Porto de Abrigo

Porto de Abrigo Histórias que acalmam a alma e despertam o saber.

EU APONTEI PARA A FOTO DELE E DISSE QUE FICARIA BONITO EMOLDURADO… ELA ENFURECEU, SAIU BATENDO A PORTA, E EU PERCEBI QUE...
26/07/2026

EU APONTEI PARA A FOTO DELE E DISSE QUE FICARIA BONITO EMOLDURADO… ELA ENFURECEU, SAIU BATENDO A PORTA, E EU PERCEBI QUE A GUERRA PELA MULHER ESCONDIDA NAQUELA CASA TINHA ACABADO DE COMEÇAR DE VERDADE
PARTE 1
Eu apontei pro retrato do Lucas na parede e falei pra Renata:
— F**aria bem melhor se você emoldurasse isso.
Ela ficou vermelha na hora. Jogou a bolsa no sofá e saiu sem falar nada. A porta bateu forte.
Eu fiquei olhando a porta fechada. Juliana tinha me contado tudo sobre aquela família. Nomes, rostos, fotos. Eu e ela nos olhamos e sorrimos. Pequeno, mas sorrimos.
Depois disso, Dona Helena me chamou na cozinha. As panelas estavam vazias. Ela ficou parada olhando as panelas.
— Cadê a comida? Eu tinha guardado um pouco pra Beatriz.
Eu não respondi. Renata apareceu com um prato na mão.
— Tá procurando isso? Pra alimentar a sua “mãe”?
Eu fiquei quieta. O cheiro do arroz e do feijão subia. Beatriz estava com fome há horas. Eu sabia. Eu escutava ela se mexer no quarto de cima.
Beatriz tava no quarto, doida de fome. A mão dela bateu num pote de vidro. O barulho chegou até a sala. Renata olhou pra mim e foi subindo a escada. Eu fiquei na sala com Dona Helena, fingindo que nada estava acontecendo.
Ela não achou ninguém. Sofia tava escondida atrás das caixas com Beatriz, comendo sorvete. Renata viu o sorvete derretido no chão. Seguiu o rastro. Levantou um vestido que tava jogado e achou a Sofia.
— Desculpa, tia. A Camila não deixava eu comer porque eu podia f**ar doente.
Renata saiu brava de novo. Eu e Sofia nos demos um high five rápido.
Mais tarde Sofia me perguntou:
— Até quando a gente vai esconder a mamãe?
Eu não tinha resposta. Ela me abraçou. Eu abracei de volta.
Dona Helena tava na cama rezando quando Renata chegou com um pedaço de doce.
— Desculpa por ter envolvido a Sofia nisso.
Dona Helena falou baixo:
— Se você reconheceu o erro, larga também a teimosia.
Renata não respondeu. Só pediu pra ela comer o doce. Dona Helena comeu. Logo depois começou a tossir, a respiração ficou pesada. Ela me chamou. Eu fiquei com medo na hora.
Tentei ligar pro médico. Renata segurou meu braço.
— Eu misturei alguma coisa que ela tem alergia. Eu não sei o que é. Agora me fala onde está a Beatriz.
Eu peguei o mesmo pedaço de doce e comi. Precisava descobrir o que era. Juliana apareceu com um chá. Dona Helena bebeu e melhorou.
Eu falei pra Renata:
— Assina os papéis e sai daqui.
Ela fingiu que tropeçou saindo. Depois apareceu com a perna enfaixada na cama.
— Para de fingir — eu disse.
Ela parou de atuar.
— Eu vou achar a Beatriz.
Rafael chegou com flores de jasmim na mão.
— Você esqueceu da festa de São João?
Eu mostrei o vestido que já tava separado.
— Eu nunca esqueço disso.
Ele me abraçou. Fiquei quieta um segundo a mais do que deveria.
Eu decidi que Beatriz ia participar da festa mesmo escondida. Fui lá e alimentei ela. Ela reclamou:
— Por que você demorou tanto? Eu tava com tanta fome.
Eu pedi desculpa. Ela pediu sorvete. Eu concordei. Depois mostrei o vestido.
— É pra você.
Ela ficou animada. A gente experimentou juntas. Ela me abraçou forte. Eu senti o peito apertar.
Enquanto isso, Lucas bebia sozinho. Renata chegou com os papéis da guarda da Sofia.
— Eu assino. A Sofia f**a sua.
Lucas perguntou o que ela queria em troca. Ela só sorriu.
Eu levei um vestido pra Juliana e pedi pra ela fazer a reza com a gente. Ela fez cara feia, depois riu e aceitou.
Na sala, Renata perguntou de novo pela Beatriz. Quando viu eu e Juliana prontas pra festa, ficou parada. A mulher do abrigo chegou. Renata falou:
— Você chegou na hora certa.
Ela deu um colar pra Lucas.
— Eu não estive no casamento de vocês. Esse é o presente.
Todo mundo ficou quieto. Sofia olhou pra mim. Renata se aproximou dela:
— Se o seu pai amarrar esse colar em outra pessoa, o que acontece com a sua mãe?
Sofia falou:
— Eu trago ela de volta.
Subiu as escadas. Renata foi atrás, sorrindo.
Dona Helena pediu pra alguém dar um suco pra mulher do abrigo. Eu finjo que escorrego e derrubo o suco nela. Dona Helena me xinga e leva a mulher pra trocar de roupa.
Eu faço sinal pra Rafael. Ele traz a Beatriz. A gente começa a reza juntas.
Em cima, Sofia e Renata abrem a porta. O quarto está vazio. Só um gravador ligado. Renata entende que foi enganada.
Sofia provoca:
— Agora a minha mãe já terminou a reza.
Renata desce correndo. Vê a mão do Lucas no ombro da Juliana. Lucas fala:
— Eu nunca tive medo das suas ameaças.
Eu ofereço o doce da festa pra ela, debochando. Renata sai brava.
Depois eu ando pelo quarto e falo pro Rafael:
— Propriedade não é o único motivo dela. Tem outra coisa.
Eu saio sem ouvir a resposta dele.
Juliana tava enchendo uma jarra de água quando Renata se aproximou por trás e falou baixo, bem perto do ouvido dela:
— Eu não vim pra fazer papel de boba. Eu vim te ajudar. Você é uma atriz falida. Você também tem motivo pra estar aqui.
Eu procurei o quarto da Renata. Não achei nada. Só a bolsa dela em cima da cama. Mexi nela. Nada. Sentei na cama cansada.
Juliana ainda tava com Renata. Eu ouvi a voz dela:
— Agora que me apresentaram como Beatriz, eu posso passar os bens pro meu nome se continuar o papel.
Renata respondeu seco:
— Você merece mesmo ser atriz fracassada. Se quiser continuar fingindo, a Beatriz de verdade tem que sumir de vez. Aí nem a Camila consegue negar.
Um copo quebrou. Renata xingou baixo. Eu entrei na hora.
— O que vocês estão conversando?
Juliana falou rápido:
— Ela tá tentando provar de novo que eu sou Juliana e não a Beatriz.
Eu puxei Juliana embora dali.
Mais tarde eu vi Renata puxando alguém pelo corredor. Ouvi a voz da Beatriz chamando meu nome. Eu corri atrás. Um pedaço do telhado caiu na minha perna. Eu gritei o nome dela.
A voz dela me respondeu. Ela saiu do quarto correndo. Juliana, vestida igual a ela, saiu pelo outro lado. Eu fiquei olhando as duas.
Rafael me ajudou a levantar. Lucas segurou Renata. Dona Helena, eu, Lucas e Rafael formamos um círculo em volta da Beatriz. Renata conseguiu passar. Quando olhou de novo, era a Juliana que estava ali.
Ela gritou:
— Agora eu sei que a Beatriz está na casa. Eu vou provar.
Eu juntei a bolsa dela e empurrei pra fora.
Lucas falou:
— Amanhã a gente apresenta a Juliana como Beatriz pros oficiais.
Eu neguei.
— Não. Eu vou contar a verdade sobre o acidente e sobre a situação dela.
Foi aí que a porta da frente bateu de novo.
E alguém que a gente não esperava estava do outro lado.
PARTE 2....

EU ME DISFARCEI DE FANTASMA, FORCEI A CONFISSÃO DELA SOBRE O INCÊNDIO E A DESTRUIÇÃO DO CORTIÇO, E AGORA ELA ESTÁ PRESA ...
26/07/2026

EU ME DISFARCEI DE FANTASMA, FORCEI A CONFISSÃO DELA SOBRE O INCÊNDIO E A DESTRUIÇÃO DO CORTIÇO, E AGORA ELA ESTÁ PRESA NO MEIO DE TODOS OS VIZINHOS FURiosos ENQUANTO O GRAVADOR TOCA A VERDADE
PARTE 1
Eu estava escondida atrás da parede quando ouvi a voz dela no telefone.
Regina falava baixo, mas eu consegui pegar tudo.
— Ela morreu no fogo. A Priscila sobreviveu. Agora posso f**ar tranquila.
Ela riu.
Eu fechei os olhos e respirei fundo. O peito doía. Não de dor física. De outra coisa.
Bruno me olhou do outro lado do corredor. Ele tinha acabado de me contar que mentiu para a mãe. Que falou exatamente o que eu pedi.
— Ela acreditou — ele disse.
Eu só acenei com a cabeça.
Não dava para falar. Se eu abrisse a boca, a voz saía tremendo.
Eu sabia o que ela tinha feito. Eu sabia que ela tinha assinado meu nome nos papéis da demolição. Eu sabia que ela mandou gente atrás da Isabela e da pequena Lara. E eu sabia que ela tinha tentado me acabar no incêndio, pensando que eu já estava morta.
Mas ouvir ela comemorar... isso era diferente.
Eu senti o medo subir. Medo de que ela conseguisse mesmo. Medo de que o cortiço fosse abaixo ainda hoje. Medo de que todo mundo continuasse acreditando que eu era a traidora.
Eu saí do esconderijo e fui até a casa da Dona Sônia. Lá eu peguei o lençol branco que ela usava para cobrir o sofá. Dobrei. Guardei na bolsa.
À noite eu voltei para o lugar onde Regina costumava f**ar sozinha.
Eu me envolvi no lençol. Fiquei parada no canto escuro.
Quando ela entrou, eu dei um passo à frente.
Ela gritou.
— Não! Você está morta!
Eu falei baixo.
— Corpo queima. Alma não.
Ela recuou até a parede.
— Por que você tentou isso comigo? Eu nunca fiz nada contra você.
Ela balançava a cabeça.
— Eu não ia machucar a Priscila. Eu amo ela.
— Ela quase morreu por sua causa. Se eu não tivesse entrado no fogo, ela não estaria viva.
Regina começou a falar rápido. Confusa. Assustada.
Eu só deixei ela falar.
Ela admitiu os papéis. Admitiu os caras que mandou atrás das meninas. Admitiu o incêndio.
Eu gravei tudo no celular que estava no bolso.
Quando ela parou, eu tirei o lençol e falei:
— Amanhã todo mundo vai ouvir isso.
Ela ficou parada, olhando para mim como se eu fosse alguma coisa que não deveria existir.
Eu saí dali e fui direto para o cortiço.
Os moradores já estavam reunidos na frente. Gritando. Acusando.
Uma mulher levantou um pedaço de madeira.
— Foi ela! Foi a Ana Paula que assinou!
Eu levantei as mãos.
— Me escutem uma última vez.
Ninguém queria. Preto me puxou pelo braço.
— Vai embora, Ana. Eles estão muito bravos.
Eu fiquei.
Uma pedra quase acertou meu ombro. Rafa se colocou na frente.
Regina chegou logo depois. Veio com o construtor. Veio falando alto, fingindo tristeza.
— A Ana Paula nos traiu. Brincou com a emoção de todo mundo. Agora ela sumiu e deixou a gente nessa.
As pessoas começaram a concordar com ela.
Eu senti o chão sumir um pouco.
Sarita gritou do meio da multidão:
— Ela chamou o nome de Regina quando o fogo pegou! Alma de quem morre no fogo f**a andando por aí!
Regina empalideceu.
O construtor puxou o braço dela.
— Vamos começar a demolição.
Nesse momento o lençol branco caiu bem no rosto dela.
Ela gritou de novo.
Eu saí de trás dos moradores.
Regina me viu e deu um passo para trás.
— Você não pode estar viva...
Eu falei só uma coisa:
— Alma não morre. Humanidade morre.
Ela começou a tremer.
Sarita gritou:
— Ela está viva!
Regina olhou para Bruno.
— Você me disse que ela tinha morrido!
Bruno respondeu sem hesitar:
— Eu falei o que ela me mandou falar.
Regina olhou para mim, para o celular na minha mão, para os vizinhos.
Eu apertei o play.
A voz dela começou a sair do alto-falante.
E o silêncio que veio depois foi o mais pesado que eu já senti.
continua...
PARTE 2....

EU DESCOBRI QUE NÃO ERA FILHA DE VERDADE, FUI PRESSIONADA A CASAR COM UM HOMEM ESTRANHO POR DINHEIRO E QUASE FUI PRESA N...
25/07/2026

EU DESCOBRI QUE NÃO ERA FILHA DE VERDADE, FUI PRESSIONADA A CASAR COM UM HOMEM ESTRANHO POR DINHEIRO E QUASE FUI PRESA NUMA ARMADILHA NAQUELA SUÍTE ENQUANTO O CARA QUE EU GOSTAVA ESTAVA SENDO EMPURRADO PARA OUTRA MULHER
PARTE 1
Eu só queria ver o arquivo.
O segurança me olhou desconfiado quando eu entrei na sala de registros. Falei baixo que não ia roubar nada, só precisava conferir um documento. Ele mandou eu f**ar quieta e esperou o chefe. As luzes apagaram de repente. Um deles foi verif**ar o quadro. Foi ali que eu saí escondida.
Rafael me procurou o corredor inteiro. Eu ainda tentava abrir a pasta 202 quando ele apareceu.
— O que você tava fazendo na sala de arquivos?
Não consegui responder direito. Só pedi pra ele ir embora. Se a Sônia me visse perto dele, ia piorar tudo. Ele insistiu:
— Você gosta de me ver?
Eu desviei o olhar e mandei ele sair. Ele foi.
Em casa, eu segurei a pasta e falei pros meus pais que eu sabia a verdade. Carlos e Sônia se entreolharam. Sônia tirou o papel da minha mão e leu o nome em voz alta:
— Paula Malhotra.
Carlos pediu pra ela parar. Eu perguntei se eu não era filha deles. Ele me olhou como se eu já soubesse. Eu não sabia. Eu estava falando do dinheiro que sumia de casa. Sônia falou sem rodeio:
— Você era um peso. A gente te achou no templo e te trouxe. Desde que a Gabriela nasceu, você só tirou o espaço dela.
Eu saí de casa sem falar mais nada.
Na rua, uma senhora de vestido branco me viu sentada no meio-fio. Perguntou por que eu chorava se eu parecia ter tudo. Eu respondi que não tinha nem relação de verdade. Ela falou que o que eu perdi hoje eu ia recuperar depois, com juros. Eu levantei e fui embora.
Foi quando vi a menina no meio do trânsito. Uma mulher gritou. Eu corri, puxei a criança e entreguei pros pais. Eles agradeceram. Eu apontei pra mulher:
— Agradece ela. Foi o grito dela que me alertou.
Eles agradeceram e foram. A mulher se chamava Paula. Contou que deixou a filha num templo anos atrás e nunca mais encontrou. Eu ofereci ajuda pra achar o lugar.
No mesmo dia, Rafael perguntou pra Carla e pra Patrícia o que elas faziam na casa dele. Carla respondeu que o casamento com a Patrícia estava marcado pro dia seguinte. Ele estranhou a pressa. A Simone mandou ele não questionar. Ele aceitou.
Eu levei Paula até o templo. Ela confirmou que era aquele. Perguntei como a filha dela era. Ela disse que parecia com ela quando criança. Gabriela apareceu chamando que a Sônia estava me procurando. Eu apresentei as duas e saí.
Rafael pediu pra avó intervir no casamento. Ela disse que dava pra parar, mas a Simone ia f**ar magoada. Ele não queria magoar a mãe.
Em casa, eu ouvi a Sônia no telefone com uma cafetina de casamento. Falou que iam receber dois mil se eu casasse com o Bruno. Eu entrei na sala. Ela virou e falou:
— Mesmo não sendo sua mãe de sangue, eu te criei. Você vai casar com quem a gente escolher.
Ela saiu. Paula estava me esperando no templo. Eu contei que meu casamento estava marcado. Ela perguntou se era por dinheiro. Eu disse que sim, e que pela primeira vez a Sônia parecia feliz por minha causa. Paula falou meu nome em voz baixa e disse que eu nunca tinha feito nada por ela? Eu não respondi.
Mais tarde, eu vi a Patrícia entregando um envelope pra Sônia. Rafael perguntou o que era. Patrícia inventou que era ajuda secreta porque a família não podia se envolver. Ele elogiou. Quando ele saiu, a Carla cobrou. Patrícia contou a verdade: o dinheiro era pra forçar meu casamento com o Bruno, o motorista. Carla riu e disse que o Bruno não prestava.
Eu vi Rafael parado na frente da minha casa. Puxei ele pro templo perto. Ele disse que só queria saber se eu estava bem. Um véu de festa caiu em cima dos dois. Paula apareceu e pensou que ele era meu noivo. Eu corri pra explicar.
No dia seguinte, o Bruno e a mãe dele chegaram. Eu servi o chá. Ele tocou minha mão de propósito. Eu puxei. O padre chegou e falou que o horóscopo do Carlos estava ruim pelos próximos quinze dias. E que a data melhor pro meu casamento era amanhã.
Na casa dos Zaveri, outro padre pediu desculpa. A data de Rafael e Patrícia estava errada. Tinha que ser amanhã também. A Simone aceitou. Carla e a outra irmã reclamaram dos convites, mas ninguém mudou.
Bruno pediu pra me levar pra jantar. Sônia deixou. Carla mandou a Patrícia se aproximar de Rafael no jantar pra ele não desistir. Gabriela me avisou pra não ir com o Bruno. Sônia mandou eu me comportar.
Bruno me levou num boteco. Apresentou eu pros amigos como noiva. Depois falou que ia me levar pra um hotel pra “passar um tempo”. Eu fiquei quieta. Ele pagou e me puxou.
Enquanto isso, Rafael e Patrícia estavam num restaurante. Ela flertava. Ele se afastava. Ela pediu pra dançar. Ele colocou dinheiro na mesa e saiu. Ela correu atrás.
Bruno me levou pro hotel. Pediu cinco mil pra Patrícia pelo telefone. Ela mandou e avisou pra não ligar mais. Dentro do quarto, ele mandou eu sentar na cama. Eu recusei. Ele chegou perto demais. Eu empurrei e saí correndo.
Do lado de fora, a Patrícia gritava com Rafael:
— Você tá me rejeitando por causa dela.
Ele perguntou por que ela sempre puxava meu nome. Ela respondeu que era porque eu f**ava na cabeça dele.
Eu vi um carro com a porta aberta e entrei. A Patrícia viu Rafael andando embora e falou meu nome de propósito. Ele voltou na hora:
— Onde ela tá?
Ela riu e falou que eu estava no coração dele. O telefone dela tocou. Era a Simone.
Continua...
PARTE 2....

EU SEGUREI A ARMA CONTRA O HOMEM QUE TENTOU ME ATACAR E ELE FALOU O NOME DA MINHA MÃE COMO A RESPONSÁVEL ENQUANTO MINHA ...
25/07/2026

EU SEGUREI A ARMA CONTRA O HOMEM QUE TENTOU ME ATACAR E ELE FALOU O NOME DA MINHA MÃE COMO A RESPONSÁVEL ENQUANTO MINHA FAMÍLIA INTEIRA ME OLHAVA EM SILÊNCIO NO MEIO DA DELEGACIA
PARTE 1
Eu estava ali, de pé, quando Rafael falou baixo com a Sofia.
— Fala com a Isabela com respeito. Ela nunca quis esse casamento. Fui eu que pedi. Eu implorei pra ela aceitar.
O Victor, do lado, soltou uma risada seca.
— Ela aceitou depois do acordo de vinte milhões, Rafael. Não foi por pedido nenhum.
O Bruno abriu a boca pra falar alguma coisa sobre mim. Rafael cortou na hora.
— Cala a boca.
Eu fiquei quieta. Sentia o coração batendo forte. Medo de tudo isso explodir de novo. Medo de perder o pouco de controle que ainda tinha.
Aí os policiais entraram com o homem.
O mesmo homem.
Pedro, o delegado, falou:
— É ele.
Eu peguei a arma que estava em cima da mesa. Não pensei muito. Só levantei e apontei pra ele.
— Quem te mandou?
O homem tremeu. Fez cara de assustado.
— Foi a Beatriz. A sua mãe. Ela pagou.
Eu senti o corpo inteiro tremer. Empurrei ele contra a parede.
— Mentiroso.
A Sofia agarrou meu braço.
— Isabela, para. Olha como você tá agindo.
Ela virou pro Pedro.
— Prende a Beatriz.
Eu baixei a arma. As mãos ainda tremiam. Medo. Muito medo de que aquilo fosse verdade. Medo de que minha própria mãe tivesse feito isso.
A Sofia saiu do canto da sala. Eu vi ela puxar o celular. Fingi que não estava prestando atenção. Ouvi trechos.
— Troquei o homem… agora vai ter guerra entre as duas.
Meu estômago gelou. Eu não conseguia respirar direito.
Depois a família chegou na casa da Beatriz. Eu estava no telefone com a Sônia quando a voz da minha mãe entrou na linha.
— Isabela. Quem ele falou?
Eu fiquei em silêncio alguns segundos.
— Falou o seu nome.
Ela gritou.
— Você me armou. Você quer casar com o André e tá me tirando do caminho.
Desligou.
Eu olhei pro homem de novo. Ele estava sentado, algemado. Eu me aproximei.
— Que horas você disse que aconteceu?
— Sete e meia.
Mentira. Foi oito e meia. Eu vi o relógio naquela noite.
Apertei a arma com mais força. O barulho seco ecoou no corredor ao lado da cabeça dele. Ele engoliu seco.
— Foi a Rani Mojumdar. Foi ela que mandou. Eu confesso.
Rafael olhou pra mim e falou baixo:
— Você conseguiu.
Mas eu só conseguia pensar numa coisa: se a Sofia tinha trocado o homem, então alguém ainda estava mentindo. E o medo não tinha acabado.
E então tudo mudou.
PARTE 2....

EU TENTEI PRENDER O VESTIDO LONGO COM O CINTO DELE DEPOIS DE RECEBER A LIGAÇÃO DA CONTA DE LUZ COM PRAZO DE SETE DIAS EN...
25/07/2026

EU TENTEI PRENDER O VESTIDO LONGO COM O CINTO DELE DEPOIS DE RECEBER A LIGAÇÃO DA CONTA DE LUZ COM PRAZO DE SETE DIAS ENQUANTO MINHA SOCRA ME OLHAVA DESCONFIADA E EU PEDIA ADIANTAMENTO NO TRABALHO
PARTE 1
Eu estava no quarto tentando colocar aquele vestido longo que a Dona Beatriz deixou em cima da cama. A saia era larga demais e escorregava o tempo todo. Eu ainda estava de jeans por baixo porque não sabia como segurar aquilo direito.
Olhei pro espelho e vi o cinto do Rafael pendurado na cadeira. Peguei ele, passei na cintura e puxei firme. O tecido parou de cair.
O celular tocou. Era o número da companhia de luz.
— Alô?
A voz do outro lado falou que a conta da casa dos Hooda estava atrasada e eu tinha só sete dias pra pagar. Depois disso cortavam.
Eu desliguei e respirei fundo. Liguei pro meu gerente.
— Preciso de um adiantamento.
Ele perguntou quando eu ia voltar pro trabalho pra poder liberar o salário. Eu falei que ia entrar logo. Desliguei e fiquei olhando pro chão. Precisava falar com o Rafael sobre isso.
Desci pro hall. A Dona Beatriz estava lá, olhando o buquê de flores que alguém tinha deixado na mesa. Ela viu o vestido e as joias já arrumadas do jeito que ela gosta.
— Quem entende tão bem o que eu gosto? — ela perguntou.
O Seu Ricardo chegou atrás dela com a comida preferida dela.
— Não precisa de data especial pra mostrar que gosta de alguém — ele falou.
Eles f**aram um tempo lembrando das coisas que passaram juntos. Depois o Seu Ricardo pediu pra ela dar uma chance pra mim.
Nesse momento o Rafael entrou falando no telefone que já estava chegando. Ele me viu passando o creme nas mãos e no rosto.
— Que creme é esse?
— É multifuncional. Igual eu.
Ele reparou no cinto.
— Esse cinto é meu. Me devolve.
Eu saí correndo pro corredor. Ele veio atrás. No caminho eu esbarrei numa mesinha e derrubei um vaso. A Dona Beatriz apareceu com a cara de choque. A Camila ficou no canto, quase sorrindo. A Masoom perguntou por que a casa estava parecendo uma rua.
A Dona Beatriz olhou pro jeito que eu estava vestida.
— É assim que você se apresenta?
— Eu organizo tudo, mas seu filho tá correndo atrás de mim por causa do cinto. Segura ele.
Ela virou pro Seu Ricardo.
— É esse o tipo de menina que eu devo aceitar?
Ele respondeu que sim. Falou que eu tinha colocado o vestido por respeito a ela e pediu pra ela mandar fazer roupas do meu tamanho. Ela negou primeiro. Depois acabou concordando.
Eu agradeci e chamei o Rafael de “esse Dholu Ram” que não parava de me perseguir por causa do cinto.
O Seu Ricardo falou que a Dona Beatriz queria conversar comigo. Eu mencionei o cinto de novo. Ele mandou o Rafael colocar outro. O Rafael saiu dizendo que depois ia me ensinar uma lição.
A Dona Beatriz falou que não tinha nada em comum entre a gente. Eu brinquei que meu nome e o do filho dela eram parecidos. A Masoom riu baixo. O Seu Ricardo mandou ela parar.
A Dona Beatriz lembrou que o casamento já estava feito e perguntou o que eu sabia fazer. Eu falei que sabia consertar quase tudo na casa. A Masoom perguntou se eu sabia cozinhar, pintar e as coisas de menina. Eu admiti que não, mas que aprendia rápido se ensinassem.
Ela disse que já tinha empregados e que eu só precisava f**ar bonita, elegante e com postura. Perguntou se eu conseguia aprender isso. Eu falei que consertar ar-condicionado e geladeira era fácil, mas aquilo parecia difícil.
O Seu Ricardo disse que com o tempo ia dar. A Dona Beatriz me deu seis meses pra virar a mulher que o Rafael escolheria. Se não, eu tinha que sair. Se eu conseguisse, ela me aceitava de verdade. Eu falei que ia tentar.
A Ragini apareceu perguntando se a Dona Beatriz estava livre pro ritual da canjica. A Masoom falou que a mãe dela não ia comer nada que eu tivesse tocado. A Dona Beatriz mandou a Ragini preparar tudo pra quando eu chegasse pro almoço. O Seu Ricardo sorriu. A Ragini me puxou pro quarto pra arrumar o vestido direito.
No meio disso o Seu Ricardo comentou que já tinha autorizado eu continuar trabalhando depois do casamento. A Dona Beatriz ficou surpresa. Perguntou o que ele tinha concordado e por que eu queria trabalhar. Eu expliquei que tinha responsabilidade com a minha família. Ela ofereceu mandar dinheiro. Eu falei que queria mandar o que eu mesma ganhava.
Ela sugeriu eu trabalhar na empresa do Seu Ricardo ou na boutique dela. Eu falei que só sabia fazer entrega. O Ram e o Lakhan chegaram com a feira e as verduras e foram embora. A Anubha comentou que eu tinha arrumado tudo pra eles e que não ia esquecer as responsabilidades. A Ammaji falou que eu não tinha nenhuma qualidade de boa nora e torcia pra não me deixarem lá.
O Seu Ricardo disse que era melhor deixar eu trabalhar do jeito que eu me sentia bem. A Dona Beatriz falou que estava cedendo em muita coisa, mas não nessa. Ou eu trabalhava nas empresas deles ou não tinha lugar na casa. E se eu fizesse entrega, perdia os seis meses também. Todo mundo saiu. Eu fiquei parado. O Rafael veio e falou que ia conversar com ela de novo. Eu fiquei pensando em como ia sustentar a casa sem ganhar nada.
Fui pra cozinha. Um funcionário estava desesperado porque o liquidif**ador não ligava e a Masoom ia xingar se o suco atrasasse. Eu consertei rápido. Ele elogiou. Logo depois uma empregada veio dizer que a Dona Beatriz estava me chamando.
Subi pro quarto dela e quase caí no vestido. Ela me segurou. Eu falei que ainda estava aprendendo a andar naquilo. Ela me deu um vestido novo, feito sob medida. Eu tentei abraçar. Ela me seguiu e falou que as mulheres daquela casa tinham postura e eu ainda não. Por isso tinha mandado fazer. Eu falei que ela era mole por dentro, igual coco, e que já tinha resolvido o problema da roupa, então podia resolver o do trabalho também. Ela negou falar de entrega e mandou eu trocar e lembrar dos seis meses. Sugeriu contratar uma personal. A Fernanda entrou com um presente, se ofereceu pra me treinar. A Dona Beatriz aceitou e falou que a Fernanda ia cuidar da minha postura. A Fernanda mandou eu aparecer no hall daqui a uma hora.
O Rafael chegou em casa. A Sunaina perguntou por que ele tinha ido pro escritório mesmo de folga. A Masoom falou que a folga era pra lua de mel com a Manushi e que comigo não ia a lugar nenhum. O Seu Ricardo cortou e proibiu de falar o nome da Manushi. Pediu pra Sunaina começar o ritual da canjica.
A Ragini explicou que o ritual era importante pro laço com a sogra. Tinha que cuidar, oferecer primeiro e não deixar cair nada. Ela me mandou com o Rafael pro oratório. A gente colocou a canjica lá. No caminho de volta a Fernanda puxou um fio no chão pra me fazer tropeçar. Eu segurei a tigela firme. Nenhum grão caiu. Todo mundo ficou olhando. O Duggu elogiou.
Eu dei a canjica pra Dona Beatriz. Ela me deu de volta. O Seu Ricardo sorriu. A Ragini falou que o laço ia f**ar forte. A Dona Beatriz perguntou que presente eu queria de agouro. Eu pedi permissão pra voltar pro trabalho de entrega. Ela negou. Falou que agora eu era a nora da casa.
Nesse momento a Manushi ligou pro Kunal pedindo pra ir pra Suíça. Ele falou que tinha esquecido o passaporte. Ela também. Ele disse que então ia pedir um bolo suíço. Ela aceitou.
Eu estava no vestido novo, que parecia um sári mas era mais prático. Conseguia me mexer. Girei segurando a ponta e ela caiu no rosto do Rafael. Pedi desculpa. Ele falou que não era praça pra f**ar rodando e me ajudou a prender quando eu não conseguia. Eu agradeci. Ele falou que já que tinha ajudado, eu podia sair logo da casa. Eu respondi que não estava morrendo de vontade de aguentar o cheiro de suor dele. Ele disse que era normal depois da academia. Eu quase falei do trabalho de entrega, mas lembrei da ameaça da Dona Beatriz e saí.
A Fernanda me perguntou que sapato eu queria. Eu falei que a gente tinha que usar o que fosse confortável. Ela me fez colocar uma sandália enquanto lia escondido uma carta da Masoom. Falou pra eu começar o trabalho sem contar pra Dona Beatriz, porque ela ia estar no escritório. Eu disse que não conseguia mentir. A Ragini me chamou pro quarto dela dizendo que o Rafael estava me chamando. A Masoom perguntou o porquê. A Ragini falou que ele precisava entender que a esposa ia trabalhar. Eu entrei. O Rafael achou que era a Masoom e pediu pra eu escolher uma camisa pra ele. Eu peguei duas sem olhar muito. Ele saiu vestindo uma. A Masoom ficou sem graça.
E foi aí que a Dona Beatriz apareceu na porta com o celular na mão e o rosto fechado.
Continua...
PARTE 2....

EU FUI PRESO POR UM CRIME QUE NÃO COMETI, MINHA ESPOSA LUTOU CONTRA TODOS, MAS A VERDADE EXPLODIU NA FESTA DE FAMÍLIA E ...
25/07/2026

EU FUI PRESO POR UM CRIME QUE NÃO COMETI, MINHA ESPOSA LUTOU CONTRA TODOS, MAS A VERDADE EXPLODIU NA FESTA DE FAMÍLIA E REVELOU QUEM REALMENTE QUERIA ME DESTRUIR
PARTE 1
Eu estava sentado naquela cadeira fria da delegacia quando o delegado entrou.
— Você sabe por que está aqui, Rafael?
— Eu não fiz nada. Pode me soltar.
Ele cruzou os braços.
— Os caras falaram seu nome. Tentativa de um crime grave. Você f**a.
Me colocaram na cela. A porta bateu. Eu fiquei olhando pro chão. Minha cabeça não parava. E se Camila não acreditasse em mim? E se a família inteira virasse as costas?
André apareceu logo depois. Ele falou com o delegado na minha frente.
— Delegado, o Rafael é só o motorista da família. Pode soltar ele.
Eu levantei a cabeça.
— Eu não preciso da sua ajuda, André.
O delegado me olhou estranho. Saiu pro corredor atender uma ligação. André foi atrás.
Eu fiquei sozinho na cela. O medo subia. Eles iam acreditar nos goons. Eu ia f**ar aqui. Minha vida acabava naquele lugar.
Camila chegou. Ouvi a voz dela do lado de fora.
— André, me ajuda a tirar o Rafael daqui.
Ele fingiu.
— Vou entrar e falar de novo com o delegado.
Meu celular tocou na mesa do delegado. Era Akash e a Riya ligando pra Camila. Ela atendeu e contou que estava com o André. Akash só disse que confiava.
Rati chegou logo depois. Camila falou baixo com ela.
— O Rafael nunca faria isso. Precisamos falar com o Pedro. Alguém está por trás disso.
Rati ligou pro Pedro. Lembrei ele que o Rafael tinha ajudado no casamento deles. Pedro respondeu na hora.
— Os caras invadiram minha casa. Eu ouvi eles falando com um tal de Chico.
Camila ficou em silêncio por um segundo.
— Então tem mais coisa.
A polícia trouxe o Chico. Quando ele viu a Camila, gritou:
— Ela tá tentando me envolver pra salvar o marido!
O delegado gritou de volta.
— F**a quieto.
Chamou o Pedro pra explicar. Pedro falou direto.
— Eles fizeram bagunça na minha casa. Eu ouvi o nome do Chico.
Chico baixou a cabeça.
— Eram meus caras. Eu mandei.
O delegado perguntou o motivo. Camila não esperou.
— Ele fez isso pra colocar a culpa no Rafael.
O delegado pressionou. Chico cedeu.
— Foi a Bruna. Ela pediu pra eu ameaçar a família do Pedro.
Camila negou na hora.
— Ele tá mentindo. Quer colocar a Bruna no meio.
Chico insistiu.
— É verdade.
O delegado perguntou pros caras por que falaram o nome do Rafael. Um deles respondeu:
— Ele já tinha assustado aquela família antes. Foi fácil falar o nome.
Camila olhou pro delegado.
— Eu já tinha falado que ele era inocente.
O delegado mandou me soltar. A porta da cela abriu. Eu saí. Olhei pro Chico.
— Quando eu sair daqui, a gente se resolve.
O delegado me mandou embora. Camila e eu saímos juntos. No caminho ela perguntou como a Bruna podia ter feito aquilo. Eu não respondi. Só andei.
Em casa a família preparava a fogueira de São João. Tejas pediu ajuda pra Bruna. Renata também. Dona Irene perguntou pra Renata como ela conseguia festejar comigo preso. Renata respondeu sem olhar:
— Eu não me importo com o Rafael. Ele nunca foi filho de verdade.
Eu ouvi tudo da porta. O peito apertou. Mesmo depois de solto, eles ainda me viam como estranho.
Camila e eu acendemos a fogueira juntos. Ela falou baixo:
— A verdade sempre aparece.
Dona Irene abençoou a gente. Todo mundo estava ali. De repente Camila virou pro lado e deu um tapa no rosto da Bruna.
O silêncio caiu.
Bruna gritou:
— Como você ousa?
Camila não recuou.
— Conta a verdade. Por que você não falou nada quando prenderam o Rafael?
Bruna fingiu não saber. Camila continuou:
— Você mandou o Chico. Você armou tudo.
Todo mundo olhou. Akash perguntou como ela podia ter caído tão baixo. Tejas defendeu a esposa. Bruna tentou se explicar:
— Eu só pedi pra ele resolver por conversa. Não sabia que ia virar isso.
A polícia chegou naquele momento. Vieram buscar a Bruna. Chico tinha falado o nome dela. Eles a levaram. Tejas prometeu que ia resolver. Renata ficou parada, com a cara branca. Savitri baixou a cabeça de vergonha.
Eu olhei pra Camila. Ela estava tremendo. Eu também.
A gente saiu da festa. Eu sabia que ainda não tinha acabado.
Mas o pior ainda estava por vir.
PARTE 2....

Endereço

Rua Do Almada 312
Porto
4050-038

Website

Notificações

Seja o primeiro a receber as novidades e deixe-nos enviar-lhe um email quando Porto de Abrigo publica notícias e promoções. O seu endereço de email não será utilizado para qualquer outro propósito, e pode cancelar a subscrição a qualquer momento.

Atalhos

Compartilhar