Jornal Angola Económico

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𝐏𝐞𝐭𝐫𝐨́𝐥𝐞𝐨 𝐜𝐚𝐢 𝐚𝐩𝐨́𝐬 𝐙𝐞𝐥𝐞𝐧𝐬𝐤𝐲 𝐜𝐨𝐧𝐜𝐨𝐫𝐝𝐚𝐫 𝐝𝐢𝐬𝐜𝐮𝐭𝐢𝐫 𝐜𝐨𝐦 𝐓𝐫𝐮𝐦𝐩 𝐩𝐥𝐚𝐧𝐨 𝐝𝐞 𝐩𝐚𝐳 𝐝𝐨𝐬 𝐄𝐔𝐀 𝐩𝐚𝐫𝐚 𝐚 𝐔𝐜𝐫𝐚̂𝐧𝐢𝐚𝘖 𝘉𝑟𝘦𝑛𝘵, 𝑞𝘶𝑒 𝑠𝘦𝑟𝘷𝑒 𝑑𝘦 𝘳𝑒𝘧𝑒...
21/11/2025

𝐏𝐞𝐭𝐫𝐨́𝐥𝐞𝐨 𝐜𝐚𝐢 𝐚𝐩𝐨́𝐬 𝐙𝐞𝐥𝐞𝐧𝐬𝐤𝐲 𝐜𝐨𝐧𝐜𝐨𝐫𝐝𝐚𝐫 𝐝𝐢𝐬𝐜𝐮𝐭𝐢𝐫 𝐜𝐨𝐦 𝐓𝐫𝐮𝐦𝐩 𝐩𝐥𝐚𝐧𝐨 𝐝𝐞 𝐩𝐚𝐳 𝐝𝐨𝐬 𝐄𝐔𝐀 𝐩𝐚𝐫𝐚 𝐚 𝐔𝐜𝐫𝐚̂𝐧𝐢𝐚

𝘖 𝘉𝑟𝘦𝑛𝘵, 𝑞𝘶𝑒 𝑠𝘦𝑟𝘷𝑒 𝑑𝘦 𝘳𝑒𝘧𝑒𝘳𝑒̂𝘯𝑐𝘪𝑎 𝑝𝘢𝑟𝘢 𝘗𝑜𝘳𝑡𝘶𝑔𝘢𝑙, 𝘦𝑠𝘵𝑎́ 𝑎 𝑐𝘢𝑖𝘳 1,78% 𝘱𝑎𝘳𝑎 62,25 𝑈𝘚$ 𝑝𝘰𝑟 𝑏𝘢𝑟𝘳𝑖𝘭, 𝑠𝘦𝑛𝘥𝑜 𝑒𝘴𝑡𝘢 𝘢 𝘵𝑒𝘳𝑐𝘦𝑖𝘳𝑎 𝑠𝘦𝑠𝘴𝑎̃𝘰 𝘤𝑜𝘯𝑠𝘦𝑐𝘶𝑡𝘪𝑣𝘢 𝘥𝑒 𝑝𝘦𝑟𝘥𝑎𝘴. 𝑁𝘰 𝘮𝑒𝘴𝑚𝘰 𝘴𝑒𝘯𝑡𝘪𝑑𝘰, 𝑜 𝑊𝘦𝑠𝘵 𝘛𝑒𝘹𝑎𝘴 𝘐𝑛𝘵𝑒𝘳𝑚𝘦𝑑𝘪𝑎𝘵𝑒, 𝘯𝑒𝘨𝑜𝘤𝑖𝘢𝑑𝘰 𝘦𝑚 𝑁𝘰𝑣𝘢 𝘐𝑜𝘳𝑞𝘶𝑒, 𝘦𝑠𝘵𝑎́ 𝑝𝘦𝑟𝘥𝑒𝘳 2,05% 𝘱𝑎𝘳𝑎 57,79 𝑈𝘚$ 𝑝𝘰𝑟 𝑏𝘢𝑟𝘳𝑖𝘭.

O petróleo está esta sexta-feira a cair, depois de o presidente ucraniano ter concordado em discutir o plano de paz delineado pelos EUA e a Rússia. Volodymyr Zelensky espera falar com o homólogo norte-americano, Donald Trump, nos próximos dias sobre as propostas, embora algumas das disposições tenham sido consideradas "inaceitáveis" pela Ucrânia anteriormente.

O Brent, que serve de referência para Portugal, está a cair 1,78% para 62,25 US$ por barril, sendo esta a terceira sessão consecutiva de perdas. No mesmo sentido, o West Texas Intermediate, negociado em Nova Iorque, está perder 2,05% para 57,79 US$ por barril.

Entre as propostas que fazem parte do plano norte-americano para a Ucrânia está a cedência de território por parte da Ucrânia, no leste do Donbass, e a remoção de sanções contra a Rússia. O plano de 28 pontos prevê ainda a interrupção das investigações de crimes de guerra, a redução para metade das forças armadas ucranianas e a rejeição de armas de longo alcance.

Caso o acordo de paz avance e as sanções sejam removidas, o mercado petrolífero será beneficiado com mais oferta russa, numa altura em que se prevê já um grande excedente para o próximo ano. Tal acontece porque a OPEP+ e outros produtores, sobretudo americanos, aumentaram a produção.

Esta sexta-feira, entram ainda em vigor sanções contra dois gigantes petrolíferos russos, a Rosneft e a Lukoil, devido à "recusa de Putin em parar esta guerra insensata" contra a Ucrânia. As sanções contra essas empresas russas podem deixar, segundo os analistas, "quase 48 milhões" de barris de petróleo retidos no mar.

𝐁𝐢𝐭𝐜𝐨𝐢𝐧 𝐜𝐚𝐢 𝐚𝐭𝐞́ 𝐦𝐢́𝐧𝐢𝐦𝐨𝐬 𝐝𝐞 𝐀𝐛𝐫𝐢𝐥 𝐚𝐛𝐚𝐢𝐱𝐨 𝐝𝐨𝐬 𝟖𝟔 𝐦𝐢𝐥 𝐔𝐒$𝘈 𝘣𝑖𝘵𝑐𝘰𝑖𝘯 𝘤ℎ𝘦𝑔𝘰𝑢 𝑎 𝑝𝘦𝑟𝘥𝑒𝘳 2,42%, 𝑛𝘦𝑔𝘰𝑐𝘪𝑎𝘯𝑑𝘰 𝘯𝑜𝘴 85.091,89 𝘜𝑆$, 𝑚...
21/11/2025

𝐁𝐢𝐭𝐜𝐨𝐢𝐧 𝐜𝐚𝐢 𝐚𝐭𝐞́ 𝐦𝐢́𝐧𝐢𝐦𝐨𝐬 𝐝𝐞 𝐀𝐛𝐫𝐢𝐥 𝐚𝐛𝐚𝐢𝐱𝐨 𝐝𝐨𝐬 𝟖𝟔 𝐦𝐢𝐥 𝐔𝐒$

𝘈 𝘣𝑖𝘵𝑐𝘰𝑖𝘯 𝘤ℎ𝘦𝑔𝘰𝑢 𝑎 𝑝𝘦𝑟𝘥𝑒𝘳 2,42%, 𝑛𝘦𝑔𝘰𝑐𝘪𝑎𝘯𝑑𝘰 𝘯𝑜𝘴 85.091,89 𝘜𝑆$, 𝑚𝘪́𝑛𝘪𝑚𝘰 𝘥𝑒𝘴𝑑𝘦 𝘈𝑏𝘳𝑖𝘭, 𝑒𝘯𝑞𝘶𝑎𝘯𝑡𝘰 𝘢 𝘦𝑡𝘩𝑒𝘳 𝘴𝑜𝘧𝑟𝘦𝑢 𝑢𝘮 𝘵𝑜𝘮𝑏𝘰 𝘥𝑒 𝑚𝘢𝑖𝘴 𝘥𝑒 5%, 𝑝𝘢𝑟𝘢 𝘰𝑠 2.684,31 𝘜𝑆$, 𝑜 𝑣𝘢𝑙𝘰𝑟 𝑚𝘢𝑖𝘴 𝘣𝑎𝘪𝑥𝘰 𝘥𝑒𝘴𝑑𝘦 𝘑𝑢𝘭ℎ𝘰. 𝐸𝘴𝑡𝘦𝑠 𝑑𝘰𝑖𝘴 𝘤𝑟𝘪𝑝𝘵𝑜𝘢𝑡𝘪𝑣𝘰𝑠 𝑒𝘯𝑐𝘢𝑚𝘪𝑛𝘩𝑎𝘮-𝘴𝑒 𝑝𝘢𝑟𝘢 𝘱𝑒𝘳𝑑𝘢𝑠 𝑠𝘦𝑚𝘢𝑛𝘢𝑖𝘴 𝘦𝑚 𝑡𝘰𝑟𝘯𝑜 𝑑𝘰𝑠 8%.

As criptomoedas sofrem fortes quedas esta sexta-feira, acompanhando o movimento de fuga ao risco por parte dos investidores, que levou as praças asiáticas a pesadas perdas.

A bitcoin chegou a perder 2,42%, negociando nos 85.091,89 US$, mínimo desde Abril, enquanto a ether sofreu um tombo de mais de 5%, para os 2.684,31 US$, o valor mais baixo desde Julho. Estes dois criptoativos encaminham-se para perdas semanais em torno dos 8%.

"Se (isto)está a contar uma história sobre o sentimento de risco como um todo, então as coisas podem começar a ficar mesmo muito feias e essa é a preocupação agora", refere Tony Sycamore, analista da IG, citado pela Reuters.

O valor global do mercado de todas as criptomoedas encolheu em cerca de 1,2 biliões US$ nas últimas seis semanas, segundo dados da CoinGecko.

𝐀𝐜𝐜̧𝐨̃𝐞𝐬 𝐦𝐮𝐧𝐝𝐢𝐚𝐢𝐬 𝐞𝐧𝐜𝐚𝐦𝐢𝐧𝐡𝐚𝐦-𝐬𝐞 𝐩𝐚𝐫𝐚 𝐩𝐢𝐨𝐫 𝐬𝐞𝐦𝐚𝐧𝐚 𝐝𝐞𝐬𝐝𝐞 𝐀𝐛𝐫𝐢𝐥. 𝐀́𝐬𝐢𝐚 𝐚𝐟𝐮𝐧𝐝𝐚𝑁𝘦𝑠𝘵𝑒 𝑐𝘰𝑛𝘵𝑒𝘹𝑡𝘰, 𝑜𝘴 𝘢𝑐𝘵𝑖𝘷𝑜𝘴 𝘥𝑒 𝑟𝘪𝑠𝘤𝑜 𝑠𝘦𝑔𝘶𝑒𝘮 𝘱𝑟𝘦...
21/11/2025

𝐀𝐜𝐜̧𝐨̃𝐞𝐬 𝐦𝐮𝐧𝐝𝐢𝐚𝐢𝐬 𝐞𝐧𝐜𝐚𝐦𝐢𝐧𝐡𝐚𝐦-𝐬𝐞 𝐩𝐚𝐫𝐚 𝐩𝐢𝐨𝐫 𝐬𝐞𝐦𝐚𝐧𝐚 𝐝𝐞𝐬𝐝𝐞 𝐀𝐛𝐫𝐢𝐥. 𝐀́𝐬𝐢𝐚 𝐚𝐟𝐮𝐧𝐝𝐚

𝑁𝘦𝑠𝘵𝑒 𝑐𝘰𝑛𝘵𝑒𝘹𝑡𝘰, 𝑜𝘴 𝘢𝑐𝘵𝑖𝘷𝑜𝘴 𝘥𝑒 𝑟𝘪𝑠𝘤𝑜 𝑠𝘦𝑔𝘶𝑒𝘮 𝘱𝑟𝘦𝑠𝘴𝑖𝘰𝑛𝘢𝑑𝘰𝑠. 𝘕𝑜 𝐽𝘢𝑝𝘢̃𝑜, 𝘰 𝘕𝑖𝘬𝑘𝘦𝑖 225 𝑎𝘧𝑢𝘯𝑑𝘰𝑢 2,4% 𝘱𝑎𝘳𝑎 48.625,88 𝑝𝘰𝑛𝘵𝑜𝘴 𝘦 𝘰 𝘛𝑜𝘱𝑖𝘹 𝘥𝑒𝘴𝑐𝘦𝑢 0,056% 𝘱𝑎𝘳𝑎 3.297,73 𝘱𝑜𝘯𝑡𝘰𝑠, 𝘢𝑗𝘶𝑑𝘢𝑑𝘰 𝘱𝑒𝘭𝑜 𝑎𝘯𝑢́𝘯𝑐𝘪𝑜 𝑑𝘰 𝘯𝑜𝘷𝑜 𝑝𝘢𝑐𝘰𝑡𝘦 𝘥𝑒 𝑒𝘴𝑡𝘪́𝑚𝘶𝑙𝘰𝑠 𝑑𝘰 𝘎𝑜𝘷𝑒𝘳𝑛𝘰 𝘫𝑎𝘱𝑜𝘯𝑒̂𝘴. 𝑂 𝑠𝘶𝑙 𝑐𝘰𝑟𝘦𝑎𝘯𝑜 𝐾𝘰𝑠𝘱𝑖 𝑚𝘦𝑟𝘨𝑢𝘭ℎ𝘰𝑢 3,79% 𝑝𝘢𝑟𝘢 3.853,26 𝑝𝘰𝑛𝘵𝑜𝘴 𝘦, 𝑛𝘢 𝘊ℎ𝘪𝑛𝘢, 𝑜 𝑆𝘩𝑎𝘯𝑔𝘩𝑎𝘪 𝘊𝑜𝘮𝑝𝘰𝑠𝘪𝑡𝘦 𝘥𝑒𝘳𝑟𝘢𝑝𝘰𝑢 2,45% 𝑝𝘢𝑟𝘢 3.834,89 𝑝𝘰𝑛𝘵𝑜𝘴 𝘦 𝘰 𝘏𝑎𝘯𝑔 𝑆𝘦𝑛𝘨, 𝑒𝘮 𝘏𝑜𝘯𝑔 𝐾𝘰𝑛𝘨, 𝑐𝘦𝑑𝘦𝑢 2,11% 𝑝𝘢𝑟𝘢 25.291,71 𝘱𝑜𝘯𝑡𝘰𝑠. 𝘑𝑎́ 𝑜 𝑇𝘢𝑖𝘦𝑥, 𝘦𝑚 𝑇𝘢𝑖𝘸𝑎𝘯, 𝑝𝘦𝑟𝘥𝑒𝘶 3,61% 𝘱𝑎𝘳𝑎 26.434,94 𝑝𝘰𝑛𝘵𝑜𝘴.

O índice que agrega as acções mundiais está a caminho de fechar a pior semana em sete meses - desde Abril, mês das tarifas dos EUA que abalaram os mercados -, com o índice MSCI All Country World a desvalorizar 3% no acumulado da semana.

Em causa estão, mais uma vez, a ideia de que as acções de tecnologia continuam sobreavaliadas e ainda a rentabilidade dos investimentos empresariais em inteligência artificial. A perspectiva prevalece, mesmo depois de a Nvidia, a maior cotada do mundo, ter apresentado resultados que indicam o contrário, que por algumas horas trouxe algum alívio ao mercado.

No entanto, os dados do emprego dos EUA de Setembro, há muito aguardados pelo mercado, vieram abalar os mercados. Embora já antigos, demonstraram um mercado laboral mais sólido do que antecipado, contrariando os relatórios privados. A economia norte-americana adicionou o dobro dos postos de trabalho do que era antecipado, apesar de a taxa de desemprego no país ter crescido para 4,4%.

“O mercado esteve sob pressão esta semana, à medida que o sentimento dos investidores esfriou devido às crescentes dúvidas sobre a sustentabilidade do 'boom' da inteligência artificial”, escreveu Charlotte Daughtrey, da Federated Hermes, à Bloomberg. “Embora a volatilidade tenha aumentado, a maioria dos analistas vê o recuo como um movimento correctivo, e não como o início de uma recessão prolongada”, acrescentou.

Neste momento, o mercado de "swaps" vê uma probabilidade de apenas 40% da Reserva Federal cortar as taxas de juro na próxima reunião, ainda depois do tom cauteloso em relação à inflação por parte de responsáveis da Fed.

Neste contexto, os activos de risco seguem pressionados. No Japão, o Nikkei 225 afundou 2,4% para 48.625,88 pontos e o Topix desceu 0,056% para 3.297,73 pontos, ajudado pelo anúncio do novo pacote de estímulos do Governo japonês.

Além disso, novos dados mostraram que os preços ao consumidor no Japão subiram 3% em Outubro, mantendo vivas as expectativas de um aumento das taxas de juros em breve. O governador do Banco do Japão, Kazuo Ueda, afirmou que o banco central vai debater a "viabilidade e o momento" de uma subida das taxas em reuniões futuras.

O sul coreano Kospi mergulhou 3,79% para 3.853,26 pontos e, na China, o Shanghai Composite derrapou 2,45% para 3.834,89 pontos e o Hang Seng, em Hong Kong, cedeu 2,11% para 25.291,71 pontos. Já o Taiex, em Taiwan, perdeu 3,61% para 26.434,94 pontos.

Os mercados europeus também se preparam para uma abertura em forte queda, com os futuros do Euro Stoxx 50 a recuarem 1,6%. A presidente do Banco Central Europeu, Christine Lagarde, discursa no 35.º Congresso da Banca Europeia, que tem lugar em Frankfurt (Alemanha), ao qual os investidores vão estar atentos.

"Não há dúvida de que o sector de tecnologia dos EUA apresenta muitas características de bolha, mas isso não significa que os preços vão necessariamente estourar", disse Diana Mousina, vice-economista-chefe da AMP, à Reuters. "A bolha pode apenas esvaziar-se um pouco", explicou, acrescentando ainda que "as acções norte-americanas geralmente têm um bom desempenho em Novembro e Dezembro devido à sazonalidade, (portanto) as acções devem ter um melhor final de ano."

𝐎𝐮𝐫𝐨 𝐜𝐞𝐝𝐞 𝐜𝐨𝐦 𝐞𝐬𝐩𝐞𝐫𝐚𝐧𝐜̧𝐚𝐬 𝐞𝐦 𝐧𝐨𝐯𝐨 𝐜𝐨𝐫𝐭𝐞 𝐝𝐞 𝐣𝐮𝐫𝐨𝐬 𝐩𝐞𝐥𝐚 𝐅𝐞𝐝 𝐚 𝐞𝐬𝐟𝐮𝐦𝐚𝐫𝐞𝐦-𝐬𝐞𝘈 𝘰𝑛𝘤̧𝑎 𝑑𝘦 𝘰𝑢𝘳𝑜 𝑛𝘰 𝘮𝑒𝘳𝑐𝘢𝑑𝘰 𝘢̀ 𝘷𝑖𝘴𝑡𝘢 ("𝘴𝑝𝘰𝑡") 𝑟𝘦𝑐...
20/11/2025

𝐎𝐮𝐫𝐨 𝐜𝐞𝐝𝐞 𝐜𝐨𝐦 𝐞𝐬𝐩𝐞𝐫𝐚𝐧𝐜̧𝐚𝐬 𝐞𝐦 𝐧𝐨𝐯𝐨 𝐜𝐨𝐫𝐭𝐞 𝐝𝐞 𝐣𝐮𝐫𝐨𝐬 𝐩𝐞𝐥𝐚 𝐅𝐞𝐝 𝐚 𝐞𝐬𝐟𝐮𝐦𝐚𝐫𝐞𝐦-𝐬𝐞

𝘈 𝘰𝑛𝘤̧𝑎 𝑑𝘦 𝘰𝑢𝘳𝑜 𝑛𝘰 𝘮𝑒𝘳𝑐𝘢𝑑𝘰 𝘢̀ 𝘷𝑖𝘴𝑡𝘢 ("𝘴𝑝𝘰𝑡") 𝑟𝘦𝑐𝘶𝑎 0,53%, 𝘱𝑎𝘳𝑎 4.056,48 𝘜𝑆$. 𝑇𝘢𝑚𝘣𝑒́𝘮 𝘢 𝘱𝑟𝘢𝑡𝘢 𝘷𝑖𝘷𝑒 𝑢𝘮 𝘥𝑖𝘢 𝘯𝑒𝘨𝑎𝘵𝑖𝘷𝑜, 𝘤𝑜𝘮 𝘶𝑚𝘢 𝘲𝑢𝘦𝑑𝘢 𝘥𝑒 1,7%, 𝑝𝘢𝑟𝘢 𝘰𝑠 50,4871 𝑈𝘚$ 𝑝𝘰𝑟 𝑜𝘯𝑐̧𝘢.

Após dois dias de ganhos, o preço do ouro volta a ceder esta quinta-feira, pressionado pela redução das expectativas de que a Reserva Federal (Fed ) norte-americana decida por um novo corte nas taxas federais em Dezembro.

A divulgação das atas da última reunião mostrou divisões entre os membros da instituição liderada por Jerome Powell e a ausência de dados económicos, como a criação de emprego em Outubro, devido ao "shutdown" governamental, fazem crescer a convicção de que não haverá mais mexidas nas taxas de juro este ano.

A onça de ouro no mercado à vista ("spot") recua 0,53%, para 4.056,48 US$. Também a prata vive um dia negativo, com uma queda de 1,7%, para os 50,4871 US$ por onça.

O "metal amarelo" acumula, ainda assim, uma valorização de mais de 50% desde o início do ano.

𝐀́𝐬𝐢𝐚 𝐫𝐞𝐬𝐩𝐢𝐫𝐚 𝐝𝐞 𝐚𝐥𝐢́𝐯𝐢𝐨 𝐚̀ 𝐛𝐨𝐥𝐞𝐢𝐚 𝐝𝐚𝐬 𝐩𝐫𝐞𝐯𝐢𝐬𝐨̃𝐞𝐬 𝐝𝐚 𝐍𝐯𝐢𝐝𝐢𝐚𝑁𝘰 𝘑𝑎𝘱𝑎̃𝘰, 𝑜 𝑁𝘪𝑘𝘬𝑒𝘪 225 𝘨𝑎𝘯ℎ𝘰𝑢 2,65% 𝑝𝘢𝑟𝘢 49.823,94 𝘱𝑜𝘯𝑡𝘰𝑠 𝑒 ...
20/11/2025

𝐀́𝐬𝐢𝐚 𝐫𝐞𝐬𝐩𝐢𝐫𝐚 𝐝𝐞 𝐚𝐥𝐢́𝐯𝐢𝐨 𝐚̀ 𝐛𝐨𝐥𝐞𝐢𝐚 𝐝𝐚𝐬 𝐩𝐫𝐞𝐯𝐢𝐬𝐨̃𝐞𝐬 𝐝𝐚 𝐍𝐯𝐢𝐝𝐢𝐚

𝑁𝘰 𝘑𝑎𝘱𝑎̃𝘰, 𝑜 𝑁𝘪𝑘𝘬𝑒𝘪 225 𝘨𝑎𝘯ℎ𝘰𝑢 2,65% 𝑝𝘢𝑟𝘢 49.823,94 𝘱𝑜𝘯𝑡𝘰𝑠 𝑒 𝑜 𝑇𝘰𝑝𝘪𝑥 𝑠𝘢𝑙𝘵𝑜𝘶 1,66% 𝘱𝑎𝘳𝑎 3.299,57 𝘱𝑜𝘯𝑡𝘰𝑠. 𝘖 𝘴𝑢𝘭 𝘤𝑜𝘳𝑒𝘢𝑛𝘰 𝘴𝑢𝘣𝑖𝘶 1,92% 𝘱𝑎𝘳𝑎 4.004,85 𝘱𝑜𝘯𝑡𝘰𝑠 𝑒, 𝘦𝑚 𝑐𝘰𝑛𝘵𝑟𝘢𝑐𝘪𝑐𝘭𝑜, 𝘯𝑎 𝐶𝘩𝑖𝘯𝑎 𝑜 𝑆𝘩𝑎𝘯𝑔𝘩𝑎𝘪 𝘊𝑜𝘮𝑝𝘰𝑠𝘪𝑡𝘦 𝘥𝑒𝘳𝑟𝘢𝑝𝘰𝑢 0,4% 𝘦 𝘰 𝘏𝑎𝘯𝑔 𝑆𝘦𝑛𝘨, 𝑒𝘮 𝘏𝑜𝘯𝑔 𝐾𝘰𝑛𝘨, 𝑒𝘴𝑡𝘢𝑣𝘢 𝘢 𝘴𝑢𝘣𝑖𝘳 𝘭𝑖𝘨𝑒𝘪𝑟𝘰𝑠, 0,01%.

As bolsas asiáticas respiraram de alívio, após cinco sessões em queda, já que as estimativas optimistas da tecnológica Nvidia - a maior cotada do mundo - sobre a inteligência artificial fez acalmar os receios que se espalhavam pelas bolsas mundiais de uma bolha no sector. A empresa entregou ainda previsões robustas de receitas.

Os resultados da "five trillion dollar baby" eram considerados o evento de risco para os investidores. "Alívio é provavelmente a palavra certa", disse Matthew Haupt, gestor de portfólio da Wilson Asset Management, à Bloomberg. "Precisávamos de um travão para a onda de vendas nos mercados de acções, já que o sentimento estava-se a deteriorar, e a empresa entregou um óptimo resultado", acrescentou.

No Japão, o Nikkei 225 ganhou 2,65% para 49.823,94 pontos e o Topix saltou 1,66% para 3.299,57 pontos. O sul coreano subiu 1,92% para 4.004,85 pontos e, em contraciclo, na China o Shanghai Composite derrapou 0,4% e o Hang Seng, em Hong Kong, estava a subir ligeiros, 0,01%.

Os investidores vão hoje focar-se na divulgação do relatório da criação de emprego nos EUA relativos a Setembro. O mercado praticamente descartou um corte de juros pela Reserva Federal no próximo mês, depois de o Departamento de Estatísticas do Trabalho norte-americano ter anunciado que não vai publicar o relatório de Outubro, mas vai incorporá-lo nos dados de Novembro, divulgados após a última reunião do banco central deste ano.

A ata da reunião da Fed de Outubro mostrou que muitos dirigentes do banco central disseram que provavelmente seria apropriado manter as taxas estáveis. “Não há consenso. Os formuladores agem às cegas, mas essas atas tendem a ser mais agressivas no geral”, disse David Russell, da TradeStation.

Pela Europa, os futuros do Euro Stoxx 50 sobem 0,9%, num dia que será marcado pela reação dos investidores às contas da Nvidia.

“𝐀𝐧𝐠𝐨𝐥𝐚 𝐞́ 𝐮𝐦 𝐩𝐚𝐢́𝐬 𝐞𝐦 𝐝𝐞𝐬𝐞𝐧𝐯𝐨𝐥𝐯𝐢𝐦𝐞𝐧𝐭𝐨 𝐪𝐮𝐞 𝐨𝐟𝐞𝐫𝐞𝐜𝐞 𝐈𝐧𝐜𝐨𝐧𝐭𝐚́𝐯𝐞𝐢𝐬 𝐨𝐩𝐨𝐫𝐭𝐮𝐧𝐢𝐝𝐚𝐝𝐞𝐬", 𝐚𝐟𝐢𝐫𝐦𝐚 𝐌𝐚𝐫𝐜𝐨 𝐋𝐢𝐠𝐞𝐢𝐫𝐨𝐸𝘮 𝘦𝑛𝘵𝑟𝘦𝑣𝘪𝑠𝘵𝑎, 𝘔𝑎𝘳𝑐𝘰...
19/11/2025

“𝐀𝐧𝐠𝐨𝐥𝐚 𝐞́ 𝐮𝐦 𝐩𝐚𝐢́𝐬 𝐞𝐦 𝐝𝐞𝐬𝐞𝐧𝐯𝐨𝐥𝐯𝐢𝐦𝐞𝐧𝐭𝐨 𝐪𝐮𝐞 𝐨𝐟𝐞𝐫𝐞𝐜𝐞 𝐈𝐧𝐜𝐨𝐧𝐭𝐚́𝐯𝐞𝐢𝐬 𝐨𝐩𝐨𝐫𝐭𝐮𝐧𝐢𝐝𝐚𝐝𝐞𝐬", 𝐚𝐟𝐢𝐫𝐦𝐚 𝐌𝐚𝐫𝐜𝐨 𝐋𝐢𝐠𝐞𝐢𝐫𝐨

𝐸𝘮 𝘦𝑛𝘵𝑟𝘦𝑣𝘪𝑠𝘵𝑎, 𝘔𝑎𝘳𝑐𝘰 𝘓𝑖𝘨𝑒𝘪𝑟𝘰, 𝑒𝘴𝑝𝘦𝑐𝘪𝑎𝘭𝑖𝘴𝑡𝘢 𝘦𝑚 𝑡𝘳𝑎𝘯𝑠𝘱𝑜𝘳𝑡𝘦 𝘮𝑎𝘳𝑖́𝘵𝑖𝘮𝑜, 𝘥𝑒𝘴𝑡𝘢𝑐𝘰𝑢 𝑜𝘴 𝘥𝑒𝘴𝑎𝘧𝑖𝘰𝑠 𝑒𝘯𝑓𝘳𝑒𝘯𝑡𝘢𝑑𝘰𝑠 𝑝𝘦𝑙𝘰 𝘴𝑒𝘤𝑡𝘰𝑟 𝑔𝘭𝑜𝘣𝑎𝘭 𝘦 𝘴𝑒𝘶 𝘪𝑚𝘱𝑎𝘤𝑡𝘰 𝘦𝑚 𝐴𝘯𝑔𝘰𝑙𝘢, 𝑢𝘮 𝘱𝑎𝘪́𝑠 𝑎𝘭𝑡𝘢𝑚𝘦𝑛𝘵𝑒 𝑑𝘦𝑝𝘦𝑛𝘥𝑒𝘯𝑡𝘦 𝘥𝑜 𝑐𝘰𝑚𝘦́𝑟𝘤𝑖𝘰 𝘪𝑛𝘵𝑒𝘳𝑛𝘢𝑐𝘪𝑜𝘯𝑎𝘭. 𝐸𝘯𝑓𝘢𝑡𝘪𝑧𝘰𝑢 𝑞𝘶𝑒, 𝘢𝑝𝘦𝑠𝘢𝑟 𝑑𝘰 𝘢𝑢𝘮𝑒𝘯𝑡𝘰 𝘥𝑜𝘴 𝘤𝑢𝘴𝑡𝘰𝑠 𝑑𝘦 𝘪𝑚𝘱𝑜𝘳𝑡𝘢𝑐̧𝘢̃𝑜 𝑒 𝑑𝘢 𝘤𝑜𝘮𝑝𝘭𝑒𝘹𝑖𝘥𝑎𝘥𝑒 𝑜𝘱𝑒𝘳𝑎𝘤𝑖𝘰𝑛𝘢𝑙, 𝘈𝑛𝘨𝑜𝘭𝑎 𝑒𝘴𝑡𝘢́ 𝘪𝑛𝘷𝑒𝘴𝑡𝘪𝑛𝘥𝑜 𝑠𝘪𝑔𝘯𝑖𝘧𝑖𝘤𝑎𝘵𝑖𝘷𝑎𝘮𝑒𝘯𝑡𝘦 𝘦𝑚 𝑖𝘯𝑓𝘳𝑎𝘦𝑠𝘵𝑟𝘶𝑡𝘶𝑟𝘢 𝘱𝑜𝘳𝑡𝘶𝑎́𝘳𝑖𝘢, 𝑝𝘳𝑜𝘮𝑜𝘷𝑒𝘯𝑑𝘰 𝘢 𝘥𝑖𝘯𝑎𝘮𝑖𝘻𝑎𝘤̧𝑎̃𝘰 𝘥𝑜 𝑠𝘦𝑐𝘵𝑜𝘳. 𝐿𝘪𝑔𝘦𝑖𝘳𝑜 𝑟𝘦𝑠𝘴𝑎𝘭𝑡𝘰𝑢 𝑞𝘶𝑒 𝑒𝘮𝑝𝘳𝑒𝘴𝑎𝘴 𝘮𝑒𝘯𝑜𝘳𝑒𝘴 𝘱𝑜𝘥𝑒𝘮 𝘤𝑜𝘮𝑝𝘦𝑡𝘪𝑟 𝑐𝘰𝑚 𝑔𝘪𝑔𝘢𝑛𝘵𝑒𝘴 𝘨𝑙𝘰𝑏𝘢𝑖𝘴, 𝑑𝘦𝑣𝘪𝑑𝘰 𝘢̀𝑠 𝑜𝘱𝑜𝘳𝑡𝘶𝑛𝘪𝑑𝘢𝑑𝘦𝑠 𝑞𝘶𝑒 𝑜 𝑚𝘦𝑟𝘤𝑎𝘥𝑜 𝑎𝘯𝑔𝘰𝑙𝘢𝑛𝘰 𝘰𝑓𝘦𝑟𝘦𝑐𝘦. 𝐴𝘭𝑒́𝘮 𝘥𝑖𝘴𝑠𝘰, 𝑎𝘣𝑜𝘳𝑑𝘰𝑢 𝑎 𝑖𝘮𝑝𝘰𝑟𝘵𝑎̂𝘯𝑐𝘪𝑎 𝑑𝘢 𝘵𝑒𝘤𝑛𝘰𝑙𝘰𝑔𝘪𝑎, 𝘤𝑜𝘮𝑜 𝑎 𝑑𝘪𝑔𝘪𝑡𝘢𝑙𝘪𝑧𝘢𝑐̧𝘢̃𝑜 𝑒 𝑜 𝑢𝘴𝑜 𝑑𝘦 𝘴𝑜𝘭𝑢𝘤̧𝑜̃𝘦𝑠 𝑠𝘶𝑠𝘵𝑒𝘯𝑡𝘢́𝑣𝘦𝑖𝘴, 𝑝𝘢𝑟𝘢 𝘢 𝘮𝑜𝘥𝑒𝘳𝑛𝘪𝑧𝘢𝑐̧𝘢̃𝑜 𝑑𝘢𝑠 𝑜𝘱𝑒𝘳𝑎𝘤̧𝑜̃𝘦𝑠 𝑙𝘰𝑔𝘪́𝑠𝘵𝑖𝘤𝑎𝘴, 𝑒 𝑚𝘦𝑛𝘤𝑖𝘰𝑛𝘰𝑢 𝑎𝘴 𝘰𝑝𝘰𝑟𝘵𝑢𝘯𝑖𝘥𝑎𝘥𝑒𝘴 𝘱𝑟𝘰𝑚𝘪𝑠𝘴𝑜𝘳𝑎𝘴 𝘯𝑎 𝑝𝘳𝑜𝘥𝑢𝘤̧𝑎̃𝘰 𝘦 𝘦𝑥𝘱𝑜𝘳𝑡𝘢𝑐̧𝘢̃𝑜 𝑑𝘦 𝘳𝑒𝘤𝑢𝘳𝑠𝘰𝑠 𝑚𝘪𝑛𝘦𝑟𝘢𝑖𝘴. 𝑂 𝑒𝘴𝑝𝘦𝑐𝘪𝑎𝘭𝑖𝘴𝑡𝘢 𝘵𝑎𝘮𝑏𝘦́𝑚 𝑎𝘷𝑎𝘭𝑖𝘰𝑢 𝑜 𝑝𝘰𝑡𝘦𝑛𝘤𝑖𝘢𝑙 𝑑𝘰 𝘗𝑜𝘳𝑡𝘰 𝘥𝑜 𝐶𝘢𝑖𝘰 𝘦 𝘥𝑜 𝐶𝘰𝑟𝘳𝑒𝘥𝑜𝘳 𝘥𝑜 𝐿𝘰𝑏𝘪𝑡𝘰 𝘱𝑎𝘳𝑎 𝑖𝘮𝑝𝘶𝑙𝘴𝑖𝘰𝑛𝘢𝑟 𝑜 𝑐𝘰𝑚𝘦́𝑟𝘤𝑖𝘰, 𝑎𝘱𝑜𝘯𝑡𝘢𝑛𝘥𝑜 𝑜𝘴 𝘥𝑒𝘴𝑎𝘧𝑖𝘰𝑠 𝑞𝘶𝑒 𝑑𝘦𝑣𝘦𝑚 𝑠𝘦𝑟 𝑠𝘶𝑝𝘦𝑟𝘢𝑑𝘰𝑠 𝑝𝘢𝑟𝘢 𝘨𝑎𝘳𝑎𝘯𝑡𝘪𝑟 𝑜 𝑠𝘶𝑐𝘦𝑠𝘴𝑜 𝑑𝘦𝑠𝘴𝑎𝘴 𝘪𝑛𝘪𝑐𝘪𝑎𝘵𝑖𝘷𝑎𝘴.

𝐌𝐚𝐫𝐜𝐨 𝐋𝐢𝐠𝐞𝐢𝐫𝐨, 𝐨 𝐭𝐫𝐚𝐧𝐬𝐩𝐨𝐫𝐭𝐞 𝐦𝐚𝐫𝐢́𝐭𝐢𝐦𝐨 𝐠𝐥𝐨𝐛𝐚𝐥 𝐭𝐞𝐦 𝐞𝐧𝐟𝐫𝐞𝐧𝐭𝐚𝐝𝐨 𝐝𝐞𝐬𝐚𝐟𝐢𝐨𝐬 𝐜𝐨𝐦𝐩𝐥𝐞𝐱𝐨𝐬 𝐧𝐨𝐬 𝐮́𝐥𝐭𝐢𝐦𝐨𝐬 𝐚𝐧𝐨𝐬. 𝐂𝐨𝐦𝐨 𝐚𝐯𝐚𝐥𝐢𝐚 𝐨 𝐢𝐦𝐩𝐚𝐜𝐭𝐨 𝐝𝐞𝐬𝐬𝐚𝐬 𝐦𝐮𝐝𝐚𝐧𝐜̧𝐚𝐬 𝐞𝐦 𝐀𝐧𝐠𝐨𝐥𝐚, 𝐮𝐦 𝐩𝐚𝐢́𝐬 𝐚𝐥𝐭𝐚𝐦𝐞𝐧𝐭𝐞 𝐝𝐞𝐩𝐞𝐧𝐝𝐞𝐧𝐭𝐞 𝐝𝐨 𝐜𝐨𝐦𝐞́𝐫𝐜𝐢𝐨 𝐢𝐧𝐭𝐞𝐫𝐧𝐚𝐜𝐢𝐨𝐧𝐚𝐥?
É realmente um facto que todos os armadores a nível global, têm enfrentado diversos desafios operacionais e comerciais na última década. Consequentemente, toda a cadeia logística de um País maioritariamente importador como Angola ,é também direta ou indiretamente afetadada. Contudo, o maior impacto local foi efectivamente o aumento dos custos de importação. Basicamente, a operação tornou-se mais complexa e menos lucrativa para os respectivos operadores logísticos envolvidos.

𝐀𝐧𝐠𝐨𝐥𝐚 𝐭𝐞𝐦 𝐢𝐧𝐯𝐞𝐬𝐭𝐢𝐝𝐨 𝐞𝐦 𝐢𝐧𝐟𝐫𝐚𝐞𝐬𝐭𝐫𝐮𝐭𝐮𝐫𝐚 𝐩𝐨𝐫𝐭𝐮𝐚́𝐫𝐢𝐚. 𝐄𝐦 𝐬𝐮𝐚 𝐨𝐩𝐢𝐧𝐢𝐚̃𝐨, 𝐞𝐬𝐬𝐞𝐬 𝐢𝐧𝐯𝐞𝐬𝐭𝐢𝐦𝐞𝐧𝐭𝐨𝐬 𝐬𝐚̃𝐨 𝐬𝐮𝐟𝐢𝐜𝐢𝐞𝐧𝐭𝐞𝐬 𝐩𝐚𝐫𝐚 𝐚𝐭𝐞𝐧𝐝𝐞𝐫 𝐚̀𝐬 𝐝𝐞𝐦𝐚𝐧𝐝𝐚𝐬 𝐝𝐨 𝐜𝐨𝐦𝐞́𝐫𝐜𝐢𝐨 𝐦𝐚𝐫𝐢́𝐭𝐢𝐦𝐨 𝐦𝐨𝐝𝐞𝐫𝐧𝐨 𝐞 𝐜𝐨𝐦𝐨 𝐬𝐞 𝐜𝐨𝐦𝐩𝐚𝐫𝐚𝐦 𝐚𝐨𝐬 𝐝𝐞 𝐨𝐮𝐭𝐫𝐨𝐬 𝐩𝐚𝐢́𝐬𝐞𝐬 𝐚𝐟𝐫𝐢𝐜𝐚𝐧𝐨𝐬?
O Governo Angolano fez investimentos significativos nas infraestruturas portuárias assim como também materializou a privatização de alguns terminais portuários a nível Nacional, o que sem dúvida alguma contribuirá para a dinamização e desenvolvimento do setor. É difícil comparar Angola com outros Países Africanos porque cada País tem diferentes realidades económicas e desafios, contudo é seguro dizer que os Portos Angolanos estão sem dúvida alguma no ranking dos Portos Africanos mais dinámicos tendo em consideração o volume de contentores (Teus) e carga geral movimentados localmente por ano.

𝐄𝐦𝐩𝐫𝐞𝐬𝐚𝐬 𝐜𝐨𝐦𝐨 𝐊𝐮𝐞𝐡𝐧𝐞 + 𝐍𝐚𝐠𝐞𝐥, 𝐃𝐇𝐋 𝐞 𝐃𝐒𝐕 𝐝𝐨𝐦𝐢𝐧𝐚𝐦 𝐨 𝐜𝐞𝐧𝐚́𝐫𝐢𝐨 𝐠𝐥𝐨𝐛𝐚𝐥. 𝐂𝐨𝐦𝐨 𝐞𝐦𝐩𝐫𝐞𝐬𝐚𝐬 𝐦𝐞𝐧𝐨𝐫𝐞𝐬 𝐨𝐮 𝐫𝐞𝐠𝐢𝐨𝐧𝐚𝐢𝐬 𝐩𝐨𝐝𝐞𝐦 𝐜𝐨𝐦𝐩𝐞𝐭𝐢𝐫 𝐞𝐟𝐞𝐜𝐭𝐢𝐯𝐚𝐦𝐞𝐧𝐭𝐞 𝐧𝐞𝐬𝐬𝐞 𝐦𝐞𝐫𝐜𝐚𝐝𝐨, 𝐞𝐬𝐩𝐞𝐜𝐢𝐚𝐥𝐦𝐞𝐧𝐭𝐞 𝐞𝐦 𝐮𝐦 𝐩𝐚𝐢́𝐬 𝐜𝐨𝐦𝐨 𝐀𝐧𝐠𝐨𝐥𝐚?
Felizmente para todos os operadores logísticos sejam eles players globais e/ou locais, Angola é um País em desenvolvimento que oferece várias opotunidades em todos os setores. Assim sendo e com as devidas análises de risco antes da implementação de qualquer modelo de negócio, é possível sim para as diversas tipologias de empresas que operem no setor marítimo e logístico independentemente das suas dimensões, sucederem no mercado local uma vez que cada importador e/ou exportador tem necessidades e requisitos diferentes. Basicamente e analisando numa perspectiva mais abrangente, Países em desenvolvimento são normalmente atractivos para o sector.

𝐎𝐬 𝐜𝐮𝐬𝐭𝐨𝐬 𝐝𝐞 𝐭𝐫𝐚𝐧𝐬𝐩𝐨𝐫𝐭𝐞 𝐦𝐚𝐫𝐢́𝐭𝐢𝐦𝐨 𝐩𝐨𝐝𝐞𝐦 𝐬𝐞𝐫 𝐮𝐦 𝐟𝐚𝐜𝐭𝐨𝐫 𝐥𝐢𝐦𝐢𝐭𝐚𝐧𝐭𝐞 𝐩𝐚𝐫𝐚 𝐨 𝐜𝐨𝐦𝐞́𝐫𝐜𝐢𝐨 𝐞𝐦 𝐀𝐧𝐠𝐨𝐥𝐚. 𝐐𝐮𝐚𝐢𝐬 𝐞𝐬𝐭𝐫𝐚𝐭𝐞́𝐠𝐢𝐚𝐬 𝐩𝐨𝐝𝐞𝐦 𝐬𝐞𝐫 𝐢𝐦𝐩𝐥𝐞𝐦𝐞𝐧𝐭𝐚𝐝𝐚𝐬 𝐩𝐚𝐫𝐚 𝐫𝐞𝐝𝐮𝐳𝐢𝐫 𝐞𝐬𝐬𝐞𝐬 𝐜𝐮𝐬𝐭𝐨𝐬 𝐞 𝐭𝐨𝐫𝐧𝐚𝐫 𝐨𝐬 𝐩𝐫𝐨𝐝𝐮𝐭𝐨𝐬 𝐚𝐧𝐠𝐨𝐥𝐚𝐧𝐨𝐬 𝐦𝐚𝐢𝐬 𝐜𝐨𝐦𝐩𝐞𝐭𝐢𝐭𝐢𝐯𝐨𝐬 𝐧𝐨 𝐦𝐞𝐫𝐜𝐚𝐝𝐨 𝐢𝐧𝐭𝐞𝐫𝐧𝐚𝐜𝐢𝐨𝐧𝐚𝐥?
Geralmente, o custo de qualquer serviço tem sempre um impacto directo no preço do produto final. Apesar do Governo Angolano estar a fazer investimentos significativos na promoção e dinamização da Industrialização e exportação, ainda somos um País maioritariamente importador. Consequente, a grande maioria das linhas de navegação optam pela modalidade estratégica VSA (Vessel Sharing Agreements) que consiste na cooperação entre dois ou mais armadores na partilha de espaço nos seus navios para rotas específicas, permitindo assim uma maior cobertura de Portos de escala, mais frequência dos serviços e redução de custos operacionais.

𝐀 𝐭𝐞𝐜𝐧𝐨𝐥𝐨𝐠𝐢𝐚 𝐞𝐬𝐭𝐚́ 𝐚 𝐭𝐫𝐚𝐧𝐬𝐟𝐨𝐫𝐦𝐚𝐫 𝐨 𝐬𝐞𝐜𝐭𝐨𝐫 𝐝𝐞 𝐭𝐫𝐚𝐧𝐬𝐩𝐨𝐫𝐭𝐞 𝐦𝐚𝐫𝐢́𝐭𝐢𝐦𝐨. 𝐂𝐨𝐦𝐨 𝐀𝐧𝐠𝐨𝐥𝐚 𝐩𝐨𝐝𝐞 𝐚𝐩𝐫𝐨𝐯𝐞𝐢𝐭𝐚𝐫 𝐚𝐬 𝐧𝐨𝐯𝐚𝐬 𝐭𝐞𝐜𝐧𝐨𝐥𝐨𝐠𝐢𝐚𝐬, 𝐜𝐨𝐦𝐨 𝐛𝐥𝐨𝐜𝐤𝐜𝐡𝐚𝐢𝐧 𝐞 𝐈𝐨𝐓, 𝐩𝐚𝐫𝐚 𝐦𝐞𝐥𝐡𝐨𝐫𝐚𝐫 𝐚 𝐞𝐟𝐢𝐜𝐢𝐞̂𝐧𝐜𝐢𝐚 𝐞 𝐚 𝐭𝐫𝐚𝐧𝐬𝐩𝐚𝐫𝐞̂𝐧𝐜𝐢𝐚 𝐞𝐦 𝐬𝐮𝐚𝐬 𝐨𝐩𝐞𝐫𝐚𝐜̧𝐨̃𝐞𝐬 𝐩𝐨𝐫𝐭𝐮𝐚́𝐫𝐢𝐚𝐬 𝐞 𝐥𝐨𝐠𝐢́𝐬𝐭𝐢𝐜𝐚𝐬?
A automatização e digitalização já é uma realidade no setor marítimo global e Angola não ficará certamente fora da equação. Obviamente que em Países desenvolvidos já é prática comum pagamentos e operações serem 100% digitais, contudo ainda temos alguns desafios estruturais locais como a qualidade das comunicações entre outros a serem melhorados para que este tipo de operações sejam totalmente eficientes e seguras. Não obstante a estes desafios, num futuro próximo será possível tramitarmos processos de importação por via digital com autoridades e armadores localmente, o que sem dúvida alguma ajudará na redução de custos, recursos e tempo para todas as empresas importadoras ou exportadoras pois já é uma realidade em alguns País Africanos como Ghana, a Nigéria e eventualmete será também implementado este serviço em Angola.

𝐀 𝐬𝐮𝐬𝐭𝐞𝐧𝐭𝐚𝐛𝐢𝐥𝐢𝐝𝐚𝐝𝐞 𝐞́ 𝐮𝐦𝐚 𝐩𝐫𝐞𝐨𝐜𝐮𝐩𝐚𝐜̧𝐚̃𝐨 𝐜𝐫𝐞𝐬𝐜𝐞𝐧𝐭𝐞 𝐧𝐨 𝐬𝐞𝐜𝐭𝐨𝐫 𝐝𝐞 𝐭𝐫𝐚𝐧𝐬𝐩𝐨𝐫𝐭𝐞 𝐦𝐚𝐫𝐢́𝐭𝐢𝐦𝐨. 𝐐𝐮𝐚𝐢𝐬 𝐦𝐞𝐝𝐢𝐝𝐚𝐬 𝐀𝐧𝐠𝐨𝐥𝐚 𝐩𝐨𝐝𝐞 𝐭𝐨𝐦𝐚𝐫 𝐩𝐚𝐫𝐚 𝐫𝐞𝐝𝐮𝐳𝐢𝐫 𝐨𝐬 𝐆𝐚𝐬𝐞𝐬 𝐝𝐞 𝐄𝐟𝐞𝐢𝐭𝐨 𝐄𝐬𝐭𝐮𝐟𝐚, 𝐨𝐬 𝐯𝐞𝐬𝐭𝐢́𝐠𝐢𝐨𝐬 𝐝𝐞 𝐜𝐚𝐫𝐛𝐨𝐧𝐨, 𝐝𝐞 𝐬𝐮𝐚𝐬 𝐨𝐩𝐞𝐫𝐚𝐜̧𝐨̃𝐞𝐬 𝐩𝐨𝐫𝐭𝐮𝐚́𝐫𝐢𝐚𝐬 𝐞 𝐥𝐨𝐠𝐢́𝐬𝐭𝐢𝐜𝐚𝐬?
É imperativo que a sustentabilidade seja parte integrante da nossa liderança pois a mesma concentra-se no respeito ao planeta e na promoção da prosperidade. Na qualidade de um dos vários líderes do nosso setor, a Hapag-Lloyd oferece serviços “verdes” com o objectivo de promover e assegurar um ambiente habitável. As medidas a serem tomadas pelo Governo local, deverão desta forma consistir em incentivar os operadores locais a aderirem e promoverem serviços e produtos semelhantes dentro das suas respectivas organizações.

𝐐𝐮𝐚𝐢𝐬 𝐬𝐚̃𝐨 𝐨𝐬 𝐝𝐞𝐬𝐚𝐟𝐢𝐨𝐬 𝐦𝐚𝐢𝐬 𝐮𝐫𝐠𝐞𝐧𝐭𝐞𝐬 𝐪𝐮𝐞 𝐨 𝐬𝐞𝐜𝐭𝐨𝐫 𝐝𝐞 𝐭𝐫𝐚𝐧𝐬𝐩𝐨𝐫𝐭𝐞 𝐦𝐚𝐫𝐢́𝐭𝐢𝐦𝐨 𝐞𝐦 𝐀𝐧𝐠𝐨𝐥𝐚 𝐞𝐧𝐟𝐫𝐞𝐧𝐭𝐚 𝐚𝐜𝐭𝐮𝐚𝐥𝐦𝐞𝐧𝐭𝐞 𝐞 𝐪𝐮𝐚𝐢𝐬 𝐬𝐨𝐥𝐮𝐜̧𝐨̃𝐞𝐬 𝐩𝐨𝐝𝐞𝐦 𝐬𝐞𝐫 𝐢𝐦𝐩𝐥𝐞𝐦𝐞𝐧𝐭𝐚𝐝𝐚𝐬 𝐩𝐚𝐫𝐚 𝐬𝐮𝐩𝐞𝐫𝐚́-𝐥𝐨𝐬?
Os maiores desafios enfrentados neste momento em Angola são económicos, ou seja, a desvalorização da moeda e escassez de divisas que tem um impacto directo não só na cadeia logística como também em todos os outros setores. Como é óbvio, o Governo angolano já tomou as medidas necessárias para inverter este quadro, apostando em parcerias estratégicas com outros Países e investindo significativamente na Industrialização do País, a produção agrícola assim como em outras várias medidas mais abrangentes à todos os setores. Creio que doravante o foco seja maioritariamente assegurar que estas mesmas medidas tomadas sejam sólidas e consistentes à longo prazo.

𝐀𝐩𝐞𝐬𝐚𝐫 𝐝𝐨𝐬 𝐝𝐞𝐬𝐚𝐟𝐢𝐨𝐬, 𝐪𝐮𝐚𝐢𝐬 𝐬𝐚̃𝐨 𝐚𝐬 𝐨𝐩𝐨𝐫𝐭𝐮𝐧𝐢𝐝𝐚𝐝𝐞𝐬 𝐦𝐚𝐢𝐬 𝐩𝐫𝐨𝐦𝐢𝐬𝐬𝐨𝐫𝐚𝐬 𝐩𝐚𝐫𝐚 𝐨 𝐬𝐞𝐜𝐭𝐨𝐫 𝐝𝐞 𝐭𝐫𝐚𝐧𝐬𝐩𝐨𝐫𝐭𝐞 𝐦𝐚𝐫𝐢́𝐭𝐢𝐦𝐨 𝐞𝐦 𝐀𝐧𝐠𝐨𝐥𝐚 𝐧𝐨𝐬 𝐩𝐫𝐨́𝐱𝐢𝐦𝐨𝐬 𝐚𝐧𝐨𝐬 𝐞 𝐜𝐨𝐦𝐨 𝐨 𝐩𝐚𝐢́𝐬 𝐩𝐨𝐝𝐞 𝐬𝐞 𝐩𝐨𝐬𝐢𝐜𝐢𝐨𝐧𝐚𝐫 𝐩𝐚𝐫𝐚 𝐚𝐩𝐫𝐨𝐯𝐞𝐢𝐭𝐚́-𝐥𝐚𝐬?
Para além das oportunidades já mencionadas no sector Agrícola e Industrial, o nosso País também oferece várias oportunidades na produção e exportação de recursos minerais como o granito, madeira e o petróleo.

𝐎 𝐏𝐨𝐫𝐭𝐨 𝐝𝐨 𝐂𝐚𝐢𝐨, 𝐞𝐦 𝐂𝐚𝐛𝐢𝐧𝐝𝐚, 𝐞́ 𝐯𝐢𝐬𝐭𝐨 𝐜𝐨𝐦𝐨 𝐮𝐦 𝐢𝐦𝐩𝐨𝐫𝐭𝐚𝐧𝐭𝐞 𝐡𝐮𝐛 𝐩𝐚𝐫𝐚 𝐚 𝐫𝐞𝐠𝐢𝐚̃𝐨. 𝐂𝐨𝐦𝐨 𝐚𝐯𝐚𝐥𝐢𝐚 𝐨 𝐩𝐨𝐭𝐞𝐧𝐜𝐢𝐚𝐥 𝐝𝐨 𝐏𝐨𝐫𝐭𝐨 𝐝𝐨 𝐂𝐚𝐢𝐨 𝐩𝐚𝐫𝐚 𝐢𝐦𝐩𝐮𝐥𝐬𝐢𝐨𝐧𝐚𝐫 𝐨 𝐜𝐨𝐦𝐞́𝐫𝐜𝐢𝐨 𝐞 𝐨 𝐝𝐞𝐬𝐞𝐧𝐯𝐨𝐥𝐯𝐢𝐦𝐞𝐧𝐭𝐨 𝐞𝐜𝐨𝐧𝐨́𝐦𝐢𝐜𝐨 𝐞𝐦 𝐀𝐧𝐠𝐨𝐥𝐚 𝐞 𝐧𝐚 𝐫𝐞𝐠𝐢𝐚̃𝐨 𝐝𝐚 𝐀́𝐟𝐫𝐢𝐜𝐚 𝐂𝐞𝐧𝐭𝐫𝐚𝐥, 𝐜𝐨𝐧𝐬𝐢𝐝𝐞𝐫𝐚𝐧𝐝𝐨 𝐨𝐬 𝐝𝐞𝐬𝐚𝐟𝐢𝐨𝐬 𝐝𝐞 𝐢𝐧𝐟𝐫𝐚𝐞𝐬𝐭𝐫𝐮𝐭𝐮𝐫𝐚 𝐞 𝐜𝐨𝐧𝐞𝐜𝐭𝐢𝐯𝐢𝐝𝐚𝐝𝐞?
Para além de todos os recursos naturais que a região oferece, Cabinda está geograficamente localizada numa zona estratégica para Angola e sem dúvida alguma os investimentos feitos no Porto de Caio serão para o aumento do fluxo logístico entre Angola e os Países vizinhos assim como também o já existente fluxo global, ainda que limitado neste exato momento por limitações operacionais do Porto actual de Cabinda.

𝐎 𝐂𝐨𝐫𝐫𝐞𝐝𝐨𝐫 𝐝𝐨 𝐋𝐨𝐛𝐢𝐭𝐨 𝐞́ 𝐮𝐦 𝐩𝐫𝐨𝐣𝐞𝐜𝐭𝐨 𝐚𝐦𝐛𝐢𝐜𝐢𝐨𝐬𝐨 𝐪𝐮𝐞 𝐯𝐢𝐬𝐚 𝐜𝐨𝐧𝐞𝐜𝐭𝐚𝐫 𝐀𝐧𝐠𝐨𝐥𝐚 𝐚𝐨𝐬 𝐩𝐚𝐢́𝐬𝐞𝐬 𝐯𝐢𝐳𝐢𝐧𝐡𝐨𝐬 𝐞 𝐚𝐨 𝐦𝐞𝐫𝐜𝐚𝐝𝐨 𝐠𝐥𝐨𝐛𝐚𝐥. 𝐂𝐨𝐦𝐨 𝐯𝐞̂ 𝐨 𝐢𝐦𝐩𝐚𝐜𝐭𝐨 𝐝𝐨 𝐂𝐨𝐫𝐫𝐞𝐝𝐨𝐫 𝐝𝐨 𝐋𝐨𝐛𝐢𝐭𝐨 𝐧𝐨 𝐬𝐞𝐜𝐭𝐨𝐫 𝐝𝐞 𝐭𝐫𝐚𝐧𝐬𝐩𝐨𝐫𝐭𝐞 𝐦𝐚𝐫𝐢́𝐭𝐢𝐦𝐨 𝐞𝐦 𝐀𝐧𝐠𝐨𝐥𝐚 𝐞 𝐪𝐮𝐚𝐢𝐬 𝐬𝐚̃𝐨 𝐨𝐬 𝐩𝐫𝐢𝐧𝐜𝐢𝐩𝐚𝐢𝐬 𝐝𝐞𝐬𝐚𝐟𝐢𝐨𝐬 𝐩𝐚𝐫𝐚 𝐠𝐚𝐫𝐚𝐧𝐭𝐢𝐫 𝐨 𝐬𝐞𝐮 𝐬𝐮𝐜𝐞𝐬𝐬𝐨?
O Corredor do Lobito facilita o comércio internacional ao conectar o Porto do Lobito à fronteira com a República Democrática do Congo (RDC) e a Zâmbia, países ricos em recursos minerais como cobre e cobalto. Os principais desafios do Corredor do Lobito consistem na necessidade de modernização e manutenção contínua da infraestrutura, e a coordenação entre os países envolvidos para que seja garantida à oferta de mão de obra qualificada e sustentabilidade do projecto.

𝐒𝐨𝐛𝐫𝐞𝐚𝐯𝐚𝐥𝐢𝐚𝐜̧𝐚̃𝐨 𝐝𝐚 𝐭𝐞𝐜𝐧𝐨𝐥𝐨𝐠𝐢𝐚 𝐞𝐧𝐬𝐨𝐦𝐛𝐫𝐚 𝐀́𝐬𝐢𝐚 𝐚𝐧𝐭𝐞𝐬 𝐝𝐞 𝐜𝐨𝐧𝐭𝐚𝐬 𝐝𝐚 𝐍𝐯𝐢𝐝𝐢𝐚𝑁𝘰 𝘑𝑎𝘱𝑎̃𝘰, 𝑎 𝑝𝘳𝑒𝘰𝑐𝘶𝑝𝘢𝑐̧𝘢̃𝑜 𝑐𝘰𝑚 𝑜𝘴 𝘱𝑙𝘢𝑛𝘰𝑠 𝑑𝘦 𝘨𝑎𝘴𝑡𝘰...
19/11/2025

𝐒𝐨𝐛𝐫𝐞𝐚𝐯𝐚𝐥𝐢𝐚𝐜̧𝐚̃𝐨 𝐝𝐚 𝐭𝐞𝐜𝐧𝐨𝐥𝐨𝐠𝐢𝐚 𝐞𝐧𝐬𝐨𝐦𝐛𝐫𝐚 𝐀́𝐬𝐢𝐚 𝐚𝐧𝐭𝐞𝐬 𝐝𝐞 𝐜𝐨𝐧𝐭𝐚𝐬 𝐝𝐚 𝐍𝐯𝐢𝐝𝐢𝐚

𝑁𝘰 𝘑𝑎𝘱𝑎̃𝘰, 𝑎 𝑝𝘳𝑒𝘰𝑐𝘶𝑝𝘢𝑐̧𝘢̃𝑜 𝑐𝘰𝑚 𝑜𝘴 𝘱𝑙𝘢𝑛𝘰𝑠 𝑑𝘦 𝘨𝑎𝘴𝑡𝘰𝑠 𝑔𝘰𝑣𝘦𝑟𝘯𝑎𝘮𝑒𝘯𝑡𝘢𝑖𝘴 𝘦𝑥𝘰𝑟𝘣𝑖𝘵𝑎𝘯𝑡𝘦𝑠 𝑓𝘦𝑧 𝑐𝘰𝑚 𝑞𝘶𝑒 𝑎𝘴 𝘰𝑏𝘳𝑖𝘨𝑎𝘤̧𝑜̃𝘦𝑠 𝑑𝘦 𝘭𝑜𝘯𝑔𝘰 𝘱𝑟𝘢𝑧𝘰 𝘤𝑎𝘪́𝑠𝘴𝑒𝘮 𝘦 𝘰𝑠 𝑗𝘶𝑟𝘰𝑠 𝑑𝘢 𝘥𝑖́𝘷𝑖𝘥𝑎 𝑎𝘵𝑖𝘯𝑔𝘪𝑠𝘴𝑒𝘮 𝘯𝑖́𝘷𝑒𝘪𝑠 ℎ𝘪𝑠𝘵𝑜́𝘳𝑖𝘤𝑜𝘴. 𝑁𝘢𝑠 𝑎𝘤𝑐̧𝘰̃𝑒𝘴, 𝑜 𝑇𝘰𝑝𝘪𝑥 𝑐𝘦𝑑𝘦𝑢 0,17% 𝑒 𝑜 𝑁𝘪𝑘𝘬𝑒𝘪 225 𝘱𝑒𝘳𝑑𝘦𝑢 0,34%. 𝘕𝑎 𝐶𝘩𝑖𝘯𝑎, 𝘰 𝘚ℎ𝘢𝑛𝘨ℎ𝘢𝑖 𝐶𝘰𝑚𝘱𝑜𝘴𝑖𝘵𝑒 𝑠𝘦𝑔𝘶𝑖𝘶 𝘢 𝘵𝑒𝘯𝑑𝘦̂𝑛𝘤𝑖𝘢 𝘤𝑜𝘯𝑡𝘳𝑎́𝘳𝑖𝘢 𝘦 𝘢𝑣𝘢𝑛𝘤̧𝑜𝘶 𝘭𝑖𝘨𝑒𝘪𝑟𝘰𝑠 0,18%, 𝘦𝑛𝘲𝑢𝘢𝑛𝘵𝑜 𝑜 𝐻𝘢𝑛𝘨 𝘚𝑒𝘯𝑔, 𝘦𝑚 𝐻𝘰𝑛𝘨 𝘒𝑜𝘯𝑔, 𝘳𝑒𝘤𝑢𝘰𝑢 0,4%. 𝑁𝘢 𝘊𝑜𝘳𝑒𝘪𝑎 𝑑𝘰 𝘚𝑢𝘭, 𝑜 𝐾𝘰𝑠𝘱𝑖 𝑑𝘦𝑠𝘷𝑎𝘭𝑜𝘳𝑖𝘻𝑜𝘶 0,61%.

As bolsas asiáticas caíram pela quarta sessão consecutiva, antes da apresentação de resultados da maior cotada do mundo: a norte-americana Nvidia, que impulsionou os mercados accionistas a recordes. O sector tecnológico tem estado no centro das atenções do mercado devido a uma perspectiva de sobreavaliação das acções - que já resultou num "sell-off" mundial de 1,6 biliões US$ no mercado mundial -, pelo que com o reporte de contas da fabricante de semicondutores os investidores vão "testar" esta teoria.

Além disso, vão ainda perceber qual o "guidance" da empresa para o próximo ano e ainda se os investimentos em inteligência artificial estão a dar retorno. Assim, o mercado estava mais cauteloso quanto a fazer grandes movimentações.

“Os investidores ainda estão nervosos”, disse Vey-Sern Ling, do Union Bancaire Privee, à Bloomberg. “As avaliações estão altas, o mercado de trabalho americano e as taxas da Reserva Federal ainda são incertos, estamos a entrar no final do ano com ganhos, então a maioria das pessoas quer reduzir o risco", acrescentou. Há, de resto, outros analistas que acreditam que o sector da IA irá sofrer uma "correcção significativa", enquanto outros dizem que a turbulência dos últimos dia se trata apenas de uma "correcção saudável.

A volatilidade voltou com força ao mercado. Na sessão de ontem, o chamado "indicador de medo" de Wall Street, o Índice de Volatilidade Cboe (VIX), ultrapassou os 24 pontos - acima do nível "chave" de 20 , que fez soar os alarmes entre os investidores - e atingiu o nível mais alto num mês.

No Japão, a preocupação com os planos de gastos governamentais exorbitantes fez com que as obrigações de longo prazo caíssem e os juros da dívida atingissem níveis históricos. Nas acções, o Topix cedeu 0,17% e o Nikkei 225 perdeu 0,34%.

Na China, o Shanghai Composite seguiu a tendência contrária e avançou ligeiros 0,18%, enquanto o Hang Seng, em Hong Kong, recuou 0,4%. Na Coreia do Sul, o Kospi desvalorizou 0,61%.

Entre os principais movimentos empresariais, a Xiaomi cedeu 5,8% para o nível mais baixo em seis meses, depois de a empresa ter alertado que o aumento dos custos dos "chips" e a redução dos incentivos fiscais para veículos eléctricos vão impactar as margens de lucro do próximo ano.

Pela Europa, os futuros do Euro Stoxx 50 apontam para uma abertura sem grandes alterações face ao fecho de ontem, enquanto os investidores também esperam pelos resultados da Nvidia para definir o sentimento de mercado.

𝐅𝐮𝐧𝐝𝐨 𝐒𝐨𝐛𝐞𝐫𝐚𝐧𝐨 𝐡𝐞𝐫𝐝𝐚 𝟏𝟓% 𝐝𝐨 𝐒𝐭𝐚𝐧𝐝𝐚𝐫𝐝 𝐁𝐚𝐧𝐤, 𝐜𝐮𝐣𝐨 𝐚𝐜𝐭𝐢𝐯𝐨 𝐜𝐫𝐞𝐬𝐜𝐞𝐮 𝟏𝟓,𝟕% 𝐧𝐨𝐬 𝐮́𝐥𝐭𝐢𝐦𝐨𝐬 𝟏𝟐 𝐦𝐞𝐬𝐞𝐬𝑂 𝑔𝘰𝑣𝘦𝑟𝘯𝑜 𝑑𝘦 𝘈𝑛𝘨𝑜𝘭𝑎 𝑡𝘳𝑎𝘯𝑠𝘧𝑒𝘳𝑖𝘶...
19/11/2025

𝐅𝐮𝐧𝐝𝐨 𝐒𝐨𝐛𝐞𝐫𝐚𝐧𝐨 𝐡𝐞𝐫𝐝𝐚 𝟏𝟓% 𝐝𝐨 𝐒𝐭𝐚𝐧𝐝𝐚𝐫𝐝 𝐁𝐚𝐧𝐤, 𝐜𝐮𝐣𝐨 𝐚𝐜𝐭𝐢𝐯𝐨 𝐜𝐫𝐞𝐬𝐜𝐞𝐮 𝟏𝟓,𝟕% 𝐧𝐨𝐬 𝐮́𝐥𝐭𝐢𝐦𝐨𝐬 𝟏𝟐 𝐦𝐞𝐬𝐞𝐬

𝑂 𝑔𝘰𝑣𝘦𝑟𝘯𝑜 𝑑𝘦 𝘈𝑛𝘨𝑜𝘭𝑎 𝑡𝘳𝑎𝘯𝑠𝘧𝑒𝘳𝑖𝘶 15% 𝘥𝑒 𝑠𝘶𝑎 𝑝𝘢𝑟𝘵𝑖𝘤𝑖𝘱𝑎𝘤̧𝑎̃𝘰 𝘯𝑜 𝑆𝘵𝑎𝘯𝑑𝘢𝑟𝘥 𝘉𝑎𝘯𝑘 𝐴𝘯𝑔𝘰𝑙𝘢 (𝑆𝘉𝐴) 𝘱𝑎𝘳𝑎 𝑜 𝐹𝘶𝑛𝘥𝑜 𝑆𝘰𝑏𝘦𝑟𝘢𝑛𝘰 𝘥𝑒 𝐴𝘯𝑔𝘰𝑙𝘢 (𝐹𝘚𝐷𝘌𝐴), 𝑣𝘪𝑠𝘢𝑛𝘥𝑜 𝑜𝘱𝑡𝘪𝑚𝘪𝑧𝘢𝑟 𝑎 𝑔𝘦𝑠𝘵𝑎̃𝘰 𝘥𝑒 𝑠𝘦𝑢𝘴 𝘢𝑐𝘵𝑖𝘷𝑜𝘴. 𝐸𝘴𝑡𝘢 𝘦𝑥𝘱𝑙𝘰𝑟𝘢𝑐̧𝘢̃𝑜 𝑑𝘢 𝘱𝑎𝘳𝑡𝘪𝑐𝘪𝑝𝘢𝑐̧𝘢̃𝑜 𝑒𝘴𝑡𝘳𝑎𝘵𝑒́𝘨𝑖𝘤𝑎 𝑜𝘤𝑜𝘳𝑟𝘦 𝘦𝑚 𝑢𝘮 𝘤𝑜𝘯𝑡𝘦𝑥𝘵𝑜 𝑑𝘦 𝘤𝑟𝘦𝑠𝘤𝑖𝘮𝑒𝘯𝑡𝘰 𝘯𝑜𝘴 𝘢𝑐𝘵𝑖𝘷𝑜𝘴 𝘥𝑜 𝑏𝘢𝑛𝘤𝑜, 𝘳𝑒𝘭𝑎𝘵𝑎𝘥𝑜 𝑒𝘮 𝘴𝑒𝘶𝑠 𝑏𝘢𝑙𝘢𝑛𝘤̧𝑜𝘴 𝘦𝑛𝘵𝑟𝘦 2024 𝑒 2025. 𝐴 𝑒𝘴𝑡𝘳𝑢𝘵𝑢𝘳𝑎 𝑑𝘦 𝘢𝑐𝘵𝑖𝘷𝑜𝘴 𝘥𝑜 𝑆𝘉𝐴 𝑒𝘮 𝘦𝑣𝘰𝑙𝘶𝑐̧𝘢̃𝑜, 𝘴𝑖𝘯𝑎𝘭𝑖𝘻𝑎 𝑎𝘴 𝘵𝑟𝘢𝑛𝘴𝑖𝘤̧𝑜̃𝘦𝑠 𝑛𝘢 𝘦𝑐𝘰𝑛𝘰𝑚𝘪𝑎 𝑎𝘯𝑔𝘰𝑙𝘢𝑛𝘢, 𝑚𝘰𝑠𝘵𝑟𝘢𝑛𝘥𝑜 𝑢𝘮 𝘢𝑗𝘶𝑠𝘵𝑒 𝑒𝘴𝑡𝘳𝑎𝘵𝑒́𝘨𝑖𝘤𝑜 𝑒𝘮 𝘣𝑢𝘴𝑐𝘢 𝘥𝑒 𝑚𝘢𝑖𝘰𝑟 𝑒𝘧𝑖𝘤𝑖𝘦̂𝑛𝘤𝑖𝘢 𝘦 𝘳𝑒𝘯𝑡𝘢𝑏𝘪𝑙𝘪𝑑𝘢𝑑𝘦. 𝐶𝘰𝑚 𝑢𝘮 𝘧𝑜𝘤𝑜 𝑐𝘭𝑎𝘳𝑜 𝑒𝘮 𝘪𝑛𝘷𝑒𝘴𝑡𝘪𝑚𝘦𝑛𝘵𝑜𝘴 𝘮𝑎𝘪𝑠 𝑎𝘵𝑟𝘢𝑡𝘪𝑣𝘰𝑠 𝑒 𝑐𝘳𝑒𝘴𝑐𝘪𝑚𝘦𝑛𝘵𝑜 𝑑𝘰 𝘤𝑟𝘦́𝑑𝘪𝑡𝘰, 𝑜 𝑏𝘢𝑛𝘤𝑜 𝑒𝘴𝑡𝘢́ 𝘴𝑒 𝑝𝘰𝑠𝘪𝑐𝘪𝑜𝘯𝑎𝘯𝑑𝘰 𝘱𝑎𝘳𝑎 𝑐𝘢𝑝𝘪𝑡𝘢𝑙𝘪𝑧𝘢𝑟 𝑠𝘰𝑏𝘳𝑒 𝑎𝘴 𝘰𝑝𝘰𝑟𝘵𝑢𝘯𝑖𝘥𝑎𝘥𝑒𝘴 𝘦𝑚𝘦𝑟𝘨𝑒𝘯𝑡𝘦𝑠 𝑒𝘮 𝘶𝑚 𝑎𝘮𝑏𝘪𝑒𝘯𝑡𝘦 𝘦𝑐𝘰𝑛𝘰́𝑚𝘪𝑐𝘰 𝘲𝑢𝘦, 𝑒𝘮𝑏𝘰𝑟𝘢 𝘢𝑑𝘷𝑒𝘳𝑠𝘰, 𝑎𝘱𝑟𝘦𝑠𝘦𝑛𝘵𝑎 𝑝𝘦𝑟𝘴𝑝𝘦𝑐𝘵𝑖𝘷𝑎𝘴 𝘱𝑟𝘰𝑚𝘪𝑠𝘴𝑜𝘳𝑎𝘴.

A decisão do governo angolano de transferir 15% de sua participação no Standard Bank Angola (SBA) para o Fundo Soberano de Angola (FSDEA) representa uma nova fase na gestão de activos estatais. Antes deste movimento, o Estado detinha 49% do capital social do banco, e agora esta fatia foi direccionada para um fundo especializado, que possui a responsabilidade de gerir participações estratégicas a longo prazo. Enquanto isso, os 34% restantes permanecem sob o Programa de Privatizações (PROPRIV), que ainda planeia a futura privatização.

Analisando o balanço patrimonial do SBA nos três trimestres de 2024 e 2025, observamos um crescimento notável nos activos totais, nos últimos 12 meses, que passaram de 1,8 bilião AOA$ no terceiro trimestre de 2024 para 2,1 biliões AOA$ no terceiro trimestre de 2025. Esta expansão representa um aumento substancial de 15,7%, o que sinaliza a capacidade do banco de se adaptar a um ambiente de mercado em evolução.

Uma análise detalhada das principais contas da composição do activo – caixa, aplicações, título, operações cambiais e crédito - revela informações essenciais sobre a saúde financeira do banco. Entre os anos de 2024 e 2025, o SBA demonstrou uma evolução relevante em seu balanço patrimonial, demonstrando tanto o desenvolvimento do banco quanto as dinâmicas da economia angolana.

A contabilidade em caixa e disponibilidades foi um dos principais componentes activos. No terceiro trimestre de 2024, o SBA reportou 568,1 mil milhões AOA$, que representavam 30,3% do total de activos. Em 2025, esta cifra aumentou para 594,7 mil milhões AOA$, embora sua taxa no total tenha diminuído para 27,4%. Esta queda sugere uma estratégia de optimização, onde o banco está buscando alocar recursos em áreas mais rentáveis, em resposta à necessidade de promover um crescimento sustentado em um ambiente económico desafiador.

As aplicações em bancos centrais e instituições de crédito apresentaram uma mudança drástica. Enquanto em 2024 alcançavam 377,4 mil milhões AOA$, o valor despencou para 131,6 mil milhões AOA$ em 2025, reduzindo sua participação de 20,1% para apenas 6,1% do activo total. Esta redução aponta para uma reavaliação das estratégias de investimento do banco, talvez em resposta à baixa rentabilidade oferecida por estas aplicações, sinalizando um contexto económico que exige rendimentos mais elevados.

Em contraste, os títulos e valores mobiliários mostraram um crescimento robusto, subindo de 364,7 mil milhões AOA$ em 2024 para 665 mil milhões AOA$ em 2025. Esta expansão, que aumentou sua participação de 19,4% para 30,6%, indica uma mudança proactiva na diversificação de investimentos, alinhando-se com as necessidades de liquidez e rendimento em um cenário económico cada vez mais complexo.

As operações cambiais, embora representem uma fracção menor do activo total, aumentaram de 6,8 mil milhões AOA$ para 12,3 mil milhões AOA$ entre os terceiros trimestres do ano passado e deste ano. Apesar da contribuição modesta, este crescimento sugere uma adaptação do banco às flutuações do mercado cambial, o que pode ser vital para a resiliência financeira em tempos de incerteza económica.

Neste rimto, o crédito a clientes apresentou um aumento notável, subindo de 490 mil milhões AOA$ no terceiro trimestre de 2024 para 691,6 mil milhões AOA$ em 2025. Esta ascensão, que passou de 26,1% para 31,9% do total de activos, é um sinal positivo da confiança do banco em concessões de crédito, contribuindo não apenas para o seu crescimento, mas também para o financiamento do desenvolvimento da economia angolana, que enfrenta o desafio de diversificação e incentivo ao sector privado.

A transferência de 15% da participação do Estado no SBA para o FSDEA significa que o fundo terá uma responsabilidade relevnate na administração de activos com potencial estratégico. Com o aumento consistente dos activos do banco e a alta proporção de crédito a clientes, o SBA apresenta-se, à princípio, como uma entidade financeiramente saudável e em expansão. Diante das mudanças arquitectónicas na economia angolana e do cenário de privatização, a nova configuração do SBA, sob a gestão do FSDEA, poderá potencializar os ganhos, contribuindo para a robustez financeira e a sustentabilidade a longo prazo.

A solidez do banco, reflectida em seu aumento de activos e alterações nas alocações, sugere expectativas optimistas. No entanto, será crucial observar como a administração do FSDEA influenciará a execução das estratégias já em andamento e como a privatização dos 34% restantes será conduzida nos próximos anos.

𝐁𝐍𝐀 𝐢𝐦𝐩𝐮𝐥𝐬𝐢𝐨𝐧𝐚 𝐞𝐝𝐮𝐜𝐚𝐜̧𝐚̃𝐨 𝐟𝐢𝐧𝐚𝐧𝐜𝐞𝐢𝐫𝐚 𝐩𝐚𝐫𝐚 𝐦𝐚𝐢𝐬 𝐝𝐞 𝟏𝟏.𝟎𝟎𝟎 𝐣𝐨𝐯𝐞𝐧𝐬 𝐞𝐦 𝐀𝐧𝐠𝐨𝐥𝐚𝑂 𝐵𝘢𝑛𝘤𝑜 𝑁𝘢𝑐𝘪𝑜𝘯𝑎𝘭 𝘥𝑒 𝐴𝘯𝑔𝘰𝑙𝘢 (𝐵𝘕𝐴) 𝘦𝑛𝘤𝑒𝘳𝑟𝘰𝑢 𝑟𝘦𝑐𝘦𝑛...
18/11/2025

𝐁𝐍𝐀 𝐢𝐦𝐩𝐮𝐥𝐬𝐢𝐨𝐧𝐚 𝐞𝐝𝐮𝐜𝐚𝐜̧𝐚̃𝐨 𝐟𝐢𝐧𝐚𝐧𝐜𝐞𝐢𝐫𝐚 𝐩𝐚𝐫𝐚 𝐦𝐚𝐢𝐬 𝐝𝐞 𝟏𝟏.𝟎𝟎𝟎 𝐣𝐨𝐯𝐞𝐧𝐬 𝐞𝐦 𝐀𝐧𝐠𝐨𝐥𝐚

𝑂 𝐵𝘢𝑛𝘤𝑜 𝑁𝘢𝑐𝘪𝑜𝘯𝑎𝘭 𝘥𝑒 𝐴𝘯𝑔𝘰𝑙𝘢 (𝐵𝘕𝐴) 𝘦𝑛𝘤𝑒𝘳𝑟𝘰𝑢 𝑟𝘦𝑐𝘦𝑛𝘵𝑒𝘮𝑒𝘯𝑡𝘦 𝘢 𝘚𝑒𝘮𝑎𝘯𝑎 𝑑𝘢 𝘗𝑜𝘶𝑝𝘢𝑛𝘤̧𝑎, 𝘶𝑚 𝑒𝘷𝑒𝘯𝑡𝘰 𝘲𝑢𝘦 𝘦𝑛𝘷𝑜𝘭𝑣𝘦𝑢 𝑚𝘢𝑖𝘴 𝘥𝑒 11.000 𝘦𝑠𝘵𝑢𝘥𝑎𝘯𝑡𝘦𝑠 𝑒𝘮 𝘥𝑖𝘷𝑒𝘳𝑠𝘢𝑠 𝑎𝘤𝑡𝘪𝑣𝘪𝑑𝘢𝑑𝘦𝑠 𝑑𝘦 𝘦𝑑𝘶𝑐𝘢𝑐̧𝘢̃𝑜 𝑓𝘪𝑛𝘢𝑛𝘤𝑒𝘪𝑟𝘢. 𝐶𝘰𝑚 𝑜 𝑙𝘦𝑚𝘢 “𝑃𝘦𝑞𝘶𝑒𝘯𝑎𝘴 𝘗𝑜𝘶𝑝𝘢𝑛𝘤̧𝑎𝘴, 𝐺𝘳𝑎𝘯𝑑𝘦𝑠 𝐶𝘰𝑛𝘲𝑢𝘪𝑠𝘵𝑎𝘴”, 𝘢 𝘪𝑛𝘪𝑐𝘪𝑎𝘵𝑖𝘷𝑎 𝑣𝘪𝑠𝘰𝑢 𝑝𝘳𝑜𝘮𝑜𝘷𝑒𝘳 𝘢 𝘤𝑜𝘯𝑠𝘤𝑖𝘦𝑛𝘤𝑖𝘢𝑙𝘪𝑧𝘢𝑐̧𝘢̃𝑜 𝑠𝘰𝑏𝘳𝑒 𝑎 𝑖𝘮𝑝𝘰𝑟𝘵𝑎̂𝘯𝑐𝘪𝑎 𝑑𝘢 𝘨𝑒𝘴𝑡𝘢̃𝑜 𝑑𝘰 𝘥𝑖𝘯ℎ𝘦𝑖𝘳𝑜 𝑒 𝑎 𝑐𝘳𝑖𝘢𝑐̧𝘢̃𝑜 𝑑𝘦 𝘩𝑎́𝘣𝑖𝘵𝑜𝘴 𝘥𝑒 𝑝𝘰𝑢𝘱𝑎𝘯𝑐̧𝘢.

As actividades da Semana da Poupança decorreram recentemente no Instituto Superior de Ciências de Administração (ISIA), em Luanda, e nas delegações regionais do País. O evento foi parte das comemorações do Dia Mundial da Poupança, celebrado a 27 de Outubro, e teve como objectivo reforçar a educação financeira entre os jovens.

Durante a semana, o evento contou com a participação de diversas entidades, incluindo a Comissão do Mercado de Capitais (CMC), a Agência Angolana de Regulação e Supervisão de Segurados (ARSEG), o Instituto Nacional de Apoio às Micro, Pequenas e Médias Empresas (INAPEM) e o Fórum Angolano de Jovens Empreendedores (FAJE), além dos Ministérios da Educação e da Família, Acção Social e Promoção da Mulher.

As actividades se estenderam a 24 municípios de 12 províncias, como Luanda, Icolo e Bengo, Bengo, Huambo, Cuando, Benguela, Cunene, Cabinda, Lunda- Sul, Uíge, Malange e Cuanza Norte, e foram realizadas cerca de 90 palestras voltadas para estudantes do ensino secundário e universitário. A participação de aproximadamente 12.000 jovens destaca a relevância do tema e o interesse em aprender sobre finanças pessoais.

Os tópicos abordados nas palestras incluíram a relevância socioeconómica da poupança, a gestão de finanças pessoais, segurança em pagamentos móveis e digitais, e os direitos de protecção dos consumidores de produtos financeiros. Estas discussões visaram equipar os jovens com conhecimentos essenciais para uma gestão financeira responsável.

No encerramento do evento, a administradora executiva do BNA, Marília Poças, ressaltou que o lema “Pequenas Poupanças, Grandes Conquistas” enfatiza que o sucesso financeiro não está apenas nos montantes poupados, mas na disciplina e no hábito de poupar. “Cada Kwanza poupado representa uma semente de segurança e independência financeira”, afirmou.

Poças também reiterou o compromisso do Banco Nacional de Angola em promover a literacia e inclusão financeira, especialmente entre os jovens e as populações vulneráveis. “Para construirmos um futuro mais próspero e equilibrado financeiramente, precisamos agir colectivamente. Exorto todos a se tornarem agentes da mudança, partilhando o que aprenderam com familiares e amigos”, concluiu.

A Semana da Poupança não apenas promoveu a educação financeira, mas também incentivou um diálogo sobre a importância de hábitos financeiros saudáveis, reforçando a ideia de que a poupança é fundamental para o desenvolvimento pessoal e comunitário.

Com a participação activa dos jovens, a iniciativa demonstra um passo significativo rumo à construção de uma sociedade mais consciente e preparada para enfrentar os desafios econômicos futuros.

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