Fronteira ao VIVO Informação 2

Fronteira ao VIVO Informação 2 O concelho de Fronteira em Primeiro Lugar!

10/09/2026

24 Horas TT de Fronteira regressa de 𝟬𝟯 𝗮 𝟬𝟲 𝗱𝗲 𝗱𝗲𝘇𝗲𝗺𝗯𝗿𝗼 𝗱𝗲 𝟮𝟬𝟮𝟲.

⚽️ Jogo Veteranos ⚽️🗓️ Sábado dia 12 Setembro 2026⏱️ 11:30H📍 Estádio Municipal Cândido de Oliveira⚫️⚪️ A.C.Fronteirense⚡...
10/09/2026

⚽️ Jogo Veteranos ⚽️
🗓️ Sábado dia 12 Setembro 2026
⏱️ 11:30H
📍 Estádio Municipal Cândido de Oliveira

⚫️⚪️ A.C.Fronteirense⚡️Só Dava Assim ⚪️⚫️

Confesso que há muita coisa neste mundo que me irrita. Comecemos pelos estrangeirismos. Pessoas que comunicam em portugu...
10/09/2026

Confesso que há muita coisa neste mundo que me irrita.
Comecemos pelos estrangeirismos. Pessoas que comunicam em português, que supostamente deveriam defender e valorizar a nossa língua, e depois é countdown para aqui, backstage para acolá… Mas porquê?! Não temos palavras em português? Não se pode dizer contagem decrescente? Não se pode dizer bastidores? É assim tão difícil?
Agora, há uma coisa que já não consigo simplesmente respeitar com um sorriso: esta subida dos combustíveis!
Mas isto é o quê?!
A gasolina e o gasóleo sobem como se tivessem descoberto petróleo debaixo da nossa garagem. Um dia abastecemos e pensamos que estamos a pôr combustível no carro; no outro parece que estamos a fazer um investimento financeiro de longo prazo.
E o mais engraçado é que, quando o preço do petróleo sobe, lá vem a subida. Quando desce… bom, aí já há uma espécie de silêncio contemplativo. O preço parece ter criado raízes no posto de combustível.
E nós? Nós pagamos.
Pagamos para trabalhar, pagamos para levar os filhos à escola, pagamos para ir ao supermercado, pagamos para ir ao médico, pagamos para simplesmente nos deslocarmos na nossa própria vida.
E depois admiram-se de as pessoas andarem irritadas.
Não é só o preço do combustível. É a sensação constante de que tudo sobe, menos os nossos rendimentos.
Qualquer dia, antes de ligar o carro, temos de fazer uma reunião de família para decidir se vale a pena ir ao supermercado ou se é melhor comer o que ainda temos no congelador.
E pronto… lá continuamos nós.
A tentar viver, a tentar trabalhar e a tentar não olhar para o preço por litro para não termos um ataque de nervos.
Mas vá… countdown para a próxima subida, meus senhores.
Ou melhor: contagem decrescente.
Porque português ainda alguns sabemos falar. Ao menos isso.
Rui Campos Correia

09/09/2026
09/09/2026
Na vida vamos encontrar 3 tipos de amizades: A amizade virtual, a falsa e a verdadeira. Se algum dia tiveres com fome,  ...
07/09/2026

Na vida vamos encontrar 3 tipos de amizades: A amizade virtual, a falsa e a verdadeira. Se algum dia tiveres com fome, o amigo virtual vai dizer-te assim: eu nem te conheço de lado nenhum, desenrasca-te vai á pesca e apanha um peixe para comer. O amigo falso vai contigo á pesca e no fim ainda te f**a com o peixe para fazer negócio. O amigo verdadeiro vai á pesca, apanha o peixe, escama o peixe, frita o peixe , espeta um garfo no peixe, e tu só tens que abrir a boca para comer.
Qual a perceção que temos dos amigos? O amigo virtual é um gajo fixe, e até publica umas coisas engraçadas. O amigo falso é um tipo porreiro e até bebermos uns copos juntos. O amigo verdadeiro é um estupido, pois sabe bem que só gosto de achigans e fui-me dar uma carpa.
Moral da história: valoriza mais os amigos verdadeiros e menos os amigos virtuais.

05/09/2026

Vítima de despiste em Fronteira helitransportada para Lisboa

04/09/2026

📣 No seguimento dos trabalhos mencionados abaixo, informamos que devido a complicações dos trabalhos no terreno, a empresa das Águas do Alto Alentejo irá prolongar os mesmos até às 18h00 de dia 04 de setembro de 2026.

Ainda bem que já tenho espaço para escrever um pouco mais. Confesso que tive alguma influência na decisão do Rui, mas is...
04/09/2026

Ainda bem que já tenho espaço para escrever um pouco mais. Confesso que tive alguma influência na decisão do Rui, mas isso agora são contas de outro rosário. Vamos ao assunto de hoje.
Como escrevi, estive de férias em Cabo Verde. Ora, como cerca de 80% dos portugueses, também fui de avião e também fui para o estrangeiro. Só que eu passei um bocadinho ao lado daquele turismo de massas, porque estive na remota ilha do Fogo, onde até o ar parece ter respeito por nós. É uma ilha onde a natureza manda e o turista percebe rapidamente que não vale a pena discutir com ela.
Mas tive dois dias no Sal.
E foi aí que comecei a questionar algumas coisas.
Então, afinal, as pessoas não vão de férias para descansar?
Eu julgava que férias era chegar ao hotel, pousar as malas, estender o corpo numa espreguiçadeira e f**ar ali num estado próximo da hibernação. Se possível, com alguém a trazer uma bebida de vez em quando para evitar que tivéssemos de fazer movimentos desnecessários.
Mas não.
De repente começa a música.
E eu ouço qualquer coisa do género:
“Mete a mão na cabecinha… agora na perninha…”
E olho à minha volta.
Está toda a gente a dançar!
Pensei: “Mas esta gente veio para descansar ou veio fazer uma audição para o Dança com as Estrelas?”
Há pessoas que passaram o ano inteiro sentadas numa secretária, oito horas por dia, a dizer que estão cansadas. Depois chegam a Cabo Verde e, mal ouvem a primeira música, começam a mexer a cabeça, os braços, as pernas e, se for preciso, até aquilo que já não mexiam desde 2019.
E eu ali, perplexo, a pensar: eu vim descansar!
Depois percebi outra coisa: aquilo não é música de férias. É música de resistência.
A mesma música que se ouve no mercado, na feira da terra, na festa da aldeia e provavelmente na coluna Bluetooth do senhor que vende bifanas junto à estrada.
Mas o turista ouve aquilo no resort e pensa: “Que ambiente fantástico!”
Claro que é fantástico. Se a mesma música passasse numa festa cá em Portugal, provavelmente alguém dizia:
— Ó homem, baixe lá isso que amanhã trabalho!
Em férias, porém, parece que há uma regra: se estiveres sentado mais de cinco minutos, alguém considera que estás doente.
A animação começa de manhã, continua ao almoço, reaparece à tarde e, quando pensamos que finalmente chegou a hora de descansar, lá vem outra música.
Mete a mão na cabecinha.
Eu já estava a pensar meter a mão na cabeça, mas por outro motivo.
E comecei a perceber o negócio dos operadores turísticos.
Aquilo é uma máquina muito bem oleada: comida, bebida, música, atividades, dança, jogos, excursões, mais música, mais comida e, quando o turista finalmente chega ao quarto, já não tem forças nem para se queixar.
E provavelmente é esse o segredo.
Porque o português gosta.
Aliás, o português gosta muito daquela palavra mágica: “tudo incluído”.
Dizem-nos “tudo incluído” e nós nem perguntamos o que é o tudo.
Pode ser buffet, bebidas, animação, dança, hidroginástica, tiro ao alvo, voleibol, zumba, karaoke ou uma senhora a ensinar-nos a fazer uma coisa qualquer com uma toalha.
É tudo incluído? Então venha.
E há ainda outra razão: f**a barato.
Muito barato.
E o português perante uma coisa barata perde imediatamente a capacidade de fazer perguntas.
“Quanto custa?”
“É 700 euros.”
“E é tudo incluído?”
“Sim.”
“Então vamos!”
Depois chega ao destino e descobre que o “tudo incluído” incluía precisamente tudo aquilo de que ele queria fugir.
Mas não interessa.
Às oito da manhã já está a fazer hidroginástica.
Às dez está a jogar voleibol.
Ao meio-dia está a dançar.
Às três está a participar num concurso.
Às cinco está outra vez a dançar.
Às oito está a jantar.
Às dez está no espetáculo.
E à meia-noite, exausto, olha para a mulher e diz:
— Amanhã é que vamos descansar.
No dia seguinte, às nove da manhã:
“Bom diaaaa! Está na hora da aquagym!”
E lá vai ele.
Eu, entretanto, continuo a defender a minha teoria de férias: quanto menos atividade, melhor.
Se numa semana de férias alguém me perguntar:
— O que fizeste hoje?
A resposta ideal é:
— Nada.
E se insistir:
— E ontem?
— Também nada.
Isso, meus amigos, é consistência.
Porque férias não deviam ser uma competição para ver quem consegue chegar mais cansado ao aeroporto de regresso.
Mas talvez eu esteja errado.
Talvez o verdadeiro descanso do português seja pagar para alguém lhe dizer o que fazer durante todo o dia.
E, enquanto ele mete a mão na cabecinha e depois na perninha, eu fico a pensar:
“Descansar? Descansar era não haver música nenhuma.”
E lá ao fundo começa outra vez:
“Mete a mão na cabecinha…”
Pronto.
Está visto.
Abraço
Tito Tomás

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Fronteira
7460

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