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Há histórias que nos lembram porque é que vale a pena sonhar grande. Esta é uma delas.‎‎Beatriz Franck  empresária, desi...
05/06/2026

Há histórias que nos lembram porque é que vale a pena sonhar grande. Esta é uma delas.

‎Beatriz Franck empresária, designer e fundadora do Grupo BEFRAN inaugurou esta semana a primeira casa de moda BEATRIZFRANCK na República Democrática do Congo. Não foi um simples corte de fita. Foi um gesto político, cultural e económico de enorme alcance.

‎Depois de ter construído, em Luanda, a maior fábrica privada de vestuário de Angola, esta visionária atravessou o Rio Congo com uma missão clara: provar que o luxo africano não precisa de passar por Paris para ser reconhecido como tal.

‎Em Kinshasa, no Premier Mall, nasceu uma boutique que combina elegância soberana com capacidade industrial real pronta a vestir bancos, companhias aéreas, administrações públicas e grandes empresas. E à noite, no Hotel Fleuve Congo, uma passerelle exclusiva mostrou ao mundo que África tem estilo, tem infraestrutura e tem ambição.

‎O que torna esta história ainda mais poderosa?
Beatriz Franck foi a primeira marca angolana a ser patenteada na União Europeia. E já tem planos para abrir uma unidade de produção diretamente no Congo até 2028.

‎Isto não é apenas moda. É industrialização. É criação de emprego. É orgulho continental.

‎Num continente muitas vezes retratado apenas pelos seus problemas, aqui está uma mulher africana a construir pontes literalmente, de uma margem do Congo à outra com agulha, fio e uma visão que poucos teriam ousado ter.

‎| | | | | | | | | | | | | BeatrizFranck |

Volodymyr Zelenskyy lançou um dos apelos mais inesperados desde o início da guerra na Ucrânia: uma carta aberta dirigida...
05/06/2026

Volodymyr Zelenskyy lançou um dos apelos mais inesperados desde o início da guerra na Ucrânia: uma carta aberta dirigida directamente a Vladimir Putin, propondo negociações presenciais num país neutro.

A mensagem surge num momento extremamente delicado do conflito.

Enquanto a Ucrânia consegue recuperar alguma capacidade de pressão através de ataques de drones de longo alcance dentro do território russo, Moscovo intensif**a bombardeamentos aéreos devastadores sobre cidades ucranianas. A guerra continua brutal… mas o equilíbrio parece estar a mudar lentamente.

Na carta, Zelenskyy deixa uma frase carregada de simbolismo e desafio: “Pode parar a sua guerra.”

É a primeira vez desde a invasão total de 2022 que o presidente ucraniano se dirige publicamente a Putin de forma tão directa. E o conteúdo vai além da proposta de diálogo. Zelenskyy acusa o líder russo de décadas de autoritarismo e tenta aproveitar aquilo que considera um momento decisivo no conflito.

Há também outro factor importante: os Estados Unidos.

Zelenskyy reconhece que Washington está cada vez mais focado na crise com o Irão e teme que a guerra na Ucrânia deixe de ser prioridade internacional. Por isso, o presidente ucraniano parece querer acelerar qualquer possibilidade diplomática antes que o apoio ocidental enfraqueça ainda mais.



Do lado russo, Putin respondeu afirmando que Moscovo continua disponível para “compromissos”, mas insistiu que a Ucrânia terá de aceitar entendimentos discutidos com Donald Trump em encontros anteriores.

Ao mesmo tempo, o líder russo admitiu publicamente que os drones ucranianos estão a conseguir penetrar as defesas aéreas russas — uma admissão rara que mostra como a guerra tecnológica está a alterar o conflito.

Donald Trump também reagiu e apoiou a ideia de um encontro entre Zelenskyy e Putin, defendendo que ambos os lados terão de fazer concessões.

Mas a pergunta que continua no ar é dura: depois de milhares de mortos, cidades destruídas e anos de guerra… ainda existe espaço real para confiança entre os dois lados?

Porque na diplomacia, às vezes uma carta pode abrir portas.

Mas noutras vezes… apenas revela o tamanho do abismo.

Na tua opinião, um encontro directo entre Zelenskyy e Putin ainda pode aproximar a paz… ou a guerra já chegou a um ponto sem retorno?

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📢 DEBATE "APOIAR A UCRÂNIA É DEFENDER A LIBERDADE OU PROLONGAR UMA GUERRA PERIGOSA?"A guerra entre Ucrânia e Rússia cont...
05/06/2026

📢 DEBATE
"APOIAR A UCRÂNIA É DEFENDER A LIBERDADE OU PROLONGAR UMA GUERRA PERIGOSA?"

A guerra entre Ucrânia e Rússia continua a dividir o mundo.

De um lado, há quem defenda que apoiar a Ucrânia é essencial para travar agressões militares e proteger a soberania internacional.

Do outro, existem vozes que acreditam que o conflito está a ser prolongado por interesses geopolíticos do Ocidente e da NATO, aumentando o risco de uma escalada global.

Com milhares de mortos, cidades destruídas e crescente pressão sobre os sistemas de defesa aérea, muitos perguntam:

🔺 O Ocidente está realmente preparado para múltiplas crises militares?

🔺O apoio militar ajuda a alcançar a paz ou prolonga o conflito?

🔺Quem beneficia mais com a continuação desta guerra?

Queremos ouvir opiniões diferentes — com respeito e argumentos.

🗣️ Partilhe a sua visão nos comentários.

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Em menos de 48 horas, João Lourenço reuniu mais de 11 mil assinaturas para a sua candidatura à liderança do MPLA. Das ma...
05/06/2026

Em menos de 48 horas, João Lourenço reuniu mais de 11 mil assinaturas para a sua candidatura à liderança do MPLA. Das mais de 11 mil recolhidas, foram validadas 10 mil — o dobro das 5 mil exigidas pelos estatutos do partido. Números que impressionam. Ou que levantam sobrancelhas.

Esta sexta-feira, 05 de Junho, a Sub-comissão de Candidaturas do 9.º Congresso Ordinário do MPLA, marcado para Dezembro, tornou oficial aquilo que muitos já esperavam: João Lourenço é, neste momento, o único candidato formalmente registado à presidência do partido no poder em Angola. O anúncio foi feito por Job Capapinha, presidente da sub-comissão, numa sede do MPLA onde — detalhe que não passou despercebido — os jornalistas não foram autorizados a fazer perguntas.

Silêncio onde devia haver transparência. É sempre um sinal a não ignorar.

Mas a candidatura, que até aqui era apenas uma pré-candidatura, f**a oficializada precisamente no mesmo dia em que o Novo Jornal revela que Higino Carneiro — o outro nome que anunciou a intenção de disputar o cargo — pediu formalmente a impugnação da candidatura de João Lourenço, alegando irregularidades na recolha das assinaturas. E vai mais longe: foi também solicitada uma auditoria independente aos ficheiros entregues à subcomissão.



A velocidade com que tudo aconteceu — do anúncio à entrega das assinaturas em menos de dois dias — é a questão que está no centro desta disputa. Em política, a pressa raramente é inocente. Ou é uma demonstração de força. Ou é um atalho que alguém quer escrutinar.

Angola vai a Congresso em Dezembro. E o caminho até lá promete ser tudo menos tranquilo.

💬 E tu, o que achas? 11 mil assinaturas em 48 horas — prova de apoio popular genuíno ou sinal de que o processo merece mesmo uma auditoria independente? Partilha a tua leitura nos comentários, porque este debate é de todos os angolanos.

| | | mpla | | | | | |

Na cidade de Bunia, no leste da República Democrática do Congo, um casal de curandeiros tradicionais garante ter desenvo...
05/06/2026

Na cidade de Bunia, no leste da República Democrática do Congo, um casal de curandeiros tradicionais garante ter desenvolvido um remédio capaz de tratar pessoas infectadas com o vírus Ébola. A alegada cura é feita à base de plantas, folhas e aloe vera, numa preparação artesanal que já está a atrair doentes desesperados.

O anúncio está a gerar enorme polémica.

Numa região marcada pela pobreza, falta de hospitais e acesso limitado a cuidados médicos, muitas famílias continuam a confiar mais na medicina tradicional do que nos tratamentos modernos. Alguns pacientes afirmam mesmo ter sentido melhorias após abandonarem unidades hospitalares para seguir tratamentos alternativos.

Mas as autoridades de saúde deixam um aviso duro: até ao momento, não existe qualquer prova científ**a que confirme a eficácia destes remédios contra o Ébola. A Organização Mundial da Saúde insiste que o combate ao vírus deve continuar baseado em protocolos médicos rigorosos, isolamento rápido e acompanhamento especializado.

E há outro detalhe que torna esta crise ainda mais delicada: a actual variante Bundibugyo do vírus não possui vacina nem tratamento oficialmente homologado, o que aumenta o medo… e também a procura por soluções alternativas.

No meio do desespero, cresce um conflito profundamente humano: quando a medicina moderna não consegue chegar a todos, muitos recorrem àquilo que conhecem, acreditam e conseguem pagar.

Mas também cresce o perigo da desinformação.

Porque numa epidemia mortal, uma falsa esperança pode espalhar-se mais depressa do que o próprio vírus.

Na tua opinião, a medicina tradicional deve ser integrada oficialmente no combate a epidemias em África… ou isso pode colocar ainda mais vidas em risco sem validação científ**a?

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🚨 ‎CARTA ABERTA AO PRESIDENTE DA FEDERAÇÃO RUSSA‎Do Presidente da Ucrânia‎‎Quando chegou ao poder, há mais de 26 anos, m...
05/06/2026

🚨 ‎CARTA ABERTA AO PRESIDENTE DA FEDERAÇÃO RUSSA

‎Do Presidente da Ucrânia

‎Quando chegou ao poder, há mais de 26 anos, muita gente na Ucrânia via-o com bons olhos. Era assim. Mas isso ficou para trás.

‎Hoje, a esmagadora maioria dos ucranianos vê com satisfação os nossos drones de longo alcance a sobrevoar a abertura do seu fórum em São Petersburgo percorrendo mais de mil quilómetros. Como bem sabe, essa distância não é o limite das nossas capacidades.

‎Ao longo de 26 anos, o seu tempo no poder transformou por completo a relação entre a Ucrânia e a Rússia. Deixámos de falar de comércio e de assuntos civis para falar quase exclusivamente de ataques e de mortos. Passou quase metade do seu mandato a fazer guerra à Ucrânia.

‎Independentemente do que diga sobre a NATO, sobre geopolítica ou sobre a língua russa esta guerra foi uma escolha sua. Uma guerra sem causa real. É assim que a história a vai recordar.

‎Estes anos podiam ter sido muito diferentes.

‎Dizem-nos que está confortável com este conflito. Claro não quando se trata da segurança da sua residência em Valdai, nem do seu desfile em Moscovo. A sua própria vida é preciosa para si.

‎Mas agora todos vemos que os russos estão a f**ar cada vez menos confortáveis com esta realidade. Não gostam dos nossos drones e mísseis a cair no seu território. Não gostam da escassez de combustível nem dos preços a disparar. Não gostam das restrições constantes. Não gostam da sua intenção de lançar uma segunda vaga de mobilização. E não gostam de não ver qualquer fim à vista para a sua guerra.

‎Pode continuar a obrigá-los a viver assim. Mas os seus recursos estão a diminuir. Não terá dinheiro nem capital político suficientes para continuar a comprar a lealdade dos russos como fez nestas últimas décadas. E nós faremos tudo o que estiver ao nosso alcance para aproximar esse momento.

‎Como o próprio gosta de dizer: "temos de fazer as contas."

‎Ontem recebi o relatório das baixas do seu exército durante o mês de Maio. Mais de 30 mil soldados russos mortos ou gravemente feridos uma vez mais. Mantemos este ritmo mês após mês, e temos confirmação em vídeo de cada perda. Não são afirmações no vazio. Sabemos que 63% das suas baixas são mortos apenas 37% são feridos. No século XXI, nenhum exército resiste a esta proporção. E a fatia dos mortos vai continuar a crescer.

‎Não é que a Ucrânia se preocupe com o destino dos soldados russos não depois de tudo o que a sua guerra nos fez. Mas preocupo-me com os ucranianos. Cada perda dói. Mesmo quando a proporção é de um para cinco ou um para seis em nosso favor, importa. Importa muito.

‎Também é signif**ativo que adie regularmente os seus próprios prazos para capturar as nossas regiões — sobretudo Donetsk. E não a vai capturar este ano tampouco.

‎Mas nós, na Ucrânia, não queremos uma guerra permanente. Sabemos, melhor do que ninguém, que a vida sem guerra é infinitamente melhor. E queremos alcançá-la.

‎Estou convicto de que a maioria dos russos responderia da mesma forma — e o senhor sabe disso.

‎Muitos não acreditavam que a Ucrânia resistiria tanto tempo. O senhor não acreditava. Os seus conselheiros não acreditavam. Foi um erro. E aqui estamos no quinto ano desta guerra.

‎Não tenha medo de encontrar o caminho para fora deste conflito. É isso que se exige de si agora, acima de tudo.

‎A Ucrânia preservou a sua independência. E continuará a preservá-la — apesar de todas as previsões em contrário. Unimos o mundo ao nosso lado. Conseguimos as armas e o financiamento de que precisávamos. Recebemos apoio. O senhor recebe sanções. E assim continuará até que haja justiça para a Ucrânia.

‎A Ucrânia resistiu a invernos duros enquanto tentava destruir o nosso sistema energético. Mantivemo-nos de pé — e mesmo no escuro, a resiliência ucraniana não cedeu.

‎Levámos a guerra ao seu território, e o senhor não teria conseguido aguentar sem a ajuda da Coreia do Norte. É o primeiro governante da Rússia a recorrer a Pyongyang. E hoje depende totalmente da China também pela primeira vez na história russa.

‎Esperava agitação interna na Ucrânia. Em vez disso, foram as suas próprias formações militares que se amotinaram contra si. O dia 23 de Junho marcará mais um aniversário desse episódio — e o silêncio não o apaga da história.

‎São agora os seus próprios oficiais, empresários e propagandistas que o olham com um cansaço evidente. O mundo vê isso.

‎O mundo não se cansou da Ucrânia, como esperava. Há, isso sim, um cansaço crescente em relação à Rússia mesmo entre aqueles que o ajudam a contornar sanções. Depois de 26 anos no poder, a idade começa a cobrar o seu preço. E esse cansaço em relação a si só vai aumentar.

‎Vimos relatórios de que está a planear continuar a guerra em 2027 e 2028. Sabemos que deposita esperanças nos mísseis balísticos. Que quer envolver ainda mais a Bielorrússia. Que os seus propagandistas ameaçam todos os países vizinhos. Quer mesmo passar por tudo isso?

‎A escolha é sua.


‎✅ Chega de guerra.

‎A Ucrânia propõe acabar com este conflito. De forma honesta, com dignidade, e com garantias de que a guerra não será reacendida.

‎Vemos que os Estados Unidos estão totalmente concentrados na questão do Irão. Seria errado f**armos simplesmente à espera que a atenção volte à Europa.

‎A Ucrânia propõe terminar esta guerra através de um contacto directo entre nós.

‎✅ Proponho um encontro.

‎Toda a gente ouviu os seus representantes a dizer, com um sorriso, que eu poderia ir a Moscovo. Mas depois destes 26 anos, não há nada que um líder ucraniano possa fazer na sua capital tal como não há nada que um líder russo possa fazer em Kiev.

‎Há países que recebem tradicionalmente líderes para resolver questões de guerra e paz. Suíça, Turquia, países do mundo árabe muitos estão aptos e dispostos a acolher tal encontro. São os líderes que resolvem as questões essenciais. Sempre foi assim.

‎Proponho que se defina uma data concreta para esse encontro.

‎Outros participantes poderão juntar-se a este processo bilateral. Como a guerra acontece na Europa, e como a Ucrânia precisa de garantias de segurança — tal como o senhor também as procura , faz sentido envolver quem tem capacidade real de influenciar a situação. A Europa deve fazer parte deste processo. Os Estados Unidos também. É o que pode ajudar a construir uma nova arquitectura de segurança para a nossa região.

‎Já vivemos muitos acordos com a Rússia que falharam incluindo os Acordos de Minsk. Por isso, precisamos de respostas directas, entre nós, para as questões que permanecem em aberto. Sem fórmulas vagas, sem grupos técnicos de trabalho, sem diplomacia indirecta interminável.

‎A sua guerra separou a Ucrânia e a Rússia de forma permanente.

‎A linha da frente é hoje o ponto de partida para a diplomacia.

‎A Ucrânia está pronta para um cessar-fogo total durante o período de negociações. É prática corrente e os acontecimentos em torno do Irão apenas confirmam isso. Acreditamos que seria um cessar-fogo real, não apenas uma tentativa se for isso que o senhor deseja.

‎A Ucrânia está pronta para uma troca total de prisioneiros de guerra. E medidas sérias devem ser tomadas para devolver os civis e as crianças levados durante o conflito.

‎Temos de determinar que futuro aguarda as gerações de ucranianos e russos que virão depois de nós.

‎Se não chegar pessoalmente à conclusão de que chegou a hora de acabar com esta guerra, a Ucrânia continuará a lutar pela sua existência. Teremos quem nos apoie.

‎Mas o senhor também terá de lutar muito mais pela sua própria existência não pela da Rússia. Pela sua. E não é uma ameaça da Ucrânia. É um facto da história russa que o senhor conhece bem: quando a Rússia se cansa, as mudanças acontecem.

‎Podemos trabalhar para que esse cansaço chegue.

‎O senhor pode parar a sua guerra.

‎Memória eterna a todos aqueles cujas vidas foram ceifadas por este conflito.

‎Glória à Ucrânia!

A cidade de Mogadíscio acordou sob o som de tiros intensos, explosões de armas pesadas e confrontos violentos entre forç...
05/06/2026

A cidade de Mogadíscio acordou sob o som de tiros intensos, explosões de armas pesadas e confrontos violentos entre forças governamentais e grupos ligados à oposição. Durante horas, bairros inteiros transformaram-se em cenários de guerra urbana, obrigando famílias a esconderem-se dentro de casa enquanto colunas de fumo cobriam a capital somali.

Segundo relatos locais, o medo espalhou-se rapidamente pelas ruas da cidade. Muitos habitantes passaram a noite acordados, sem saber se os confrontos se aproximavam das suas casas. Em várias zonas, ouviram-se tiros de morteiro e rajadas contínuas de armas automáticas.

No centro desta nova crise está uma tensão política cada vez mais explosiva. Líderes da oposição acusam o governo do presidente Hassan Sheikh Mohamud de usar forças de segurança contra adversários políticos, numa altura em que cresce a contestação sobre eleições, alterações constitucionais e alegadas tentativas de prolongamento do poder. O governo rejeita as acusações e afirma estar apenas a responder a grupos armados.

A situação preocupa ainda mais porque a Somália já enfrenta décadas de instabilidade, terrorismo e conflitos internos. E enquanto o mundo olha para outras guerras, milhares de somalis continuam presos entre violência política, insegurança e medo constante.

O mais duro nesta história é perceber que, para muitas famílias em Mogadíscio, o som da guerra deixou de ser uma excepção. Tornou-se parte da rotina.

Na tua opinião, o mundo está a ignorar demasiadas crises humanitárias em África enquanto concentra toda a atenção noutros conflitos internacionais?

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O Reino Unido está no centro de uma nova tempestade política depois de impedir a entrada dos comentadores norte-american...
05/06/2026

O Reino Unido está no centro de uma nova tempestade política depois de impedir a entrada dos comentadores norte-americanos Hasan Piker e Cenk Uygur, duas figuras influentes da esquerda digital internacional. A justif**ação oficial foi curta, mas explosiva: a presença de ambos “não seria conducente ao interesse público”.

A polémica rebentou imediatamente nas redes sociais. Para uns, trata-se de uma medida legítima contra discursos considerados extremistas e incendiários. Para outros, é um sinal preocupante de que governos democráticos estão cada vez mais dispostos a limitar vozes incómodas, sobretudo quando envolvem críticas à guerra em Gaza e à política israelita.

Hasan Piker, uma das maiores figuras políticas da Twitch, e Cenk Uygur, fundador do programa “The Young Turks”, acusam Londres de tentar silenciar posições políticas incómodas. Organizações ligadas à liberdade de expressão também já vieram condenar a decisão, alertando para o risco de abrir precedentes perigosos numa democracia.

Mas o caso está longe de ser simples.

Os dois comentadores também acumulam um histórico de declarações controversas que continuam a gerar indignação pública. Hasan Piker já enfrentou críticas severas por comentários sobre o 11 de Setembro e por declarações relacionadas com o Hamas, enquanto Uygur foi acusado de utilizar linguagem considerada antissemita nas críticas a Israel — acusações que ambos rejeitam.

O mais inquietante é que esta discussão ultrapassa duas figuras mediáticas. Ela levanta uma pergunta muito maior: quem decide hoje os limites da liberdade de expressão? E até onde pode ir um governo democrático para impedir discursos considerados perigosos?

Num tempo em que opiniões online conseguem mobilizar milhões de pessoas em poucas horas, o conflito entre segurança, política e liberdade de expressão parece estar a entrar numa nova era.

Na tua opinião, o Reino Unido protegeu o interesse público… ou abriu a porta a uma nova forma de censura política?

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Os Estados Unidos estão em choque com um caso digno de filme de espionagem. David Rush, antigo alto funcionário da CIA, ...
05/06/2026

Os Estados Unidos estão em choque com um caso digno de filme de espionagem. David Rush, antigo alto funcionário da CIA, foi detido depois de o FBI encontrar na sua residência cerca de 40 milhões de dólares em barras de ouro, milhões em dinheiro vivo e dezenas de relógios de luxo.

Mas o detalhe que está a deixar Washington em estado de alerta máximo é ainda mais explosivo: Rush trabalhava ligado a programas marítimos ultra-secretos do Pentágono, incluindo o projecto dos submarinos nucleares Columbia-class, considerado um dos mais sensíveis de toda a estrutura militar norte-americana.

Segundo documentos da investigação, o ex-responsável terá usado canais internos da CIA para solicitar enormes quantidades de ouro alegando “necessidades de trabalho”. O problema? A agência não conseguiu encontrar qualquer justif**ação operacional válida para esses pedidos.

As autoridades também acusam Rush de ter mentido durante anos sobre o seu passado militar e académico para subir dentro do aparelho de segurança dos EUA. E isso está agora a levantar uma pergunta incómoda dentro da própria inteligência americana: como conseguiu alguém manipular o sistema durante tanto tempo sem ser detectado?

O caso já está a gerar teorias, suspeitas de encobrimento e críticas violentas à segurança interna da CIA. Antigos agentes afirmam que os processos de verif**ação da agência são extremamente rigorosos, tornando difícil acreditar que tudo isto tenha passado despercebido durante anos.



Num momento em que os EUA enfrentam tensões globais crescentes com Rússia e China, este escândalo está a transformar-se num pesadelo político e estratégico.

Porque quando ouro desaparece… e envolve segredos nucleares… a confiança pública desaparece ainda mais depressa.

Na tua opinião, este caso revela corrupção isolada… ou mostra falhas profundas dentro dos serviços secretos norte-americanos?

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O momento era histórico. Por 215 votos contra 208, a Câmara dos Representantes dos Estados Unidos aprovou uma resolução ...
05/06/2026

O momento era histórico. Por 215 votos contra 208, a Câmara dos Representantes dos Estados Unidos aprovou uma resolução a exigir que Donald Trump retire as forças militares do Irão — sem autorização do Congresso, não há guerra. Era a quinta tentativa. As quatro anteriores falharam. Esta passou.

‎E Trump? Explodiu.

‎Aos democratas, disparou sem hesitar: "Quem cometeria um acto tão antipatriótico?" Acusou-os de preferirem ver o país falhar a dar-lhe uma vitória. Aos quatro republicanos que ousaram votar com a oposição — Thomas Massie, Warren Davidson, Tom Barrett e Brian Fitzpatrick — reservou palavras ainda mais duras: *"São oportunistas. Quatro maus republicanos. Deviam ter vergonha."

‎Mas há um detalhe que Trump não consegue apagar: três desses quatro homens votaram nele em 2024. Eram trumpistas. E mesmo assim disseram que chega.

‎É uma fissura. Pequena ainda, mas real. A primeira fratura séria dentro do seu próprio campo. A lei não é vinculativa, o Senado controlado pelos republicanos dificilmente a aprovará, e Trump pode sempre usar o veto. As tropas não regressam amanhã.

‎Mas o sinal político é incontornável: nem todos os seus estão dispostos a seguir Trump para qualquer guerra.

‎💬 Quando um líder chama "maus" aos seus próprios aliados por votarem segundo a consciência, isso é liderança ou autoritarismo? Diz-nos o que pensas nos comentários — e partilha se achas que isto merece ser debatido.

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