07/10/2016
1-2015 (Repost completo)
No primeiro dia do nosso projecto, chovia desmesuradamente. Decidimo-nos por ir procurar os vossos dizeres no aeroporto, local abrigado da chuva e com emoções à flor da pele. Ainda não tínhamos estacionado o carro e vislumbrámos um casal de bagageira aberta, malas de viagem no chão enrolados num abraço infindo onde parecia que o tempo tinha parado. O abraço imóvel deu tempo para estacionarmos, decidir que os iríamos abordar e dirigirmo-nos a eles. Uma simpatia imediata e uma alegria no olhar eram contagiantes. A paz, o amor, o carinho, a calma, a paixão estava estampada nos seus rostos e gestos. Soubemos, naquele instante, que este projecto tinha tudo para dar certo. Tal como eles.
Ela: “Ele vive em Londres e acabou de chegar. Eu vivi lá, mas regressei há cerca de um ano. Temos uma amiga comum que lá reside e que nos falou a ambos sobre o outro. Por ela estar doente e internada com um cancro, há cerca de um mês e meio eu fui visitá-la e nós os dois encontrámo-nos por acaso, mas soubemos logo que éramos um do outro. Não tivemos quaisquer dúvidas de que assim é. Temos falado muito pelo Facebook, temo-nos conhecido ainda mais durante este tempo. E é assim: é esta paixão toda que estão a ver!”
Ele: “A nossa amiga estava no hospital e eu fui visitá-la. Conversámos muito sobre a doença dela, sobre emoções e sobre a vida. Quando não estava à espera, ela apresentou-nos e houve algo que despertou de imediato a atenção de ambos. Foi qualquer coisa instantânea, foi uma conexão muito forte, imediata e de um conforto incrível. Fomos ver um espectáculo, numa casa cheia, e, quando demos conta, estávamos sozinhos, sem ter dado pelo tempo passar. A nossa forma de comunicação tem sido mais pela escrita. Escrevemo-nos muito! Quando escrevemos somos mesmo nós e não temos subterfúgios. Gosto de lhe escrever cartas à moda antiga. Vamo-nos conhecendo à nossa maneira.”
Diz-nos o que pensaste...
No primeiro dia do nosso projecto, chovia desmesuradamente. Decidimo-nos por ir procurar os vossos dizeres no aeroporto, local abrigado da chuva e com emoções à flor da pele. Ainda não tínhamos estacionado o carro e vislumbrámos um casal de bagageira aberta, malas de viagem no chão enrolados num abraço infindo onde parecia que o tempo tinha parado. O abraço imóvel deu tempo para estacionarmos, decidir que os iríamos abordar e dirigirmo-nos a eles. Uma simpatia imediata e uma alegria no olhar eram contagiantes. A paz, o amor, o carinho, a calma, a paixão estava estampada nos seus rostos e gestos. Soubemos, naquele instante, que este projecto tinha tudo para dar certo. Tal como eles.
Sigam www.dizcomofoi.com/1-2015.html para saberem como foi.