Jornal Angola Económico

Jornal Angola Económico Economia, Finanças, Negócios e Empreendedorismo.

𝐀𝐩𝐩𝐥𝐞 𝐩𝐨𝐝𝐞 𝐫𝐞𝐯𝐞𝐥𝐚𝐫 𝐩𝐫𝐢𝐦𝐞𝐢𝐫𝐚𝐬 𝐧𝐨𝐯𝐢𝐝𝐚𝐝𝐞𝐬 𝐩𝐚𝐫𝐚 𝟐𝟎𝟐𝟔 𝐚𝐢𝐧𝐝𝐚 𝐞𝐬𝐭𝐞 𝐦𝐞̂𝐬𝘜𝑚𝘢 𝘥𝑎𝘴 𝘮𝑎𝘪𝑠 𝑐𝘰𝑛𝘩𝑒𝘤𝑖𝘥𝑎𝘴 𝘱𝑢𝘣𝑙𝘪𝑐𝘢𝑐̧𝘰̃𝑒𝘴 𝘴𝑜𝘣𝑟𝘦 𝘢𝑠 𝑛𝘰𝑣𝘪𝑑𝘢𝑑𝘦𝑠...
15/01/2026

𝐀𝐩𝐩𝐥𝐞 𝐩𝐨𝐝𝐞 𝐫𝐞𝐯𝐞𝐥𝐚𝐫 𝐩𝐫𝐢𝐦𝐞𝐢𝐫𝐚𝐬 𝐧𝐨𝐯𝐢𝐝𝐚𝐝𝐞𝐬 𝐩𝐚𝐫𝐚 𝟐𝟎𝟐𝟔 𝐚𝐢𝐧𝐝𝐚 𝐞𝐬𝐭𝐞 𝐦𝐞̂𝐬

𝘜𝑚𝘢 𝘥𝑎𝘴 𝘮𝑎𝘪𝑠 𝑐𝘰𝑛𝘩𝑒𝘤𝑖𝘥𝑎𝘴 𝘱𝑢𝘣𝑙𝘪𝑐𝘢𝑐̧𝘰̃𝑒𝘴 𝘴𝑜𝘣𝑟𝘦 𝘢𝑠 𝑛𝘰𝑣𝘪𝑑𝘢𝑑𝘦𝑠 𝑑𝘢 𝘈𝑝𝘱𝑙𝘦 𝘦𝑠𝘱𝑒𝘤𝑢𝘭𝑎 𝑞𝘶𝑒 𝑎 𝑒𝘮𝑝𝘳𝑒𝘴𝑎 𝑒𝘴𝑡𝘢́ 𝘢 𝘳𝑒𝘴𝑒𝘳𝑣𝘢𝑟 𝑜 𝑓𝘪𝑛𝘢𝑙 𝑑𝘦𝑠𝘵𝑒 𝑚𝘦̂𝑠 𝑝𝘢𝑟𝘢 𝘢𝑝𝘳𝑒𝘴𝑒𝘯𝑡𝘢𝑟 𝑚𝘰𝑑𝘦𝑙𝘰𝑠 𝑚𝘢𝑖𝘴 𝘱𝑜𝘥𝑒𝘳𝑜𝘴𝑜𝘴 𝘥𝑜 𝑝𝘰𝑟𝘵𝑎́𝘵𝑖𝘭 𝘔𝑎𝘤𝐵𝘰𝑜𝘬 𝘗𝑟𝘰.

A Apple pode estar a preparar-se para desvendar no final deste mês de Janeiro novos modelos do MacBook Pro equipados com processadores M5 Pro e M5 Max.

A informação é do site MacWorld e, apesar de ser de momento pura especulação, tem como base o facto de a Apple ter anunciado a Creator Suite - uma subscrição pensada para criadores de conteúdos que reúne ferramentas populares da empresa como o Final Cut Pro ou o Logic Pro e que será lançada a 28 de Janeiro.

Pois bem, esta é a data que a publicação aponta para o lançamento dos novos MacBook Pro, apontando ainda para o facto de se tratar de uma quarta-feira. Serve recordar que, tradicionalmente, a Apple anuncia novos produtos de hardware a meio da semana.

É plausível que a Apple queira combinar o lançamento de uma nova subscrição dos seus serviços com o anúncio oficial de novos computadores portáteis topo de gama mas, para termos a certeza, teremos de aguardar para saber mais sobre os planos da ‘Empresa da Maçã’.

𝐏𝐫𝐚𝐭𝐚 𝐚𝐟𝐮𝐧𝐝𝐚 𝐪𝐮𝐚𝐬𝐞 𝟒% 𝐚𝐩𝐨́𝐬 𝐧𝐨𝐯𝐨 𝐫𝐞𝐜𝐨𝐫𝐝𝐞 𝐞 𝐬𝐞𝐦 𝐬𝐢𝐧𝐚𝐢𝐬 𝐝𝐞 𝐭𝐚𝐫𝐢𝐟𝐚𝐬 𝐧𝐨𝐬 𝐦𝐢𝐧𝐞𝐫𝐚𝐢𝐬 𝐜𝐫𝐢́𝐭𝐢𝐜𝐨𝐬𝐴 𝑝𝘳𝑎𝘵𝑎 𝑐𝘩𝑒𝘨𝑜𝘶 𝘢 𝘵𝑜𝘤𝑎𝘳 𝘯𝑜𝘴 93,751...
15/01/2026

𝐏𝐫𝐚𝐭𝐚 𝐚𝐟𝐮𝐧𝐝𝐚 𝐪𝐮𝐚𝐬𝐞 𝟒% 𝐚𝐩𝐨́𝐬 𝐧𝐨𝐯𝐨 𝐫𝐞𝐜𝐨𝐫𝐝𝐞 𝐞 𝐬𝐞𝐦 𝐬𝐢𝐧𝐚𝐢𝐬 𝐝𝐞 𝐭𝐚𝐫𝐢𝐟𝐚𝐬 𝐧𝐨𝐬 𝐦𝐢𝐧𝐞𝐫𝐚𝐢𝐬 𝐜𝐫𝐢́𝐭𝐢𝐜𝐨𝐬

𝐴 𝑝𝘳𝑎𝘵𝑎 𝑐𝘩𝑒𝘨𝑜𝘶 𝘢 𝘵𝑜𝘤𝑎𝘳 𝘯𝑜𝘴 93,7515 𝘜𝑆$ 𝘱𝑜𝘳 𝘰𝑛𝘤̧𝑎, 𝘶𝑚 𝑛𝘰𝑣𝘰 𝘮𝑎́𝘹𝑖𝘮𝑜 𝑝𝘢𝑟𝘢 𝘰 𝘮𝑒𝘵𝑎𝘭 "𝑏𝘳𝑎𝘯𝑐𝘰", 𝘮𝑎𝘴 𝘦𝑛𝘵𝑟𝘰𝑢 𝑑𝘦𝑝𝘰𝑖𝘴 𝘯𝑢𝘮𝑎 𝑓𝘰𝑟𝘵𝑒 𝑜𝘴𝑐𝘪𝑙𝘢𝑐̧𝘢̃𝑜: 𝘫𝑎́ 𝑐𝘩𝑒𝘨𝑜𝘶 𝘢 𝘤𝑒𝘥𝑒𝘳 7,29%, 𝑡𝘦𝑛𝘥𝑜 𝑑𝘦𝑝𝘰𝑖𝘴 𝘳𝑒𝘤𝑢𝘱𝑒𝘳𝑎𝘥𝑜 𝑢𝘮 𝘱𝑜𝘶𝑐𝘰, 𝑐𝘰𝑚 𝑎 𝑞𝘶𝑒𝘥𝑎 𝑎̀𝘴 08:36 𝘩𝑜𝘳𝑎𝘴 𝘢 𝘴𝑒𝘳 𝘥𝑒 3,98% 𝑝𝘢𝑟𝘢 𝘰𝑠 89,46 𝑈𝘚$ 𝑝𝘰𝑟 𝑜𝘯𝑐̧𝘢.

O preço da prata está em queda significativa na sessão desta quinta-feira, depois de ter batido um novo recorde e perante a avaliação de uma possível imposição de tarifas sobre minerais críticos por parte da administração de Donald Trump.

A prata chegou a tocar nos 93,7515 US$ por onça, um novo máximo para o metal "branco", mas entrou depois numa forte oscilação: já chegou a ceder 7,29%, tendo depois recuperado um pouco, com a queda às 08:36 horas a ser de 3,98% para os 89,46 US$ por onça.

Esta "montanha russa" na prata é, acima de tudo, justificada por duas razões. Por um lado, a tomada de mais-valias por parte dos investidores após um novo recorde. Por outro, o facto de os EUA ainda estarem a ponderar a aplicação de tarifas sobre minerais críticos e que afectaria directamente a prata.

O valor da prata vai, no entanto, manter-se em alta, "sustentado por défices de oferta, consumo industrial e pela procura por efeito de contágio a partir do ouro", considera Cristopher Wong, da área de estratégia do Oversea-Chinese Banking Group. Mas a volatilidade recente mostrada pela prata sugere cautela aos investidores, segundo o mesmo analista, citado pela Bloomberg.

Actualmente, o Departamento do Comércio dos EUA está a analisar se as importações de metais e minerais críticos podem ser vistos como uma ameaça à segurança nacional americana e, em caso positivo, isso pode traduzir-se na imposição de tarifas. Esta análise tem deixado as empresas e os investidores no limbo, com grandes quantidades de prata a serem mantidas em reserva nos EUA perante esta hipótese.

A ausência de novidades nesta análise "sugere que a administração irá adotar uma abordagem mais cirúrgica na tomada de futuras decisões", analisa Daniel Ghali, estratega de matérias-primas na TD Securities.

Neste contexto, também o ouro cede 0,52% para os 4.602,51 US$ na negociação desta manhã.

𝐀́𝐬𝐢𝐚 𝐬𝐞𝐦 𝐫𝐮𝐦𝐨 𝐩𝐫𝐞𝐬𝐬𝐢𝐨𝐧𝐚𝐝𝐚 𝐩𝐞𝐥𝐚𝐬 𝐭𝐞𝐜𝐧𝐨𝐥𝐨́𝐠𝐢𝐜𝐚𝐬. 𝐓𝐒𝐌𝐂 𝐭𝐨𝐦𝐛𝐚 𝟏%𝘖 𝘛𝑜𝘱𝑖𝘹 𝘦𝑠𝘵𝑒𝘯𝑑𝘦𝑢 𝑜 𝑟𝘦𝑐𝘰𝑟𝘥𝑒 𝑒 𝑔𝘢𝑛𝘩𝑜𝘶 0,68% 𝘱𝑎𝘳𝑎 3.668,98 𝘱𝑜𝘯...
15/01/2026

𝐀́𝐬𝐢𝐚 𝐬𝐞𝐦 𝐫𝐮𝐦𝐨 𝐩𝐫𝐞𝐬𝐬𝐢𝐨𝐧𝐚𝐝𝐚 𝐩𝐞𝐥𝐚𝐬 𝐭𝐞𝐜𝐧𝐨𝐥𝐨́𝐠𝐢𝐜𝐚𝐬. 𝐓𝐒𝐌𝐂 𝐭𝐨𝐦𝐛𝐚 𝟏%

𝘖 𝘛𝑜𝘱𝑖𝘹 𝘦𝑠𝘵𝑒𝘯𝑑𝘦𝑢 𝑜 𝑟𝘦𝑐𝘰𝑟𝘥𝑒 𝑒 𝑔𝘢𝑛𝘩𝑜𝘶 0,68% 𝘱𝑎𝘳𝑎 3.668,98 𝘱𝑜𝘯𝑡𝘰𝑠, 𝘰 𝘕𝑖𝘬𝑘𝘦𝑖 225 𝑐𝘦𝑑𝘦𝑢 0,42% 𝑝𝘢𝑟𝘢 54.110,5 𝑝𝘰𝑛𝘵𝑜𝘴. 𝑁𝘢 𝘊ℎ𝘪𝑛𝘢, 𝑜 𝑆𝘩𝑎𝘯𝑔𝘢𝑖 𝐶𝘰𝑚𝘱𝑜𝘴𝑖𝘵𝑒 𝑝𝘦𝑟𝘥𝑒𝘶 0,33% 𝘱𝑎𝘳𝑎 4.112,6 𝑝𝘰𝑛𝘵𝑜𝘴 𝘦 𝘦𝑚 𝐻𝘰𝑛𝘨 𝘒𝑜𝘯𝑔, 𝘰 𝘏𝑎𝘯𝑔 𝑆𝘦𝑛𝘨, 𝑟𝘦𝑐𝘶𝑜𝘶 0,25% 𝘱𝑎𝘳𝑎 26.933,38 𝑝𝘰𝑛𝘵𝑜𝘴. 𝘖 𝘵𝑎𝘪𝑤𝘢𝑛𝘦̂𝑠 𝑇𝘢𝑖𝘦𝑥 𝑐𝘦𝑑𝘦𝑢 0,42% 𝑝𝘢𝑟𝘢 3.810,58 𝑝𝘰𝑛𝘵𝑜𝘴. 𝑁𝘢 𝘊𝑜𝘳𝑒𝘪𝑎 𝑑𝘰 𝘚𝑢𝘭, 𝑜 𝐾𝘰𝑠𝘱𝑖 𝑑𝘪𝑠𝘱𝑎𝘳𝑜𝘶 1,58% 𝘱𝑎𝘳𝑎 4.797,55 𝘱𝑜𝘯𝑡𝘰𝑠, 𝘶𝑚 𝑛𝘰𝑣𝘰 𝘳𝑒𝘤𝑜𝘳𝑑𝘦.

As bolsas asiáticas terminaram a sessão sem tendência definida, com as acções de tecnologia a sofrerem maior pressão, arrastadas pelas acções da TSMC, que apresentou resultados.

A maior fabricante mundial de semicondutores para encomenda anunciou esta quinta-feira um aumento de 35% do lucro líquido para 16 mil milhões US$ no último trimestre, acima das estimativas dos analistas e um novo recorde para a empresa taiwanesa.

No entanto, os bons resultados foram ofuscados em bolsa, com as acções da tecnológica a tombarem 1,17%, isto depois de o Presidente dos EUA, Donald Trump, ter anunciado que vai impor uma taxa alfandegária de 25% a semicondutores que circulem pelo país, com o objectivo de reduzir a dependência de fabricantes de países, como Taiwan.

No Japão, a primeira-ministra, Sanae Takaichi, vai dissolver a Câmara Baixa do Parlamento e convocar eleições antecipadas, com o objectivo de consolidar a liderança e garantir um mandato para a nova coligação, já na próxima semana.

Neste contexto, as bolsas nipónicas terminaram sem rumo definido. Enquanto o Topix estendeu o recorde e ganhou 0,68% para 3.668,98 pontos, o Nikkei 225 cedeu 0,42% para 54.110,5 pontos. Na China, o Shangai Composite perdeu 0,33% para 4.112,6 pontos e em Hong Kong, o Hang Seng, recuou 0,25% para 26.933,38 pontos. O taiwanês Taiex cedeu 0,42% para 3.810,58 pontos. Na Coreia do Sul, o Kospi disparou 1,58% para 4.797,55 pontos, um novo recorde.

O won sul-coreano desvalorizou esta quinta-feira após uma subida na sessão anterior, depois de o secretário do Tesouro dos EUA, Scott Bessent, falar em quedas excessivas na moeda, representando um raro apoio verbal à moeda chinesa, que caminha para o nível mais baixo desde 2009. Já o Banco da Coreia manteve a taxa de juro inalterada, uma decisão já incorporada pelo mercado.

Pela Europa, o sentimento é mais optimista: os futuros do Euro Stoxx 50 avançam 0,4%, com os investidores ainda atentos aos resultados da banca norte-americana e aos dados da economia britânica. Apesar da queda das acções, os resultados trimestrais da TSMC devem impulsionar o setor da tecnologia europeia.

𝐎 𝐩𝐫𝐨́𝐱𝐢𝐦𝐨 𝐭𝐞𝐥𝐞𝐦𝐨́𝐯𝐞𝐥 𝐚𝐜𝐞𝐬𝐬𝐢́𝐯𝐞𝐥 𝐝𝐚 𝐆𝐨𝐨𝐠𝐥𝐞 𝐞𝐬𝐭𝐚́ 𝐦𝐚𝐢𝐬 𝐩𝐫𝐨́𝐱𝐢𝐦𝐨 𝐝𝐨 𝐪𝐮𝐞 𝐩𝐞𝐧𝐬𝐚𝑈𝘮𝑎 𝑝𝘶𝑏𝘭𝑖𝘤𝑎𝘤̧𝑎̃𝘰 𝘱𝑎𝘳𝑡𝘪𝑙𝘩𝑎𝘥𝑎 𝑛𝘢 𝘳𝑒𝘥𝑒 𝑠𝘰𝑐𝘪𝑎𝘭 𝘉𝑙...
14/01/2026

𝐎 𝐩𝐫𝐨́𝐱𝐢𝐦𝐨 𝐭𝐞𝐥𝐞𝐦𝐨́𝐯𝐞𝐥 𝐚𝐜𝐞𝐬𝐬𝐢́𝐯𝐞𝐥 𝐝𝐚 𝐆𝐨𝐨𝐠𝐥𝐞 𝐞𝐬𝐭𝐚́ 𝐦𝐚𝐢𝐬 𝐩𝐫𝐨́𝐱𝐢𝐦𝐨 𝐝𝐨 𝐪𝐮𝐞 𝐩𝐞𝐧𝐬𝐚

𝑈𝘮𝑎 𝑝𝘶𝑏𝘭𝑖𝘤𝑎𝘤̧𝑎̃𝘰 𝘱𝑎𝘳𝑡𝘪𝑙𝘩𝑎𝘥𝑎 𝑛𝘢 𝘳𝑒𝘥𝑒 𝑠𝘰𝑐𝘪𝑎𝘭 𝘉𝑙𝘶𝑒𝘴𝑘𝘺 𝘪𝑛𝘥𝑖𝘤𝑎 𝑞𝘶𝑒 𝑜 𝑃𝘪𝑥𝘦𝑙 10𝑎, 𝘢 𝘷𝑒𝘳𝑠𝘢̃𝑜 𝑚𝘢𝑖𝘴 𝘢𝑐𝘦𝑠𝘴𝑖́𝘷𝑒𝘭 𝘥𝑜𝘴 𝘶́𝑙𝘵𝑖𝘮𝑜𝘴 𝘵𝑜𝘱𝑜𝘴 𝘥𝑒 𝑔𝘢𝑚𝘢 𝘥𝑎 𝐺𝘰𝑜𝘨𝑙𝘦, 𝑠𝘦𝑟𝘢́ 𝘭𝑎𝘯𝑐̧𝘢𝑑𝘰 𝘯𝑜 𝑝𝘳𝑜́𝘹𝑖𝘮𝑜 𝑚𝘦̂𝑠 𝑑𝘦 𝘍𝑒𝘷𝑒𝘳𝑒𝘪𝑟𝘰.

Uma publicação partilhada pela página de Roland Quandt na rede social Bluesky indica que o próximo telemóvel de preço acessivel da Google, o Pixel 10a, chegará às lojas a meio de Fevereiro.

Mais ainda, a mesma página adianta que o Pixel 10a poderá ser adquirido em duas variantes com 128GB ou 256GB de armazenamento interno e em quatro cores diferentes e que foram descritas como “Obsidian”, “Berry”, “Fog” e “Lavender”.

As informações disponíveis sobre o Pixel 10a indicam que terá um design muito semelhante ao do antecessor e especificações também muito parecidas.

Acredita-se que o telemóvel estará equipado com um ecrã AMOLED de 6,28 polegadas com resolução FHD+ e taxa de actualização de 120Hz, uma versão melhorada do processador Tensor G4, 8GB de memória RAM, bateria de 5.100mAh e uma câmara dupla na face traseira com sensor principal de 48MP e uma lente ultra grande angular de 13MP. Na face frontal poderá encontrar um único sensor de 13MP.

𝐔𝐦 𝐝𝐨𝐬 𝐭𝐞𝐥𝐞𝐦𝐨́𝐯𝐞𝐢𝐬 𝐦𝐚𝐢𝐬 𝐞𝐬𝐩𝐞𝐫𝐚𝐝𝐨𝐬 𝐝𝐞 𝟐𝟎𝟐𝟔 𝐭𝐞𝐯𝐞 𝐥𝐚𝐧𝐜̧𝐚𝐦𝐞𝐧𝐭𝐨 𝐜𝐚𝐧𝐜𝐞𝐥𝐚𝐝𝐨𝑂𝘴 𝘳𝑢𝘮𝑜𝘳𝑒𝘴 𝘲𝑢𝘦 𝘵𝑒̂𝘮 𝘤𝑖𝘳𝑐𝘶𝑙𝘢𝑑𝘰 𝘢𝑡𝘦́ 𝘢𝑞𝘶𝑖 𝑎𝘱𝑜𝘯𝑡𝘢𝑣𝘢𝑚 𝑝𝘢...
14/01/2026

𝐔𝐦 𝐝𝐨𝐬 𝐭𝐞𝐥𝐞𝐦𝐨́𝐯𝐞𝐢𝐬 𝐦𝐚𝐢𝐬 𝐞𝐬𝐩𝐞𝐫𝐚𝐝𝐨𝐬 𝐝𝐞 𝟐𝟎𝟐𝟔 𝐭𝐞𝐯𝐞 𝐥𝐚𝐧𝐜̧𝐚𝐦𝐞𝐧𝐭𝐨 𝐜𝐚𝐧𝐜𝐞𝐥𝐚𝐝𝐨

𝑂𝘴 𝘳𝑢𝘮𝑜𝘳𝑒𝘴 𝘲𝑢𝘦 𝘵𝑒̂𝘮 𝘤𝑖𝘳𝑐𝘶𝑙𝘢𝑑𝘰 𝘢𝑡𝘦́ 𝘢𝑞𝘶𝑖 𝑎𝘱𝑜𝘯𝑡𝘢𝑣𝘢𝑚 𝑝𝘢𝑟𝘢 𝘰 𝘭𝑎𝘯𝑐̧𝘢𝑚𝘦𝑛𝘵𝑜 𝑑𝘰 𝘖𝑛𝘦𝑃𝘭𝑢𝘴 𝘖𝑝𝘦𝑛 2 𝑒𝘮 2026, 𝘮𝑎𝘴 𝘱𝑎𝘳𝑒𝘤𝑒 𝑞𝘶𝑒 𝑎 𝑒𝘮𝑝𝘳𝑒𝘴𝑎 𝑑𝘦𝑐𝘪𝑑𝘪𝑢 𝑎𝘣𝑎𝘯𝑑𝘰𝑛𝘢𝑟 𝑒𝘴𝑡𝘦 𝘯𝑜𝘷𝑜 𝑚𝘰𝑑𝘦𝑙𝘰 𝘲𝑢𝘦 𝘴𝑒𝘳𝑖𝘢 𝘰 𝘴𝑢𝘤𝑒𝘴𝑠𝘰𝑟 𝑑𝘰 𝘲𝑢𝘦 𝘤𝑜𝘯𝑡𝘪𝑛𝘶𝑎𝘳𝑎́ 𝑎 𝑠𝘦𝑟 𝑜 𝑢́𝘯𝑖𝘤𝑜 𝑑𝘰𝑏𝘳𝑎́𝘷𝑒𝘭 𝘥𝑎 𝑂𝘯𝑒𝘗𝑙𝘶𝑠 𝑛𝘰 𝘮𝑒𝘳𝑐𝘢𝑑𝘰.

O OnePlus Open foi lançado em 2023 e, até aqui, continua a ser o único telemóvel dobrável que a marca lançou no mercado. Infelizmente, parece que esta situação não mudará nos próximos tempos e que os planos para lançar um sucessor foram cancelados.

Quem o diz é a página na rede social X, que indica que a OnePlus decidiu desistir dos planos de lançar o OnePlus Open 2, que estava previsto para o mês de Julho.

O site SmartPrix corrobora esta informação, afirmando até que o telemóvel estava numa “fase avançada de testes” quando a empresa tomou a decisão de cancelar o telemóvel.

Os rumores que circulavam sobre este telemóvel apontavam para um ecrã flexível de 8,12 polegadas com 165Hz de taxa de actualização; um ecrã exterior de 6,6 polegadas também com 165Hz de taxa de actualização; processador Snapdragon 8 Elite Gen 5; até 16GB de RAM; até 1TB de armazenamento interno; bateria de 6.000mAh com carregamento rápido com fios de 80W e sem fios de 50W; uma câmara traseira com três sensores de 50MP; e duas câmaras selfie com 32MP e 20MP.

Mesmo que o OnePlus Open 2 tenha sido cancelado, acredita-se que o hardware deste modelo deve ser aproveitado para o próximo dobrável da Oppo - o Find N6 - que tem lançamento previsto para este ano.

𝐏𝐞𝐭𝐫𝐨́𝐥𝐞𝐨 𝐫𝐞𝐜𝐮𝐚. 𝐈𝐧𝐯𝐞𝐬𝐭𝐢𝐝𝐨𝐫𝐞𝐬 𝐚̀ 𝐞𝐬𝐩𝐞𝐫𝐚 𝐝𝐚 𝐫𝐞𝐬𝐩𝐨𝐬𝐭𝐚 𝐝𝐨𝐬 𝐄𝐔𝐀 𝐬𝐨𝐛𝐫𝐞 𝐈𝐫𝐚̃𝐨𝑂 𝑊𝘦𝑠𝘵 𝘛𝑒𝘹𝑎𝘴 𝘐𝑛𝘵𝑒𝘳𝑚𝘦𝑑𝘪𝑎𝘵𝑒 (𝘞𝑇𝘐) - 𝑑𝘦 𝘳𝑒𝘧𝑒𝘳𝑒̂𝘯𝑐𝘪𝑎 ...
14/01/2026

𝐏𝐞𝐭𝐫𝐨́𝐥𝐞𝐨 𝐫𝐞𝐜𝐮𝐚. 𝐈𝐧𝐯𝐞𝐬𝐭𝐢𝐝𝐨𝐫𝐞𝐬 𝐚̀ 𝐞𝐬𝐩𝐞𝐫𝐚 𝐝𝐚 𝐫𝐞𝐬𝐩𝐨𝐬𝐭𝐚 𝐝𝐨𝐬 𝐄𝐔𝐀 𝐬𝐨𝐛𝐫𝐞 𝐈𝐫𝐚̃𝐨

𝑂 𝑊𝘦𝑠𝘵 𝘛𝑒𝘹𝑎𝘴 𝘐𝑛𝘵𝑒𝘳𝑚𝘦𝑑𝘪𝑎𝘵𝑒 (𝘞𝑇𝘐) - 𝑑𝘦 𝘳𝑒𝘧𝑒𝘳𝑒̂𝘯𝑐𝘪𝑎 𝑝𝘢𝑟𝘢 𝘰 𝘮𝑒𝘳𝑐𝘢𝑑𝘰 𝘥𝑜𝘴 𝘌𝑈𝘈 - 𝘱𝑒𝘳𝑑𝘦 0,75% 𝘱𝑎𝘳𝑎 60,69 𝑈𝘚$ 𝑝𝘰𝑟 𝑏𝘢𝑟𝘳𝑖𝘭, 𝑒𝘯𝑞𝘶𝑎𝘯𝑡𝘰 𝘰 𝘉𝑟𝘦𝑛𝘵 - "𝑏𝘦𝑛𝘤ℎ𝘮𝑎𝘳𝑘" 𝘱𝑎𝘳𝑎 𝑎 𝐸𝘶𝑟𝘰𝑝𝘢 - 𝘳𝑒𝘤𝑢𝘢 0,76% 𝘱𝑎𝘳𝑎 64,97 𝑈𝘚$, 𝘥𝑒𝘱𝑜𝘪𝑠 𝑑𝘦 𝘵𝑒𝘳 𝘨𝑎𝘯ℎ𝘰 9% 𝑛𝘢𝑠 𝑢́𝘭𝑡𝘪𝑚𝘢𝑠 𝑞𝘶𝑎𝘵𝑟𝘰 𝘴𝑒𝘴𝑠𝘰̃𝑒𝘴.

Os preços do petróleo estão a perder terreno nos mercados internacionais, enquanto os investidores esperam pela resposta dos EUA sobre a escalada de protestos no Irão, que podem já ter levado à morte de milhares de civis.

Esta terça-feira, o Presidente Donald Trump apelou a que os iranianos continuassem na rua, prometendo agir "com muita firmeza" perante a situação.

O West Texas Intermediate (WTI) - de referência para o mercado dos EUA - perde 0,75% para 60,69 US$ por barril, enquanto o Brent - "benchmark" para a Europa - recua 0,76% para 64,97 US$, depois de ter ganho 9% nas últimas quatro sessões.

Trump sugeriu que o próximo passo iria depender da próxima reunião do Conselho de Segurança Nacional, que se reuniu esta terça-feira, mas sem o presidente dos EUA, de acordo com o Washington Post.

Desta forma, os investidores acompanham de perto a instabilidade no Irão e a possível intervenção norte-americana, que poderia ameaçar a produção de petróleo do país, de aproximadamente 3,3 milhões de barris por dia. O mercado petrolífero iraniano está na mira dos EUA: o Secretário de Energia, Chris Wright, disse à Fox News que Washington seria "com prazer", um parceiro comercial para o petróleo bruto iraniano, caso o regime caísse.

“O mercado continua preso entre a realidade de um excesso de oferta contínuo e a escalada dos riscos geopolíticos”, disse Zhou Mi, analista ouvido pela Bloomberg. “No curto prazo, os acontecimentos no Irão podem desencadear outra onda de oscilações de preços, e qualquer acção militar dos EUA impulsionaria os preços do petróleo”, acrescentou.

Na Venezuela foram retomadas as exportações de petróleo, depois de os EUA terem revogado o embargo sobre os petroleiros do país, que começam agora a reverter os cortes na produção.

Além disso, os "stocks" de crude nos EUA tiveram um aumento significativo na semana passada, de cerca de 5,23 milhões de barris, o que pode também estar a pressionar os preços. Os dados oficiais devem ser hoje divulgados pela Administração de Informação de Energia dos EUA.

𝐏𝐨𝐬𝐬𝐢́𝐯𝐞𝐢𝐬 𝐞𝐥𝐞𝐢𝐜̧𝐨̃𝐞𝐬 𝐚𝐧𝐭𝐞𝐜𝐢𝐩𝐚𝐝𝐚𝐬 𝐧𝐨 𝐉𝐚𝐩𝐚̃𝐨 𝐝𝐚̃𝐨 𝐟𝐨𝐫𝐜̧𝐚 𝐚 𝐠𝐚𝐧𝐡𝐨𝐬 𝐧𝐚 𝐀́𝐬𝐢𝐚𝘕𝑜 𝐽𝘢𝑝𝘢̃𝑜, 𝘰 𝘕𝑖𝘬𝑘𝘦𝑖 𝑑𝘪𝑠𝘱𝑎𝘳𝑜𝘶 1,48% 𝘱𝑎𝘳𝑎 54.341,...
14/01/2026

𝐏𝐨𝐬𝐬𝐢́𝐯𝐞𝐢𝐬 𝐞𝐥𝐞𝐢𝐜̧𝐨̃𝐞𝐬 𝐚𝐧𝐭𝐞𝐜𝐢𝐩𝐚𝐝𝐚𝐬 𝐧𝐨 𝐉𝐚𝐩𝐚̃𝐨 𝐝𝐚̃𝐨 𝐟𝐨𝐫𝐜̧𝐚 𝐚 𝐠𝐚𝐧𝐡𝐨𝐬 𝐧𝐚 𝐀́𝐬𝐢𝐚

𝘕𝑜 𝐽𝘢𝑝𝘢̃𝑜, 𝘰 𝘕𝑖𝘬𝑘𝘦𝑖 𝑑𝘪𝑠𝘱𝑎𝘳𝑜𝘶 1,48% 𝘱𝑎𝘳𝑎 54.341,23 𝑝𝘰𝑛𝘵𝑜𝘴, 𝑡𝘦𝑛𝘥𝑜 𝑡𝘰𝑐𝘢𝑑𝘰 𝘱𝑒𝘭𝑎 𝑝𝘳𝑖𝘮𝑒𝘪𝑟𝘢 𝘷𝑒𝘻 𝘯𝑜𝘴 54.487,32 𝘱𝑜𝘯𝑡𝘰𝑠, 𝘦𝑛𝘲𝑢𝘢𝑛𝘳𝑜 𝑜 𝑇𝘰𝑝𝘪𝑥 𝑠𝘶𝑏𝘪𝑢 1,26% 𝑝𝘢𝑟𝘢 𝘶𝑚 𝑟𝘦𝑐𝘰𝑟𝘥𝑒 𝑑𝘦 3.644,16 𝑝𝘰𝑛𝘵𝑜𝘴. 𝑁𝘢 𝘊𝑜𝘳𝑒𝘪𝑎 𝑑𝘰 𝘚𝑢𝘭, 𝑜 𝐾𝘰𝑠𝘱𝑖 𝑠𝘰𝑚𝘰𝑢 0,65% 𝑝𝘢𝑟𝘢 𝘮𝑎́𝘹𝑖𝘮𝑜𝘴 𝘥𝑒 4.723,10 𝘱𝑜𝘯𝑡𝘰𝑠. 𝘌𝑚 𝑇𝘢𝑖𝘸𝑎𝘯, 𝑜 𝑇𝘢𝑖𝘦𝑥 𝑔𝘢𝑛𝘩𝑜𝘶 0,76% 𝘱𝑎𝘳𝑎 30.941,78 𝑝𝘰𝑛𝘵𝑜𝘴, 𝑚𝘢𝑠 𝑐𝘩𝑒𝘨𝑜𝘶 𝘢 𝘶𝑚 𝑟𝘦𝑐𝘰𝑟𝘥𝑒 𝑑𝘦 30.994,81 𝘱𝑜𝘯𝑡𝘰𝑠. 𝘕𝑎 𝐶𝘩𝑖𝘯𝑎, 𝘰 𝘚ℎ𝘢𝑛𝘨𝑎𝘪 𝘊𝑜𝘮𝑝𝘰𝑠𝘪𝑡𝘦 𝘷𝑜𝘭𝑡𝘰𝑢 𝑎 𝑓𝘪𝑐𝘢𝑟 𝑝𝘢𝑟𝘢 𝘵𝑟𝘢́𝑠 𝑛𝘢 𝘤𝑜𝘳𝑟𝘪𝑑𝘢 𝘢𝑜 𝑝𝘦𝑟𝘥𝑒𝘳 0,31% 𝘱𝑎𝘳𝑎 4.126,09 𝘱𝑜𝘯𝑡𝘰𝑠. 𝘌𝑚 𝐻𝘰𝑛𝘨 𝘒𝑜𝘯𝑔, 𝘰 𝘏𝑎𝘯𝑔 𝑆𝘦𝑛𝘨 𝘱𝑢𝘭𝑜𝘶 0,42% 𝘱𝑎𝘳𝑎 26.962,23 𝑝𝘰𝑛𝘵𝑜𝘴.

As bolsas asiáticas registaram outra sessão com valorizações, com o índice que as agrega a tocar um novo recorde, numa altura em que a ideia de eleições antecipadas no Japão continua a impulsionar as acções da região.

A primeira-ministra japonesa, Sanae Takaichi, poderá vir a reforçar a coligação que lidera, dando seguimento ao mandato com uma diplomacia mais agressiva e políticas pró-estímulo.

Os juros da dívida soberana estão em queda - a "yield" a cinco anos disparou para o nível mais alto desde a primeira emissão, em 2000 - e o iene arrastou-se ainda mais para a zona de risco de intervenção pelo Governo.

A praça sul-coreana, que serve como um barómetro das acções de inteligência artificial, subiu pelo nono dia consecutivo, enquanto as acções chinesas recuaram após as autoridades a endurecerem as regras de financiamento ter sido elevada para 100%.

Neste contexto, no Japão, o Nikkei disparou 1,48% para 54.341,23 pontos, tendo tocado pela primeira vez nos 54.487,32 pontos, enquanro o Topix subiu 1,26% para um recorde de 3.644,16 pontos. Na Coreia do Sul, o Kospi somou 0,65% para máximos de 4.723,10 pontos.

Em Taiwan, o Taiex ganhou 0,76% para 30.941,78 pontos, mas chegou a um recorde de 30.994,81 pontos. Na China, o Shangai Composite voltou a ficar para trás na corrida ao perder 0,31% para 4.126,09 pontos. Em Hong Kong, o Hang Seng pulou 0,42% para 26.962,23 pontos.

Fora da Ásia, os dados de inflação dos EUA aliviaram as preocupações com as pressões sobre os preços, reforçando as expectativas dos investidores de que a Reserva Federal vai esperar até meados do ano para cortar as taxas de juro.

O mercado aguarda ainda uma possível decisão do Supremo Tribunal dos EUA sobre as tarifas recíprocas do presidente Donald Trump esta quarta-feira. O tribunal agendou o segundo “dia da decisão” para hoje, dando outra oportunidade para se pronunciar sobre a legalidade da política comercial de Trump. No entanto, para os analistas consultados pela Bloomberg, é improvável que a decisão tenha consequências a médio prazo.

Nas notícias empresariais, o governo norte-americano está a ponderar voltar a permitir que a Nvidia venda os semicondutores de inteligência artificial H200 para a China, ao divulgar uma série de critérios revistos, de forma a obter a aprovação da Casa Branca.

Pela Europa, os futuros do Euro Stoxx 50 estavam com poucas alterações.

𝐎𝐮𝐫𝐨 𝐜𝐨𝐫𝐫𝐢𝐠𝐞 𝐥𝐢𝐠𝐞𝐢𝐫𝐚𝐦𝐞𝐧𝐭𝐞 𝐚𝐩𝐨́𝐬 𝐦𝐚́𝐱𝐢𝐦𝐨 𝐡𝐢𝐬𝐭𝐨́𝐫𝐢𝐜𝐨, 𝐩𝐫𝐚𝐭𝐚 𝐬𝐨𝐛𝐞 𝘖 𝘮𝑒𝘵𝑎𝘭 𝘢𝑚𝘢𝑟𝘦𝑙𝘰 𝘥𝑒𝘴𝑐𝘦 𝘶𝑛𝘴 𝘭𝑖𝘨𝑒𝘪𝑟𝘰𝑠 0,21% 𝑝𝘢𝑟𝘢 𝘰𝑠 4.587,73...
13/01/2026

𝐎𝐮𝐫𝐨 𝐜𝐨𝐫𝐫𝐢𝐠𝐞 𝐥𝐢𝐠𝐞𝐢𝐫𝐚𝐦𝐞𝐧𝐭𝐞 𝐚𝐩𝐨́𝐬 𝐦𝐚́𝐱𝐢𝐦𝐨 𝐡𝐢𝐬𝐭𝐨́𝐫𝐢𝐜𝐨, 𝐩𝐫𝐚𝐭𝐚 𝐬𝐨𝐛𝐞

𝘖 𝘮𝑒𝘵𝑎𝘭 𝘢𝑚𝘢𝑟𝘦𝑙𝘰 𝘥𝑒𝘴𝑐𝘦 𝘶𝑛𝘴 𝘭𝑖𝘨𝑒𝘪𝑟𝘰𝑠 0,21% 𝑝𝘢𝑟𝘢 𝘰𝑠 4.587,73 𝘜𝑆$ 𝘢 𝘰𝑛𝘤̧𝑎. 𝘌𝑚 𝑠𝘦𝑛𝘵𝑖𝘥𝑜 𝑐𝘰𝑛𝘵𝑟𝘢́𝑟𝘪𝑜, 𝘢 𝘱𝑟𝘢𝑡𝘢 𝘴𝑒𝘨𝑢𝘦 𝘢 𝘴𝑢𝘣𝑖𝘳 0,74% 𝘱𝑎𝘳𝑎 85,74 𝑈𝘚$ 𝑝𝘰𝑟 𝑜𝘯𝑐̧𝘢.

O ouro negoceia em leve queda, após de ter disparado para um máximo histórico na segunda-feira, com os mercados a reagirem aos receios sobre a independência da Reserva Federal (Fed), depois do Departamento de Justiça ter ameaçado o presidente do banco central, Jerome Powell, com uma acusação criminal.

O metal amarelo desce uns ligeiros 0,21% para os 4.587,73 US$ a onça, depois de ter subido 2% na sessão anterior, quando Powell afirmou que a possível acusação fazia parte de um conjunto de tentativas de pressão sobre o banco central. O mais recente ataque à Fed reavivou a chamada estratégia de “vender a América”, com o dólar a cair na segunda-feira e as obrigações do Tesouro a serem vendidas ao longo de toda a curva.

A investigação do Departamento de Justiça a Powell levou até membros do próprio Partido Republicano e o secretário do Tesouro, Scott Bessent, a alertarem Trump de que a medida poderia ser prejudicial para os mercados.

Em sentido contrário, a prata segue a subir 0,74% para 85,74 US$ por onça.

O Citigroup prevê que o ouro atinja 5.000 US$ por onça e a prata 100 US$ por onça nos próximos três meses. “Esperamos que o mercado em alta se mantenha no curto prazo”, escreveram os analistas do Citi numa nota, citada pela Bloomberg.

Noutros metais, a platina cai 0,81% para 2.324,54 US$ por onça e o paládio afunda 2,07%, para os 1.819,60 US$ por onça.

𝐏𝐞𝐭𝐫𝐨́𝐥𝐞𝐨 𝐠𝐚𝐧𝐡𝐚 𝐟𝐨𝐫𝐜̧𝐚 𝐜𝐨𝐦 𝐭𝐚𝐫𝐢𝐟𝐚𝐬 𝐬𝐨𝐛𝐫𝐞 𝐩𝐚𝐫𝐜𝐞𝐢𝐫𝐨𝐬 𝐝𝐨 𝐈𝐫𝐚̃𝐨 𝑁𝘦𝑠𝘵𝑒 𝑐𝘰𝑛𝘵𝑒𝘹𝑡𝘰, 𝑜 𝑊𝘦𝑠𝘵 𝘛𝑒𝘹𝑎𝘴 𝘐𝑛𝘵𝑒𝘳𝑚𝘦𝑑𝘪𝑎𝘵𝑒 (𝘞𝑇𝘐) - 𝑑𝘦 𝘳𝑒𝘧𝑒𝘳𝑒̂...
13/01/2026

𝐏𝐞𝐭𝐫𝐨́𝐥𝐞𝐨 𝐠𝐚𝐧𝐡𝐚 𝐟𝐨𝐫𝐜̧𝐚 𝐜𝐨𝐦 𝐭𝐚𝐫𝐢𝐟𝐚𝐬 𝐬𝐨𝐛𝐫𝐞 𝐩𝐚𝐫𝐜𝐞𝐢𝐫𝐨𝐬 𝐝𝐨 𝐈𝐫𝐚̃𝐨

𝑁𝘦𝑠𝘵𝑒 𝑐𝘰𝑛𝘵𝑒𝘹𝑡𝘰, 𝑜 𝑊𝘦𝑠𝘵 𝘛𝑒𝘹𝑎𝘴 𝘐𝑛𝘵𝑒𝘳𝑚𝘦𝑑𝘪𝑎𝘵𝑒 (𝘞𝑇𝘐) - 𝑑𝘦 𝘳𝑒𝘧𝑒𝘳𝑒̂𝘯𝑐𝘪𝑎 𝑝𝘢𝑟𝘢 𝘰𝑠 𝐸𝘜𝐴 – 𝑎𝘷𝑎𝘯𝑐̧𝘢 0,55% 𝘱𝑎𝘳𝑎 𝑜𝘴 59,83 𝘜𝑆$ 𝘱𝑜𝘳 𝘣𝑎𝘳𝑟𝘪𝑙. 𝘑𝑎́ 𝑜 𝐵𝘳𝑒𝘯𝑡 – 𝑑𝘦 𝘳𝑒𝘧𝑒𝘳𝑒̂𝘯𝑐𝘪𝑎 𝑝𝘢𝑟𝘢 𝘰 𝘤𝑜𝘯𝑡𝘪𝑛𝘦𝑛𝘵𝑒 𝑎𝘧𝑟𝘪𝑐𝘢𝑛𝘰 – 𝘴𝑒𝘨𝑢𝘦 𝘢 𝘷𝑎𝘭𝑜𝘳𝑖𝘻𝑎𝘳 0,5% 𝑝𝘢𝑟𝘢 𝘰𝑠 64,19 𝑈𝘚$ 𝑝𝘰𝑟 𝑏𝘢𝑟𝘳𝑖𝘭.

Os preços do petróleo atingiram o valor mais elevado desde Novembro, numa reação dos investidores ao anúncio do Presidente dos EUA, Donald Trump, de que vai impor uma tarifa de 25% sobre os produtos dos países que negoceiem com o Irão.

Estas tarifas vão afectar países como a China, Brasil, Turquia e Rússia e entram em vigor com efeitos imediatos. Os EUA querem pressionar o regime de Teerão a acabar com a repressão contra os protestos anti-governamentais que entram na terceira semana e já causaram cerca de 600 vítimas mortais.

As sanções vêm adicionar uma nova camada de preocupações quanto ao abastecimento de "ouro negro" pelo mundo, reacendendo a guerra comercial com a China, o maior importador de petróleo bruto do mundo e comprador de cerca de 90% das exportações do Irão.

Neste contexto, o West Texas Intermediate (WTI) - de referência para os EUA – avança 0,55% para os 59,83 US$ por barril. Já o Brent – de referência para o continente africano – segue a valorizar 0,5% para os 64,19 US$ por barril.

A estratega-chefe da Saxo Markets, Charu Chanana, disse à Bloomberg que o impacto imediato das ameaças das tarifas pode ter um prémio geopolítico nos preços do crude, mas tudo depende de as ameaças se consolidarem em "políticas aplicáveis" e se provocarem interrupções mensuráveis "no abastecimento, ou mesmo retaliações comerciais mais alargadas que prejudiquem o crescimento da procura”.

Por outro lado, uma possível paragem nas exportações iranianas vieram acalmar os receios de excesso de oferta no mercado este ano, sobretudo depois de os EUA forçarem um aumento da produção na Venezuela. As vendas de crude do Irão, país membro da Organização de Países Exportadores de Petróleo (OPEP), representam pouco menos de 2% da procura global.

𝐉𝐚𝐩𝐚̃𝐨 𝐫𝐞𝐠𝐫𝐞𝐬𝐬𝐚 𝐝𝐞 𝐟𝐞𝐫𝐢𝐚𝐝𝐨 𝐜𝐨𝐦 𝐫𝐞𝐜𝐨𝐫𝐝𝐞𝐬 𝐞 𝐝𝐚̃𝐨 𝐟𝐨𝐫𝐜̧𝐚 𝐚𝐨 "𝐫𝐚𝐥𝐥𝐲" 𝐧𝐚 𝐀́𝐬𝐢𝐚𝑁𝘰 𝘑𝑎𝘱𝑎̃𝘰, 𝑜 𝑁𝘪𝑘𝘬𝑒𝘪 𝘥𝑖𝘴𝑝𝘢𝑟𝘰𝑢 3,1% 𝘱𝑎𝘳𝑎 53.549,1...
13/01/2026

𝐉𝐚𝐩𝐚̃𝐨 𝐫𝐞𝐠𝐫𝐞𝐬𝐬𝐚 𝐝𝐞 𝐟𝐞𝐫𝐢𝐚𝐝𝐨 𝐜𝐨𝐦 𝐫𝐞𝐜𝐨𝐫𝐝𝐞𝐬 𝐞 𝐝𝐚̃𝐨 𝐟𝐨𝐫𝐜̧𝐚 𝐚𝐨 "𝐫𝐚𝐥𝐥𝐲" 𝐧𝐚 𝐀́𝐬𝐢𝐚

𝑁𝘰 𝘑𝑎𝘱𝑎̃𝘰, 𝑜 𝑁𝘪𝑘𝘬𝑒𝘪 𝘥𝑖𝘴𝑝𝘢𝑟𝘰𝑢 3,1% 𝘱𝑎𝘳𝑎 53.549,16 𝑝𝘰𝑛𝘵𝑜𝘴, 𝑒𝘯𝑞𝘶𝑎𝘯𝑡𝘰 𝘰 𝘛𝑜𝘱𝑖𝘹 𝘴𝑢𝘣𝑖𝘶 2,41% 𝘱𝑎𝘳𝑎 3.598,89 𝘱𝑜𝘯𝑡𝘰𝑠 - 𝑜𝘴 𝘥𝑜𝘪𝑠 𝑏𝘢𝑡𝘦𝑟𝘢𝑚 𝑟𝘦𝑐𝘰𝑟𝘥𝑒𝘴, 𝑜 𝑝𝘳𝑖𝘮𝑒𝘪𝑟𝘰 𝘯𝑜𝘴 53.814,79 𝘱𝑜𝘯𝑡𝘰𝑠 𝑒 𝑜 𝑠𝘦𝑔𝘶𝑛𝘥𝑜 𝑛𝘰𝑠 3.604,16 𝘱𝑜𝘯𝑡𝘰𝑠. 𝘕𝑎 𝐶𝘰𝑟𝘦𝑖𝘢 𝘥𝑜 𝑆𝘶𝑙, 𝘰 𝘒𝑜𝘴𝑝𝘪 𝘴𝑜𝘮𝑜𝘶 1,47% 𝘱𝑎𝘳𝑎 4.692,64 𝘱𝑜𝘯𝑡𝘰𝑠, 𝘱𝑒𝘳𝑡𝘰 𝘥𝑜 𝑚𝘢́𝑥𝘪𝑚𝘰 𝘥𝑒 4.693,07. 𝐸𝘮 𝘛𝑎𝘪𝑤𝘢𝑛, 𝘰 𝘛𝑎𝘪𝑒𝘹 𝘨𝑎𝘯ℎ𝘰𝑢 0,46% 𝑝𝘢𝑟𝘢 30.707,22 𝘱𝑜𝘯𝑡𝘰𝑠, 𝘮𝑎𝘴 𝘤ℎ𝘦𝑔𝘰𝑢 𝑎 𝑢𝘮 𝘳𝑒𝘤𝑜𝘳𝑑𝘦 𝘥𝑒 30.973,85 𝑝𝘰𝑛𝘵𝑜𝘴. 𝑁𝘢 𝘊ℎ𝘪𝑛𝘢, 𝑜 𝑆𝘩𝑎𝘯𝑔𝘢𝑖 𝐶𝘰𝑚𝘱𝑜𝘴𝑖𝘵𝑒 𝑓𝘪𝑐𝘰𝑢 𝑝𝘢𝑟𝘢 𝘵𝑟𝘢́𝑠 𝑛𝘢 𝘤𝑜𝘳𝑟𝘪𝑑𝘢 𝘢𝑜 𝑝𝘦𝑟𝘥𝑒𝘳 0,64% 𝘱𝑎𝘳𝑎 4.138,76 𝘱𝑜𝘯𝑡𝘰𝑠. 𝘌𝑚 𝐻𝘰𝑛𝘨 𝘒𝑜𝘯𝑔, 𝘰 𝘏𝑎𝘯𝑔 𝑆𝘦𝑛𝘨 𝘱𝑢𝘭𝑜𝘶 0,62% 𝘱𝑎𝘳𝑎 26.772,97 𝑝𝘰𝑛𝘵𝑜𝘴.

As bolsas asiáticas terminaram a sessão com valorizações significativas, com as praças japonesa, sul-coreana e taiwanesa a tocarem máximos históricos, à boleia do optimismo dos investidores em relação às acções de tecnologia.

Grande parte do optimismo surgiu do Japão, onde as acções dispararam e os juros da dívida soberana subiram devido às notícias de que a primeira-ministra, Sanae Takaichi, poderá convocar eleições antecipadas, de forma a fortalecer a maioria parlamentar da sua coligação, o que abriria espaço para políticas mais agressivas. O iene caiu para o nível mais baixo em relação ao dólar desde Julho de 2024. As acções de defesa e nucleares subiram no chamado "efeito Takaichi", que ajudou a impulsionar os ganhos dos mercados asiáticos.

No Japão, o Nikkei disparou 3,1% para 53.549,16 pontos, enquanto o Topix subiu 2,41% para 3.598,89 pontos - os dois bateram recordes, o primeiro nos 53.814,79 pontos e o segundo nos 3.604,16 pontos. Na Coreia do Sul, o Kospi somou 1,47% para 4.692,64 pontos, perto do máximo de 4.693,07.

Em Taiwan, o Taiex ganhou 0,46% para 30.707,22 pontos, mas chegou a um recorde de 30.973,85 pontos. Na China, o Shangai Composite ficou para trás na corrida ao perder 0,64% para 4.138,76 pontos. Em Hong Kong, o Hang Seng pulou 0,62% para 26.772,97 pontos.

Para os analistas, os investidores começam a querer diversificar as suas carteiras para lá das acções americanas - movimento que tem mais impulso no arranque do ano. Mark Cranfield, estratega da MLIV, diz à Bloomberg que "as acções asiáticas estão a estender a sua recente trajectória de subidas, com um impulso adicional da inquietação dos investidores com a saga Powell-Casa Branca, que paira sobre os mercados norte-americanos. Assim, os investidores que procuram um caminho para a inteligência artificial têm muitas opções na Ásia, com empresas chinesas, coreanas, japonesas e taiwanesas na vanguarda dos desenvolvimentos".

Entre os principais movimentos empresariais, as acções da GigaDevice Semiconductor chegaram a subir até 54% na sua estreia em Hong Kong, apesar de terem terminado com ganhos de 0,64% para 263,5 yuans.

O optimismo asiático e o movimento de diversificação de carteiras deverá contagiar a Europa, com os futuros do Euro Stoxx 50 a subirem 0,3%. Nos EUA, o foco irá para o arranque da "earnings season" da banca americana, com as contas do JPMorgan.

𝟏𝟑 𝐭𝐞𝐥𝐞𝐦𝐨́𝐯𝐞𝐢𝐬 𝐜𝐨𝐧𝐬𝐢𝐝𝐞𝐫𝐚𝐝𝐨𝐬 𝐨𝐬 𝐩𝐢𝐨𝐫𝐞𝐬 𝐣𝐚́ 𝐥𝐚𝐧𝐜̧𝐚𝐝𝐨𝐬𝘈𝑙𝘨𝑢𝘮𝑎𝘴 𝘮𝑎𝘳𝑐𝘢𝑠 𝑏𝘦𝑚 𝑐𝘰𝑛𝘩𝑒𝘤𝑖𝘥𝑎𝘴 𝘵𝑖𝘷𝑒𝘳𝑎𝘮 𝘥𝑒 𝑙𝘪𝑑𝘢𝑟 𝑐𝘰𝑚 𝑝𝘰𝑙𝘦́𝑚𝘪𝑐𝘢𝑠 𝑟𝘦𝑙𝘢𝑐𝘪𝑜...
12/01/2026

𝟏𝟑 𝐭𝐞𝐥𝐞𝐦𝐨́𝐯𝐞𝐢𝐬 𝐜𝐨𝐧𝐬𝐢𝐝𝐞𝐫𝐚𝐝𝐨𝐬 𝐨𝐬 𝐩𝐢𝐨𝐫𝐞𝐬 𝐣𝐚́ 𝐥𝐚𝐧𝐜̧𝐚𝐝𝐨𝐬

𝘈𝑙𝘨𝑢𝘮𝑎𝘴 𝘮𝑎𝘳𝑐𝘢𝑠 𝑏𝘦𝑚 𝑐𝘰𝑛𝘩𝑒𝘤𝑖𝘥𝑎𝘴 𝘵𝑖𝘷𝑒𝘳𝑎𝘮 𝘥𝑒 𝑙𝘪𝑑𝘢𝑟 𝑐𝘰𝑚 𝑝𝘰𝑙𝘦́𝑚𝘪𝑐𝘢𝑠 𝑟𝘦𝑙𝘢𝑐𝘪𝑜𝘯𝑎𝘥𝑎𝘴 𝘤𝑜𝘮 𝘵𝑒𝘭𝑒𝘮𝑜́𝘷𝑒𝘪𝑠 𝑞𝘶𝑒 𝑎𝘤𝑎𝘣𝑎𝘳𝑎𝘮 𝘱𝑜𝘳 𝘥𝑒𝘴𝑖𝘭𝑢𝘥𝑖𝘳. 𝑂𝘴 𝘤𝑎𝘴𝑜𝘴 “𝐵𝘦𝑛𝘥𝑔𝘢𝑡𝘦” 𝑐𝘰𝑚 𝑜 𝑖𝘗ℎ𝘰𝑛𝘦 6 𝘰𝑢 𝑎𝘴 𝘣𝑎𝘵𝑒𝘳𝑖𝘢𝑠 (𝘦𝑥𝘱𝑙𝘰𝑠𝘪𝑣𝘢𝑠) 𝘥𝑜 𝐺𝘢𝑙𝘢𝑥𝘺 𝘕𝑜𝘵𝑒 7 𝑒𝘴𝑡𝘢̃𝑜 𝑒𝘯𝑡𝘳𝑒 𝑜𝘴 𝘮𝑎𝘪𝑠 𝑐𝘰𝑛𝘩𝑒𝘤𝑖𝘥𝑜𝘴.

Desde que o iPhone foi lançado em 2007 que várias marcas abraçaram o conceito de smartphone, procurando convencer os consumidores com propostas que, por vezes, foram considerados falhanços completos.

É o caso, por exemplo, do Galaxy Note 7 e das suas baterias defeituosas, da (curta) incursão da BlackBerry no conceito de telemóveis sem teclado QWERTY ou até do iPhone 6 que se dobrava ao meio - numa polémica que ficou conhecida até hoje como “Bendgate”.

Não há falta de exemplos de telemóveis que falharam em convencer os consumidores mas, para recordar os piores exemplos, o site BGR fez uma lista com aqueles que considerou serem os 13 piores telemóveis que já foram lançados.

𝐍𝐨𝐯𝐨 𝐫𝐮𝐦𝐨𝐫 𝐫𝐞𝐯𝐞𝐥𝐚 𝐪𝐮𝐚𝐧𝐝𝐨 𝐨 𝐆𝐚𝐥𝐚𝐱𝐲 𝐒𝟐𝟔 𝐝𝐞𝐯𝐞 𝐜𝐡𝐞𝐠𝐚𝐫 𝐚̀𝐬 𝐥𝐨𝐣𝐚𝐬𝘊𝑜𝘮 𝘢 𝘢𝑝𝘳𝑒𝘴𝑒𝘯𝑡𝘢𝑐̧𝘢̃𝑜 𝑜𝘧𝑖𝘤𝑖𝘢𝑙 𝑝𝘳𝑒𝘷𝑖𝘴𝑡𝘢 𝘱𝑎𝘳𝑎 𝑜 𝑓𝘪𝑛𝘢𝑙 𝑑𝘦 𝘍𝑒𝘷𝑒𝘳𝑒𝘪...
12/01/2026

𝐍𝐨𝐯𝐨 𝐫𝐮𝐦𝐨𝐫 𝐫𝐞𝐯𝐞𝐥𝐚 𝐪𝐮𝐚𝐧𝐝𝐨 𝐨 𝐆𝐚𝐥𝐚𝐱𝐲 𝐒𝟐𝟔 𝐝𝐞𝐯𝐞 𝐜𝐡𝐞𝐠𝐚𝐫 𝐚̀𝐬 𝐥𝐨𝐣𝐚𝐬

𝘊𝑜𝘮 𝘢 𝘢𝑝𝘳𝑒𝘴𝑒𝘯𝑡𝘢𝑐̧𝘢̃𝑜 𝑜𝘧𝑖𝘤𝑖𝘢𝑙 𝑝𝘳𝑒𝘷𝑖𝘴𝑡𝘢 𝘱𝑎𝘳𝑎 𝑜 𝑓𝘪𝑛𝘢𝑙 𝑑𝘦 𝘍𝑒𝘷𝑒𝘳𝑒𝘪𝑟𝘰, 𝑢𝘮 𝘯𝑜𝘷𝑜 𝑟𝘶𝑚𝘰𝑟 𝑖𝘯𝑑𝘪𝑐𝘢 𝘲𝑢𝘦 𝘢 𝘴𝑒́𝘳𝑖𝘦 𝘎𝑎𝘭𝑎𝘹𝑦 𝑆26 𝑑𝘢 𝘚𝑎𝘮𝑠𝘶𝑛𝘨 𝘤ℎ𝘦𝑔𝘢𝑟𝘢́ 𝘢̀𝑠 𝑙𝘰𝑗𝘢𝑠 𝑎 𝑚𝘦𝑖𝘰 𝘥𝑜 𝑚𝘦̂𝑠 𝑑𝘦 𝘔𝑎𝘳𝑐̧𝘰.

Depois de a data do anúncio oficial da série Galaxy S26 ter sido apontada para o final de Fevereiro de 2026, eis que um rumor com origem em França revela quando é que a nova geração de telemóveis da Samsung deve ser lançada nas lojas.

O site Dealabs indica que a série Galaxy S26 deve começar a ser vendida a partir do dia 11 de Março, precisamente duas semanas depois do anúncio oficial - actualmente previsto para o dia 25 de Fevereiro.

Claro está, o período de pré-compra deve ter início poucos dias após a apresentação oficial da Samsung, que deverá estar incluída num evento Unpacked que, de acordo com os rumores, será transmitida para o mundo a partir da cidade de San Francisco, nos EUA.

Serve recordar que, tal como tem acontecido em anos anteriores, a nova série de telemóveis da Samsung deve ser composta por três modelos - o Galaxy S26, o Galaxy S26+ e o Galaxy S26 Ultra.

No final de 2025 começaram a circular rumores que apontavam para a possibilidade de a Samsung lançar um sucessor do Galaxy S25 Edge ao invés do modelo Galaxy S26+ mas, tendo em conta as vendas abaixo das expetativas deste telemóvel ultrafino, parece que a empresa coreana decidiu não apostar num Galaxy S26 Edge.

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