24/05/2026
O regresso à casa é um momento único diante das circunstâncias do hospital durante e após o internamento. Vivem-se, momentos de adrenalina, que voces não imaginam.
O que nos importa muitas das vezes é ir logo para casa de qualquer modo.
Ainda em dois mil e vinte e seis a G teve varias experiência, hospitalar que lhe deixou preocupada em termos residenciais ambulatórios questionando assim a gerência dos hospitais.
Como é possível um hospital, pode permitir ter pacientes em posição de presos algemas, e idosos com problemas psiquiátricos, nos mesmos espaços como se fosse uma coisa normal?
E o porquê que se muda isto?
Alguns destes pacientes, muita das vezes não respondem por si e muitos acabam por urinar e defecar em espaços comuns, e os detentos alguns querendo fumar no ambulatório como se nada fosse.
Existe uma falta de atenção sobre estes espaços nestes espaços muitas das vezes se tornaram como se fosse uma espécie de hospício. Pacientes, idosos, gritando se despindo e isto acaba por pôr em risco outros pacientes que procuram os hospitais públicos, para um melhores atenção e atendimento humanizado.
A, G, depois de ter tido alta hospitalar chega em casa, ela põe-se a contar os importunos de outros e muitas das vezes ela se questiona,!
Como a direção do hospital pode fazer isto sabendo, que o hospital, é muitas das vezes um espaço que muitos procuram em busca de um atendimento humanizado onde muitos jovens com diferentes, patologia crônicas procuram para ser atendidos.
Palavras da G, não sei porque que os hospitais públicos não criam uma ala só com ambulatório dos jovens separados dos idosos?
Será que eles não vêm isto? Nós os jovens procuramos os hospitais para sermos servidos com dignidade humana sem esquecer de um espaço que possa acolher todos nós da faixa da juventude e não dos idosos.
Muitas das vezes f**amos com medos de partilhar espaços com pessoas que estão em fazes mais complicadas.
Sabe-se que muitos destes idosos já se encontram em fazes complicadas das suas vidas e muita das vezes não tem controle de si próprios e os jovens f**am aterrorizados só de partilhar espaços juntos no ambulatório ou em uma UCI.
E para piorar os enfermeiros, e médicos f**am extremamente stressados, com alguns pacientes que urinam e defecam nestes espaços.
Outros acabam até mesmo criar confusão até ao ponto de tirar as roupas do corpo, gritar pelo nome de outras pessoas sem parar.
Isto acontece com frequência.
A, G questiona,! Porquê que muitos dos médicos gritam com os pacientes?
Será quando eles se formam não sabiam que iam trabalhar em espaços como estes? Invés de arranjar soluções rápidas elas gritam.
Não seria bom se todos estes médicos passassem, por um teste psicotécnico para serem avaliados,!
A G, depois da alta hospitalar e fora do período, relata assuntos interessantes que poderiam levar a melhorar a vida ou a estadia de muitos jovens, que recorrem ao hospital.
Estes é uma das preocupações dela. Como sempre ao seu melhor! Depois das dores e a melhoria, surgi o seu lado mais peculiar, solta o seu lado de observação.
Sempre atenta com os detalhes dentro dos espaços de atentamente para jovens.
Por que os hospitais públicos não têm espaços para jovens internar á não ser junto dos idosos?
Ela analisa estes pequenos pormenores diante de um intervalo de segundos preocupado com os jovens da mesma idade.
Por que não separarem as áreas dos internamentos?
Os presidiários, os idosos com problemas psiquiátricos, os jovens em diferentes lugares?
A, G, sempre que passa por um internamento ela tem apresentado estas preocupações e muitas das vezes ela sai traumatizada do hospital após ter passado por experiências como estes.
Idosos que se levantam das suas camas altas horas para brincar com as luzes, e com surto, até mesmo chegar ao ponto de despir completamente as suas vestes.
Estás são algumas das experiências que a G, relata em casa traz com ela estes relatos como um desabafo.
Verdade os médicos a gritar com os pacientes, queres ir para casa, fazer o quê? Se iris para casa não passarás um dia Vaz morrer, muita das vezes o medo toma conta do senario.
Existe uma falta de ética profissional em frente dos pacientes.
Muitas das vezes presenciam estas práticas de alguns profissionais da área da saúde.
G, depois da alta hospitalar chega em casa, manifesta esta preocupação, para com os outros partilhando os momentos de felicidade junto da sua família.
Aqui entra novamente o papel da família.
A família é a único altar que nos acolhe em momentos, bons, e maus, como sempre.
Partilha-se história e de sabores em momentos de internamento, como também alegria usamos também uma das nossas particularidades de comediantes para aliviar as tensões que muita das vezes toma conta de todos nós.
É muito bom quando recebemos a de volta a casa é sempre uma alegria.
A vida nos leva a pensar seriamente sobre a vida.
O que nos resta é amar e proteger incondicionalmente.
Sendo uma jovem com uma patologia crônica rara, nada o impede de pensar em mudar os espaços que os acolhe.
Os hospitais devem ser um espaço acolhedor, confortável, seguro e humanizado, e não um senão de horror que imponha o medo.
Estes pontos mencionados aqui é uma forma de despertar e alertar a direção dos hospitais públicos.
É preciso olhar mais para os jovens.
Criar espaços acolhedores e confortáveis, para não haver choques de realidades.
Criar espaços com livros materiais, informáticos, para distrair um pouco o ambiente no internamento.
As adolescentes mal passaram para a fase adulta criam-se expectativa de como será o atendimento na ala dos adultos e como será os novos espaços e a forma de atendimento!
Estes são muitos dos pensamentos da maioria.
Anemia falciforme é uma patologia que carece de maior atenção, em todos os campos, de tal modo outras condições especiais patológicas, é uma das provas mais difíceis nas nossas vidas como pais.
Este é a nossa finalidade informar e partilhar ao mesmo tempo a alertar para estas causas levantar debates públicos.
Mais uma vez em 2026 G, e as suas aventuras diante de um internamento.
Anemia falciforme é uma realidade sem tabus e sem preconceitos. as partilhas
: Luísa Francisco @