18/09/2017
(pedro)Chamo-me Pedro dos Santos, tenho apenas 20 anos, com 2 filhos pra criar, e acredita muitos planos... a procura de um emprego, sem muitas opções na vida, vivo na casa da em velha meus filhos nem têm comida, só bebida todos os dias e muitas noites bem curtidas, até hoje me pergunto onde é que tiro essa guita...mas isso acabaria, pós um dos meus grandes ni**as, chegaria com a proposta que mudaria a minha vida...Assaltar o grande banco da cidade onde eu vivia, não sei se aceito esse mambo tenho medo dessa trilha, mas não tenho opções esse mambo dá bwe guita, sem muitas opções a tomar parece uma armadilha...só três dias pra pensar, foi o máximo para mim...sem saber que me meteria caminho sem fim, logo passaram-se três dias e claro eu aceitei...hoje já segunda feira o próprio dia do game
Deixo os putos na minha cama dois beijos na boxexa, despeço bem a minha velha que hoje Deus me proteja....Mascaras, armas e algumas navalhas, tudo preparado tó pronto pra batalha....entramos no Carro, logo puxo um maço...tudo planeado assaltar o banco....heeeey Já estamos na via, passam 10 minutos, tem alvos na mira....E o show começa invadir o banco, todos mãos no alto anuncio assalto.....Começa a recolha, tudo corre bem, money nas maletas, ninguém a se mecher, o plano era certo, ninguém vai morrer, até que a balconista começa a se mover, dispara o sinal...tiros na mulher, nada era o mesmo, mente a destorcer...pós não contava que alguém aqui iria morrer...com a primeira morte já fiquei sem norte, penso que é um sonho, mas tenho de ser forte...Tento abrir os olhos, ouço o tiroteio, Policia invade tiros nos parceiros, dois dos meus morrem poha tenho medo, lembro dos meus filhos vão ficar sem teto, tenho escapar senão vou ser preso
Muitos tiroteios, uma bala passa perto, outra me atinge no ombro perto do peito, fatigo um Policia que tava tentar ser recto, corro pelos fundos, uma porta aberta, me safei de tudo...saio pela porta corro sem maneira, hoje não tem volta, quando faço a curva quase que um n***a me afronta, sem querer disparo, direito na tromba, o homem cai no chão hoje não tem volta... quase a liberdade ouço tiros na minhas costas, sinto o mundo as voltas, acho morri hoje não tem voltaChamo-me Miguel Machado, já tenho 32 anos, uma vida bem sucedida, muitas damas e alguns carros....vivi toda vida em dia com o carinho dos pais, hoje trabalho num banco sei bem do que sou capaz, ando metido com miúdos e senhores de alto patamar, vivo a vida tipo festa passo tempo a relaxar, só de saber que segunda se apróxima e eu tenho de trabalhar, mas eu tenho de bazar pós são assuntos a tratar
Mas por enquanto é domingo, vou curtir não tenho filhos, tchilar com alguns amigos, até porque tó sozinho...vivo a vida numa boa preocupações não é comigo deixa-me voltar para casa amanhã vou a trás do milho.
Já segunda feira, com o terno da regra, balconista vai sentir-me não porquê ficar séria, arranco o carro, passo no mercado, pego algumas coisas básicas pro meu trabalho...já entrei na via, vejo bwe meninas, todas assanhadas, são todas vadias, mas o tempo é outro vejo movimentos, perto do local de trabalho tá turbolento, ouço tiroteios...porta bloqueada, mente baralhada, lembro a balconista, poha tas paiada, acho que eu consigo, vou dar meia volta, pela porta dos fundos, já tó noutro mundo,hoje não tem escolha...corro corro corro, pra alcançar o Time, tento fazer a curva mas deparo com o miliante, tento lhe afrontar sinto uma bala no bady, era bala enfiada dentro do meu orgulho, deitado no chão, sinto vários tiross, vejo o homem aos poucos a ser detido, vejo ele caído, vejo ele estendido, mas também sinto o meu corpo adormecido, hoje não tem volta, puha tó fodido