Six Smart Media

Six Smart Media A 6TV é uma estação de televisão privada, moçambicana, do grupo Six Smart Media, lançada em 2021.

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09/01/2026

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09/01/2026

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09/01/2026

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09/01/2026

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Ele regressou da guerra esperando um abraço. Em vez disso, ouviu um sussurro que o destruiu: “Papá, dói…”Rodrigo acredit...
09/01/2026

Ele regressou da guerra esperando um abraço. Em vez disso, ouviu um sussurro que o destruiu: “Papá, dói…”

Rodrigo acreditava que nada poderia surpreendê-lo depois de dois anos em combate.
Tinha visto coisas que nenhum homem deveria ver.
Mas nada o preparou para o momento em que abriu a porta do quarto da filha.

Ela ergueu os olhos devagar, como se cada movimento lhe causasse dor, e murmurou:

— Papá… está a doer.

Naquele segundo, o mundo dele desabou.

Que dor é capaz de fazer um soldado chorar sem emitir um som?

A viagem de autocarro até Rosário parecia interminável. A estrada de terra fazia o veículo sacudir violentamente, mas Rodrigo mal percebia. Na sua mente, apenas uma imagem se repetia: a filha pequena, parada à porta, acenando no dia em que ele partiu.

O condutor assobiava distraidamente. O sol entrava pelas janelas em faixas douradas. Rodrigo mantinha o olhar fixo no nada, esperando — sem admitir — que alguém estivesse à sua espera.

Ninguém estava.

Desceu do autocarro com passos pesados. A mochila surrada parecia mais pesada do que qualquer equipamento militar. O portão de ferro rangia ao toque, libertando um cheiro de ferrugem e abandono.

A casa estava estranhamente silenciosa.

As paredes descascadas denunciavam o tempo. O jardim estava morto. Tudo parecia ter sido deixado para trás… como se a própria casa tivesse desistido de esperar.

Rodrigo aproximou-se da porta principal.

Não estava trancada.

Um arrepio percorreu-lhe a espinha. Em guerra, portas abertas significam perigo. Em casa… significam ausência.

Empurrou-a devagar. O rangido ecoou como um aviso. A sala estava coberta de pó. O sofá afundado. O relógio antigo ainda funcionava, mas cada segundo soava como um pedido de socorro.

Ele avançou pelo corredor, sentindo o coração apertar.

Quando abriu a porta do quarto, viu a filha sentada na cama, pequena demais para carregar aquele olhar cansado.

Ela ergueu os olhos para ele…
E sussurrou:

— Papá… está a doer.

Rodrigo caiu de joelhos.

Porque naquele instante ele percebeu:
A guerra nunca tinha ficado para trás.

Fui lançada à chuva com o meu bebé pela família do meu marido — e essa foi a decisão que mudou tudo.A tempestade não dav...
09/01/2026

Fui lançada à chuva com o meu bebé pela família do meu marido — e essa foi a decisão que mudou tudo.

A tempestade não dava trégua quando fiquei parada à porta da propriedade Whitmore, com a minha filha recém-nascida aninhada contra o peito. A água escorria pelo meu rosto, misturando-se com lágrimas que eu já nem tentava esconder. O meu corpo tremia, mas a maior dor vinha da humilhação que me esmagava por dentro.

As portas pesadas fecharam-se atrás de mim com um estrondo final.

Pouco antes, Nathan estivera ali, imóvel, ao lado dos pais. Nenhum deles tentou impedir o que estava prestes a acontecer.

— “Você destruiu a reputação da nossa família”, disse a mãe dele, com a voz baixa e cortante. “Essa criança nunca deveria ter existido.”

Nathan não levantou os olhos.
— “Vai embora, Claire. Mandaremos as tuas coisas. Não voltes.”

Não consegui responder. Apertei Lily com mais força, sentindo o seu pequeno corpo estremecer. Beijei-lhe a testa molhada.
— “Mamã está aqui. Eu prometo que nunca te vou abandonar.”

Saí para a chuva sem nada. Nem bolsa, nem documentos, nem dinheiro. Apenas o bebé e a roupa do corpo. Eu sabia que observavam de dentro, protegidos pelo luxo, enquanto eu caminhava sozinha para o desconhecido.

Os dias seguintes foram cruéis. Dormi em bancos, em abrigos lotados, em estações vazias. Vendi tudo o que tinha valor. Cada objeto carregava uma memória que eu precisei sacrificar para manter Lily viva.

Toquei violino no metro. As pessoas passavam apressadas, algumas deixavam moedas, outras desviavam o olhar. Aquele violino antigo era a única herança da minha infância — e agora, a nossa tábua de salvação.

Nunca supliquei. Nunca implorei.

Depois de muito tempo, encontrei um quarto minúsculo sobre um supermercado em Queens. A dona, a senhora Carter, viu-me segurar Lily com uma dignidade que nem eu sabia que ainda tinha. Ofereceu-me um teto em troca de trabalho.

Aceitei.

De manhã, atendia clientes. À noite, pintava quadros com tinta barata e sonhos caros. Lily dormia ao meu lado, respirando tranquila, alheia ao mundo que a tinha rejeitado.

Não era a vida que eu planejei.
Mas era a vida que eu construí.

E cada vez que Lily sorria em silêncio, eu sabia que estava a subir — lentamente — para um lugar que eles jamais imaginaram que eu alcançaria…

ELE RIOU QUANDO A GARÇONETE SE APROXIMOU — ATÉ PERCEBER QUE ELA ERA A FILHA QUE SUA ESPOSA “ENTERROU” HÁ 15 ANOSNathanie...
09/01/2026

ELE RIOU QUANDO A GARÇONETE SE APROXIMOU — ATÉ PERCEBER QUE ELA ERA A FILHA QUE SUA ESPOSA “ENTERROU” HÁ 15 ANOS

Nathaniel Sterling tinha tudo.
Fortuna incalculável. Poder absoluto. Influência suficiente para decidir o destino de milhares de pessoas com uma única assinatura.

Mas havia uma coisa que o dinheiro nunca conseguiu apagar:
a memória da filha que desapareceu misteriosamente há quinze anos.

Naquela noite, ele jantava tranquilamente com Vivienne, sua esposa, quando uma garçonete adolescente se aproximou da mesa.

Ela tinha postura tímida, uniforme simples… e um sorriso que fez o ar fugir dos pulmões de Nathaniel.

— “Boa noite. Posso anotar o pedido?” — disse a jovem.

O nome no crachá dizia Aurora.

Nathaniel sentiu um aperto violento no peito.
A idade? Quinze anos.
Os olhos? O mesmo tom exato da criança que ele chorara no funeral simbólico organizado anos atrás.

Vivienne revirou os olhos, incomodada com o silêncio do marido.
— “Nathaniel, por favor… ela só está a fazer o trabalho dela.”

Mas algo dentro dele gritava que aquilo não era coincidência.

— “Aurora…” — murmurou ele. — “Você… nasceu com alguma marca?”

A menina hesitou por um segundo, depois assentiu.
— “Uma estrela pequena no pescoço. Sempre me disseram que era rara.”

O coração de Nathaniel quase parou.

E então veio a frase que destruiu tudo:
— “Disseram-me disseram que fui encontrada ainda bebé, enrolada num cobertor rosa, com uma letra bordada… um ‘E’.”

O copo de vinho escorregou da mão de Nathaniel e se estilhaçou no chão.

Porque aquele cobertor…
Ele mesmo havia mandado bordar.

Vivienne levantou-se bruscamente, tentando encerrar a conversa, mas já era tarde.
Os olhos dela denunciavam pânico. Culpa. Desespero.

Quinze anos de mentiras.
Quinze anos de silêncio cuidadosamente construído.

Nathaniel finalmente percebeu:
a sua filha nunca morreu.
Ela foi roubada.

E a pessoa que ele mais amava… foi quem escondeu tudo.

O reencontro estava apenas a começar.
Mas o que Vivienne fez logo depois deixaria até um bilionário sem forças para reagir…

“EU FALO NOVE LÍNGUAS.”O BILIONÁRIO ZOMBOU… ATÉ PERCEBER QUE A MENINA SABIA DEMAIS.A gargalhada de Richard Sanders soou ...
09/01/2026

“EU FALO NOVE LÍNGUAS.”
O BILIONÁRIO ZOMBOU… ATÉ PERCEBER QUE A MENINA SABIA DEMAIS.

A gargalhada de Richard Sanders soou pesada e cruel quando a menina de doze anos afirmou, sem gaguejar:

— “Falo nove línguas.”

Para ele, aquilo era apenas mais uma piada involuntária num dia entediante.

Para Lucy, era a verdade.

E para Richard… tornar-se-ia o início do seu pesadelo.

Do alto do quinquagésimo segundo andar, Richard contemplava Nova Iorque como um rei contempla o seu reino. Ajustou o relógio caríssimo no pulso, um gesto automático, quase inconsciente, que fazia sempre que se sentia superior.

Aos cinquenta e um anos, era temido, respeitado e odiado em igual medida. Não acreditava em empatia. Acreditava em hierarquia. E, naquela hierarquia, a filha de uma empregada de limpeza ocupava o nível mais baixo possível.

— “Deixa-as entrar,” ordenou à secretária, com um brilho perverso nos olhos.
— “Vai ser educativo.”

Angela Carter entrou em silêncio, como sempre. Trabalhava ali há anos e aprendera a tornar-se invisível. Lucy, no entanto, não aprendera essa lição.

Ela observava tudo. O luxo. O desprezo. As pessoas.

— “Então és tu a tal menina,” disse Richard, andando lentamente ao redor dela. “Acreditas mesmo que falas nove línguas?”

— “Não acredito,” respondeu Lucy com calma. “Eu sei.”

O riso cessou por um segundo.

Richard empurrou o manuscrito antigo sobre a mesa de vidro.

— “Traduz.”

Lucy pousou a mochila no chão. Aproximou-se. Leu.

E começou a falar.

A tradução fluía com naturalidade assustadora. Palavras antigas, símbolos raros, nomes esquecidos — tudo fazia sentido na sua voz juvenil.

Richard sentiu o estômago apertar.

Porque o manuscrito não falava apenas de história.

Falava de traição.

De fortunas construídas com sangue.

De um segredo que a família Sanders matara para esconder.

Lucy levantou os olhos.

— “O texto termina com um aviso,” disse ela suavemente.
— “Diz que a verdade sempre encontra quem tentou enterrá-la.”

O silêncio tornou-se insuportável.

Richard já não ria.

Já não respirava direito.

E naquele instante, percebeu que subestimara a pessoa errada.

Mas a verdadeira razão pela qual Lucy conhecia aquele manuscrito… ainda não tinha sido revelada.

Ele destruiu a vida da criada que engravidou — até que cinco anos depois, o reencontro o fez tremer por dentroO brilho g...
08/01/2026

Ele destruiu a vida da criada que engravidou — até que cinco anos depois, o reencontro o fez tremer por dentro

O brilho gélido do lustre refletia-se no mármore polido da mansão Pierce quando Alexander levantou o braço e apontou para a saída, sem hesitação.

— Vá embora.

Não houve gritos. Não houve discussão. Apenas uma ordem definitiva.

Clara Dawson sentiu as pernas fraquejarem. O uniforme azul parecia pesado demais naquele momento. As mãos tremeram ao tocar a barriga ainda discreta, mas cheia de significado.

— Por favor… o bebé é teu, murmurou, com os olhos marejados.

Alexander virou o rosto, irritado, como se aquela frase fosse uma afronta pessoal.

— Não vou assumir nada. Não me envolva nisso.

Meses antes, tudo parecia diferente. As noites vazias na mansão, a solidão partilhada, as conversas sussurradas quando o mundo dormia. Clara acreditou que havia algo real ali. Alexander nunca prometera nada — e agora deixava isso claro da forma mais cruel possível.

— Receberá dinheiro suficiente, afirmou ele friamente.
— Mas desapareça da minha vida.

Clara saiu com o coração em pedaços. Não levou nada além da dignidade ferida e de um futuro incerto. Jurou a si mesma que aquela criança jamais saberia o quanto foi rejeitada.

O tempo passou.

Cinco anos depois, Clara era outra mulher. Trabalhava numa pequena pousada à beira-mar, onde a vida seguia um ritmo mais humano. Noah, seu filho, crescia saudável, inteligente, com um olhar atento que parecia observar tudo. Às vezes, Clara se perguntava se um dia teria de explicar a ausência do pai.

Numa tarde cinzenta, o gerente chamou-a de lado.

— Chegou um hóspede importante. Quero que você cuide dele pessoalmente.

Quando Clara entrou no átrio, o som da chuva misturou-se ao bater acelerado do seu coração.

Alexander Pierce estava ali.

Mais velho. Mais sério. Mas inconfundível.

Ele demorou alguns segundos para reconhecê-la. Quando o fez, empalideceu.

— Clara… não pode ser…

Ela manteve o rosto neutro, profissional, enquanto segurava a ficha de check-in.

— Seja bem-vindo, senhor. Posso ajudá-lo com a sua estadia?

Alexander tentou dizer algo, mas as palavras não saíram. Foi então que o seu olhar desviou-se… e pousou sobre Noah, que observava curioso do outro lado do balcão.

Algo no rosto do menino fez o bilionário sentir um aperto no peito que nunca havia sentido antes.

E naquele instante, Alexander percebeu que o passado não tinha ficado para trás — ele estava ali, vivo, à sua frente… esperando para ser enfrentado.

Desde que o meu marido trouxe a amante para casa, passei a desaparecer todas as noites — elegante, silenciosa — até que ...
08/01/2026

Desde que o meu marido trouxe a amante para casa, passei a desaparecer todas as noites — elegante, silenciosa — até que ela me seguiu e descobriu algo que a deixou em choque.

O dia em que David trouxe Mia para dentro da nossa casa foi o dia em que aprendi a sorrir enquanto sangrava por dentro.
Ela era jovem, vibrante, cheia de certezas. Disse-me, quase com orgulho, que o meu marido “merecia viver algo novo”.

Eu era a esposa antiga.
A parte esquecida da história.

Chamo-me Helen. Fui casada com David durante mais de duas décadas. Sempre fui calma, organizada, invisível.
Quando percebi a traição, não reagi como esperavam.

Não chorei.
Não gritei.
Não fiz drama.

Continuei a cuidar da casa, a preparar refeições, a cumprir o papel que sempre desempenhei.
Mas à noite… eu desaparecia.

Vestia-me com cuidado. Escolhia vestidos elegantes, maquiagem impecável, um perfume que deixava rasto. Saía sem explicar, sem justificar, sem olhar para trás.

David começou a sentir-se inquieto. O silêncio incomodava-o mais do que qualquer discussão.

— “Ela está a esconder algo”, pensava.

Mia, por sua vez, começou a observar-me com olhos atentos. Uma noite, disse-lhe:
— “Não achas estranho? A tua mulher parece mais viva agora. Aposto que anda com alguém.”

O ciúme misturou-se com a culpa dentro de David.

Na noite seguinte, quando me viu sair com passos firmes, decidiu seguir-me. Mia insistiu em ir também.
Queriam provas. Queriam humilhar-me como eu nunca os humilhei.

O carro parou diante de um prédio que não combinava com amantes secretos nem encontros banais.
Entrei com naturalidade. Cumprimentei alguém na receção. Subi as escadas.

Mia aproximou-se devagar, espreitou… e empalideceu.

Aquilo não era traição.
Aquilo era algo muito maior.

E naquele momento, ela percebeu que nunca me conheceu de verdade — e que David estava prestes a perder muito mais do que imaginava…

Passei a noite com um homem que nunca tinha visto antes… aos 65 anos.E quando acordei, a verdade deixou-me sem chão.Quan...
08/01/2026

Passei a noite com um homem que nunca tinha visto antes… aos 65 anos.
E quando acordei, a verdade deixou-me sem chão.

Quando cheguei aos sessenta e cinco, a minha vida parecia completa aos olhos de qualquer pessoa. Casa paga. Filhos criados. Nenhuma grande preocupação. Mas a verdade era outra: o silêncio tinha-se tornado o meu companheiro mais fiel.

O meu marido morreu cedo demais. Os meus filhos seguiram os seus caminhos e visitavam-me cada vez menos. Eu permanecia naquela casa pequena no campo, observando o mundo pela janela, fingindo que a tranquilidade era suficiente.

Naquele dia, era o meu aniversário.
E ninguém se lembrou.

Algo dentro de mim quebrou. Vesti o casaco, fechei a porta e apanhei um autocarro noturno para a cidade. Não procurava ninguém. Procurava-me a mim mesma.

Entrei num bar discreto, quase escondido. Pedi vinho. O sabor trouxe-me memórias de uma mulher que eu tinha esquecido que ainda existia.

Foi então que ele apareceu.

Sentou-se à minha frente com naturalidade, como se o universo o tivesse empurrado até ali. Tinha um sorriso calmo, um olhar que não julgava.

— Posso sentar-me?

Falámos durante horas. Ele contou-me que viajava muito, que captava histórias através da lente da câmara. Eu contei-lhe das minhas histórias não vividas, dos caminhos que abandonei por responsabilidade, por medo, por tempo.

Quando saímos juntos, não senti vergonha. Senti coragem.

No quarto do hotel, deixei de ser a mulher invisível. Fui apenas eu. Presente. Viva.

Mas a manhã chegou depressa demais.

Acordei sozinha.

O silêncio era diferente do da minha casa. Era mais cruel. Então vi o envelope. Branco. Impecável. À minha espera.

Dentro, uma fotografia minha a dormir. Vulnerável. Bonita de uma forma que eu nunca tinha visto.

E uma mensagem curta:

“Obrigada por me lembrar que a idade não apaga a beleza da alma.
Perdoe-me… eu devia ter sido honesto desde o início.
Eu…”

As palavras terminavam ali.

O coração bateu forte. Quem era ele, afinal?
E que verdade me tinha escondido naquela noite que eu pensei ser apenas minha?

Bilionário finge ser porteiro comum para observar a noiva do filho — mas o que ela faz em público destrói o seu coraçãoO...
08/01/2026

Bilionário finge ser porteiro comum para observar a noiva do filho — mas o que ela faz em público destrói o seu coração

O calor intenso tornava o ar pesado diante da propriedade Cole. Os portões negros, imponentes, pareciam guardar não apenas uma fortuna, mas também segredos e decisões que mudariam vidas. As flores estavam perfeitas, o chão reluzia — tudo ali gritava poder absoluto.

A jovem de vestido vermelho caminhava como se fosse dona do mundo.

— “Sai da frente”, ordenou, empurrando o braço do porteiro que tentava cumprir o seu dever. “Não tens noção com quem estás a falar.”

O homem mais velho respirou fundo e respondeu com calma treinada:
— “Sem autorização do Sr. Cole, não posso deixá-la entrar.”

Ela revirou os olhos, visivelmente irritada.
— “Ridículo. Vou casar com o filho dele.”

Sem aviso, abriu uma garrafa de refrigerante e derramou o conteúdo sobre a cabeça do porteiro. O som do líquido a cair misturou-se aos murmúrios chocados ao redor.
— “Aprende a não contrariar quem está acima de ti.”

Poucos metros atrás, Ethan Cole observava tudo. O seu rosto estava pálido, os olhos escuros, a mandíbula tensa. Ele conhecia aquela cena por completo — e sabia que nada daquilo era um acaso.

Porque o homem humilhado não era um simples porteiro.

Era Richard Cole. Seu pai. Um dos homens mais ricos do país, disfarçado de funcionário comum para descobrir se a mulher que seu filho amava era realmente digna de fazer parte da família.

Richard sempre acreditara que a riqueza revela máscaras, mas a pobreza as arranca. Por isso, decidiu testar Vanessa longe dos salões luxuosos, longe das câmeras e dos elogios.

E o resultado foi brutal.

O refrigerante escorria-lhe pela face enquanto ele permanecia imóvel, absorvendo cada palavra cruel, cada olhar de desprezo. Não era a humilhação que o feria — era a certeza de que aquela mulher jamais respeitaria alguém sem poder.

Vanessa atravessou os portões com passos firmes. Ethan seguiu-a em silêncio, dividido entre o amor e a vergonha.

Só então Richard retirou o disfarce, sentindo um peso esmagador no peito.
Ele havia perdido algo ali. Não dinheiro. Não status.

Mas a esperança.

E, sem saber, todos dentro daquela mansão estavam prestes a enfrentar uma verdade que ninguém conseguiria ignorar…
uma verdade que ainda não podia ser revelada.

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