04/06/2026
A imperatriz romana dormiu com 25 homens em uma noite. Eles imploraram, mas o que ela fez com eles com seus porretes foi pior que a morte.
Roma, 48 d.C. Enquanto seu marido, o imperador Cláudio, dorme no Palácio Imperial, uma mulher escapa por uma passagem secreta. Ela usa uma peruca loira barata para esconder seus cabelos escuros. Está vestida com as roupas de uma pr******ta comum: sem joias, sem maquiagem que a identificasse como nobre, apenas um tecido simples e gasto com cheiro de rua. Ela caminha rapidamente pelos becos escuros de Roma, com o rosto escondido, em direção ao bairro de Subura, a pior parte da cidade, a área onde os criminosos se escondem, onde os romanos mais pobres vivem em prédios em ruínas, onde a violência e as doenças estão por toda parte e onde funcionam os bordéis mais baratos.
Ela empurra a porta de um desses bordéis e entra. A dona do bo**el a reconhece imediatamente, apesar do disfarce. Todos aqui sabem quem ela realmente é, mas a chamam pelo seu nome artístico, Lásisca, a loba, porque essa mulher que se esgueira pelos bairros mais sórdidos de Roma para trabalhar como pr******ta é Valéria Messalina, Imperatriz de Roma, a mulher mais poderosa do mundo. E ela está prestes a fazer algo que será lembrado por 2.000 anos.
Antes de chegarmos àquela noite, você precisa entender quem foi Messalina e como ela se tornou a mulher mais infame da história romana.
Ela nasceu por volta de 20 d.C. em uma das famílias mais prestigiosas de Roma. Sua linhagem a ligava diretamente a Augusto, o primeiro imperador romano. Esta não era uma família aristocrática qualquer; era a realeza pelos padrões romanos. Ela tinha tudo: riqueza, beleza, status, educação. Descrições antigas dizem que ela tinha pele pálida, cabelos dourados e traços aristocráticos que a destacavam até mesmo entre as mulheres da elite romana.
Quando ela tinha cerca de 17 anos, casou-se com Cláudio, um homem mais de 30 anos mais velho que ela. Na época, Cláudio não era imperador. Na verdade, ele era considerado uma espécie de piada pela elite romana. Ele mancava. Gaguejava. Às vezes, babava. As pessoas o consideravam fraco e estúpido. Mas ele tinha a linhagem certa, assim como Messalina. O casamento deles foi um arranjo dinástico, unindo dois ramos da família imperial.
Então, em 41 d.C., tudo mudou. O imperador Calígula, o tirano insano que aterrorizou Roma por quatro anos, foi assassinado por seus próprios guardas. Calígula havia enlouquecido completamente. Declarou-se um deus. Fez s**o com suas irmãs em público. Nomeou seu cavalo como cônsul. Executava pessoas aleatoriamente por diversão. A Guarda Pretoriana, os soldados de elite que protegiam o imperador, finalmente se cansou e o assassinou em uma passagem subterrânea do palácio...
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