Grandes Batalhas da História.

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Grandes Batalhas da História. Fatos sobre batalhas da história

🕸🕷 A LENDA INDÍGENA DA AVÓ AR**HAA lenda da Avó Ar**ha é uma história muito importante em várias culturas indígenas da A...
09/05/2023

🕸🕷 A LENDA INDÍGENA DA AVÓ AR**HA

A lenda da Avó Ar**ha é uma história muito importante em várias culturas indígenas da América do Norte, incluindo os Hopi e Navajo entre outros. Embora existam variações na lenda em cada cultura, em geral, a Avó Ar**ha é uma figura divina que ensina aos seres humanos a importância da sabedoria, criatividade e conexão com a natureza.

De acordo com a lenda dos Hopi, ela é também chamada de "Gogyeng Sowuhti" entre muitos outros nomes pode assumir a forma de uma mulher velha ou atemporal ou a forma de uma ar**ha comum em muitas histórias Hopi . Quando ela está em sua forma de ar**ha, ela vive no subsolo em um buraco que é como um Kiva . Quando ela é chamada, ela ajuda as pessoas de várias maneiras, como dando conselhos ou curas medicinais. A "Avó Ar**ha" é vista como uma líder, é uma pessoa sábia que representa coisas boas.
Já na mitologia Navajo , a Mulher Ar**ha ( Na'ashjé'íí Asdzáá ) é a constante ajudante e protetora dos humanos. A Mulher Ar**ha também lança sua teia como uma rede para capturar e comer crianças mal comportadas.

Em outro mito, duas mulheres procuram a "Mulher Ar**ha" esperando uma solução para ajudar o povo Navajo a suportar o inverno. Ela ensinou as mulheres a fazer fios de lã de ovelha, tingi-los e tecê-los. A partir disso, as mulheres ensinaram os outros aldeões a fazer essas coisas, e a aldeia conseguiu fazer tapetes para usar e vender para ajudar a sobreviver no inverno.
No geral em todas essas culturas, a Avó Ar**ha é vista como uma figura sagrada que ensina aos seres humanos a importância da conexão entre todas as coisas vivas. Ela é um símbolo de sabedoria, criatividade e equilíbrio, e é honrada em cerimônias e rituais em toda a América do Norte.

Fonte: A História Esquecida

~Ravena

Retrato de estúdio de um soldado alemão na Primeira Guerra Mundial (1914-1918).⁣⁣As flores em seu uniforme sinalizam que...
29/01/2023

Retrato de estúdio de um soldado alemão na Primeira Guerra Mundial (1914-1918).⁣

As flores em seu uniforme sinalizam que ele será enviado para a linha de frente em breve.

Fonte: Registros Históricos

~Ravena

⚫ Morre Rainha Elizabeth IIFoi informado nesta quinta-feira, 8, o falecimento da rainha da Inglaterra, Elizabeth II, aos...
08/09/2022

⚫ Morre Rainha Elizabeth II

Foi informado nesta quinta-feira, 8, o falecimento da rainha da Inglaterra, Elizabeth II, aos 96 anos de idade. Ainda hoje, foi divulgado pelo Palácio de Buckingham que a rainha passava por supervisão médica após a equipe responsável demonstrar preocupação com o seu estado de saúde.

Apesar de 'confortável', os membros da família real foram chamados para acompanhar a monarca no Palácio de Balmoral, Escócia. Enquanto Charles, sucessor do trono estava com a mãe, e Andrew, Anne e Edward viajaram para encontrar a rainha.

No mês de outubro de 2021, a rainha passou a apresentar alguns problemas de saúde. Seguindo recomendações médicas para o cancelamento de viagens e eventos, Elizabeth II chegou a ficar internada para a realização de exames.

Outro problema de saúde se deu em fevereiro deste ano, quando a monarca contraiu covid-19. Apesar de lidar com sintomas leves, Elizabeth II foi forçada a reduzir sua participação em compromissos oficiais. Chamou atenção, por exemplo, a ausência da rainha nas festividades do Jubileu de Platina, que celebrou os seus anos como rainha da Inglaterra.

⚫A saga de uma rainha

Nascida em 21 de abril de 1926, a inglesa viu sua vida mudar com a abdicação de seu tio rei, Edward VIII, do trono britânico. Fazendo com que seu pai, George VI, assumisse a coroa e a responsabilidade um dia fosse sua.

Quando a Segunda Guerra Mundial se iniciou, em 1939, Elizabeth Alexandra Mary tinha apenas 13 anos de idade. Já nos estágios finais do conflito, a futura rainha, na época com 19 anos, decidiu atuar no serviço militar britânico, como motorista e mecânica.

Coroada em 1953, após a morte de seu pai, Elizabeth II foi a monarca que por mais tempo ocupou essa posição. A rainha foi uma das principais figuras da História do século 20 e 21.

Sabe-se que 15 primeiros-ministros britânicos já acompanharam a monarca no poder da Grã-Bretanha ao longo dos anos. Em quase um século de vida, a soberana presenciou diversos momentos históricos marcantes.

Agora, com a notícia de seu falecimento, espera-se que seu filho mais velho, príncipe Charles, assuma o trono.

~Ravena

Os Lusitanos foram um povo ibérico pré-romano que vivia em grande parte do que hoje é Portugal.  Habitando a península i...
06/09/2022

Os Lusitanos foram um povo ibérico pré-romano que vivia em grande parte do que hoje é Portugal.
Habitando a península ibérica desde a idade do ferro, os Lusitanos são considerados um povo sem história pelo fato de não terem deixado registros antes da chegada dos romanos. O que temos de informação sobre os Lusitanos nesse extenso período é relatada por gregos e romanos antigos. Ainda que a origem desse povo não seja bem determinada, é possível que tenham surgido nos Alpes Suíços e migrado para a península ibérica por causa do frio. A miscigenação feita no percurso e promovida no novo território é que teria dado origem efetivamente aos Lusitanos.
Já na fase de expansão do Império Romano, há muitas fontes sobre os Lusitanos. Estes resistiram durante muito tempo à invasão e dominação dos romanos, que veio a acontecer em 29 a.C.. Logo em seguida, foi criada a província romana da Lusitânia que é correspondente a praticamente todo o território de Portugal nos dias de hoje.

Um soldado dos Estados Unidos divide sua ração com uma criança faminta japonesa, na Ilha de Okinawa em 1945. A batalha d...
22/05/2022

Um soldado dos Estados Unidos divide sua ração com uma criança faminta japonesa, na Ilha de Okinawa em 1945.

A batalha de Okinawa foi a mais sangrenta de toda a batalha do pacífico.
O governo de Okinawa estimou que mais de 100 000 civis morreram, enquanto os americanos afirmam que 142 058 nativos foram mortos ou feridos, incluindo muitos atingidos por artilharia e aviões. Muitos também morreram com armas em mão, alistados a força no exército japonês. Durante a batalha, soldados americanos tinham dificuldade entre distinguir civis e combatentes. Se tornou comum para os americanos abrirem fogo contra casas okinawenses, como um homem de infantaria descreveu: "As vezes os que estavam lá dentro retornavam fogo, mas outras estavam ocupadas por civis – e nós não nos importávamos. Era terrível não poder distinguir entre combatentes e mulheres e crianças. Americanos sempre tiveram grande compaixão, especialmente por crianças. Agora nós disparávamos indiscriminadamente". Já que muitos residentes okinawenses fugiram para cavernas onde acabaram sendo sepultados, isso faz com que o real número de fatalidades civis seja desconhecido.

Fonte: A História Esquecida

~Ravena

31 de março de 1943 | A construção do crematório e da câmara de gás II no campo de Auschwitz ll-Birkenau foi concluída. ...
31/03/2022

31 de março de 1943 | A construção do crematório e da câmara de gás II no campo de Auschwitz ll-Birkenau foi concluída. O edifício (Projeto KGL-30) foi entregue ao administrador do campo pelo Escritório Central de Construção da SS (Bauleitung der Waffen-SS u. Polizei KGL-Auschwitz).

O Crematório ll (quase idêntico ao crematório lll) tinha cinco fornos com três câmaras de combustão e duas caixas de fogo por forno.

As câmaras de gás e a sala de despir estavam situadas abaixo do solo. Na câmara de gás havia colunas do chão ao teto constituídas por várias camadas de fio espesso e tecido com uma plataforma móvel no interior. O gás foi derramado neles de cima através de aberturas no teto. Junto às câmaras de gás havia um elevador que transportava os corpos para a galha com os fornos do crematório situados no rés-do-chão.

Fonte: Auschwitz Memorial / Muzeum Auschwitz

~Ravena

Guerra da Coreia (1950-1953)Durante a Segunda Guerra, a Coreia foi ocupada pelo Japão.Com a derrota japonesa, o territór...
17/03/2022

Guerra da Coreia (1950-1953)

Durante a Segunda Guerra, a Coreia foi ocupada pelo Japão.Com a derrota japonesa, o território foi dividido em zonas de ocupação: os soviéticos ocuparam a região Norte e os EUA, o Sul.
Em 1950, os comunistas invadiram o sul. Com o apoio da ONU, os estadunidenses desembarcaram na região, buscando impedir a unificação pretendida pelos comunistas. Durante o conflito, houve diversas alterações na fronteira entre as duas Coreias, até que se chegou a um armistício em 1953.Entretanto, até hoje a situação encontra-se indefinida.

FOTO: 👇 Com o irmão nas costas, menina coreana passa por um tanque em Haengju, durante guerra da Coreia, em 9 de junho de 1951.

~Ravena

Nesta imagem de 7 de setembro de 1965, vemos uma mãe vietnamita desesperada com seus filhos cruzando um rio para fugir d...
11/02/2022

Nesta imagem de 7 de setembro de 1965, vemos uma mãe vietnamita desesperada com seus filhos cruzando um rio para fugir de um bombardeio em Qui Nhon durante a guerra do Vietnã.

Ela e seus quatro filhos foram forçados a deixar sua aldeia, Qui Nhon, perto de Quinbonso. A Força Aérea dos Estados Unidos pediu a todos os habitantes que evacuassem a vila porque os vietcongues a usavam como base para atirar nos fuzileiros navais dos Estados Unidos. Esta imagem capta o desespero dos civis em meio ao fogo cruzado na guerra, durante uma evacuação.

Esta foto foi premiada com o "1966 World Press Photo of the Year". Depois de ganhar o prêmio, o fotógrafo Kyoichi Sawada procurou e localizou as duas famílias na foto e deu a elas todo o dinheiro do prêmio, e a cada um uma cópia da foto. Quatro anos depois, no Camboja, 1970, o fotógrafo Kyoichi Sawada morreu no campo, fazendo o que mais amava.

Via: A História Esquecida

~Ravena

MG 42 – A DEVASTADORA METRALHADORA ALEMÃ:Uma metralhadora que militares de todas as nações aliadas temeram durante a Seg...
04/02/2022

MG 42 – A DEVASTADORA METRALHADORA ALEMÃ:

Uma metralhadora que militares de todas as nações aliadas temeram durante a Segunda Guerra Mundial: vamos falar um pouco sobre a MG 42.

Antes da MG 42 ser desenvolvida, os alemães usavam como armamento padrão de sua infantaria a MG-34, uma metralhadora projetada nos anos 30.

Com o passar dos anos, os alemães perceberam altos, além do que, ela também tinha uma alta propensão a falhas quando estava suja. Houve uma tentativa de aprimoramento da MG-34, que culminou na MG-34S, mas este projeto não obteve êxito.

O engenheiro responsável pelo projeto foi o Dr. Werner Gruner Gustolff-Werke que, quando recebeu a missão de projetar e construir esta arma, não sabia nada sobre metralhadoras. Ele era especializado em tecnologias de produção em massa e na construção de armas curtas.

O engenheiro buscou participar de um curso militar, junto ao exército alemão, de operação de metralhadoras, para se familiarizar com as características deste tipo de armamento e com as necessidades de seus operadores.nova MG-42 permaneceu similar à MG-34. As únicas diferenças que os operadores poderiam ver, de fato, uma grande diferença era basicamente o seu sistema de alimentação e suas alavancas de manejo.

A MG42 agora poderia ser alimentada por um cinto de munição que estivesse mais frouxo, ou por um “drum magazine” com capacidade para 50 munições, que deveria ser acoplado ao receiver da arma, assim como na MG-34. Foi incorporada à MG 42 também, peças que eles aprenderam a duras lições em combate que deveriam ser feitas de outra forma. Tanto a alavanca de manejo do ferrolho, quanto a trava da capa superior e a alavanca de abertura da janela de troca do cano, foram feitas para que o operador pudesse manejar a MG 42 usando luvas, pois em situações em que a temperatura está abaixo de 0 isso era vital, pois o contato da pele com o metal frio poderia causar sérios danos ao operador da arma.

Em Maio de 1942, em uma campanha ao norte da África, em Gazala. Quando oficiais das forças aliadas capturaram e avaliaram pela primeira vez a MG-42, pensaram que as mudanças feitas em relação à MG-34 aconteceram por conta de pressão das indústrias bélicas alemãs, os aliados não imaginaram que, na verdade, estas mudanças haviam sido planejadas com base nas dificuldades que haviam percebido que sua antecessora tinha.

Por conta da alta cadência de tiros da MG 42 e de seu som único, ela ganhou diversos apelidos durante a guerra, como: “Estripador de Linoleum”, pelos russos, “A serra de Hitler”, pelos alemães, “Lurdinha”, pelos brasileiros e “Zíper de hitler” pelos americanos, pois de acordo com o 2º Tenente do Exército Americano, Orville W. “Sonny” Martin Jr., o som de seus disparos soavam como um zíper se fechando.

Quando as noticias de como era a MG 42 em campo de batalha chegou à America, os novos militares que chegavam ao front já iam com muito medo de se deparar com esta arma. Essa situação se tornou tão ruim que o Exército Americano criou um filme para mostrar aos militares recém chegados que na verdade: “Os alemães possuem uma arma com uma impressionante cadencia de fogo, mas vocês tem as armas mais precisas. As melhores dentre todas”.

Foram fabricadas 423.600 unidades da MG-42 até o final da guerra, sendo que 17.915 foram produzidas em 1942, 116.725 em 1943, e essa arma atingiu o pico máximo em 1944 com a produção de 211.806 e 61.877 em 1945. A MG-42 não é mais usada, mas uma de suas variações sim, a MG-3. Uma metralhadora em 7,62x51mmNATO que compõe o quadro de armamento não só das forças armadas alemãs, mas de diversos países da Europa.

Em 27 de janeiro de 1945, no sábado, por volta das 9 horas, o primeiro soldado soviético de uma unidade de reconheciment...
27/01/2022

Em 27 de janeiro de 1945, no sábado, por volta das 9 horas, o primeiro soldado soviético de uma unidade de reconhecimento da 100ª Divisão de Infantaria apareceu no terreno da enfermaria dos prisioneiros em Monowitz. Toda a divisão chegou meia hora depois. No mesmo dia, um médico militar chegou e começou a organizar a assistência.

À tarde, soldados do Exército Vermelho entraram nas proximidades do campo principal de Auschwitz e Birkenau. Perto do acampamento principal, eles encontraram resistência de unidades alemãs em retirada, 231 soldados do Exército Vermelho morreram em combate corpo a corpo pela libertação de Auschwitz, Birkenau e Monowitz. Dois deles morreram em frente aos portões do campo principal de Auschwitz. Um deles era o tenente Gilmudin Badryjewicz Baszirow.

As primeiras tropas do Exército Vermelho chegaram a Birkenau e Auschwitz por volta das 15h e foram saudados com alegria pelos prisioneiros libertados. Após a remoção das minas da área circundante, soldados do 60º Exército da 1ª Frente Ucraniana marcharam para o campo e trouxeram a liberdade aos prisioneiros que ainda estavam vivos. Nos terrenos do campo principal estavam 48 cadáveres e em Birkenau mais de 600 cadáveres de prisioneiros masculinos e femininos que foram baleados ou morreram nos últimos dias.
No momento da chegada do Exército Vermelho havia 7.000 prisioneiros doentes e exaustos nos campos de Auschwitz, Birkenau e Monowitz.

Fonte: Auschwitz Memorial/Museum Auschwitz

~Ravena

🔴 ONNA-BUGEISHA: AS MULHERES SAMURAIS DO JAPÃO FEUDALTreinadas para executar um papel estratégico na sociedade, esta cla...
13/12/2021

🔴 ONNA-BUGEISHA: AS MULHERES SAMURAIS DO JAPÃO FEUDAL
Treinadas para executar um papel estratégico na sociedade, esta classe de guerreiras foi comum até o período Sengoku

Da ascensão ao ocaso, os samurais moldaram valores que ainda são caros aos japoneses da atualidade. Nas narrativas sobre os guerreiros, ficção e realidade se misturam para aumentar o mistério em torno deles. Menos comentado é o papel das mulheres que pertenciam a essa classe dos guerreiros.

Denominadas Onna-Bugeisha, elas raramente aparecem em textos antigos. As histórias priorizavam clãs e guerreiros do s**o masculino. No entanto, essas mulheres treinavam o manuseio de espadas e costumavam ser nomeadas Jitō (cabeça da terra), nome dado a pessoas que cuidavam e protegiam as terras enquanto os homens estavam ausentes.

Durante os períodos Heian e Kamakura, entre os séculos 8 e 14, as guerreiras ajudaram a colonizar novos territórios – e, consequentemente, se envolviam em lutas. Para tanto, elas treinavam o uso das notórias naginatas. Era esperado, por exemplo, que elas protegessem as aldeias e principalmente suas famílias. No final do período Heian, uma mulher em particular ganharia notoriedade. Era Tomoe Gozen.

Grande parte do que se sabe sobre Gozen vem dos relatos presentes na crônica Heike monogatari (O Conto dos Heike), que narra a guerra de Genpai. De acordo com a obra, a combatente era uma excelente arqueira e domava cavalos selvagens sem dificuldade.

Suas habilidades ganharam ênfase durante a batalha de Yokotogawara, conflito no qual matou sete samurais. Em outros combates liderou exércitos bem-sucedidos. Foram tantas façanhas que Tomoe se tornou um dos símbolos das guerreiras.

Assim como os samurais homens, as mulheres guerreiras perderam espaço no século 19, com a Restauração Meiji, que tirou o poder dos xoguns e o devolveu à família real. O novo governo, controlado por burocratas da oligarquia que havia derrubado o xogunato, iniciou uma série de reformas para modernizar o Japão e formar exércitos organizados à moda ocidental.

Fonte: Aventuras na História

~Ravena

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