Jorge Catarino

Jorge Catarino Economista | Administrador | Ex-Presidente da Câmara de Cantanhede (1998 a 2005) | Sustentabilidade e reflexão sobre a sociedade

Transmito a todos os meus estimados leitores e amigos que vamos poupá-los de Julho a fins de Agosto para os festejos Mun...
25/06/2026

Transmito a todos os meus estimados leitores e amigos que vamos poupá-los de Julho a fins de Agosto para os festejos Municipais e férias.

Retomaremos a atividade no inicio de Setembro!

Sempre de Atalaia!

Inova: Resposta do CA aos pedidos de esclarecimentoRelativamente ao e-mail que enviei ao Senhor Presidente do CA da Inov...
12/06/2026

Inova: Resposta do CA aos pedidos de esclarecimento

Relativamente ao e-mail que enviei ao Senhor Presidente do CA da Inova sobre a aquisição do imóvel para a sua futura sede, esclareço:

À pergunta sobre o valor de compra do imóvel foi respondida: 1.450.000,0€.

À pergunta sobre qual foi o valor utilizado do financiamento a resposta veio: … que se utilizaram apenas 1.200.000,0€ do financiamento de 1.800.000,0€, dado que "… alterações ao previsto inicialmente, tendo em conta novas perspetivas de futuro, implica dividir as obras em duas fases, o que levou à reformulação de todo o processo em curso".

Agradecemos a resposta, mas continuamos sem perceber: se em Dez/2024 se dizia que as novas instalações ("... são uma necessidade, uma urgência") e que eram "… de interesse macro e de celeridade emergente", porque é que, passado um ano e meio, tudo esteja como estava apenas… mais degradado?

Como têm aguentado os trabalhadores da Inova com as péssimas condições de trabalho existentes hoje, como em Dez/2024 e que justificaram a aquisição?!

Por achar que o valor pago pelo imóvel é obsceno (1.450M€), expliquem-me por favor:

Esse Relatório Técnico foi, com toda a certeza, presente à Reunião do Executivo Camarário, que não embarcaria numa decisão destas sem base técnica, sem os fundamentos da decisão? Ou embarcaria?

Quais foram os técnicos que assinaram a avaliação do bem?

Em que data é que esta aconteceu?

No Relatório Técnico, com avaliação por entidades ou técnico a título individual credenciado como avaliador (da AT por exemplo), qual foi o valor do bem à luz dos critérios próprios e legais deste tipo de operações?

Que explicações podem ser dadas para a subida do valor do bem, num curto espaço de tempo? Que epifenómenos ocorreram para esta subida?

E "as novas perspetivas de futuro" apontam para quê? Para fasear as obras como dizem ou porque perceberam agora que precisam de mais espaço? Ou as instalações afinal já não respondem às necessidades efetivas da empresa?

Já agora: Se não for muito incómodo, quando foi comunicada à entidade financeira que não iriam utilizar mais dinheiro do que o já utilizado, os 1.200.000,0€? Antes ou depois de JC ter escrito "A Nova Sede da Inova"? De quem foi a brilhante ideia, JM, PC1 ou PC2?

Sempre de atalaia.

A “Provedoria” do nosso descontentamentoAs pessoas são eleitas para servir: fazer bem feito, fazer assim-assim, errar, m...
09/06/2026

A “Provedoria” do nosso descontentamento
As pessoas são eleitas para servir: fazer bem feito, fazer assim-assim, errar, mas sempre com a determinação e o objetivo último de servir quem nos elegeu. E, para tanto, devemos emprestar toda a nossa energia e competências ao serviço do outro.
E isso não foi, não é, nem será possível “caldeando” as atividades públicas com os interesses ou negócios privados. Na Europa, no nosso desgoverno, no nosso Município, a coisa dá sempre para o torto, quer se faça ou se medeie um qualquer negócio, por muito pequeno ou grande que seja. Sejam os negócios em casa própria, em escritório próprio ou mesmo os que se permitem fazer nas próprias “barbas do poder” ou nos seus satélites.
Sempre disse que nos predicados de um autarca, deviam constar a capacidade de trabalho, a resiliência, a competência, a honorabilidade e o saber olhar o mundo de modo crítico, antecipando cenários e apresentando soluções com liderança e espírito de Grupo.
E eu, não porque queira ser o que quer que seja, ganhei o direito e a obrigação de denunciar comportamentos ínvios de gente sem escrúpulos, que é poder e/ou gravita à volta dele, sugando o vigor do Corpo Municipal. Mas pesa-me também muito ou ainda mais, os que não o fazendo o permitem.
Não me podem pedir que, de posse de todas as minhas capacidades e conhecimento, eu me alheie (“deixa lá, esquece”). Serei, por isso, o “guerrilheiro” do tempo: sem armas, sem agressões pessoais, mas implacável para com quem veio para se servir ou mudou de naipe no entretanto da caminhada.
Implacável com tudo o que possa prejudicar o Erário Público Municipal, seja no domínio do património, seja no bom nome do Município.
(Texto completo no Facebook)

A “Provedoria” do nosso descontentamentoAs pessoas são eleitas para servir: fazer bem feito, fazer assim-assim, errar, m...
09/06/2026

A “Provedoria” do nosso descontentamento

As pessoas são eleitas para servir: fazer bem feito, fazer assim-assim, errar, mas sempre com a determinação e o objetivo último de servir quem nos elegeu. E, para tanto, devemos emprestar toda a nossa energia e competências ao serviço do outro.

E isso não foi, não é, nem será possível “caldeando” as atividades públicas com os interesses ou negócios privados. Na Europa, no nosso desgoverno, no nosso Município, a coisa dá sempre para o torto, quer se faça ou se medeie um qualquer negócio, por muito pequeno ou grande que seja. Sejam os negócios em casa própria, em escritório próprio ou mesmo os que se permitem fazer nas próprias “barbas do poder” ou nos seus satélites.

Sempre disse que nos predicados de um autarca, deviam constar a capacidade de trabalho, a resiliência, a competência, a honorabilidade e o saber olhar o mundo de modo crítico, antecipando cenários e apresentando soluções com liderança e espírito de Grupo.

E eu, não porque queira ser o que quer que seja, ganhei o direito e a obrigação de denunciar comportamentos ínvios de gente sem escrúpulos, que é poder e/ou gravita à volta dele, sugando o vigor do Corpo Municipal. Mas pesa-me também muito ou ainda mais, os que não o fazendo o permitem.

Não me podem pedir que, de posse de todas as minhas capacidades e conhecimento, eu me alheie (“deixa lá, esquece”).

Serei, por isso, o “guerrilheiro” do tempo: sem armas, sem agressões pessoais, mas implacável para com quem veio para se servir ou mudou de naipe no entretanto da caminhada.
Implacável com tudo o que possa prejudicar o Erário Público Municipal, seja no domínio do património, seja no bom nome do Município.

Espero que haja a coragem política de HT, que não tem havido, para ouvir, avaliar e tomar as decisões, que se impõem por muito desagradáveis ou difíceis que sejam.
Serei, por isso, para as pessoas que também exigem estar informadas, para todos os que quiserem acompanhar este espaço, o Provedor dos Munícipes.

Se confiar em mim faça-me chegar por e-mail para: [email protected]
as suas contribuições/sugestões, preocupações e denuncias e até desabafos sobre a política Municipal.

Serei o seu confidente. À prova de bala.

Sempre de Atalaia

Expofacic 2025/2026A Expofacic é, e esperamos que continue a ser por muitos e bons anos, o evento que nos orgulha como M...
29/05/2026

Expofacic 2025/2026

A Expofacic é, e esperamos que continue a ser por muitos e bons anos, o evento que nos orgulha como Município e que nos enaltece como Munícipes. Nela nos revemos. Nela se espelha o que fomos capazes de fazer nestes 25 anos. E por isso aqui vai o meu contributo para que ela se revitalize todos os anos e que se perpetue no tempo.

Dizíamos, lá muito atrás, que cada Expo se começava a preparar no último dia da feira anterior. E, de facto, assim era. Sabíamos, nos 2/3 dias seguintes ao fim da feira, ainda que a título provisório, o resultado: positivo, negativo, +100 mil euros, +200 mil euros ou menos 100 mil euros…
Era ao tempo, com valores drasticamente mais baixos, emergente o apuramento de resultados, o balanço geral sobre a última feira do ponto de vista social, económico, mas também, claro está, do ponto de vista financeiro. E para quê tudo isto? Para melhor poder sustentar o novo elenco da comissão organizadora, os processos, o controlo financeiro e a eventual auditoria interna, sempre salutar e eu diria hoje, obrigatória.

Ora, não basta que os responsáveis saibam os resultados da feira (se sabem?). É necessário que os Munícipes saibam também se houve lucros ou prejuízos. E é muito, muito estranho que, a menos de dois meses da EXPOFACIC 2026, os Munícipes não saibam os verdadeiros, reais e efetivos resultados da Expo 2025… e de todas as outras, pelo menos até à saída do Eng.º Alves da administração.
Já toda a gente sabe hoje que o resultado foi muito pesado… muito pesado mesmo; que o rombo foi grande. E pode-se saber quanto foi? Porque continua esta opacidade durante tanto tempo? Porque o número fez e faz mossa? Estão a esconder o quê?

Quanto mais tempo passar sem esclarecer as dúvidas, mais estas se avolumam. Publicamente, devia ser esclarecido se houve alterações quanto ao novo “figurino” do agenciamento dos artistas. Houve concurso ou terá sido entregue novamente a algum amigo da Presidente?
Se o programa das festas é sufragado pela Presidente, pelo Executivo, ou se tudo é decidido, porque QPM, pela “dupla de sonho” PC1/PC2?
Como se compagina a ortodoxia religiosa com os livinhos da vida? Em que gorduras vão cortar para reduzir a pancada? Vai continuar a manter-se esta sinuosa e sem critério forma de lidar com os expositores? Ou será novamente em zigue-zague?

PC1 vai continuar a esbanjar bilhetes e convites de acesso à feira como se fosse coisa sua? (Não falo dos convites às entidades oficiais.) E dá-os a todos os munícipes ou só aos seus compinchas, amigalhaços e putativos apoiantes (5.000? 10.000? 20.000?) Quantos bilhetes são? Alguém sabe? A Senhora Presidente sabe?

E paga-os, como seria sua obrigação, ou ficam por conta do erário público (paga o Zé)? Quem vai passar a pagar, a partir de agora, as reparações financeiras nas viaturas e os danos na imagem do Município, causados pelos “acidentes” dos PC’s com os carros da Inova?

E ficam junto à(s) viatura(s) para assumirem responsabilidades ou zarpam dali para fora sem que, até hoje, se perceba porquê? E quem lhes vai buscar os carros… sabe que também é cúmplice? Ou não sabe?

Voltem Alves e Laranjo, que fazem cá muita falta!

Assino por baixo.

Sempre de atalaia

Expofacic 2025/2026A Expofacic é, e esperamos que continue a ser por muitos e bons anos, o evento que nos orgulha como M...
29/05/2026

Expofacic 2025/2026

A Expofacic é, e esperamos que continue a ser por muitos e bons anos, o evento que nos orgulha como Município e que nos enaltece como Munícipes. Nela nos revemos. Nela se espelha o que fomos capazes de fazer nestes 25 anos. E por isso aqui vai o meu contributo para que ela se revitalize todos os anos e que se perpetue no tempo.

Dizíamos, lá muito atrás, que cada Expo se começava a preparar no último dia da feira anterior. E, de facto, assim era. Sabíamos, nos 2/3 dias seguintes ao fim da feira, ainda que a título provisório, o resultado: positivo, negativo, +100 mil euros, +200 mil euros ou menos 100 mil euros…
Era ao tempo, com valores drasticamente mais baixos, emergente o apuramento de resultados, o balanço geral sobre a última feira do ponto de vista social, económico, mas também, claro está, do ponto de vista financeiro. E para quê tudo isto? Para melhor poder sustentar o novo elenco da comissão organizadora, os processos, o controlo financeiro e a eventual auditoria interna, sempre salutar e eu diria hoje, obrigatória.

Ora, não basta que os responsáveis saibam os resultados da feira (se sabem?). É necessário que os Munícipes saibam também se houve lucros ou prejuízos. E é muito, muito estranho que, a menos de dois meses da EXPOFACIC 2026, os Munícipes não saibam os verdadeiros, reais e efetivos resultados da Expo 2025… e de todas as outras, pelo menos até à saída do Eng.º Alves da administração.
Já toda a gente sabe hoje que o resultado foi muito pesado… muito pesado mesmo; que o rombo foi grande. E pode-se saber quanto foi? Porque continua esta opacidade durante tanto tempo? Porque o número fez e faz mossa? Estão a esconder o quê?

(continua)....
artigo completo no facebook

27/05/2026

Ai águas de Gaia...
Ai águas de Gaia...

Quanta água ainda vai passar por debaixo da ponte...

Galinha de “alavanto” não choca os ovos direito!Ao longo destes longos 12 anos de total afastamento das lides Municipais...
17/05/2026

Galinha de “alavanto” não choca os ovos direito!

Ao longo destes longos 12 anos de total afastamento das lides Municipais tenho alertado os Novos(velhos) Capitães-Mor da Casa Amarela para vários tipos de “rupturas” com perdas na “Rede”…! Alertei também para os comportamentos de novo riquismo, soberba, luxuria, e para os tiques à Duce, Putin e agora Trump. Não menos importante - tenho vindo a chamar a atenção para o velho hábito velho de “varrer o lixo para debaixo do tapete”. E os ovos mornaços…!

Ora esta intempestiva “gloria de mandar…” numa prolifera e desgarrada aceitação de cargos (não elenco de tão fastidioso) leva a uma quase permanente ausência da timoneira. A Presidente não está! E os ovos frios…! Esta ausência do chefe leva a abusos de autoridade, descoordenação, ameaças explicitas ou veladas e mal estar na Autarquia onde todos parecem mandar. A coisa está sem rei nem roque no Município e bem pior ainda na Inova – diminui-se a autoridade, perde-se a liderança.
Nada de pessoal me move contra a Presidente, embora por natureza, por princípio e por pudor eu seja avesso a todo e qualquer tipo de tachos por me provocarem asco e dolorosa urticária. Também sei que quem muitos burros toca algum há-de ficar para trás. Ora não se trata de 1, 2 ou 3 burros mas de uma jumentada arregimentada nos corredores da tecelagem partidária. Nada contra a ambição dos que a almejam. Nada contra querer-se mais e melhor. Só que o mais e melhor e o estar na linha da frente eram dirigidos outrossim para o Município, para o desenvolvimento do Concelho e para o bem-estar coletivo. E assistimos com muita complacência de todos nós ao governo do desgoverno da Inova e a uma apagada e vil tristeza na entrega de bandeja ao rapaz novo do mando municipal. Desfez-se o espirito de grupo que tanto custou a construir! E os ovos gelaram de vez…!

E irá ser uma tarefa hercúlea e demorada, com nova postura e uma nova atitude que obrigue a que outros ovos sejam aquecidos à temperatura certa exigindo-se que a nova galinha não se afaste do galinheiro por “dá cá aquela palha”. Porque não há duvida que galinha de “alavanto não choca os ovos direito”.

Sempre de Atalaia

Galinha de “alavanto” não choca os ovos direito!Ao longo destes longos 12 anos de total afastamento das lides Municipais...
17/05/2026

Galinha de “alavanto” não choca os ovos direito!

Ao longo destes longos 12 anos de total afastamento das lides Municipais tenho alertado os Novos(velhos) Capitães-Mor da Casa Amarela para vários tipos de “rupturas” com perdas na “Rede”…! Alertei também para os comportamentos de novo riquismo, soberba, luxuria, e para os tiques à Duce, Putin e agora Trump. Não menos importante - tenho vindo a chamar a atenção para o velho hábito velho de “varrer o lixo para debaixo do tapete”. E os ovos mornaços…!

Ora esta intempestiva “gloria de mandar…” numa prolifera e desgarrada aceitação de cargos (não elenco de tão fastidioso) leva a uma quase permanente ausência da timoneira. A Presidente não está! E os ovos frios…! Esta ausência do chefe leva a abusos de autoridade, descoordenação, ameaças explicitas ou veladas e mal estar na Autarquia onde todos parecem mandar. A coisa está sem rei nem roque no Município e bem pior ainda na Inova – diminui-se a autoridade, perde-se a liderança.

Nada de pessoal me move contra a Presidente, embora por natureza, por princípio e por pudor eu seja avesso a todo e qualquer tipo de tachos por me provocarem asco e dolorosa urticária. Também sei que quem muitos burros toca algum há-de ficar para trás. Ora não se trata de 1, 2 ou 3 burros mas de uma jumentada arregimentada nos corredores da tecelagem partidária. Nada contra a ambição dos que a almejam. Nada contra querer-se mais e melhor. Só que o mais e melhor e o estar na linha da frente eram dirigidos outrossim para o Município, para o desenvolvimento do Concelho e para o bem-estar coletivo. E assistimos com muita complacência de todos nós ao governo do desgoverno da Inova e a uma apagada e vil tristeza na entrega de bandeja ao rapaz novo do mando municipal. Desfez-se o espirito de grupo que tanto custou a construir! E os ovos gelaram de vez…!

E irá ser uma tarefa hercúlea e demorada, com nova postura e uma nova atitude que obrigue a que outros ovos sejam aquecidos à temperatura certa exigindo-se que a nova galinha não se afaste do galinheiro por “dá cá aquela palha”. Porque não há duvida que galinha de “alavanto não choca os ovos direito”.

Sempre de Atalaia

Conto com a participação de todos!ObrigadoAté Sábado !!
11/05/2026

Conto com a participação de todos!
Obrigado

Até Sábado !!

O Fórum Democrático promove no próximo dia 16 de maio uma nova conversa/debate dedicada ao tema:
“Saúde Mental: Fatores de Risco e de Proteção”
A saúde mental é hoje um dos grandes desafios da sociedade contemporânea, com impacto em todas as idades e dimensões da vida individual, familiar e comunitária. Falar sobre prevenção, fatores de risco, proteção e qualidade de vida é essencial para uma sociedade mais consciente e mais preparada.
Esta conversa contará com a participação de dois convidados com experiência e percurso reconhecido na área da saúde mental e nos cuidados de saúde primários:
• Horácio Firmino, médico psiquiatra, ex-diretor de serviço de psiquiatria dos CHUC com vasta experiência clínica e intervenção na área do envelhecimento, saúde mental e políticas de saúde.
• Virginia Abreu Marques, médica especialista em medicina geral e familiar, diretora do USF Terras de Cantanhede.
📅 16 de maio de 2026
🕒 18h30
📍 Museu da Pedra, Cantanhede
👉 Entrada livre, Inscrição pelo link: https://docs.google.com/forms/d/e/1FAIpQLSfRFxryaZDEAQslAvBGIF-nLpDEoClntYS5VEaFXB521UxJRw/viewform?usp=headerhttps://docs.google.com/forms/d/e/1FAIpQLSfRFxryaZDEAQslAvBGIF-nLpDEoClntYS5VEaFXB521UxJRw/viewform?usp=header
Convidamos toda a comunidade a participar nesta reflexão e partilha de ideias sobre um tema central para o presente e futuro da nossa sociedade.

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