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EU ESTAVA PRESA NO QUARTO COM ELE QUANDO O LUSTRE COMEÇOU A TREMER E A ÚNICA SAÍDA ERA QUEBRAR O VIDRO ENQUANTO ELE ME S...
26/07/2026

EU ESTAVA PRESA NO QUARTO COM ELE QUANDO O LUSTRE COMEÇOU A TREMER E A ÚNICA SAÍDA ERA QUEBRAR O VIDRO ENQUANTO ELE ME SEGURAVA E PERGUNTAVA O QUE EU ESCONDIA DELE
PARTE 1
Eu puxava a alça da blusa de novo e ela não entrava direito.
Lucas chegou perto e ajeitou sem falar nada.
Eu olhei pra ele.
— Obrigada.
Ele respondeu baixo:
— Eu nunca ia fazer nada pra te deixar constrangida.
Ficou olhando meu rosto.
— Você ficou mais vermelha de nervoso. F**a bonita assim.
Ele tirou um pingente do bolso e estendeu.
— Eu também tenho um presente pra você.
Eu recuei a mão.
— Não.
Ele franziu a testa.
— O que houve? Você sempre reclamava que nunca ganhava nada. Você mesma disse que voltou por minha causa. Por que agora não pode aceitar?
Eu inventei qualquer coisa.
— Preciso atender uma ligação urgente.
Ele segurou meu braço.
— Para. Fala a verdade de uma vez. Por que você sempre se afasta quando eu chego perto? Tem alguma coisa que você tá escondendo?
Eu respirei fundo.
— Você é casado.
Ele não se surpreendeu.
— Eu já sei. Mas se a lei não considera um casamento válido se não foi cumprido por sete anos, por que você ainda hesita?
Do lado de fora alguém gritou meu nome. O lustre do salão estava solto. Eu já sabia. Tinha visto a mensagem. Meu peito apertou.
Lucas percebeu.
— O que foi?
A porta estava trancada. Eu empurrei. Não abriu.
— Preciso sair. Preciso falar com a Camila agora.
Ele tentou a maçaneta. Nada.
Eu peguei o objeto da lareira e bati no vidro da janela. O barulho ecoou.
Lucas me puxou na hora. Segurou minha cabeça, checou se eu tinha me machucado, e me abraçou.
Do lado de fora as pessoas pararam. A mãe dele olhou pela janela quebrada e fez uma cara feia. Os outros dois, o Sohan e a Kamla daqui, se entreolharam satisfeitos. Quinze minutos tinham passado e a gente ainda não tinha saído.
Eu gritei:
— O lustre vai cair!
A Camila não entendeu. Lucas viu o risco, puxou ela pro lado. O lustre desceu com tudo no lugar onde ela estava.
Ele ficou olhando pra ela.
— Se alguma coisa tivesse acontecido com você… eu ia carregar essa culpa pro resto da vida. Você sempre cuidou de mim.
A tia dele falou:
— Nada acontece com ela enquanto o Lucas estiver perto.
A avó completou:
— É obrigação de marido proteger a mulher.
Lucas saiu. A Camila ficou ali, quieta, com um sorriso pequeno.
Eu fiquei do lado de fora, o coração batendo forte. Ele tinha salvado ela. E eu tinha mentido de novo.
Quando a gente voltou pro quarto, eu falei baixo pra ela:
— Eu só quero f**ar perto dele. Se isso ajudar, eu faço de novo.
Ela respondeu:
— Foi o dia mais importante da minha vida. Eu vi medo nos olhos dele por mim.
Eu olhei pra mão dela. Tinha um corte. Lucas chegou correndo, lavou, cuidou. Ela não reclamou de dor. Eu virei o rosto.
Mais tarde ele bateu na porta. Eu escondi a Camila atrás da cortina e abri.
— Preciso conversar.
Ele entrou.
— Você viu o que aconteceu. Quase tirou a vida dela. Eu tô começando a achar que aquela previsão pode ser verdade.
Eu falei:
— Você não acredita nisso.
— Às vezes a gente não tem escolha.
Ele perguntou se eu achava que dava pra amar de novo. Eu respondi que sim. Ele saiu.
Eu fiquei sozinha e falei baixinho:
— Me perdoa. Eu menti. Eu nunca amei de novo.
A Camila saiu do esconderijo e me abraçou.
— Obrigada. Você tá me devolvendo a esperança.
Eu sorri pra ela. Por dentro eu estava afundando.
Naquela noite ele a encontrou dormindo no chão. Ficou preocupado com o ventilador. Acordou ela e mandou subir na cama. Ela perguntou o que tinha mudado. Ele não respondeu. Só deitou do outro lado.
No dia seguinte a Kamla mexeu no doce na cozinha. Eu vi a Camila sorrindo pra mim e contando que pela primeira vez em dez anos tinha dormido na mesma cama que ele.
Eu forcei um sorriso.
Quando ela saiu, eu fiquei parada na frente do espelho.
Algo estava prestes a quebrar de vez.
E então…
PARTE 2....

EU REZEI PARA DEUS FAZER CLAUDIA PAGAR POR TUDO QUE ELA FEZ MAS QUANDO A MÃE DO RAFAEL DESMAIOU NOS DOCES QUE EU PREPARE...
26/07/2026

EU REZEI PARA DEUS FAZER CLAUDIA PAGAR POR TUDO QUE ELA FEZ MAS QUANDO A MÃE DO RAFAEL DESMAIOU NOS DOCES QUE EU PREPAREI ELE ME MANDOU EMBORA E AGORA SÓ TENHO 24 HORAS PARA SALVAR A MINHA MÃE DE VERDADE
PARTE 1
Eu ajoelhei no quarto e falei baixo pra Deus.
– Faz ela pagar. Faz a Claudia sentir tudo que ela fez.
Eu sabia que ela tinha feito muita coisa errada. Eu só queria justiça.
Do outro lado da cidade, a Gabi achou uma sacola no quintal. Chamou a mãe. Abriram. Tinha uma pilha de dinheiro e uma carta minha.
Eu escrevi que o Kauan podia construir a casa e o Pintu reabrir a padaria.
Eles agradeceram a Deus na hora.
A Shalini chegou depois, sorrindo.
– Marina, alguém deixou duzentos mil reais na frente da minha casa. Li a carta. Agora posso ajudar meu irmão a estudar.
Ela perguntou se podia aceitar.
Eu disse:
– Aceita. Deus mandou isso pra você.
Por dentro eu pensei: a Claudia finalmente está pagando.
Os preparativos do casamento começaram. A casa ficou cheia. A Neetu trouxe a roupa do Rafael e mandou ele vestir à noite. Ele nem olhou. Só f**ava me encarando. A Isabella notou e ficou irritada.
A Neetu deu pulseiras pra Isabella e falou que era proteção contra mau-olhado.
O Lucas me chamou pra levar o café da manhã. Eu saí com ele. O Rafael tentou me seguir. A Isabella segurou o braço dele e reclamou alto.
– Você não presta atenção em mim.
A Neetu ainda lembrou:
– Isabella vai ser sua mulher. Faça ela feliz.
Quando f**aram sozinhos, o Rafael falou direto:
– Por que você tá agindo assim? Você sabe que eu não sinto nada por você. Eu amo a Marina. Esse casamento falso foi ideia sua. Agora tá machucando ela demais. Eu quero acabar com isso.
A Isabella respondeu:
– Eu só fingi pra Neetu não suspeitar.
Ele bateu na mesa.
– Tem limite. Seu jeito só faz a Neetu odiar a Marina mais. Eu vou cancelar o casamento.
Ela acusou:
– Você não se importa com a família nem com a reputação. Os convidados já estão chegando. Vai envergonhar todo mundo agora?
Ele cedeu.
– Amanhã de manhã eu conto a verdade.
A Neetu ouviu tudo atrás da porta. Ficou preocupada. Decidiu que precisava me tirar de casa antes que o Rafael falasse.
O Lucas me contou que a Claudia hipotecou as joias da família pra arrumar dinheiro. A mãe dele nunca ia perdoar se soubesse.
Eu respondi:
– Ainda temos que fazer ela sofrer mais.
A Neetu apareceu e pediu pra eu colocar manga nas sobremesas. Mentiu:
– Não usa morango. Eu sou alérgica.
A Shalini me avisou depois que a próxima parte do plano estava pronta.
A Claudia recebeu uma carta misteriosa e escondeu rápido. O Lucas viu e sorriu.
Eu liguei pra ela com voz alterada e ameacei. O Rafael chegou e a Shalini saiu sem barulho.
A Claudia veio me confrontar. Viu eu e o Rafael juntos e concluiu que não podia ser eu.
Ela falou:
– F**a longe da felicidade da minha filha ou você vai se arrepender.
Eu respondi calma:
– Você não tem ideia do quanto uma filha pode fazer pela mãe.
Ela perguntou por que eu me importava com a minha mãe. Eu disse que nunca ia roubar a felicidade de outra mulher. Ela mandou eu f**ar longe do Rafael e da Isabella e sair de casa logo depois do casamento.
Quando ela saiu, eu pensei: eu não sei se vou ter o Rafael, mas vou mostrar a verdade dela pra todo mundo.
A cerimônia do chuda começou. A Kiran e a Raveena ajudaram a Isabella a colocar as pulseiras. A Claudia assistia feliz. A Neetu f**ava me olhando feio. Eu não reagi. O Rafael não tirava os olhos de mim.
Depois do ritual, a Neetu pediu pra Anisha distribuir dinheiro pros empregados e mandou eu trazer os doces. Eu servi. Ela deu um pra Isabella. Isabella deu um de volta pra ela.
A Neetu começou a falta ar. O Rafael correu.
O médico foi chamado. A Neetu acusou:
– A Marina colocou manga. Eu sou alérgica.
Eu defendi:
– Você só falou de morango. Eu não coloquei morango.
Ela insistiu que tinha falado de manga e que eu tentei machucar ela de propósito.
O Rafael no começo disse que eu não mentiria. Depois gritou:
– Sai dessa casa agora!
Levou a mãe pro hospital. Eu vi que ele nunca ia acreditar em mim contra a mãe. A Claudia e a Isabella se divertiram em silêncio. Eu chorei.
O telefone tocou. O médico disse que a condição da minha mãe Shruthi piorou. Só tinham 24 horas pra um transplante de fígado.
Eu fiquei destruída. O Lucas ouviu e disse que ia me ajudar. Eu expliquei que tudo que eu fiz foi pra forçar a Claudia a confessar que é minha mãe e doar parte do fígado. Ele prometeu expor ela. Eu falei que sem prova ninguém ia acreditar.
Ele perguntou se eu planejava matar a Claudia.
O médico ligou pro Rafael e disse que a Neetu estava fora de perigo. O Rafael se sentiu culpado. Quis falar comigo sozinho. A Shalini chamou a Isabella. O Lucas fez sinal pra ela.
Quando o Rafael entrou no meu quarto, só achou a carta que eu deixei. Ele leu e ficou destruído.
Ao mesmo tempo perceberam que a Isabella tinha sumido. A Raveena falou que era mau presságio.
A Claudia recebeu outra carta: se quisesse salvar a filha, tinha que ir ao restaurante Salooja.
PARTE 2....

EU ACUSEI MEU MARIDO DE TENTAR ACABAR COM A MINHA VIDA COM UM TRAVESSEIRO NO HOSPITAL E AGORA UMA FUMAÇA ESTRANHA ME PER...
26/07/2026

EU ACUSEI MEU MARIDO DE TENTAR ACABAR COM A MINHA VIDA COM UM TRAVESSEIRO NO HOSPITAL E AGORA UMA FUMAÇA ESTRANHA ME PERSEGUE ENQUANTO ELE SOME E EU FUJO PARA UM LUGAR PROIBIDO
PARTE 1
Eu estava deitada na cama do hospital quando eu falei pra ele.
— Você tentou acabar comigo.
Rafael parou na porta. A cara dele mudou.
— O que você tá falando, Isabela?
— Alguém tentou me sufocar com o travesseiro. Foi você?
Dona Helena ficou parada do lado da cama.
— O que é isso, minha filha?
Eu continuei olhando pra ele.
— Foi por causa da Sofia? Eu teria feito qualquer coisa se você tivesse pedido. Até isso.
Ele deu um passo pra frente.
— Para com isso. Só eu sei o que eu passei pra te trazer do posto de saúde até aqui. Eu queria ter sido eu no seu lugar.
Eu perguntei:
— Por que você não fez a cirurgia?
— Minhas mãos tremiam. Você é minha mulher. Eu tinha medo de te perder.
Eu fiquei quieta um segundo. Comecei a pensar que talvez não fosse ele. Que tinha outra pessoa por trás de tudo. Alguém que primeiro tentou pegar ele e depois veio atrás de mim.
Rafael se aproximou rápido.
— Como você sabe que alguém tentou me pegar? E o que você tava fazendo naquele posto de saúde?
Camila falou:
— Por que você tá interrogando ela desse jeito?
Eu fiquei em silêncio. Gostei de ver a cara dele. Rafael olhou pra mim e falou baixo:
— É isso que a gente virou agora.
A gente se olhou. Os dois desconfiados.
Dona Helena falou:
— Lembra o que o padre avisou. Ela escondeu tudo pra você não f**ar com medo. Como você ainda desconfia dela?
Beatriz disse pra mim:
— Você deve ter se confundido. Ele ficou com a gente o tempo todo.
Camila concordou.
Beatriz olhou pra nós dois.
— Vocês precisam começar a confiar um no outro. Eu tô cansada de ver vocês brigando.
Camila perguntou:
— Como você pode achar que ele tentaria te machucar?
Dona Helena olhou pra Rafael.
— E você, como pode achar que ela tava envolvida com ritual?
Rafael passou a mão no rosto.
— Eu preciso de ar.
Ele saiu. Dona Helena pediu pra eu descansar. Todo mundo saiu.
Fiquei sozinha. Pensei: ele nunca faria isso comigo. Uma enfermeira entrou.
— Ninguém entrou depois que ele saiu.
Eu entendi. Alguma coisa ruim tava tentando nos separar.
Lá fora Rafael mandou a família ir embora. Disse que eu ia f**ar em observação. Beatriz falou pra ele não se preocupar e foram embora.
Eu sabia que ele não ia me deixar sair. Mas eu precisava de prova. Eu precisei ir até a Mansão das Almas. Saí escondida e peguei um táxi.
O carro parou no meio do caminho. A bateria esquentou. O motorista desceu. Uma fumaça estranha veio e pegou ele. A mesma fumaça veio atrás de mim.
No hospital Rafael descobriu que eu não tava mais lá e mandou todo mundo procurar.
Eu corri. Pedi pra Deus proteger o bebê. Me escondi no meio de um grupo que fazia reza na calçada. A fumaça não conseguiu chegar perto. Eu ouvi uma voz baixa dizendo que a Sofia tava certa, mas que não ia desistir.
Cheguei na Mansão das Almas. Rafael me encontrou e me abraçou forte.
— Me desculpa. Eu morro se acontecer alguma coisa com você.
Ele perguntou:
— O que você quer que eu faça?
— F**a do meu lado o tempo todo.
Ele prometeu. Eu sorri.
De longe a fumaça ficou parada. A voz falou que não aceitava derrota e que ia trazer tempestade pra minha vida.
Eu acordei ouvindo a voz do Rafael. Ele disse que trouxe café da manhã. Eu olhei pro prato e vi minhocas se mexendo. Ele falou que era comida saudável e pediu pra eu comer. De repente ele virou fumaça. Eu joguei tudo no chão. Logo depois o Rafael de verdade entrou e pediu pra eu tomar o remédio. Eu recusei e saí correndo.
Dona Helena falou pra ele não entender errado. Rafael disse baixo que eu não confiava mais nele. Beatriz falou que eu tinha mudado. Eu fui pro oratório da casa e rezei. Pedi pra saber qual força tava tentando nos separar e como eu podia proteger ele.
Rafael viu fumaça subindo da mata e foi ver. Achou a foto dele queimada. Pensou que enquanto eu tentava proteger ele, alguém fazia ritual contra ele. Lembrou que eu o acusei e decidiu achar quem tinha me atacado no posto. Recebeu uma ligação de alguém que disse pra ele ir no terraço da Praça Central se quisesse saber quem era. Ele voltou pro quarto.
Eu falei que precisava conversar. Ele disse que eu tinha que descansar porque tinha acabado de operar. Eu pedi pra ele me ouvir. Ele falou que a gente tinha a vida inteira pra conversar e me deu um comprimido pra dormir. Eu pedi pra ele não ir a lugar nenhum e f**ar do meu lado. Eu dormi. Ele ficou me olhando e saiu quieto. A fumaça ficou na porta e falou baixo: “Jai Kali”.
Eu sonhei com ele no beiral de um terraço. Eu gritei pra ele ter cuidado. Ele pulou. Eu gritei o nome dele. A Sofia apareceu e segurou meu braço. Eu pedi pra ela soltar porque eu precisava salvar ele. Ela falou pra eu aceitar que ele tinha acabado. Disse que agora as duas eram mães dos filhos dele. Eu gritei e acordei. Comecei a procurar por ele. Beatriz falou que ele tinha me dado o comprimido e saído.
Rafael chegou no terraço. O prédio ainda tava em obra. Alguém empurrou ele. Ele caiu em cima de um caminhão parado embaixo.
Eu fiquei pensando se a Sofia e aquela força estavam por trás de tudo. Falei que a vida dele tava em perigo e que eu precisava sair. Dona Helena pediu pra eu f**ar. Beatriz lembrou do bebê. Eu não escutei. Disse que ia na casa da Karuna.
Depois de um tempo eu segurei a Sofia pelo pescoço e perguntei onde ele tava. Karuna falou que ele não tava lá e que a Sofia não tinha saído de casa. A Sofia perguntou se ele tinha sumido e botou a culpa em mim.
Dois homens arrumavam tudo pra enterrar o Rafael ferido.
Mas o pior ainda estava por vir.
PARTE 2....

EU SEGUI MEU MARIDO EM SEGREDO ATÉ O HOTEL DE LUXO E DESCOBRI A VERDADE SOBRE A MULHER QUE ELE ESCONDIA – MAS O QUE ACON...
25/07/2026

EU SEGUI MEU MARIDO EM SEGREDO ATÉ O HOTEL DE LUXO E DESCOBRI A VERDADE SOBRE A MULHER QUE ELE ESCONDIA – MAS O QUE ACONTECEU DEPOIS ME DEIXOU SEM CHÃO
PARTE 1
Eu não aguentei mais.
Ritu me pediu pra tirar todas as dúvidas de uma vez. Ela disse que eu precisava ver a verdade com os próprios olhos.
Então eu segui o Ricardo.
Ele saiu de casa sem avisar direito. Eu peguei o carro e fui atrás. Cheguei no hotel caro do centro de São Paulo e fiquei no estacionamento olhando.
Dentro do hotel, a Camila estava lá.
Ela viu a Shagun no lobby e começou a zoar.
– Uma mulher do seu nível não deveria estar num hotel desse preço.
A Shagun não respondeu. Só ficou olhando e murmurou baixinho que um dia ia provar o contrário.
A Camila saiu irritada. Ela reclamou no telefone que nunca conseguia tempo sozinha com o Ricardo por minha causa. Disse que eu estragava todos os planos dela.
O Ricardo mandou mensagem perguntando se ela estava no spa.
Ela respondeu logo:
– Volta agora.
Eu estava atrás de um pilar quando vi o Ricardo quase ser atingido por um carrinho de bagagem que vinha rápido. Eu corri e puxei ele pelo braço.
Ele se virou assustado.
– O que você tá fazendo aqui?
– Eu ia te perguntar a mesma coisa.
Ele respirou fundo.
– Meu melhor amigo, o Pratik, tá se divorciando. Ele tentou se machucar ontem. Eu fiquei pra ajudar e perdi o voo.
Eu falei:
– A gente checou a lista de passageiros depois do acidente do avião. Seu nome não estava. Todo mundo achou que você tinha embarcado.
Ele fechou os olhos por um segundo.
– Ainda bem que eu perdi esse voo.
Depois ele me encarou.
– Você me seguiu porque acha que eu tô traindo você. Foi a Ritu que te falou do hotel, né?
Eu respondi sem desviar o olhar:
– Eu acredito em você.
Ele falou baixo, sério:
– Eu nunca falei com outra mulher escondido. Eu sou só da minha mulher.
A Camila estava escondida atrás de uma coluna. Ela ouviu tudo. O rosto dela mudou.
O Ricardo ainda disse:
– Se você ainda duvida, pode vasculhar o quarto.
Eu recusei.
A Camila apertou o celular com força.
Enquanto isso, em outra parte da cidade, a Shagun escondeu uma sacola de dinheiro dentro do armário. O Vidyut chegou e perguntou por que ela estava suando.
– Você esqueceu a lição do Krish de novo. Tá escondendo alguma coisa?
Ela inventou rápido:
– Só tô com vergonha de ter esquecido a prova dele.
No hotel, o Ricardo voltou pro quarto e encontrou tudo bagunçado. A Camila estava brava.
– Vai embora. A Ana já estragou tudo. Eu quero f**ar sozinha.
Em casa, eu fiz aarti pro Ricardo. A Suman contou como todo mundo tinha f**ado preocupado. Eu falei que o Kanha nunca deixaria nada ruim acontecer com a nossa família.
A Shagun chegou. Eu contei tudo o que tinha acontecido.
Mais tarde a Camila desabafou com a amiga:
– Amanhã o Ricardo vai ter que escolher entre eu e a Ana.
A Ritu me avisou de novo pra não confiar cegamente. Eu respondi:
– Eu não consigo imaginar a vida sem ele. Ele é meu mundo inteiro. Ninguém vai tirar ele de mim.
No mesmo momento a Camila falava pra Mala:
– Ele é o amor da minha vida. Eu sou obcecada. Não vou deixar a Ana f**ar com ele. Eu faço o que for preciso.
A Shagun apareceu em casa usando um vestido caro de grife. A Suman e o Ashok comentaram na hora. A Anika elogiou o modelo e a marca.
Eu perguntei quanto tinha custado.
– Só dezessete mil.
A Suman brigou. Eu perguntei se o Vidyut sabia. A Shagun disse que depois mostrava. Ela me avisou pra não questionar, porque eu também não tinha contado pro Ricardo sobre o caso da Pretty Naari.
O Ashok perguntou de onde veio o dinheiro. Antes dela responder, o Ricardo chegou. A Shagun pediu pra ninguém estragar o humor dele.
A Kittu lembrou dos canetões que ele tinha prometido. Ele disse que deixou na moto. Ela pegou a chave sozinha e voltou com o pacote. Dentro tinha os canetões e um presente embrulhado.
Era um vestido moderno bonito.
A Anika falou que era lindo. A Shagun zoou perguntando se era pra mim. Eu disse que não uso roupa moderna. O Ricardo pegou o vestido rápido e mentiu:
– Comprei pra Ana.
Todo mundo zoou a gente. A Suman lembrou que nora f**a melhor de sari.
Quando f**amos sozinhos, eu olhei o vestido e falei que normalmente não uso esse tipo de roupa. Ele pegou de volta e inventou que tinha comprado o tamanho errado. Eu disse que queria experimentar mesmo assim. Ele falou pra não, porque a mãe não ia gostar, e que ia devolver na loja.
Eu fiquei quieta.
Na manhã seguinte eu rezei antes dele sair correndo de casa.
O Krish pediu um brinquedo pro Vidyut. Ele prometeu no aniversário. O menino falou inocente que tinha muito dinheiro no armário. O Vidyut foi olhar e o dinheiro tinha sumido. A Shagun fingiu surpresa. Por dentro ela estava aliviada. Ela já tinha trocado a sacola.
A Anika planejava uma surpresa de Dia dos Namorados pros pais. A Ritu apoiou. Eu aceitei ajudar.
O Ricardo tentou ligar pra Camila. A amiga dela disse que ela tinha ido pra nossa casa. Ele voltou correndo e parou na porta quando viu a Camila sentada com outro homem.
Eu apresentei:
– Esse é o Salil, o noivo da Camila. A gente tá conversando sobre o casamento.
O Ricardo ficou duro. Falou grosso com o Salil. Eu intervenho e acalmei a situação. Ele mal conseguia esconder o nervoso.
Ele disse que não ia deixar a Camila conversar sozinha. Eu perguntei por quê. Ele falou que cinco minutos não dava pra nada. Eu lembrei que a gente casou do mesmo jeito e mandei os dois conversarem no terraço. Ele ficou irritado.
A Camila levou o Salil. Eu fui buscar chá. O Ricardo os seguiu escondido. Ele viu os dois perto. O Salil falou que gostava dela e queria casar. A Camila percebeu o Ricardo e fez um sinal. Ele empurrou a mão do Salil e disse que ela não ia casar com ele porque gostava de outra pessoa. O Salil perguntou quem ele pensava que era. O Ricardo humilhou o cara. O Salil saiu p**o.
Eu encontrei o Salil na escada e perguntei o que aconteceu. Ele mandou eu perguntar pro Ricardo e foi embora.
Eu subi no terraço. A Camila soltou o abraço rápido. Eu perguntei o que estava acontecendo.
Ela olhou pra mim e falou:
– Eu cancelei o noivado porque amo outra pessoa.
E apontou pro Ricardo.
Eu travei.
continua
PARTE 2....

ELE ME FORÇOU A ENTRAR NO CARRO E AUMENTAR A DOSE DO MEDICAMENTO DO PACIENTE ENQUANTO O HOMEM QUE AMO F**A REFÉM NA CASA...
25/07/2026

ELE ME FORÇOU A ENTRAR NO CARRO E AUMENTAR A DOSE DO MEDICAMENTO DO PACIENTE ENQUANTO O HOMEM QUE AMO F**A REFÉM NA CASA COM OS GUARDAS DELE VIGIANDO CADA MOVIMENTO
PARTE 1
Ele me olhou de cima a baixo e falou baixo:
— Você vai pedir autorização pro diretor. Eu cuido do resto.
Eu engoli em seco.
— Por que ele ia aceitar isso?
— Porque eu vou fazer aceitar. Agora aumenta a dose do remédio dele. Já.
Meu coração bateu mais forte. Olhei pro chão.
— E eu? O que vai acontecer comigo depois?
— Nada. Você não vai ter problema nenhum.
Do outro lado da sala, Lucas se levantou.
— A investigação vai te pegar. Por que ela tem que arriscar a vida por esse plano seu?
Eu balancei a cabeça.
— Prefiro morrer do que fazer uma coisa dessas.
Ele deu um passo pra frente.
— Eu não vou te matar. Vou fazer algo pior. Vou acabar com ele. Olha em volta. Só tem gente minha aqui. Ele não sai.
Lucas apertou o maxilar.
— Minha família vai procurar a gente. A polícia vai olhar as câmeras.
— Eu cuido disso também. Quando eu terminar o que preciso, vocês dois voltam pra casa. Mas se abrir a boca, a culpa toda cai em você.
Ele apontou pra mim e saiu. Antes de fechar a porta falou:
— Não tentem nada hoje à noite. Tem gente olhando.
Quando a porta fechou eu sentei no chão. As pernas não aguentavam.
— Eu tô com medo.
Lucas se agachou na minha frente.
— A gente vai achar um jeito. Calma.
Na manhã seguinte eu entrei no carro dele. O vidro era escuro. Ele dirigia sem olhar pra mim.
— Ele tem que ir. Não pode f**ar em coma nem nada. Entendeu? Se você tentar alguma esperteza, o Lucas paga.
Eu fiquei quieta. Depois de uns minutos ele falou de novo:
— O próximo é o Parashar. Eu tô de olho em tudo que ele faz.
— Não mexe com ele. Por favor. Você só quer vingança.
— Eu tô equilibrando as coisas.
— Não mexe com o Lucas nem com o Parashar. Quando acabar você some?
— Sumo.
Eu olhei pela janela. Não tinha saída. Não tinha escolha.
Chegamos no hospital. Ele falou:
— Eu vou f**ar de olho em tudo que você faz lá dentro.
Eu desci e entrei.
Mais tarde ele ligou pro professor. Eu ouvi de longe.
— O Indranath quer a menina cuidando dele.
O professor respondeu que tinha regras. Ele insistiu. Disse que ia mandar uma carta. Pediu pra manter segredo. O professor aceitou.
Depois o professor me chamou no corredor.
— O paciente pediu sua presença. Você tem autorização especial. Os médicos seniores vão cuidar de tudo. Você só acompanha e aprende.
Eu abri a boca pra falar. Vi um homem de jaleco branco parado perto da porta. Era um dos dele. Fechei a boca de novo.
Entrei no quarto. A Banumati estava lá. Ela me abraçou.
— Que bom que você veio. Eu tava sem chão.
— Os médicos vão cuidar bem dele.
Ela saiu pro quarto VIP. O Indranath me olhou.
— Você tá tensa.
— É a situação.
— Ver você me lembra minha filha.
— Não se preocupa. Vai dar tudo certo. Os médicos daqui são bons.
Um médico entrou, me entregou a planilha de horários e saiu.
Logo depois o outro, o do Ankush, me puxou pro canto.
— Toma. Injeta agora. A cirurgia vai complicar sozinha. Você não tem escolha.
Eu fiquei olhando o frasco na mão. Meu estômago revirou.
Como eu ia fazer aquilo?
Continua...
PARTE 2....

ELE ME SALVOU DO BALANÇO QUE PEGOU FOGO NO MEIO DA FESTA CHAMANDO-ME DE ESPOSA ENQUANTO EU AINDA NÃO SABIA QUE MEU MARID...
25/07/2026

ELE ME SALVOU DO BALANÇO QUE PEGOU FOGO NO MEIO DA FESTA CHAMANDO-ME DE ESPOSA ENQUANTO EU AINDA NÃO SABIA QUE MEU MARIDO TINHA PEDIDO A OUTRA EM CASAMENTO ATRÁS DE TODO MUNDO
PARTE 1
Eu estava no corredor do hotel quando ouvi a voz dele.
— Eu te amo.
A porta do quarto estava meio aberta. Eu parei. O coração acelerou. Eu conhecia aquela voz. Era o Rafael. Meu marido.
Eu empurrei a porta com cuidado.
Ele estava de costas, celular na orelha. Quando virou e me viu, a cara mudou na hora.
— Era a Anika — ele disse rápido. — Do escritório.
Eu fiquei olhando pra ele. Não falei nada. Só fiquei ali.
Camila chegou atrás de mim.
— Mariana, a gente precisa falar com o Rafael. Sobre o noivado da Isabella.
Isabella apareceu na porta do quarto ao lado. Ela sorriu de um jeito que eu não gostei.
— Já falei com ele — ela disse. — Ele sabe de tudo.
Eu olhei pro Rafael. Ele não negou.
Camila perguntou direto:
— Com quem você vai se noivar, Isabella?
Isabella olhou pro meu marido e respondeu:
— Com o Rafael.
Eu senti o estômago virar. Rafael abriu a boca, mas não saiu nada.
Camila me puxou pelo braço.
— Vamos. Não f**a aqui.
A gente desceu pro salão. A festa já estava rolando. O Lucas me chamou de longe. Eu sorri pra ele, mas a cabeça estava em outro lugar.
Sofia passou por mim carregando um copo. Ela esbarrou de propósito e derrubou água na minha roupa.
— Desculpa — ela falou sem olhar na minha cara.
Diego estava do outro lado do salão. Ele me olhou. Eu segurei o olhar dele. Fazia meses que ele não lembrava de mim. Fazia meses que ele me tratava como estranha.
Camila chegou perto e sussurrou:
— A gente precisa fazer ele lembrar. O balanço está pronto.
Eu acenei com a cabeça. O plano era simples. O balanço parecia uma balança antiga. A mesma que a gente usava quando era criança.
Lucas veio até mim.
— Você está bem?
— Estou.
Ele me beijou a testa. Eu deixei. Não queria que ele desconfiasse de nada.
Sofia puxou Diego pro meio da pista. Eles começaram a dançar. Eu fiquei olhando. Diego dançava, mas o olhar dele não estava nela. Estava em mim.
Camila me cutucou.
— Agora.
A gente subiu no palco. Camila pegou o microfone.
— Amigos, hoje a gente quer homenagear um casal especial. Mariana e Lucas, venham aqui.
Eu desci do palco e sentei no balanço. Lucas sentou do meu lado. A gente balançou devagar.
Diego parou de dançar. Ele ficou olhando o balanço. A cara dele mudou. Eu vi o reconhecimento chegando.
Sofia correu pro fundo do salão. Eu não vi o que ela fez. Só ouvi o estalo.
O balanço tremeu. Depois veio o cheiro de queimado. O fogo subiu rápido nas cordas.
Lucas gritou. Eu tentei levantar, mas o balanço já estava quente demais.
Diego chegou correndo. Ele empurrou o Lucas pra longe e me puxou com força. A gente caiu no chão juntos.
Ele me segurou pelo rosto.
— Baiko. Acorda. Baiko.
Eu abri os olhos. Ele ainda me segurava. O olhar dele era o mesmo de antes. O olhar de quem me conhecia.
Ele se levantou rápido e saiu sem falar mais nada.
Camila me ajudou a f**ar de pé.
— Ele lembrou — ela falou. — Ele te chamou de esposa.
Eu olhei na direção que Diego tinha ido. O coração batia forte. Eu não sabia se era alívio ou medo.
Do outro lado do salão, Isabella puxava o Rafael pela mão. Eles sumiram pelo corredor.
Camila me segurou pelo braço.
— Mariana. A gente precisa ir atrás dele agora.
Eu ainda estava com o cheiro de queimado no nariz quando vi Sofia saindo pela porta dos fundos com o celular no ouvido. Ela estava sorrindo.
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PARTE 2....

EU ACCORDEI DE MANHÃ E VI MEU MARIDO DORMINDO NO SOFÁ. QUANDO FUI TOCAR NELE A SOGRA BATEU NA PORTA E A CASAMENTEIRA CHE...
24/07/2026

EU ACCORDEI DE MANHÃ E VI MEU MARIDO DORMINDO NO SOFÁ. QUANDO FUI TOCAR NELE A SOGRA BATEU NA PORTA E A CASAMENTEIRA CHEGOU FALANDO DE REMARRIAGE. ELE FICOU BRAVO E EU TIVE QUE EXPLICAR TUDO ENQUANTO ELE ME OLHAVA COM RAIVA
PARTE 1
Eu acordei e vi o Rafael dormindo no sofá da sala.
Ele estava de lado, com o braço jogado pra fora.
Eu fiquei olhando um tempo.
Fui andando devagar até ele.
Levantei a mão pra tocar o cabelo dele.
Aí a porta bateu forte.
— Ana! Abre aí!
Era a Carmen.
O Rafael abriu os olhos na hora.
Me olhou.
Eu tirei a mão rápido.
— Era uma mosca — eu falei. — Só tava tirando.
Ele se levantou sem falar nada e foi pro banheiro.
Abri a porta.
A Carmen estava com o rosto sério.
— Desculpa acordar tarde — eu disse.
— Não tem problema. Se arruma e desce. Coloca um vestido novo.
Eu perguntei quem vinha.
Ela só falou:
— Alguém.
F**a quieta e espera.
Eu não quero nada ruim pra você.
Fechei a porta.
O Rafael já tava saindo do banheiro.
Ele me viu olhando e virou o rosto.
Eu desviei o olhar na hora.
Enquanto eu arrumava o cobertor, ele passou por mim sem falar nada.
Lá embaixo a Carmen já tava conversando com a Dona Márcia, a casamenteira.
Ela me apresentou.
— A Ana já aceitou o segundo casamento. A gente não quer demorar.
A Dona Márcia me olhou de cima a baixo.
— Cintura fina. Rosto bonito.
Por que o marido deixou ela intocada todos esses anos?
Todo mundo ficou quieto.
Eu senti o rosto esquentar.
— Eu sei que a pergunta é ruim — ela continuou —, mas a família do noivo sempre pergunta.
A Carmen falou:
— Faz o que você quiser.
Foi nessa hora que o Rafael desceu a escada.
— Quem é essa?
O Sérgio, o pai dele, mandou ele calar a boca.
— Eu espero neto há dez anos. Não vou esperar mais.
O Rafael ficou vermelho.
— Por causa de você a Ana perdeu dez anos.
Isso é problema de marido e mulher. A gente resolve sozinho.
Eu falei baixo:
— Se acalma.
Eles também são meus pais.
Eu já aceitei.
Por que você tá bravo?
O Sérgio olhou pro filho.
— Se ela tá pronta, por que você se mete?
Ele virou pra Dona Márcia.
— Acham o melhor partido. Dinheiro não é problema. Quanto mais rápido, melhor o pagamento.
A Dona Márcia tirou um papel da bolsa.
— Tem um.
Mas ele tem um problema.
Já foi casado. A mulher foi embora com outro.
Ele sofreu igual a Ana.
Ela mostrou a foto.
O homem era bonito.
A Carmen falou que ia marcar o encontro.
Eu saí dali e subi.
O Rafael tava andando de um lado pro outro no quarto.
— O que você ganhou aguentando essa humilhação?
Por que deixa o povo te ofender?
Eu respondi sem olhar pra ele:
— Na nossa sociedade até solteira tem que aparecer com bandeja.
E eu? Depois de dez anos de casada?
Ele perguntou se eu ia continuar aguentando.
— Ninguém espera amor por dez anos — eu falei.
Você e a Diana vão viver.
Por que eu não posso?
Eu saí do quarto.
No corredor eu parei e chorei baixo.
Mais tarde levei almoço pro comércio dele.
Ele tava ocupado.
Eu coloquei o telefone na mesa.
— Liga pra ela.
Você tá bravo. Fala com a Diana. Vai melhorar.
Eu saí.
Olhei de longe.
Ele discou.
Cortou a chamada.
A Diana ligou de volta.
Ele cortou de novo.
Em casa a Carmen já tava gritando com as meninas.
— Tem visita vindo ver a Ana. Trabalhem direito.
A Sheila veio até mim.
— Você tá bem da cabeça?
— Tô.
Eu sei o que tô fazendo.
Já lutei bastante.
Ela me fez jurar que ainda amava o Rafael.
A Carmen interrompeu.
— A família do noivo tá chegando.
Todo mundo parou.
Lá embaixo o Sérgio mostrou a casa pro pessoal.
O noivo chegou.
Era o Rodrigo.
Eu desci com a bandeja de café.
Servi todo mundo.
Quando virei, o Rafael tava na porta da sala me olhando.
A mãe do Rodrigo pediu pra gente conversar sozinho.
A vó não gostou.
Mas a Carmen mandou eu levar ele pro jardim.
Lá fora o Rodrigo perguntou:
— Por que você tá nervosa?
Não é a primeira vez.
Ele perguntou se eu odiava o Rafael.
Eu neguei.
Ele segurou minha mão.
Eu puxei na hora.
O Rafael tava no terraço olhando.
O Rodrigo falou que queria conversar com o meu marido antes de decidir qualquer coisa.
Eu subi e encontrei o Rafael no quarto.
— Você parece feliz conversando com ele — ele disse.
— Nosso casamento acabou.
Quanto antes terminar, melhor.
Você vai falar com o Rodrigo?
Ele negou.
Eu perguntei se ele não queria que eu casasse de novo ou se de repente tinha começado a gostar de mim.
Ele ficou em silêncio.
Eu falei:
— Até você aceitar, eu não digo sim.
Ele acabou concordando em conversar.
Quando a família do Rodrigo foi embora, pediu um dia pra responder.
Eu fiquei na cozinha com a Sheila.
Ela perguntou o que eu achava do Rodrigo.
— Ele parece bom — eu respondi.
Mas eu não conseguia decidir sozinha.
E foi aí que a resposta chegou mais cedo do que a gente esperava.
PARTE 2....

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