29/05/2026
Expofacic 2025/2026
A Expofacic é, e esperamos que continue a ser por muitos e bons anos, o evento que nos orgulha como Município e que nos enaltece como Munícipes. Nela nos revemos. Nela se espelha o que fomos capazes de fazer nestes 25 anos. E por isso aqui vai o meu contributo para que ela se revitalize todos os anos e que se perpetue no tempo.
Dizíamos, lá muito atrás, que cada Expo se começava a preparar no último dia da feira anterior. E, de facto, assim era. Sabíamos, nos 2/3 dias seguintes ao fim da feira, ainda que a título provisório, o resultado: positivo, negativo, +100 mil euros, +200 mil euros ou menos 100 mil euros…
Era ao tempo, com valores drasticamente mais baixos, emergente o apuramento de resultados, o balanço geral sobre a última feira do ponto de vista social, económico, mas também, claro está, do ponto de vista financeiro. E para quê tudo isto? Para melhor poder sustentar o novo elenco da comissão organizadora, os processos, o controlo financeiro e a eventual auditoria interna, sempre salutar e eu diria hoje, obrigatória.
Ora, não basta que os responsáveis saibam os resultados da feira (se sabem?). É necessário que os Munícipes saibam também se houve lucros ou prejuízos. E é muito, muito estranho que, a menos de dois meses da EXPOFACIC 2026, os Munícipes não saibam os verdadeiros, reais e efetivos resultados da Expo 2025… e de todas as outras, pelo menos até à saída do Eng.º Alves da administração.
Já toda a gente sabe hoje que o resultado foi muito pesado… muito pesado mesmo; que o rombo foi grande. E pode-se saber quanto foi? Porque continua esta opacidade durante tanto tempo? Porque o número fez e faz mossa? Estão a esconder o quê?
Quanto mais tempo passar sem esclarecer as dúvidas, mais estas se avolumam. Publicamente, devia ser esclarecido se houve alterações quanto ao novo “figurino” do agenciamento dos artistas. Houve concurso ou terá sido entregue novamente a algum amigo da Presidente?
Se o programa das festas é sufragado pela Presidente, pelo Executivo, ou se tudo é decidido, porque QPM, pela “dupla de sonho” PC1/PC2?
Como se compagina a ortodoxia religiosa com os livinhos da vida? Em que gorduras vão cortar para reduzir a pancada? Vai continuar a manter-se esta sinuosa e sem critério forma de lidar com os expositores? Ou será novamente em zigue-zague?
PC1 vai continuar a esbanjar bilhetes e convites de acesso à feira como se fosse coisa sua? (Não falo dos convites às entidades oficiais.) E dá-os a todos os munícipes ou só aos seus compinchas, amigalhaços e putativos apoiantes (5.000? 10.000? 20.000?) Quantos bilhetes são? Alguém sabe? A Senhora Presidente sabe?
E paga-os, como seria sua obrigação, ou ficam por conta do erário público (paga o Zé)? Quem vai passar a pagar, a partir de agora, as reparações financeiras nas viaturas e os danos na imagem do Município, causados pelos “acidentes” dos PC’s com os carros da Inova?
E ficam junto à(s) viatura(s) para assumirem responsabilidades ou zarpam dali para fora sem que, até hoje, se perceba porquê? E quem lhes vai buscar os carros… sabe que também é cúmplice? Ou não sabe?
Voltem Alves e Laranjo, que fazem cá muita falta!
Assino por baixo.
Sempre de atalaia