Angola Acontece 24 Horas

Angola Acontece 24 Horas O portal Angola Acontece 24 é uma plataforma informativa que aborda questões política, social, cu

MENSAGEM DE CONDOLÊNCIAS ÀInditosa família de Manuel Domingos Augusto Luanda Foi com a mais profunda dor que tomei conhe...
05/06/2026

MENSAGEM DE CONDOLÊNCIAS

À
Inditosa família de Manuel Domingos Augusto
Luanda

Foi com a mais profunda dor que tomei conhecimento do falecimento de Manuel Domingos Augusto, figura de destaque da vida política nacional, da diplomacia e do jornalismo.

Angola perde um filho que dedicou o melhor do seu tempo e da sua vida à defesa dos superiores interesses do Povo, tendo ocupado cargos relevantes no aparelho do Estado, com realce para a pasta das Relações Exteriores.

Deixa-nos precocemente um quadro talhado para a mais elevada e refinada performance no cumprimento do dever, que tinha ainda muito para dar como servidor público, homem de Estado e patriota convicto.

À sua Família, amigos e colegas, expresso as minhas mais sentidas condolências, esperando que ultrapassem com coragem tão difícil momento.

JOÃO MANUEL GONÇALVES LOURENÇO
PRESIDENTE DA REPÚBLICA

05/06/2026
Manuel Guedes dos Santos Lima "Santos Lima""O primeiro oficial negro do exército português""Primeiro comandante do EPLA ...
05/06/2026

Manuel Guedes dos Santos Lima
"Santos Lima"
"O primeiro oficial negro do exército português"
"Primeiro comandante do EPLA braço armado MPLA"

Nasceu a 28 de janeiro de 1935, na cidade do Cuíto, na província do Bié.
O seu pai era oriundo de São Tomé, facto ressaltado na sua obra Sementes da Liberdade.

Desde jovem que o autor se destacava, apresentando-se como o primeiro classificado no exame do quarto ano.

Aos doze anos, foi para Lisboa para concluir seus estudos no Liceu Camões e, posteriormente, estudar na Faculdade de Direito (1953) da Universidade de Lisboa.
Foi colega de Francisco Sá Carneiro, Jorge Sampaio e Pinto Balsemão.
Em Lisboa, torna-se residente da Casa dos Estudantes do Império (CEI), sendo um dos mais importantes colaboradores da revista Mensagem (uma publicação da CEI).

Foi o representante de Angola no 1.º Congresso Internacional dos Escritores e Artistas Negros, em Paris (em 1956), e no Congresso Afro-Asiático de Escritores, no Cairo (1962).
Em Paris, trabalhou com Léopold Sédar Senghor e Aimé Césaire na revista Présence Africaine.

Santos Lima foi o primeiro oficial negro do exército português, mas desertou para lutar pela independência de Angola.

Desertou em Damasco, seguindo depois para Beirute, onde havia um núcleo nacionalista angolano, dirigido por Marcelino dos Santos.
Coube-lhe a formação, bem como a tarefa de ser o primeiro comandante do Exército Popular de Libertação de Angola (EPLA), o braço armado guerrilheiro do Movimento Popular de Libertação de Angola (MPLA).

Entre 1961 e 1963 participou como comandante do EPLA na Guerra de Independência de Angola. Porém, resolve deixar o MPLA por divergências com a liderança de Agostinho Neto.

Entre 1963 e 1968, doutorou-se em literatura comparada, na Universidade de Lausanne, na Suíça. Sua tese foi sobre a obra de Castro Soromenho (1975), seu amigo pessoal. A tese foi escrita enquanto morou no Canadá e na Suíça.

Leccionou no Canadá até 1982, onde ensinou sobre literatura portuguesa, francesa e espanhola. Leccionou em Rennes, durante 20 anos, e em Nantes, Lisboa (Universidade Moderna) e Luanda, onde chegou a ser reitor da Universidade Lusíada de Angola.

Encabeçou um dos movimentos de oposição ao MPLA após o pluripartidarismo, fundando o Movimento de Unidade Democrática para a Reconstrução (MUDAR), em 1991, sendo convidado a concorrer às eleições para a Presidência da República de Angola em 1992 pela referida agremiação.

Após a sua jubilação acadêmica, Manuel dos Santos Lima passou a viver em Portugal, dedicando-se à literatura e à revisão dos seus escritos.

MORTE

Morreu no Hospital Nossa Senhora do Rosário/Centro Hospitalar Barreiro Montijo, em Barreiro, Portugal, no dia 17 de dezembro de 2024, aos 89 anos.

OBRAS

Obras escritas por Manuel dos Santos Lima:

Kissange (1961) - volume de poesias,
A Pele do Diabo (1977; “The Skin of the Devil”) - a peça do teatro,
As Sementes da Liberdade (1965; “The Seeds of Liberty”) - o primeiro romance,
As Lagrimas e o Vento (1975; “Tears and Wind”) - o romance,
Os anões e os mendigos (1984; “Dwarfs and Beggars”) - o romance.

Honra e glória aos filhos da Pátria Angola.

📢 Aberto o financiamento para publicação de Livros Técnico-Científicos!A FUNDECIT disponibiliza apoio financeiro até 7.5...
05/06/2026

📢 Aberto o financiamento para publicação de Livros Técnico-Científicos!

A FUNDECIT disponibiliza apoio financeiro até 7.500.000,00 Kz para a publicação de obras técnico-científicas de docentes, investigadores e instituições de investigação.

📅 Candidaturas: 29 de Junho a 22 de Novembro de 2026

🌐 Saiba mais em: https://fundecit.ao

Edital nº 4/2026 link:https://c2a.portais.gov.ao/uploads/JACAD_1_04_06_26_P24_PUB_e3381fab53.pdf

NOVO HOSPITAL MILITAR DE LUANDAPresidente João Lourenço constata avanço das obras de construção O Presidente da Repúblic...
05/06/2026

NOVO HOSPITAL MILITAR DE LUANDA

Presidente João Lourenço constata avanço das obras de construção

O Presidente da República, João Lourenço, constatou nesta sexta-feira, 5 de Junho, o grau de execução das obras do novo Hospital Militar de Luanda, com previsão de conclusão para Março de 2027.

Localizada no Campo Militar do Grafanil, a futura unidade hospitalar está com um grau de execução física de 57,87 por cento e financeira de 61,79 por cento.

Com uma área total de intervenção de 45.500 metros quadrados, a infra-estrutura contará com 15 áreas clínicas, 144 camas, quatro salas cirúrgicas, um laboratório de hemodinâmica e estacionamento com capacidade para 200 viaturas.

A infra-estrutura, avaliado em 90 milhões de dólares, terá três pisos e uma área coberta de construção de 16 mil metros quadrados.

A obra, sob responsabilidade do Ministério da Defesa Nacional e Veteranos da Pátria, iniciou em Janeiro de 2024 e está a cargo da construtora Mitreli, sendo fiscalizada pela empresa DAR Angola.

As vias de acesso ao novo Hospital Militar de Luanda incluem a Avenida Deolinda Rodrigues e a estrada de ligação ao bairro Capolo, que será reabilitada.

Faleceu Manuela Augusto ex-Ministro das Relações Exteriores A sociedade angolana perdeu hoje, Manuel Domingos Augusto, q...
05/06/2026

Faleceu Manuela Augusto ex-Ministro das Relações Exteriores

A sociedade angolana perdeu hoje, Manuel Domingos Augusto, que faleceu aos 68 anos de cancro do pâncreas. Diplomata de carreira e figura conhecida da política angolana, desempenhava actualmente as funções de Secretário para as Relações Internacionais do Bureau Político do Comité Central do MPLA e Vice-Presidente da Internacional Socialista.

Há três meses o político foi diagnosticado com cancro no pâncreas em fase avançada, durante uma consulta de rotina na África do Sul. Após o diagnóstico, Manuel Augusto havia passado algum tempo em Espanha em tratamento especializado, porém acabou por regressar a Angola onde ficou internado na Clínica Girassol.

Ao longo do seu percurso, ocupou diversos cargos de destaque, incluindo o de Ministro das Relações Exteriores, tendo representado Angola em várias missões diplomáticas e organizações internacionais.

COMANDANTE ONAMBWÉ:En el Silencio tenía que ser - Francisco Helena Luanda - Há um particular ódio por um lado e por outr...
05/06/2026

COMANDANTE ONAMBWÉ:

En el Silencio tenía que ser - Francisco Helena


Luanda - Há um particular ódio por um lado e por outro um alívio com a morte do General Henrique de Carvalho Santos, Onambwé, o nosso conhecido Comandante Onambwé. O ódio e satisfação de sua morte é decorrente de ter sido ele, que dirigiu todo o processo que derrotou os intentos golpistas dos insurgentes do 27 de Maio de 1977. Ele próprio apanhado de surpresa, responsável dos serviços secretos pela área de informação e análise, só foram com o os tiros que de madrugada desse dia, que foi possível de se perceber que estava em curso uma insurgência que realmente se previa, mas não na dimensão, arrojo e alcance como se verificou.

Traição mesmo no interior dos serviços secretos, permitiu que os insurgentes soubessem de todo o movimento preparado para neutralização da acção dos insurgentes que passaria pela prisão domiciliar em Viana dos seus principais líderes.

E assim os insurgentes partiram para a realização do golpe, com o ataque à cadeia de São Paulo, a tomada da Rádio Nacional, a colocação de postos de controlo em vários locais da cidade de luanda em especial do centro da cidade, a mobilização da população nos bairros e desvio da mesma para uma pseudo manifestação no palácio com o acompanhamento da tropa insurgente.

Essa irresponsabilidade dos insurgentes na mobilização da população para a manifestação e na orientação dos efectivos militares (cumprimento do princípio da ordem militar é para ser cumprida) para saírem armados das unidades levou que milhares de inocentes fossem levados à esses actos sem saberem os propósitos escondidos para tal. Isso não se faz.

Ataques a residências de dirigentes do MPLA opostos aos desígnios dos insurgentes, suas detenções e fuzilamento constavam numa lista.

E assim a residência do Comandante Onambwé é uma das atacadas a tiro, numa altura que ele tinha retirado antes a sua família para uma outra casa no bairro do Alvalade e ido imediatamente se apresentar na sede dos serviços secretos e depois para o Ministério da Defesa onde já lá estava atónito com a situação, o camarada João Luís Neto ´´Xietu´´, então Chefe do estado-maior das FAPLA.

Alguns Comandantes (era essa a designação naltura dos mais altos postos militares) estavam entrincheirados no Ministério da Defesa, para responderem ao possível ataque.

Ausentes do país estavam o Director dos Serviços Secretos (Ludy Kissassunda) e o Comandante da 9ª brigada (Comandante Ndalu). A 9ª brigada era a maior e melhor unidade militar das FAPLA e foi essa mesma unidade militar usada para se insurgir e tomar o poder.

Comandante Xietu e Onambwé avaliaram a situação e perceberam imediatamente que alguns dos principais responsáveis militares das FAPLA não tinham aparecido no Ministério da Defesa e sabendo da existência de constróis montados pelos insurretos temeram pelo pior.

Põem ao corrente por telefone ao Presidente Agostinho Neto, o que estava a ocorrer e então é dada ao Comandante Onambwé a responsabilidade de repor a normalidade, começando por retomar a Rádio Nacional e depois a 9ª brigada. Outras medidas foram tomadas a maior das quais foi no domínio das comunicações.

Foram essas instruções que os dois responsáveis máximos disponíveis receberam do Presidente Agostinho Neto. Repor a normalidade.

A mudança do código das cifras foi decisiva pois impediu os insurgentes de acompanharem os movimentos dos efectivos afectos ao Governo que até aquela altura fora bem sucedida e permitiu a localização e prisão pelos insurgentes de importantes figuras do governo e das FAPLA que mais tarde apareceram mortas, menos o Comandante Petroff naltura comandante da policia que fugiu há tempo por uma acção de resgate.
Não foi bem sucedida a operação dos insurgentes de aprisionarem os cifradores das FAPLA. Agradeça-se ao Além.

Houve um pequeno compasso de espera para se perceber do posicionamento das tropas cubanas já que se sabia claramente da posição dos soviéticos (os serviços secretos sabiam dos encontros que os insurgentes mantinham na embaixada da União Soviética). Foram feitos telefonemas aos cubanos que responderam que aguardavam também pronunciamentos de Cuba e perante isso, o comandante Onambwé disse em voz alta: con o sin cubanos nosotros vamos.

E assim subiu para dentro do brdm e com outros brdm´s partiu para repor a normalidade sob orientação do Presidente Agostinho Neto e direcção operacional do Comandante Xietu. Foi á ele que foi incumbida a missão de repor a normalidade num plano já elaborado pelos 2.

Há um dos insurgentes ainda em vida que diz que teve na mira de sua arma, o Comandante Onambwé e esta arrependido de não o ter feito. Vejam só a estirpe da mentira. Podia ter acontecido, mas lhe aconteceria o mesmo que aconteceu quando um grupo de militares insurgentes disparou contra a coluna.

É esse seu papel nesses acontecimentos que doravante sua pessoa se tornará odiada, pois foi ele que iniciou a conduzir todo o processo de normalização da situação, com a retomada da Rádio Nacional, o assalto e retomada da 9ª brigada, a recaptura da cadeia de são Paulo e outras acções.

Os insurgentes naltura pavoneavam em toda a cidade, exibindo o sinal de vitória com os dedos, com sirenes e buzinas a tocarem em sinal de vitória e de satisfação sem saberem o que tinha sido preparado em resposta. (Por isso que se tenha juízo quando se tentar tomar o poder pela força, porque se falha?..).

Nesse percurso de retomada da normalidade ocorreram alguns factos curiosos e que só a história se encarregará de um dia de as desbravar e de as desvendar, pois o Comandante Onambwé e o Comandante Ludy guardaram e assumiram para si tudo o que aconteceu, nem justificando, nem negando e muito menos nem apontando o dedo quem foi que fez ou orientou.

Nunca! En el silencio tenia que ser.

Porquê que a insurgência foi tao longe com sangue e mortes, todas as acusações, a derrapagem que logo se seguiu na normalização da situação, o processo para se desvendar os meandros da insurgência e as medidas judiciais que foram tomadas sobre as pessoas tidas como participes na insurgência, sobre todos esses factos, nunca o Comandante Onambwé falou.

Pelo contrário assumiu em silêncio tudo que sobre si se dizia, uns por ódio pois ele é que comandou as unidades que frustraram a insurgência e outros por alivio que o seu silêncio representava para eles no sentido de nunca serem conhecidos os seus engajamentos como participes nessa insurgência sangrenta e mortal.
En el silencio tenia que ser.

Extinta em 1979 a DISA em pleno comício, a sua vida correu riscos, pelo ódio exacerbado especialmente dos derrotados. Sua vida correu riscos por causa do conhecimento que tinha de todo o processo da insurgência e de autores que nunca tinham sido indicados.

Hoje um corajoso académico veio dar a conhecer que Henrique Santos Onambwé é o arauto da criação da faculdade de direito. Contrassenso? Ironia do destino? Então o quê? O afamado de assassino, de sicário está por detrás da criação da faculdade que impede precisamente a existência de pessoas com esses adjectivos?

O MPLA e a história deverá se encarregar de estudar esse fenómeno militante chamado Henrique de Carvalho Santos Onambwé.

Foi ele que sob a direcção do Presidente Agostinho Neto, conduziu pessoalmente todo o processo para a vinda das tropas Cubanas para Angola em socorro de nossa Angola contra a sua balcanização e invadida pelos exércitos da África do Sul e do Zaire (actual Congo Democrático).

Foi ele que pessoalmente dirigiu toda a arquitetura desde os contactos com o Comandante Fidel de Castro, a organização dos lugares para recepção e acomodação secreta em Luanda dos militares cubanos sem as autoridades coloniais portuguesas perceberem.

Foi ele que organizou ainda antes da independência a ida secreta para a Cuba e a partir de Luanda e Benguela, dos militares das Fapla que formariam depois o embrião dos serviços secretos e das dos distintos ramos das forças armadas.

Foi ele que junto do partido comunista português, dirigiu o processo que contou com o internacionalismo de alguns de seus militantes na criação de unidades especiais de luta contra a guerrilha urbana, de minas e de sabotagem das FAPLA.

Foi ele pessoalmente que dirigiu o processo da criação da bandeira, do hino e da insígnia da nossa república. È ele que sabe o segredo real do significado das imagens do algodão, milho e café na insígnia (o presidente Agostinho Neto mandara pôr o milho, que não constava na insígnia inicial).

É o cérebro da criação da DISA.

Portanto foi ele que dirigiu o processo no terreno que estragou a festa anunciada do 27 de Maio. Dai um particular imperdão, ódio e alívio de uns tantos bem conhecidos na sua pessoa.

Mais tarde e já como Ministro da indústria, en el silencio tenia que ser, se manifestou novamente.

Ao ver tudo que se desenrolava, pois se iniciava a pretexto de se contornar a vigilância internacional, o maior processo de desvio de fundos para o estrangeiro e para a Suissa, foi acompanhando sem nada poder fazer como dinheiro angolano ia para fora do país concretamente na Suissa.

Eram duas, as pessoas que tratavam desse processo e do dinheiro, que saia de um dos órgãos do ministério que ele tutelava e que ele não podia intervir, para desse modo se contornar a vigilância internacional e para comprar armamento no mercado negro, peças e sobressalentes para as maquinas industriais de origem ocidental e na realização de operações de inteligência internacional, etc.

Assim se lhe justificaram quando incomodado com a situação, interpelou sobre essa situação. E assim ´´en el silencio tenia que ser´´, pois não demorou muito logo depois dessa sua manifestação de sua saída do Ministério da Indústria.

Com um dos 2 operacionais, amigos de companheiros na guerrilha imperou entre ambos um desentendimento profundo, só alterado quando anos mais tarde deram conta que tinham sido usados.

Para se manter classificada essa operação, os outros 2 operacionais também foram exonerados tarde, com a maior das torpes acusações e também correram riscos de vida não fora o início do multipartidarismo ter aparecido.

Sem sombra de dúvidas que o início do multipartidarismo impediu a continuação das perseguições politicas e esse grupo (Onambwé e os outros dois) estava nessa alçada e tudo se lhes podia acontecer). En el silencio tenia que ser.

Portando ao contrário do que uns poucos apregoam contra Henrique de Carvalho Santos ele é muito admirado e querido por ter assumido e carregado sobre si actos, acções e responsabilidades que não realizou, para o bem, para a unidade e coesão nacional.
Não criou mais problemas. Quiseram que ele fosse o problema e militantemente assumiu, com todo os riscos inerentes, porque sabia que se os revela?…
Onambwé não foi pessoa de consenso especialmente por ter servido os ideias pelos quais se embrenhou sem vacilar, sem roubar, sem se queixar e sem denunciar.

Ser membro dos serviços secretos é assim mesmo. En el silencio tiene que ser.
Desculpem ter descompartimentado algumas coisas da vida do nosso Comandante, mas era necessário existir o contraditório do que se fala.

Comunicados, expressões de condolências, expressões de reconhecimento, expressões de agradecimentos vão vindo de todos os lados agora depois de morto. Até de antigos inimigos.

Mas expressões de desculpas, de perdão por aquilo que os seus lhe fizeram, nem uma se verificou. É essa a hipocrisia da vida. Xissa!

Até quando en el siléncio tiene que ser?

Honra a memória aos heróis.

Adeus Comandante. Que tua alma descanse em paz.

FRANCISCO PASCOAL HELENA

Fonte: CLUB-K ✍️

Bom dia!
05/06/2026

Bom dia!

Endereço

Benguela
AO

Telefone

+244928122545

Website

Notificações

Seja o primeiro a receber as novidades e deixe-nos enviar-lhe um email quando Angola Acontece 24 Horas publica notícias e promoções. O seu endereço de email não será utilizado para qualquer outro propósito, e pode cancelar a subscrição a qualquer momento.

Compartilhar