— Claro. Depois eu ligo pro Demir. Mas não conta pra ele. A gente não se dá bem, sabe? Estou pensando em te promover pro cargo… Ah, te falo lá. K*k.

Merah
— Está bem. Estarei lá.

Graham desligou e sorriu de canto.
— Satanás, se prepara. Tem alguém vindo pro inferno daqui a algumas horas.

E riu, baixo, malicioso.
______________
❤️

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