09/01/2026
Meu cachorro desfaleceu no lugar do meu filho após um vizinho tentar agir contra minha casa
Isso aconteceu comigo durante o perÃodo da COVID-19. Eu estava me recuperando da doença e era semana de Natal.
Eu sou evangélica, mas meu esposo não era na época; ele bebia bastante naquele tempo e resolveu chamar um vizinho para beber em casa.
Nunca gostei de receber pessoas para esse fim na minha casa, mas, como era tempo de festa, cedi e aceitei deixá-los ali.
Depois de muita bebida e música alta, eu, que estava dentro de casa, acabei pegando no sono. Acordei com o som mais baixo e, curiosa, olhei pela fresta da janela.
Vi o tal vizinho dizendo ao meu marido que eu tinha um espÃrito e que ele precisava "rezar" pela minha casa. Fiquei assustada.
Como meu marido já tinha bebido várias, ele estava indo na conversa. Assim que ele precisou entrar, pedi que mandasse o homem embora, caso contrário, eu mesma o colocaria para fora.
A partir daÃ, as coisas só pioraram. O homem insistia no assunto e queria falar comigo a todo custo. Eu sentia que aquele homem carregava algo pesado espiritualmente e, mesmo acuada, resolvi encará-lo.
Ao sair para a área, ele me abordou dizendo: "Achei que você não viria", e deu uma gargalhada, um sorriso maligno e alto. Eu me tremi por dentro. Ele afirmou que eu tinha um espÃrito e que ele iria tirá-lo. Eu respondi perguntando quem era ele para tirar algo de mim.
Ele disse: "Assim que eu cheguei, alguns já saÃram daqui". Eu o questionei, dizendo: "A não ser que você seja uma força maior que fez os outros saÃrem. Você é um feiticeiro; na minha casa você não entra, nem faz nada".
Foi então que ele se revelou, gargalhando, e falou: "Você não é boba", e continuou rindo. Meu marido parecia estar em transe.
Achei que algo ruim fosse me acontecer ali e fiquei apavorada. Me afastei e mandei que ele fosse embora da minha casa. Meu marido finalmente o mandou sair, mas a noite toda foi pesada. Ninguém dormiu; todos f**amos perturbados.
No dia seguinte, decidi chamar meu pastor para orar na casa. Ele veio e, antes de começar a oração, pediu para eu orar por todos, até pelo cachorro que estava na sala.
Eu ignorei o animal, pois nunca imaginei que algo pudesse acontecer com ele. Pois bem, o pastor foi embora e eu continuei fazendo minhas tarefas. Não deu dez minutos, o cachorro veio cambaleando e caiu lá fora, sem forças.
Eu trato meu cachorro como um filho e fiquei em choque. Meu filho viu a cena e começou a chorar e gritar, pois percebeu que o bichinho estava partindo. Corri para o telefone, liguei para o pastor e ele me disse:
"Minha filha, isso é um ataque espiritual. Ore pelo seu cachorro; você tem autoridade para repreender em nome de Deus". Estava chovendo e eu me molhei toda. Enquanto meu filho gritava, o cachorro deu o último suspiro e ficou rÃgido.
Caà de joelhos no chão, chorando, e gritei: "Deus, o Senhor não pode deixá-lo ir! O inimigo não pode entrar na minha casa e fazer uma arruaça dessas.
Eu não aceito, eu não permito! Aqui mora Tua serva e só Tu, Deus, tens poder de tirar algo daqui". Foram minutos colocando a dor e a raiva para fora.
Foi então que vi o cachorro fazer um movimento como se expelisse algo e ele foi voltando aos poucos. Ele ainda passou uns dias sem forças, mas sobreviveu.
Meu pastor discerniu que o ataque era para o meu filho, mas, como eu não orei pelo cachorro, o mal tentou atingir o animal.
O pastor relatou ter tido a visão de algo saindo da boca do animal em direção à porta. Ele me avisou que o plano era para que, quando meu marido chegasse, eu estivesse com meu filho nos braços indo para o hospital.
No entanto, meu marido chegou e eu estava chorando com o cachorro no colo, em choque por ter visto o milagre da vida voltando diante dos meus olhos.
Eliane D