Sociedade Civil Contestatária

Sociedade Civil Contestatária 𝕊𝕠𝕔𝕚𝕖𝕕𝕒𝕕𝕖 𝕔𝕚𝕧𝕚𝕝 𝕔𝕠𝕟𝕥𝕖𝕤𝕥𝕒𝕥á𝕣𝕚𝕒(𝕤𝕔𝕔)- 𝔸 𝕧𝕠𝕫 𝕕𝕒 ℝ𝕖𝕧𝕠𝕝𝕦çã𝕠❗

"NÃO ESPERA POR MUDANÇAS SEM ACÇÃO"

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Na concentração da marcha contra o abu'so s€xual de mulheres, a polícia v!0l0u mais o direito de várias mulheres no loca...
10/01/2026

Na concentração da marcha contra o abu'so s€xual de mulheres, a polícia v!0l0u mais o direito de várias mulheres no local. 😭

10/01/2026

REPRESSÃO POLICIAL EM LUANDA

Momentos de detenção da activista Rosa Conde e outros.

Estamos retidos a caminho de onde eu não seiEntre nós está: Kennedy D**o Pelviana Rosa Conde Monge GrandeMelissa Francis...
10/01/2026

Estamos retidos a caminho de onde eu não sei
Entre nós está:
Kennedy
D**o
Pelviana
Rosa Conde
Monge Grande
Melissa Francisco
Ngana Dibelo
Isabel Augusto

BY: Kennedy

10/01/2026

foram d3tidos neste exato momento no São Paulo, todos organizadores da marcha contra o abu'so s3xual de mulheres.

10/01/2026

MARCHA CONTRA O AB'USO S3XUAL DE MULHERES.

foram d3tidos neste exato momento no São Paulo, todos organizadores da marcha contra o abu'so s3xual de mulheres.

Att: tivemos um probleminha no princípio do vídeo que depois foi resolvido, vê o vídeo até ao fim.

10/01/2026

Estamos no local da concentração da marcha, contra o ab’uso s3xual de mulheres. Há muita polícia por aqui e vê-se no vídeo que os agentes destacados no local estão a desmobilizar o pessoal.

Mano Kiala, desculpa. Estávamos e continuamos muito "alterados".Para mostrar mesmo que não é você e limpar melhor a sua ...
10/01/2026

Mano Kiala, desculpa. Estávamos e continuamos muito "alterados".

Para mostrar mesmo que não é você e limpar melhor a sua imagem, participe da marcha pelo fim da vi0'lência s3xual em Angola hoje.

BY: Silvania Mendes

10/01/2026

“A única maneira de defender o protesto é protestar.”
By: André panzo
hoje nos encontramos na marcha.

LEITURA, CONHECIMENTO, QUESTIONAMENTO E DISTRAÇÃO: O DRAMA DA SOCIEDADE MODERNA ANGOLANA A humanidade nem sempre leu com...
09/01/2026

LEITURA, CONHECIMENTO, QUESTIONAMENTO E DISTRAÇÃO: O DRAMA DA SOCIEDADE MODERNA ANGOLANA

A humanidade nem sempre leu como hoje. Houve tempo em que ler e estudar era privilégio de poucos. Durante muito tempo, os mais privilegiados eram monges, padres e e a nobreza. Na Idade Média por exemplo, a maioria das pessoas não sabia ler. Não por falta de cérebro, mas por falta de permissão. Nesta altura procurava se manter as pessoas no obscurantismo, para que facilmente fossem controladas, dominadas e manipuladas.

Livros (pergaminhos) eram raros, caros e alguns considerados perigosos.

Quem lê, é inquieto, faz perguntas, questiona privilégios e desigualdades. Antigamente, ler fora do que era autorizado podia custar o emprego ou a liberdade. Em alguns lugares, até a vida, caso fosse descoberto.

Gutenberg quando inventou a imprensa, no século XV, não foi visto como herói por todos. Para muitos, ele estava a espalhar ideias demais.

Livros começaram a circular.
Ideias e conhecimentos também. Autoridades entraram em pânico: Como controlar um povo que lê sozinho?
Foi assim que surgiram listas de livros pr0ibidos. Não porque eram mal escritos, mas porque faziam pensar e desenvolver o pensamento crítico.

O engraçado é que, séculos depois, em Angola e algumas partes do mundo, ainda temos medo de quem lê. Hoje, ninguém proíbe oficialmente a leitura, mas maximizou-se a distração e ela faz o mesmo trabalho que a censura nos tempos idos.

Notificações, filmes, novelas, séries, vídeos curtos, ruído constante, etc, não que¡mam livros; que¡mam a atenção.

E talvez seja a mais moderna forma de censura:
não impedir o acesso ao conhecimento, mas sim não promovê-lo e tornar impossível a concentração.

Ler já foi rebeIdia.
Hoje, ler até ao fim, é um acto de paciência e resistência.

As plataformas digitais, a par da sua capacidade de difundir informações, reduziram a capacidade de ler e questionar, através de vídeos curtos contendo memes, motivacionais e toda a onde de conteúdos fúteis que ocupam horas e horas do tempo das pessoas.

Não é fácil perceber que nas redes sociais, têm mais seguidores os que espalham distração, vulgarmente conhecidos como influenciadores digitais, do que aqueles que escrevem textos elucidativos, educativos e que alimentam o pensamento crítico.

Descuramos de ser leitores, para nos tornarmos expectadores de conteúdos que carregam muita p0rn0grafia intelectual.

Se promovêssemos a leitura tal como se fazem com as redes sociais, teríamos uma sociedade mais lúcida e menos embrutecida.

In. Leio & Aprendo.

Com roupagem de:

Geraldo Ndala|| 09.01.2026.

Endereço

Luanda

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