25/05/2026
MEU IRMÃO ME TIROU A VIRGINDADE, ME ESTUPROU VÁRIAS VEZES E ME AMEAÇOU MATAR CASO EU CONTASSE que ele...
Meu nome é Aurora, tenho 14 anos de idade. Sou uma moça linda e com um corpo estrutural, cobiçada pelos rapazes do meu bairro até por homens mais velhos. Eu até gosto disso, e me visto ousadamente so para provoca-los.
Bom, tudo começou quando a gente se mudou para o distrito para matricular na escola, eu e meu irmão mais velho de 19 anos de idade. Por ser longe, nos alugamos uma casa para morar, até porque iríamos passar a viver por lá.
Nossos país não acharam anormal, eu e meu irmão vivermos na mesma casa, longe de imaginar o que ia acontecer. Inclusive, nem mesmo eu, pensava que mesmo que me visse nua ele ia f**ar teso ou fazer algo comigo.
O ano lectivo já começou, e tudo ia muito bem. Com meu charme, homens? Isso é moscas na minha trás. Mas eu era reservada, não faria s**o com ninguém, até porque sou criança ainda.
Numa noite, enquanto eu dormia exausta por viver o dia agitado, sem eu notar, porque estava no sono, meu irmão entrou no quarto cautelosamente.
Ele me tirou o vestido que usava e a calc1nha. Naquele momento, eu já tinha sonhos eróticos com o cara que eu adoro muito. Mas comecei a tomar consciência após f**ar desconfortável, e minha intimidade já estava molhada (Gozou).
Quando abri os olhos notei que ele estava em cima de mim, forçando seu membro a entrar, enquanto eu me contorcia porque aquilo já começava a doer.
Esbugalhei os olhos surpresa e ele tapou a minha boca. Tentei lhe empurrar, mas quanto mais eu me mexia aquilo parecia mais me arrombar e entrar. Com apenas uma mão a solta, era inútil lutar contra a força dele.
Quando me apercebi, lágrimas caiam em meus olhos, e eu já estava sangrando, sim, ele tirou- me a Virgindade. Ele saiu de cima de mim, e olhou para mim com cara de satisfeito.
COMO PODES FAZER ISSO COMIGO? questionei em meio ao mar de lágrimas, e ele sorrindo disse: NÃO OUSE CONTAR ISSO PARA NINGUÉM, SE QUISER VIVER.
E ultimou com uma cara trancada e saiu do quarto, eu não estava acreditando naquilo. Apostava tudo de mim que aquilo fosse apenas um pesadelo criado pela minha mente. Mas não acordei.
Passei a noite toda chorando baixinho, porque ele se exaltava pelo barulho. No dia seguinte, não ousei sair do quarto, não tinha coragem de encara-lo ou conviver com ele naquela casa.
Arrumei todas as minhas roupas e tudo que era meu, quando tentei abrir a porta, estava trancada por fora. Fui procurar a minha chave, mas ele havia levado. Ou seja, ele me trancou dentro de casa.
Para caminhar, minhas pernas estavam bambas e minha intimidade doía. Além de me sentir desconfortável comigo mesma, e eu me fazia um mil perguntas a cada segundo.
Como ele pode, até acariciar meus seios, me beijar, sua irmã. Como? Acariciar meu corpo inteiro e ainda gemer como se estivesse praticando s**o com uma mulher oposta, ele é um psicopata.
Chorei o dia inteiro, até que ele voltou às 15 horas. Ele havia deixado comida para mim, que nem ousei tocar. Fome? Isso é ilusão da mente. Ele estava com mesma cara de sempre, e ainda teve a coragem de me perguntar se minha v4g1na doia.
Ao anoitecer, lá paras as 22 horas, eu estava no meu quarto deitada na cama. Ele entrou no quarto só de boxer com seu membro duro. Sobressaltei da cama e tentei fugir, mas ele me pegou e me jogou na cama.
Me amarrou algo na boca para não gritar, inclusive, ele colocou música alta. E naquela noite, mais uma vez, ele me estuprou. Depois de satisfazer seus desejos, ele saiu do quarto me deixando traumatizada.
Não dormi naquela noite, já bastava para mim. Embora eu não tivesse o celular, ele tinha, e depois de me certif**ar que ele havia dormido, peguei no celular dele e liguei para papa, mas o celular dele não tinha crédito.
Voltei ao meu quarto desesperada, minhas pernas estavam bambas. E eu me sentia suja, a tarde toda ele ficou no portão para caso eu quisesse fugir. Na escola eu não ia por dois dias, e minhas colegas quando vinham me visitar, ele dizia que eu não estava.
Finalmente, achei que ele havia desistido, mas longe de mim ele pensar nisso. Enquanto eu dormia, na verdade, o sono é que roubou-me de tanto chorar.
Ele entrou no quarto como já sendo seu habitual, e começou por amarar um pano na minha boca que me fez despertar. Decidi que naquela noite não iria deixar barato.
Lutei com todas as minhas forças contra ele, mas era inútil. No final, ele apertava -me e me tirava a roupa. Eu já não tinha mais forças de lutar contra ele. Ele abusou de mim e depois se foi.
O mais incrédulo, ele fazia isso sem pr********vo, longe de imaginar uma possível gravidez. Mas desta vez, o que eu sentia não era tristeza.
Era mais do que isso, era ódio. Meu corpo fervia, eu tinha febre. Mas ele nem se importou com isso, mas aquilo já ia acabar. Levantei e fui até a cozinha, e posto lá comecei a procurar por uma faca.
Após achar, eu olhei nele decidido que iria dar um fim nesse tormento. Caminhei até o quarto dele, e entrei cautelosamente. Ele dormia todo satisfeito e estendido ocupando toda cama.
Me aproximei até ele que estava em um sono profundo e tranquilo. Ergui a faca com cara trancada, e prestes a picar na barriga dele, minha consciência me deu um tapa.
Eu não sou uma assassina, e nunca faria tal coisa com ele. Apesar do que faz comigo, ele ainda assim é meu irmão. Sai do quarto chorando, por não conseguir mata-lo.
Eu não sabia o que fazer, uma vez mais. Mas ali, tive a brilhante ideia de fazer um txuna no celular dele e ligar para meus pais. Peguei o celular dele novamente, e quando verifiquei o txuna, ele devia 200.
Fiquei desmoronada, pelos vistos eu jamais ia sair dali. Mas eu tinha a esperança de algum dia poder sair dali, já que ele dormia todo relaxado, tive a brilhante ideia de procurar pelas chaves.
Embora fosse fora de hora, eu tinha que sair de casa pedir o celular de alguem e lugar aos meus pais. E assim o fiz, uma senhora que morava ao nosso lado, se compadeceu quando eu contei da história.
Ela me acolheu na sua casa, e sua cara parecia que acabava de ouvir que amanhã Jesus ia voltar. E no dia seguinte, logo as 4h eles chegaram. Meu pai foi diretamente para a casa em busca dele.
Eu havia trancado as portas para que ele não fugisse, mas quando meu pai chegou, ele já havia quebrado a porta e saltado o murro em fuga. Ligamos a polícia, e ele estava sendo procurado.
Meus pais me ralharam, eles me alertavam sobre minha forma de vestir, mas eu ignorava. Me falavam que o que eu fazia ia ter consequências, mas eu longe pensava nisso. Mas desde daquele dia, eu passei a usar roupas decentes. Esconder meu corpo de certas pessoas.
Não porque queria, porque tinha medo que os homens cobiçassem de mim e me estuprassem novamente. Apesar de tudo, eles me ajudaram a superar o trauma. Aliás, não há nada que um amor de pais não preencha.
Quatro meses depois, nos tivemos a notícia de que ele havia morrido, vítima de acidente. Eu nem chorei por ele, porque jamais ia perdoa-lo. Nos mantemos este segredo entre a gente (Eu, pai e mãe) e não ousamos contar a ninguém.
Nessa situação que eu vivi, aprendi duas coisas: Se tu fizeres o mal, o mesmo mal vai voltar a te ferir a multiplicar. 2º jamais vista roupas curtas para seduzir homens, mesmo sendo da família.
Porque talvez esse seja o motivo que muitas crianças como eu, são violadas pelos tios, pais, irmãos e desconhecidos, porque imitam a vida adulta. Se vestem de prostitutas enquanto que não são, e tudo porque roupa não define o carácter. Mas é protegermos a nós mesmos, antes de se machucar para acreditar.
Não estou dizendo que meu irmão tem razão, mas reconheço que eu fui um incentivo nisso. Alimentei o que já era dele. Se eu tivesse escondido meu corpo, nada disso talvez teria acontecido. Mas ele teve o que merecia. Quem faz o mal, independentemente do que seja o motivo, vai pagar.
E eu? Vivo minha vida normalmente, mas jamais irei me esquecer que foi meu irmão que me tirou a virgindade. FIM.
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