26/08/2024
Hoje, sim só hoje..., ao me deparar com esta notícia vem-me imediatamente à memória um episódio passado com familiares:
Houve a intenção, e concretização, dos meus familiares cederem, a título gratuito, uma faixa de terreno, para alargamento da rua e consequentemente beneficiação da aldeia, a câmara, representada pela sra. Eduarda Sampaio, na altura, foi exímia no tratamento do processo... . Apenas porque se opuseram à forma como estavam a tratar o processo e, sobretudo, as pessoas. Exigiram ver o projeto (que não existia) e, como se tal não bastasse, um belo dia viram pessoas estranhas e máquinas no quintal deles sem qualquer aviso prévio. Mandaram todos embora e exigiram respeito pela propriedade privada. Antes de mexerem queriam ver o projeto. Mas não existia. A sra. Eduarda armou um banzé tal, ali no meio da rua, que todos os habitantes vieram ver a tragédia, o horror... Os meus familiares ficaram em casa para não dar troco. A população, emprenhada pelos ouvidos, revoltou-se contra os meus familiares.
Resumindo, houve interferência com a negociata feita à pressão e debaixo da mesa com o empreiteiro. Foi mau! A obra acabou por ser feita não como e quando eles quiseram, mas nunca houve sequer um pedido de desculpas, tamanha era o ego, a arrogância, a prepotência...
A juntar ao buraco escavado nas contas da câmara desta gestão... Só me pergunto, como é que no final premeiam a má gestão com um tacho gordinho? Numa qualquer empresa privada, sem conotações político-partidárias, todos sabemos o que aconteceria ao português comum que fizesse 1% do que esta gestão fez...
Processo está relacionado com a realização de trabalhos adicionais, sem qualquer autorização prévia, em 17 obras públicas.