09/01/2026
A Cimento Apodi desenvolve, em Jaguaruana (CE), município vizinho à sua fábrica em Quixeré, um modelo de negócios inovador que transforma os talos da carnaúba em biomassa, reforçando o compromisso da empresa com a sustentabilidade e a valorização da economia regional. A iniciativa, que começou em 2018, aproveita resíduos (palha) da tradicional safra da carnaúba, atividade de grande relevância no Nordeste, especialmente no Ceará, Piauí e Rio Grande do Norte, e os converte em fonte de energia renovável.
No Nordeste, o clima é marcado por dois períodos distintos: o chuvoso, de fevereiro a maio, e o seco, de agosto a novembro, quando ocorre a safra da carnaúba. É justamente neste período de estiagem que o projeto se torna mais viável, já que a trituração dos talos pode ser realizada com maior eficiência, gerando uma alternativa concreta de renda complementar para pequenos produtores locais.
Além de representar uma solução ambientalmente responsável, a produção de biomassa contribui para a inclusão social, ao criar novas oportunidades de trabalho e fortalecer a cadeia produtiva da carnaúba em diferentes territórios.
“A produção de biomassa surge como uma alternativa inovadora, oferecendo oportunidades de renda complementar para produtores rurais, especialmente durante o período de estiagem. Além de gerar valor econômico, o projeto promove o aproveitamento integral da planta e fortalece a cadeia produtiva da carnaúba”, destaca Cybelle Borges, coordenadora de Sustentabilidade e ESG da Apodi.
Para ampliar os benefícios, a Cimento Apodi também oferece assistência técnica e treinamentos aos produtores e às equipes envolvidas no processo, abordando áreas fundamentais para a gestão eficiente do negócio rural.
“Esse modelo de negócios representa o compromisso da Cimento Apodi em desenvolver soluções que unam inovação, sustentabilidade e impacto social. Nosso objetivo é seguir ampliando iniciativas que fortaleçam a economia local, respeitem o meio ambiente e contribuam para um futuro mais sustentável para toda a região”, finaliza Cybelle Borges.