Viva o Alentejo

Viva o Alentejo Esta pagina pretende divulgar e mostrar o nosso Alentejo a nossa Cultura a Música Tradicional Alent

20/06/2026

Alentejo antigo, a vida dos nossos idosos nos montes era de uma dureza que hoje poucos imaginam. Viviam sem assistência médica, sem luz elétrica e sem água canalizada — apenas com a força do dia-a-dia e a ajuda uns dos outros. O b***o era o meio de transporte, fiel companheiro nas lides do campo e nas idas à vila.

Esta fotografia retrata esse tempo de simplicidade e resistência, em que a velhice era enfrentada com coragem e resignação. Hoje, muitos idosos de classes mais favorecidas vivem em lares confortáveis e com todos os cuidados, mas outrora, nos montes alentejanos, o envelhecer era sinónimo de trabalho até ao fim e de uma vida marcada pela falta de meios, mas também pela dignidade e pela ligação profunda à terra.

19/06/2026

No Alentejo de outros tempos, a piscina era o que a natureza oferecia.
Era ali que as crianças encontravam frescura, liberdade e brincadeiras sem fim.

Esta imagem recorda a simplicidade de uma época em que a alegria bastava — água, sol e amizade. 👍🏻

18/06/2026

📜🇵🇹 Uma carta, uma esperança, uma ligação a casa.
No tempo da Guerra do Ultramar, uma carta valia mais do que mil palavras.

Era a voz da família, o carinho de quem esperava, a força necessária para continuar mais um dia longe de casa. Entre a saudade e a incerteza, cada envelope recebido era um momento de conforto para milhares de jovens portugueses destacados em terras distantes.

Esta imagem retrata um desses momentos simples, mas profundamente marcantes: um soldado sentado à porta do seu acampamento, lendo uma carta vinda de Portugal.

Muitos destes homens serviram em silêncio, suportaram dificuldades que hoje são difíceis de imaginar e carregaram para sempre as marcas dessa experiência.

Independentemente das opiniões sobre a guerra, recordar estes soldados é reconhecer o seu sacrifício, a sua coragem e a sua dedicação.
Que a sua memória nunca seja esquecida. 🇵🇹

Soldado: José Luís Carochinho Baião

18/06/2026

No Alentejo antigo, a infância crescia descalça entre a terra seca e o silêncio duro dos montes.

Chamavam-lhes “os filhos do regime de Salazar” — crianças marcadas pela pobreza, pelo trabalho cedo demais e pela falta de oportunidades. Nos rostos sérios desta fotografia vive a memória de um tempo difícil, onde havia pouco pão, pouca esperança, mas muita resistência.

Apesar das dificuldades, o povo alentejano manteve sempre a dignidade, a união e a força de continuar.

18/06/2026

No Alentejo de outros tempos, eram assim as nossas avós.
De lenço na cabeça e mãos sempre ocupadas, tratavam da casa, da horta e ainda encontravam tempo para cuidar dos netos.

Entre a roupa estendida ao sol e a terra por lavrar, havia uma sabedoria simples e uma força tranquila que sustentava tudo à volta.
E nós, ali por perto, crescíamos com esse exemplo — de trabalho, de dedicação e de amor.
Gente boa, gente do Alentejo 🤍

17/06/2026

📸 Memórias da Emigração Portuguesa
Esta fotografia dos anos 60 retrata trabalhadores portugueses num bairro de lata nos arredores de Paris. Muitos tinham deixado Portugal para escapar à pobreza, à ditadura e à Guerra Colonial, procurando uma vida melhor para as suas famílias.

Entre trabalho duro na construção civil e habitações precárias feitas de madeira e chapa, nasceu uma comunidade marcada pela coragem, sacrifício e esperança. Um testemunho da força de uma geração que ajudou a construir a França moderna sem nunca esquecer as suas raízes.

🇵🇹 Uma homenagem a todos os emigrantes portugueses muitos deles Alentejanos que transformaram dificuldades em oportunidades.

17/06/2026

Nas ruas caiadas do Alentejo de outros tempos, um simples pião bastava para dar vida às tardes intermináveis.

Entre o pó da estrada e o calor do sol, brincava-se sem pressas, sem ecrãs e sem distrações. Havia apenas a imaginação, a amizade e a alegria genuína de quem encontrava felicidade nas coisas mais simples.

Corríamos até o dia se despedir, guardando memórias que o tempo nunca conseguiu apagar.

Fomos felizes sem o saber.

16/06/2026

No tempo das calças à boca de sino, dos vestidos leves e das praças cheias de vida… ☀️

Os sorrisos eram genuínos, as amizades fortes e a felicidade encontrava-se nas coisas mais simples. 🌾✨

Uma época em que bastava a companhia certa, uma conversa à sombra e a beleza do nosso Alentejo para encher o coração.

Éramos felizes… e nem precisávamos de muito para o ser. 🤍🇵🇹

16/06/2026

Uma fotografia que nos leva ao Alentejo de outros tempos.

Numa época de disciplina "medo", a escola refletia os valores do Estado Novo.

Depois do 25 de Abril, as salas de aula tornaram-se espaços de liberdade, igualdade e partilha.

Recordar o passado ajuda-nos a valorizar as conquistas da democracia.

Porque a liberdade aprende-se desde cedo. 🌹

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Beja

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