Bicho-papão pitch

Bicho-papão pitch 📌 AVISO IMPORTANTE A TODOS OS SEGUIDORES 📌
Muitas pessoas me perguntam nos comentários se as histórias que eu publico aqui são reais.

A resposta é: SIM, TODAS SÃO REAIS.

Meu cachorro desfaleceu no lugar do meu filho após um vizinho tentar agir contra minha casaIsso aconteceu comigo durante...
09/01/2026

Meu cachorro desfaleceu no lugar do meu filho após um vizinho tentar agir contra minha casa

Isso aconteceu comigo durante o período da COVID-19. Eu estava me recuperando da doença e era semana de Natal.

Eu sou evangélica, mas meu esposo não era na época; ele bebia bastante naquele tempo e resolveu chamar um vizinho para beber em casa.
Nunca gostei de receber pessoas para esse fim na minha casa, mas, como era tempo de festa, cedi e aceitei deixá-los ali.

Depois de muita bebida e música alta, eu, que estava dentro de casa, acabei pegando no sono. Acordei com o som mais baixo e, curiosa, olhei pela fresta da janela.

Vi o tal vizinho dizendo ao meu marido que eu tinha um espírito e que ele precisava "rezar" pela minha casa. Fiquei assustada.

Como meu marido já tinha bebido várias, ele estava indo na conversa. Assim que ele precisou entrar, pedi que mandasse o homem embora, caso contrário, eu mesma o colocaria para fora.

A partir daí, as coisas só pioraram. O homem insistia no assunto e queria falar comigo a todo custo. Eu sentia que aquele homem carregava algo pesado espiritualmente e, mesmo acuada, resolvi encará-lo.

Ao sair para a área, ele me abordou dizendo: "Achei que você não viria", e deu uma gargalhada, um sorriso maligno e alto. Eu me tremi por dentro. Ele afirmou que eu tinha um espírito e que ele iria tirá-lo. Eu respondi perguntando quem era ele para tirar algo de mim.

Ele disse: "Assim que eu cheguei, alguns já saíram daqui". Eu o questionei, dizendo: "A não ser que você seja uma força maior que fez os outros saírem. Você é um feiticeiro; na minha casa você não entra, nem faz nada".

Foi então que ele se revelou, gargalhando, e falou: "Você não é boba", e continuou rindo. Meu marido parecia estar em transe.

Achei que algo ruim fosse me acontecer ali e fiquei apavorada. Me afastei e mandei que ele fosse embora da minha casa. Meu marido finalmente o mandou sair, mas a noite toda foi pesada. Ninguém dormiu; todos f**amos perturbados.

No dia seguinte, decidi chamar meu pastor para orar na casa. Ele veio e, antes de começar a oração, pediu para eu orar por todos, até pelo cachorro que estava na sala.

Eu ignorei o animal, pois nunca imaginei que algo pudesse acontecer com ele. Pois bem, o pastor foi embora e eu continuei fazendo minhas tarefas. Não deu dez minutos, o cachorro veio cambaleando e caiu lá fora, sem forças.

Eu trato meu cachorro como um filho e fiquei em choque. Meu filho viu a cena e começou a chorar e gritar, pois percebeu que o bichinho estava partindo. Corri para o telefone, liguei para o pastor e ele me disse:

"Minha filha, isso é um ataque espiritual. Ore pelo seu cachorro; você tem autoridade para repreender em nome de Deus". Estava chovendo e eu me molhei toda. Enquanto meu filho gritava, o cachorro deu o último suspiro e ficou rígido.

Caí de joelhos no chão, chorando, e gritei: "Deus, o Senhor não pode deixá-lo ir! O inimigo não pode entrar na minha casa e fazer uma arruaça dessas.

Eu não aceito, eu não permito! Aqui mora Tua serva e só Tu, Deus, tens poder de tirar algo daqui". Foram minutos colocando a dor e a raiva para fora.

Foi então que vi o cachorro fazer um movimento como se expelisse algo e ele foi voltando aos poucos. Ele ainda passou uns dias sem forças, mas sobreviveu.
Meu pastor discerniu que o ataque era para o meu filho, mas, como eu não orei pelo cachorro, o mal tentou atingir o animal.

O pastor relatou ter tido a visão de algo saindo da boca do animal em direção à porta. Ele me avisou que o plano era para que, quando meu marido chegasse, eu estivesse com meu filho nos braços indo para o hospital.

No entanto, meu marido chegou e eu estava chorando com o cachorro no colo, em choque por ter visto o milagre da vida voltando diante dos meus olhos.

Eliane D

Meu filho de 8 anos se levantou, pediu um bolo de chocolate de café da manhã e disse que seria o último bolo da sua vida...
09/01/2026

Meu filho de 8 anos se levantou, pediu um bolo de chocolate de café da manhã e disse que seria o último bolo da sua vida. E assim foi.

​Sou de Sapopemba, tenho 41 anos. No dia 27 de maio de 2018, eu estava fazendo o café da manhã quando meu filho Wesley, de 8 anos, me disse que estava com vontade de comer um bolo de chocolate.

Como meu forno estava quebrado, fui até a padaria em frente, comprei uma fatia de chocolate com morango e levei para ele.

​Ele ficou encantado com o bolo. Comeu com tanto gosto que perguntei se ele queria que eu buscasse outro. Foi então que ele me disse:

"Não, mãe, obrigado. Esse foi o último bolo que comi na vida, e estava muito bom, mãe."

​Eu ainda brinquei: "Foi o último de hoje, né Leozinho?". Mas ele reforçou: "Não, mãe. Foi o último da minha vida." Aquilo me gelou, mas tentei não focar naquela frase; apenas a repreendi em pensamento.

​Mas, naquele mesmo dia, na parte da tarde, o pai do meu filho — de quem sou separada desde 2017 — quis pegá-lo para dar uma volta em um parque próximo de casa.

Uns dias antes, o pai dele havia brigado comigo por ciúmes de um colega de trabalho; foi feio, tive que chamar a polícia. Então, ainda tomado pelo ciúme e com toda a frieza do mundo, ele tirou a vida do meu filho.

​Eu enlouqueci, fiquei doente. Ele foi preso, mas aquilo não me deu paz. Por uma crise de ciúmes, ele tirou meu filho de mim.

De algum modo, meu filho sabia que morreria naquele dia, pois ficou a manhã toda grudado em mim e me disse "te amo" várias vezes.

​Leozinho, meu filho, me desculpe pela crueldade humana. A mãe te ama e, em breve, nos encontraremos. Beijos, meu filho.

​Catarina Prado Ribeiro — SP

Crédito Adriiiana Gomes

MÃE QUEM VAI CUIDAR DA GENTE? PORQUE VOCÊ VAI M0RR&rMinha filha de 4 anos estava triste o dia todo, sou mãe solo, o pai ...
08/01/2026

MÃE QUEM VAI CUIDAR DA GENTE? PORQUE VOCÊ VAI M0RR&r

Minha filha de 4 anos estava triste o dia todo, sou mãe solo, o pai deles sumiu a muito tempo, tenho minha filha de 4 anos e meu filho de 7 anos.

Ela chegou da escolinha bem chateada, a professora disse que ela ficou assim o dia todo e nem quis br**car.
Ela estava assim JOVENS TITANS é um desenho que passa na TV.

Peguei e sentei ao lado dela, perguntei se alguém tinha batido nela ou falado alguma coisa, ela me olha e diz: MÃE QUEM VAI CUIDAR DA GENTE? VOCÊ VAI MORRER... ela me disse isso e começou a chorar, eu me arrepiei toda.
Eu disse a ela que eu não iria morrer, que ela deve ter tido um pesadelo.

Mas minha preocupação é a seguinte, estou com muitas dores na cabeça e tontura, no aguardo de alguns exames e isso está me assustando.

Estou pensando em conversar com meus pais e meus irmãos sobre a guarda deles, porque confesso que acho que ela está tendo uma premonição, então eu quero me antecipar e falar com a minha família sobre isso.

Cecília Antunes Marcel.

Crédito Adriiiana Gomes

08/01/2026

História bizarra demais 😱...
Créditos: giuliacarvaalho

MEU FILHO FALECEU EM NOVEMBRO DE 2006 COM APENAS 3 ANOS DE IDADE, SOFRI UM ACIDENTE DE MOTO EM 2007 E NO COMA ENCONTREI ...
08/01/2026

MEU FILHO FALECEU EM NOVEMBRO DE 2006 COM APENAS 3 ANOS DE IDADE, SOFRI UM ACIDENTE DE MOTO EM 2007 E NO COMA ENCONTREI COM ELE.

​Sofri um grave acidente de moto na cidade de Campinas em 2007, havia três meses que meu filho havia falecido, morreu afogado enquanto eu sem querer cochilei na cadeira, me culpei muito, eu tentei atentar contra minha própria vida por diversas vezes e até hoje não sei como não consegui.

​O acidente foi gravíssimo, quebrei praticamente todos os ossos do corpo, fiquei 11 dias em coma foi quando encontrei o meu filho.

​Ele veio até mim trazido por uma mulher linda toda de branco, quando eu o vi o abracei muito, pedi perdão a ele e essa mulher me disse que ele não lembrava de nada, apenas sabia que eu era o pai dele.

​Ele estava bem, lindo e com um sorriso sapeca no rosto, perguntei se ele estava bem e ele me disse: MUITAAAAAOOO, era assim que ele falava quando estava feliz.

​Tinha outras crianças lá, todas muito felizes.
Essa mulher que cuidava do meu filho era extremamente simpática, uma pessoa incrível.

​Eu perguntei a ela quem eram as outras crianças, e ela me falou assim:
​São crianças que desencarnaram, vítimas de maus-tratos, violências, da crueldade do mundo, a maioria delas, outras f**aram doentes, acidentes, acasos da vida.

​Mas todas elas vivem felizes aqui, vivem br**cando e por alguns segundos vi Deus, Ele br**cava com elas como um pai br**ca com um filho e era nítido como as crianças o amavam.

​Nesse momento veio uma garotinha até mim de mais ou menos 5 anos, ela me disse que a mamãe dela chorava muito de saudades dela e que era pra dizer que ela estava muito bem.

​Não vou citar o nome dela, mas sei que a mãe hoje conseguiu seguir em frente.
Passei 11 dias lindos com meu filho e no meu último dia lá ele me abraçou e me pediu pra f**ar bem.

​Hoje vivo o mais plenamente possível, se vcs soubessem como é bom, como tem paz, tão diferente daqui, lá nada disso que tem aqui na terra, carro, casas, dinheiro, nada lá importa.

​Lá todos vivem bem, iguais, sem violência, fome e guerras...
Lá vale a pena por tudo que passamos aqui.

​Queria muito que todos vissem o que eu vi, que acreditassem que há sim vida além disso tudo aqui.

​Postagem Anônima a pedido do autor.

Crédito Adriiiana Gomes

MINHA SOGRA FALECEU, ELA ME ODIAVA, E NO VELÓRIO DELA SENTI UM TAPA NO MEU ROSTO.Minha sogra nunca me aceitou,  dizia qu...
06/01/2026

MINHA SOGRA FALECEU, ELA ME ODIAVA, E NO VELÓRIO DELA SENTI UM TAPA NO MEU ROSTO.

Minha sogra nunca me aceitou, dizia que eu era feia e pobre para o filho dela, eles não eram ricos, mas ela se achava por ser funcionária pública casada com um vereador.

No dia que ela ficou doente com câncer, mesmo na cama me jogava pragas, dizia que eu ria morrer 1000 vezes pior que ela, que iria sofrer o dobro.

Eu sempre repreendia, pedia a Deus pra afastar tudo de mal que ela me dizia.

No dia do velório dela, levei meus dois filhos para se despedir da avó, quando me aproximei do caixão senti um tapa tão forte que queimou meu rosto, até levei a mão de tanta dor que senti.

E desde então essa parte do meu rosto f**ar formigando, sinto que ela está me observando e não consigo f**ar mais sozinha a noite, meu marido não sabe do tapa, mas falei a ele que sinto que a mãe dele f**a atrás de mim que nem assombração, ele não acreditou em mim, mas eu sei que estou certa.

Rosalina

Crédito Adriiiana Gomes

Minha mãe estava na minha casa deitada no sofá assistindo televisão. Eu estava no meu quarto me arrumando pois iria sair...
06/01/2026

Minha mãe estava na minha casa deitada no sofá assistindo televisão.
Eu estava no meu quarto me arrumando pois iria sair

com meu namorado e ela f**aria com minha filha de 12 anos.

Na hora que fui na sala falar com ela que eu estava saindo a vi perfeitamente dentro de um caixão, eu tomei um baita susto.

Fui o caminho inteiro orando e repreendendo oque vi.
Eu e meu namorado pegamos um cinema e na hora que acabou o filme fomos lanchar.
Uns 20 minutos depois minha filha me liga dizendo que os vizinhos socorreram minha mãe e que ela estava no hospital, minha filha disse que ela desmaiou na cozinha e então ela pediu ajuda.

Quando chegamos no hospital minha mãe já estava morta, nos laudos morte súbita.
A minha visão se concretizou infelizmente, me sinto muito mau por ter saído aquele dia mesmo achando que era coisa da minha cabeça.

Maria Clara Torres Dantas.

Crédito Adriiiana Gomes

Vou lhes contar uma parte da minha vida que nunca chegou ao conhecimento do público ou da TV, até porque, naquela época,...
06/01/2026

Vou lhes contar uma parte da minha vida que nunca chegou ao conhecimento do público ou da TV, até porque, naquela época, não existiam redes sociais. Tudo aconteceu no ano de 1985.

​Meus pais foram casados por dez anos. Minha mãe, que se uniu a ele com apenas 13 anos de idade, viveu um período de sofrimento constante e hostilidades severas.

Logo após dois meses de união, ela engravidou de mim — uma menina de 13 anos carregando outra vida, sem o apoio da família e fugindo de um ambiente de abusos para tentar a sorte ao lado dele.

​Quando eu tinha 10 anos, meu pai retornou para casa em um estado de profunda embriaguez. Motivado por intrigas de rua, ele causou um ferimento gravíssimo no rosto da minha mãe usando um objeto pesado da cozinha.

Lembro-me dela perder muito líquido vital e f**ar seriamente ferida, enquanto ele, devido ao estado em que se encontrava, adormeceu profundamente.

​Foi ali que ela decidiu mudar nosso destino. Reuniu algumas roupas em duas sacolas, preparou a mim e ao meu irmão de 4 anos, e partimos.

Não levamos mantimentos porque não havia nada em casa; os recursos eram desperdiçados com os vícios dele e com companhias externas, enquanto nós enfrentávamos a privação.

​Como ele era uma figura conhecida na cidade, ela escolheu fugirmos pela vegetação fechada para que não fôssemos localizados.

No entanto, acabamos nos perdendo: minha mãe, eu e meu irmãozinho. Tínhamos apenas uma garrafa de água e o frio como companhia.

​Meu irmão chorava pela falta de alimento, e a dor que eu sentia pela fome era algo insuportável. Passamos três dias desorientados na mata. Nos aquecíamos apenas com uma manta que ela usava para proteger o menor.

Ela clamava por auxílio divino o tempo todo. Na sua pequena bolsa, ela guardava apenas um batom, algumas moedas e uma lâmina que utilizava em seus trabalhos de costura.

​Em um momento de desespero absoluto, vendo seus filhos definharem naquela mata seca e gelada, e sem qualquer perspectiva de encontrar sustento, minha mãe — já enfraquecida e vendo meu irmão perder os sentidos — tomou a decisão mais extrema que o amor materno pode conceber.

Ela utilizou aquela lâmina para oferecer sua própria integridade física, retirando parte de si mesma para garantir que meu irmão sobrevivesse.
​Eu não queria aceitar aquilo, chorava intensamente, mas ela, contendo a própria agonia, me convenceu de que era a única forma de resistirmos.

Ela improvisou um curativo na própria perna usando o tecido de uma peça de roupa que carregava.
​No quarto dia, fomos localizados por um pescador idoso. Ele nos acolheu e nos levou até sua família, que tratou das graves lesões da minha mãe. Ficamos refugiados naquela casa por 11 dias. Contudo, em uma cidade pequena, a nossa localização acabou chegando ao conhecimento do meu pai.

​Ao vê-lo chegar furioso, o senhor que nos abrigava correu em busca de auxílio policial. Infelizmente, a ajuda não chegou a tempo.

Em um momento de fúria desmedida, meu pai interrompeu a vida da minha mãe de forma brutal diante de nós. As lembranças daquela agressão fatal ainda estão vivas na minha memória.

​A intervenção chegou tarde demais. Ele foi detido no local. Fomos acolhidos por uma família do campo que conhecia minha mãe, mas crescemos sob a sombra do medo. Meu irmão enfrentou traumas psicológicos graves por muitos anos.

​O tempo passou. Hoje somos adultos e formamos nossas famílias. Minha filha nasceu e recebeu o nome de Alice, em honra à avó. Para minha emoção, ela nasceu com uma marca de nascença no exato lugar onde minha mãe se sacrificou por nós. Elas possuem o mesmo olhar, o mesmo sorriso. Sinto que minha mãe permanece viva através dela.

​Nunca mais soube o destino do meu pai. Hoje, vivemos com dignidade. E todos os dias agradeço àquela mulher heroica, carinhosa e sonhadora. Ela desejava que fôssemos doutores e, veja só, mãe: nós conseguimos.

Eu me tornei cardiologista e meu irmão é um advogado de conduta exemplar.
​Obrigada por ter se doado para nos salvar.

Sou rica de tudo que o valor material não alcança, pois tive o privilégio de ser filha de uma verdadeira leoa.

​Postagem Anônima a pedido da autora.

Crédito Adriiiana Gomes

MINHA MÃE PEGOU UM VASINHO DE UM TÚMULO NO CEMITÉRIO, E MORREU DO MESMO JEITO DA DONA DO VASO.​Minha mãe tinha a mania d...
05/01/2026

MINHA MÃE PEGOU UM VASINHO DE UM TÚMULO NO CEMITÉRIO, E MORREU DO MESMO JEITO DA DONA DO VASO.

​Minha mãe tinha a mania de pegar tudo que envolvia plantas, nossa casa parecia a floresta amazônica.

​Uma vez fomos visitar o túmulo dos meus avós no dia de finados. Perto do túmulo deles tinha um túmulo novo, era de uma senhora de 59 anos que havia falecido atropelada por um ônibus quando saia do trabalho, essa senhora teve as duas pernas arrancadas no acidente.

​Minha mãe viu um vasinho lindo azul com umas flores brancas que pareciam margaridas, este vaso estava caído ao lado do túmulo dessa senhora.

​Minha mãe ao invés de pegar do chão e devolver colocando em cima do túmulo ela simplesmente levou o vaso pra casa, eu e minha tia brigamos com ela, mas ela não nos ouviu.

​Se passaram alguns dias e o clima na minha casa ficou muito pesado, o ar estava diferente, comidas estragavam mesmo dentro da geladeira e a casa que era quentinha passou a f**ar um gelo, como quando se abre a geladeira.

​Minha mãe vivia de mal humor, isso durou uns 20 dias após ela ter pego o vaso. Até que minha tia veio em casa e comentou: "é culpa desse vaso que ela pegou".

​Até então a gente nem tinha se tocado, mas ao invés dela levar o vaso de volta e pedir desculpas, minha mãe simplesmente o jogou no lixo, e ainda foi grossa com a senhora falecida, dizendo: "TOMA V*CA, SEU VASO".

​Minha mãe foi acompanhar meu pai no banco, quando foram atravessar a rua vinha vindo um ônibus, meu pai ficou na calçada e minha mãe correu pra atravessar achando que daria tempo.

​Mas ela não conseguiu chegar do outro lado, o ônibus passou todo em cima dela, foi tão feio que amputou as duas pernas da minha mãe, e pasmem: no mesmo local que aquela senhora faleceu, apenas uns metros a frente.

​Pode ter sido coincidência? Pode ter sido, claro, mas nada me tira da cabeça que foi tudo por culpa da minha mãe ter levado aquele vaso pra casa.

​Postagem Anônima.

Crédito Adriiiana Gomes

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