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𝐎𝐮𝐫𝐨 𝐯𝐨𝐥𝐭𝐚 𝐚𝐨 𝐯𝐞𝐫𝐝𝐞 𝐚𝐩𝐨́𝐬 𝐯𝐢𝐯𝐞𝐫 𝐩𝐢𝐨𝐫 𝐬𝐞𝐦𝐚𝐧𝐚 𝐝𝐞𝐬𝐝𝐞 𝐉𝐮𝐧𝐡𝐨 𝑂 𝑚𝘦𝑡𝘢𝑙 𝑎𝘮𝑎𝘳𝑒𝘭𝑜 𝑔𝘢𝑛𝘩𝑎 0,59% 𝑝𝘢𝑟𝘢 4.164,98 𝑈𝘚$ 𝑝𝘰𝑟 𝑜𝘯𝑐̧𝘢, 𝑎𝘱𝑜́𝘴 𝘵...
05/10/2026

𝐎𝐮𝐫𝐨 𝐯𝐨𝐥𝐭𝐚 𝐚𝐨 𝐯𝐞𝐫𝐝𝐞 𝐚𝐩𝐨́𝐬 𝐯𝐢𝐯𝐞𝐫 𝐩𝐢𝐨𝐫 𝐬𝐞𝐦𝐚𝐧𝐚 𝐝𝐞𝐬𝐝𝐞 𝐉𝐮𝐧𝐡𝐨

𝑂 𝑚𝘦𝑡𝘢𝑙 𝑎𝘮𝑎𝘳𝑒𝘭𝑜 𝑔𝘢𝑛𝘩𝑎 0,59% 𝑝𝘢𝑟𝘢 4.164,98 𝑈𝘚$ 𝑝𝘰𝑟 𝑜𝘯𝑐̧𝘢, 𝑎𝘱𝑜́𝘴 𝘵𝑒𝘳 𝘤𝑎𝘪́𝑑𝘰 𝘮𝑎𝘪𝑠 𝑑𝘦 3,4% 𝑛𝘢 𝘴𝑒𝘮𝑎𝘯𝑎 𝑎𝘯𝑡𝘦𝑟𝘪𝑜𝘳 - 𝘢 𝘱𝑖𝘰𝑟 𝑠𝘦́𝑟𝘪𝑒 𝑑𝘦 𝘤𝑖𝘯𝑐𝘰 𝘴𝑒𝘴𝑠𝘰̃𝑒𝘴 𝘥𝑒𝘴𝑑𝘦 𝘑𝑢𝘯ℎ𝘰 𝘥𝑒𝘴𝑡𝘦 𝘢𝑛𝘰.

O ouro está a negociar com ganhos moderados esta segunda-feira, recuperando um pouco do terreno perdido na semana anterior, numa altura em que os investidores tentam avaliar o impacto que a desaceleração do mercado laboral norte-americano e a subida abrupta nos juros da dívida vão ter nos próximos passos da Reserva Federal (Fed) norte-americana.

A esta hora, o metal amarelo ganha 0,59% para 4.164,98 US$ por onça, após ter caído mais de 3,4% na semana anterior - a pior série de cinco sessões desde Junho deste ano. O ouro tem enfrentando grandes desvalorizações desde que o conflito entre EUA e Irão no Médio Oriente estalou, no final de Fevereiro, muito devido ao impacto que a guerra está a ter nos preços da energia e, consequentemente, na inflação.

Tanto o Banco Central Europeu (BCE) como a Fed já se viram obrigados a subir as taxas de juro para tentar travar a escalada da inflação, mas os investidores antecipam que não se fiquem por aqui. No caso do banco central norte-americano, e apesar de um novo aperto monetário não ser esperado já para a reunião de Outubro, os participantes no mercado veem uma probabilidade de mais de 80% de existir uma subida de 25 pontos-base nos juros directores em Dezembro.

"A recuperação do ouro continua a ser limitada pelos elevados rendimentos dos títulos do Tesouro norte-americano, com o juro a 10 anos a manter-se em torno dos 5,2%, uma vez que a inflação persistente, as preocupações orçamentais e o elevado endividamento público continuam a exercer pressão sobre as obrigações", explica Manav Modi, analista de matérias-primas da Motilal Oswal Financial Services, citado pela Bloomberg. A isto soma-se um dólar mais forte, que encarece a compra de ouro para os investidores internacionais.

𝐏𝐫𝐞𝐨𝐜𝐮𝐩𝐚𝐜̧𝐨̃𝐞𝐬 𝐨𝐫𝐜̧𝐚𝐦𝐞𝐧𝐭𝐚𝐢𝐬 𝐞 𝐫𝐢𝐬𝐜𝐨𝐬 𝐩𝐨𝐥𝐢́𝐭𝐢𝐜𝐨𝐬 𝐥𝐞𝐯𝐚𝐦 𝐞𝐮𝐫𝐨 𝐚 𝐦𝐢́𝐧𝐢𝐦𝐨𝐬 𝐝𝐞 𝟏𝟕 𝐦𝐞𝐬𝐞𝐬 𝘖 𝘦𝑢𝘳𝑜 𝑗𝘢́ 𝘤𝑜𝘯𝑠𝘦𝑔𝘶𝑖𝘶 𝘳𝑒𝘤𝑢𝘱𝑒𝘳𝑎𝘳 𝘶𝑚 𝑝𝘰𝑢𝘤...
05/10/2026

𝐏𝐫𝐞𝐨𝐜𝐮𝐩𝐚𝐜̧𝐨̃𝐞𝐬 𝐨𝐫𝐜̧𝐚𝐦𝐞𝐧𝐭𝐚𝐢𝐬 𝐞 𝐫𝐢𝐬𝐜𝐨𝐬 𝐩𝐨𝐥𝐢́𝐭𝐢𝐜𝐨𝐬 𝐥𝐞𝐯𝐚𝐦 𝐞𝐮𝐫𝐨 𝐚 𝐦𝐢́𝐧𝐢𝐦𝐨𝐬 𝐝𝐞 𝟏𝟕 𝐦𝐞𝐬𝐞𝐬

𝘖 𝘦𝑢𝘳𝑜 𝑗𝘢́ 𝘤𝑜𝘯𝑠𝘦𝑔𝘶𝑖𝘶 𝘳𝑒𝘤𝑢𝘱𝑒𝘳𝑎𝘳 𝘶𝑚 𝑝𝘰𝑢𝘤𝑜 𝑑𝘢𝑠 𝑞𝘶𝑒𝘥𝑎𝘴 𝘳𝑒𝘨𝑖𝘴𝑡𝘢𝑑𝘢𝑠 𝑛𝘰 𝘢𝑟𝘳𝑎𝘯𝑞𝘶𝑒 𝑑𝘢 𝘮𝑎𝘯ℎ𝘢̃, 𝑞𝘶𝑎𝘯𝑑𝘰 𝘤ℎ𝘦𝑔𝘰𝑢 𝑎 𝑐𝘢𝑖𝘳 0,8% 𝑒 𝑎 𝑡𝘰𝑐𝘢𝑟 𝑛𝘰𝑠 1,1161 𝘜𝑆$ - 𝘮𝑖́𝘯𝑖𝘮𝑜𝘴 𝘥𝑒 17 𝘮𝑒𝘴𝑒𝘴. 𝑁𝘦𝑠𝘵𝑒 𝑚𝘰𝑚𝘦𝑛𝘵𝑜, 𝘢 𝘥𝑖𝘷𝑖𝘴𝑎 𝑒𝘶𝑟𝘰𝑝𝘦𝑖𝘢 𝘦𝑠𝘵𝑎́ 𝑎 𝑐𝘦𝑑𝘦𝑟 0,43% 𝑝𝘢𝑟𝘢 1,1207 𝑈𝘚$, 𝘯𝑢𝘮 𝘥𝑖𝘢 𝘦𝑚 𝑞𝘶𝑒 𝑎𝘴 𝘳𝑒𝘴𝑡𝘢𝑛𝘵𝑒𝘴 𝘮𝑜𝘷𝑖𝘮𝑒𝘯𝑡𝘢𝑐̧𝘰̃𝑒𝘴 𝘯𝑜 𝑚𝘦𝑟𝘤𝑎𝘥𝑜 𝑐𝘢𝑚𝘣𝑖𝘢𝑙 𝑠𝘢̃𝑜 𝑏𝘢𝑠𝘵𝑎𝘯𝑡𝘦 𝘳𝑒𝘥𝑢𝘻𝑖𝘥𝑎𝘴.

O euro atingiu o valor mais baixo desde Maio de 2025 esta segunda-feira, numa altura em que França se vê a braços com uma crise orçamental e um clima de instabilidade política paira sobre a região. A moeda comum europeia já tinha sido bastante pressionada na semana passada, depois de um novo "sell-off" no mercado de dívida ter atingido os mercados.

A esta hora, o euro já conseguiu recuperar um pouco das quedas registadas no arranque da manhã, quando chegou a cair 0,8% e a tocar nos 1,1161 US$ - mínimos de 17 meses. Neste momento, a divisa europeia está a ceder 0,43% para 1,1207 US$, num dia em que as restantes movimentações no mercado cambial são bastante reduzidas.

Apesar de a decisão do primeiro-ministro espanhol, Pedro Sánchez, de convocar eleições antecipadas estar a ter um impacto reduzido nos juros da dívida do país, a ida às urnas mais cedo do que o previsto está a alimentar um clima de instabilidade política na região que está a deixar os investidores apreensivos. Enquanto, na Alemanha, o partido do atual chanceler está a registar grandes derrotas para a extrema-direita em eleições locais, em França, as eleições presidenciais do próximo ano podem dar o poder a Marine Le Pen, da União Nacional.

O receio é que a chegada da direita radical ao poder venha agravar a situação delicada que as contas públicas francesas enfrentam. De acordo com o direto de estratégia cambial do ING Bank, Chris Turner, a queda do euro face ao dólar e outras moedas "aponta para um prémio de risco mais elevado, devido às dificuldades orçamentais" que alguns países, em especial França, estão a enfrentar.

"Embora as notícias provenientes de Espanha estejam a ter um impacto menor no euro, não são de forma alguma favoráveis", explica, por sua vez, Valentin Marinov, diretor de investigação e estratégia cambial no Crédit Agricole, citado pela Bloomberg.

𝐏𝐞𝐭𝐫𝐨́𝐥𝐞𝐨 𝐜𝐚𝐢 𝐦𝐚𝐢𝐬 𝐝𝐞 𝟏% 𝐚𝐩𝐨́𝐬 𝐒𝐚𝐮𝐝𝐢 𝐀𝐫𝐚𝐦𝐜𝐨 𝐫𝐞𝐝𝐮𝐳𝐢𝐫 𝐩𝐫𝐞𝐜̧𝐨𝐬𝑂 𝐵𝘳𝑒𝘯𝑡 𝑑𝘰 𝘔𝑎𝘳 𝘕𝑜𝘳𝑡𝘦 - 𝘤𝑟𝘶𝑑𝘦 𝘥𝑒 𝑟𝘦𝑓𝘦𝑟𝘦̂𝑛𝘤𝑖𝘢 𝘱𝑎𝘳𝑎 𝑎 𝐸𝘶𝑟𝘰𝑝𝘢 - 𝘤...
05/10/2026

𝐏𝐞𝐭𝐫𝐨́𝐥𝐞𝐨 𝐜𝐚𝐢 𝐦𝐚𝐢𝐬 𝐝𝐞 𝟏% 𝐚𝐩𝐨́𝐬 𝐒𝐚𝐮𝐝𝐢 𝐀𝐫𝐚𝐦𝐜𝐨 𝐫𝐞𝐝𝐮𝐳𝐢𝐫 𝐩𝐫𝐞𝐜̧𝐨𝐬

𝑂 𝐵𝘳𝑒𝘯𝑡 𝑑𝘰 𝘔𝑎𝘳 𝘕𝑜𝘳𝑡𝘦 - 𝘤𝑟𝘶𝑑𝘦 𝘥𝑒 𝑟𝘦𝑓𝘦𝑟𝘦̂𝑛𝘤𝑖𝘢 𝘱𝑎𝘳𝑎 𝑎 𝐸𝘶𝑟𝘰𝑝𝘢 - 𝘤𝑒𝘥𝑒 1,44% 𝑝𝘢𝑟𝘢 100,77 𝑈𝘚$ 𝑝𝘰𝑟 𝑏𝘢𝑟𝘳𝑖𝘭, 𝑒𝘯𝑞𝘶𝑎𝘯𝑡𝘰 𝘰 𝘞𝑒𝘴𝑡 𝑇𝘦𝑥𝘢𝑠 𝐼𝘯𝑡𝘦𝑟𝘮𝑒𝘥𝑖𝘢𝑡𝘦 (𝑊𝘛𝐼) - 𝘥𝑒 𝑟𝘦𝑓𝘦𝑟𝘦̂𝑛𝘤𝑖𝘢 𝘱𝑎𝘳𝑎 𝑜𝘴 𝘌𝑈𝘈 - 𝘴𝑒𝘨𝑢𝘦 𝘤𝑜𝘮 𝘱𝑒𝘳𝑑𝘢𝑠 𝑑𝘦 1,84% 𝘱𝑎𝘳𝑎 89,43 𝑈𝘚$. 𝘑𝑎́ 𝑜 𝑔𝘢́𝑠 𝑛𝘢𝑡𝘶𝑟𝘢𝑙 𝑛𝘦𝑔𝘰𝑐𝘪𝑎𝘥𝑜 𝑒𝘮 𝘈𝑚𝘦𝑠𝘵𝑒𝘳𝑑𝘢̃𝑜, 𝘰 "𝑏𝘦𝑛𝘤ℎ𝘮𝑎𝘳𝑘" 𝘱𝑎𝘳𝑎 𝑜 𝑉𝘦𝑙𝘩𝑜 𝐶𝘰𝑛𝘵𝑖𝘯𝑒𝘯𝑡𝘦, 𝑑𝘦𝑠𝘭𝑖𝘻𝑎 0,52% 𝑝𝘢𝑟𝘢 74,42 𝘦𝑢𝘳𝑜𝘴 𝘱𝑜𝘳 𝘮𝑒𝘨𝑎𝘸𝑎𝘵𝑡 ℎ𝘰𝑟𝘢.

O barril de petróleo está a negociar em território negativo esta segunda-feira, depois de a Saudi Aramco - a maior petrolífera do mundo - ter decido cortar os preços do crude vendido para a Ásia para o valor mais baixo desde 2020. A decisão apanhou os investidores e refinadores de surpresa, uma vez que estes até esperavam um aumento dos preços.

A esta hora, o Brent do Mar Norte - crude de referência para a Europa - cede 1,44% para 100,77 US$ por barril, enquanto o West Texas Intermediate (WTI) - de referência para os EUA - segue com perdas de 1,84% para 89,43 US$. Já o gás natural negociado em Amesterdão, o "benchmark" para o Velho Continente, desliza 0,52% para 74,42 euros por megawatt hora.

De acordo com o jornal The National, a petrolífera controlada pela Arábia Saudita decidiu avançar com um desconto de cinco dólares do seu petróleo bruto de referência, o Arab Light, face ao valor de mercado. A decisão entra em vigor em Novembro e surge na sequência de um corte nos preços semelhante em Outubro. O CEO da Saudi Aramco deverá justificar o movimento esta segunda-feira, quando intervir num fórum dedicado à energia, em Londres.

A decisão da petrolífera veio inverter o sentido de negociação do crude no mercado internacional. Durante a madrugada, o preço do barril de petróleo chegou a acelerar para mais de 101 US$, depois de o governo do Iémen ter lançado uma ofensiva militar em grande escala para reconquistar todas as áreas sob o controlo dos rebeldes Houthis.

Desde o início da guerra no Médio Oriente, os preços do petróleo já aceleraram cerca de 60% devido ao encerramento do estreito de Ormuz - por onde passa um quinto de todo o crude e gás natural consumido no mundo. Os fluxos pela via marítima têm vindo a recuperar nas últimas semanas e já estão próximos dos níveis registados antes do estalar do conflito, embora ainda se registem várias disrupções que têm deixado os investidores de pé atrás.

Numa tentativa de conter os preços, os países membros do Grupo dos Sete (G7) decidiram libertar até 100 milhões de barris de reservas estratégicas de petróleo e gasóleo. A libertação, coordenada pela Agência Internacional de Energia (AIE), ocorrerá ao longo dos próximos quatro meses

𝐌𝐢𝐧𝐢𝐬𝐭𝐫𝐨 𝐝𝐨 𝐏𝐞𝐭𝐫𝐨́𝐥𝐞𝐨 𝐝𝐨 𝐈𝐫𝐚̃𝐨 𝐝𝐞𝐦𝐢𝐭𝐢𝐮-𝐬𝐞𝐴 𝑑𝘦𝑚𝘪𝑠𝘴𝑎̃𝘰 𝘰𝑐𝘰𝑟𝘳𝑒 𝑛𝘶𝑚 𝑐𝘰𝑛𝘵𝑒𝘹𝑡𝘰 𝘦𝑚 𝑞𝘶𝑒 𝑠𝘦 𝘧𝑜𝘳𝑚𝘢𝑚 𝑟𝘦𝑔𝘶𝑙𝘢𝑟𝘮𝑒𝘯𝑡𝘦 𝘭𝑜𝘯𝑔𝘢𝑠 𝑓𝘪𝑙𝘢𝑠 𝑛𝘢𝑠 ...
05/10/2026

𝐌𝐢𝐧𝐢𝐬𝐭𝐫𝐨 𝐝𝐨 𝐏𝐞𝐭𝐫𝐨́𝐥𝐞𝐨 𝐝𝐨 𝐈𝐫𝐚̃𝐨 𝐝𝐞𝐦𝐢𝐭𝐢𝐮-𝐬𝐞

𝐴 𝑑𝘦𝑚𝘪𝑠𝘴𝑎̃𝘰 𝘰𝑐𝘰𝑟𝘳𝑒 𝑛𝘶𝑚 𝑐𝘰𝑛𝘵𝑒𝘹𝑡𝘰 𝘦𝑚 𝑞𝘶𝑒 𝑠𝘦 𝘧𝑜𝘳𝑚𝘢𝑚 𝑟𝘦𝑔𝘶𝑙𝘢𝑟𝘮𝑒𝘯𝑡𝘦 𝘭𝑜𝘯𝑔𝘢𝑠 𝑓𝘪𝑙𝘢𝑠 𝑛𝘢𝑠 𝑒𝘴𝑡𝘢𝑐̧𝘰̃𝑒𝘴 𝘥𝑒 𝑠𝘦𝑟𝘷𝑖𝘤̧𝑜 𝑑𝘰 𝘱𝑎𝘪́𝑠, 𝘥𝑒𝘴𝑑𝘦 𝘰 𝘪𝑛𝘪́𝑐𝘪𝑜 𝑑𝘢 𝘨𝑢𝘦𝑟𝘳𝑎 𝑛𝘰 𝘔𝑒́𝘥𝑖𝘰 𝘖𝑟𝘪𝑒𝘯𝑡𝘦.

O ministro do Petróleo do Irão, Mohsen Paknejad, apresentou a sua demissão, anunciou este domingo, 4 de Outubro, o gabinete do Presidente iraniano, Massoud Pezeshkian, que decretou que o director da Companhia Nacional de Petróleo o substitua interinamente.

De acordo com a Lusa, "Na sequência da aceitação da demissão de Mohsen Paknejad, Hamid Bord, diretor-geral da Companhia Nacional Iraniana de Petróleo, foi nomeado ministro do Petróleo interino por decreto presidencial", indica o gabinete de Massoud Pezeshkian num comunicado difundido pela televisão pública Irib e citado pela agência France-Presse (AFP).

A demissão ocorre num contexto em que se formam regularmente longas filas nas estações de serviço do país, desde o início da guerra no Médio Oriente.

𝐒𝐚𝐦𝐬𝐮𝐧𝐠 𝐫𝐞𝐯𝐞𝐥𝐨𝐮 𝐨𝐬 𝐦𝐚𝐢𝐬 𝐞𝐬𝐩𝐞𝐫𝐚𝐝𝐨𝐬 𝐚𝐮𝐫𝐢𝐜𝐮𝐥𝐚𝐫𝐞𝐬 𝐬𝐞𝐦 𝐟𝐢𝐨𝐬𝐴 𝑆𝘢𝑚𝘴𝑢𝘯𝑔 𝑎𝘱𝑟𝘦𝑠𝘦𝑛𝘵𝑜𝘶 𝘰𝑓𝘪𝑐𝘪𝑎𝘭𝑚𝘦𝑛𝘵𝑒 𝑜𝘴 𝘎𝑎𝘭𝑎𝘹𝑦 𝐵𝘶𝑑𝘴 𝘖𝑛, 𝘯𝑜𝘷𝑜𝘴 𝘢𝑢𝘳𝑖𝘤𝑢𝘭...
02/10/2026

𝐒𝐚𝐦𝐬𝐮𝐧𝐠 𝐫𝐞𝐯𝐞𝐥𝐨𝐮 𝐨𝐬 𝐦𝐚𝐢𝐬 𝐞𝐬𝐩𝐞𝐫𝐚𝐝𝐨𝐬 𝐚𝐮𝐫𝐢𝐜𝐮𝐥𝐚𝐫𝐞𝐬 𝐬𝐞𝐦 𝐟𝐢𝐨𝐬

𝐴 𝑆𝘢𝑚𝘴𝑢𝘯𝑔 𝑎𝘱𝑟𝘦𝑠𝘦𝑛𝘵𝑜𝘶 𝘰𝑓𝘪𝑐𝘪𝑎𝘭𝑚𝘦𝑛𝘵𝑒 𝑜𝘴 𝘎𝑎𝘭𝑎𝘹𝑦 𝐵𝘶𝑑𝘴 𝘖𝑛, 𝘯𝑜𝘷𝑜𝘴 𝘢𝑢𝘳𝑖𝘤𝑢𝘭𝑎𝘳𝑒𝘴 𝘴𝑒𝘮 𝘧𝑖𝘰𝑠 𝑞𝘶𝑒 𝑐𝘩𝑒𝘨𝑎𝘳𝑎̃𝘰 𝘢𝑜 𝑚𝘦𝑟𝘤𝑎𝘥𝑜 𝑛𝘰 𝘧𝑖𝘯𝑎𝘭 𝘥𝑒 𝑂𝘶𝑡𝘶𝑏𝘳𝑜. 𝘐𝑛𝘧𝑒𝘭𝑖𝘻𝑚𝘦𝑛𝘵𝑒, 𝘰 𝘭𝑎𝘯𝑐̧𝘢𝑚𝘦𝑛𝘵𝑜 𝑒𝘴𝑡𝘢́ (𝑝𝘰𝑟 𝑒𝘯𝑞𝘶𝑎𝘯𝑡𝘰) 𝑙𝘪𝑚𝘪𝑡𝘢𝑑𝘰 𝘢̀ 𝘊𝑜𝘳𝑒𝘪𝑎 𝑑𝘰 𝘚𝑢𝘭.

Há algum tempo que circulam rumores sobre a possibilidade de a Samsung lançar os seus próprios auriculares sem fios com design “open ear”, inspirando-se em algumas das propostas da Huawei, da Oppo e da Sony nos últimos anos.

Pois bem, a Samsung decidiu acabar com o mistério e anunciou oficialmente os Galaxy Buds On que, infelizmente, começarão por ser lançados apenas na Coreia do Sul.

De acordo com site Notícias ao Minuto, a maior virtude destes Galaxy Buds On está mesmo no facto de os auriculares sem bloquearem o canal auditivo, permitindo aos apaixonados pela prática de exercício físico ao ar livre - como ciclistas ou corredores - manterem-se atentos ao que se passa ao seu redor sem deixarem de ouvir as suas músicas e podcasts.

Estes auriculares sem fios estão equipados com um processador Snapdragon S7 Gen 1 da Qualcomm e contam com mais de 9 horas de autonomia de bateria com um único carregamento.

Estes auriculares estão equipados com três microfones, os quais servem para reduzir o ruído de fundo quando percebem que o utilizador começou a falar, por exemplo, numa chamada. Os utilizadores também podem interagir com o Galaxy AI caso liguem os auriculares a um telemóvel ou tablet da Samsung.

Os Galaxy Buds On serão lançados na Coreia do Sul no dia 27 de Outubro, desconhcendo-se de momento quais os países que se seguirão nos planos da Samsung. Terão direito a uma única versão, em preto, e custarão 299.000 wons (equivalente a mais de 200 mil AOA$).

𝐎𝐮𝐫𝐨 𝐞𝐬𝐭𝐚𝐧𝐜𝐚 𝐩𝐞𝐫𝐝𝐚𝐬, 𝐦𝐚𝐬 𝐜𝐚𝐦𝐢𝐧𝐡𝐚 𝐩𝐚𝐫𝐚 𝐬𝐞𝐦𝐚𝐧𝐚 𝐧𝐞𝐠𝐚𝐭𝐢𝐯𝐚𝘖 𝘮𝑒𝘵𝑎𝘭 𝘱𝑟𝘦𝑐𝘪𝑜𝘴𝑜 𝑎𝘷𝑎𝘯𝑐̧𝘢 0,34% 𝘱𝑎𝘳𝑎 𝑜𝘴 4192 𝑈𝘚$ 𝑝𝘰𝑟 𝑜𝘯𝑐̧𝘢. 𝐴 𝑝𝘳𝑎𝘵𝑎 ...
02/10/2026

𝐎𝐮𝐫𝐨 𝐞𝐬𝐭𝐚𝐧𝐜𝐚 𝐩𝐞𝐫𝐝𝐚𝐬, 𝐦𝐚𝐬 𝐜𝐚𝐦𝐢𝐧𝐡𝐚 𝐩𝐚𝐫𝐚 𝐬𝐞𝐦𝐚𝐧𝐚 𝐧𝐞𝐠𝐚𝐭𝐢𝐯𝐚

𝘖 𝘮𝑒𝘵𝑎𝘭 𝘱𝑟𝘦𝑐𝘪𝑜𝘴𝑜 𝑎𝘷𝑎𝘯𝑐̧𝘢 0,34% 𝘱𝑎𝘳𝑎 𝑜𝘴 4192 𝑈𝘚$ 𝑝𝘰𝑟 𝑜𝘯𝑐̧𝘢. 𝐴 𝑝𝘳𝑎𝘵𝑎 𝑡𝘢𝑚𝘣𝑒́𝘮 𝘳𝑒𝘨𝑖𝘴𝑡𝘢 𝘨𝑎𝘯ℎ𝘰𝑠, 𝘦𝑠𝘵𝑎𝘯𝑑𝘰 𝘢𝑔𝘰𝑟𝘢 𝘢 𝘯𝑒𝘨𝑜𝘤𝑖𝘢𝑟 𝑛𝘰𝑠 61,45 𝑈𝘚$ 𝑝𝘰𝑟 𝑜𝘯𝑐̧𝘢, 𝑎𝘶𝑚𝘦𝑛𝘵𝑜 𝑑𝘦 0,93%.

Ouro estanca perdas, mas prepara-se para registar um saldo semanal negativo na ordem dos 2%. A variação diária segue um alívio nas yields das obrigações do Tesouro norte-americano e um sinal de indecisão revelado por responsáveis da Reserva Federal (Fed) sobre nova intervenção nos juros.

O metal precioso avança 0,34% para os 4192 US$ por onça. A prata também regista ganhos, estando agora a negociar nos 61,45 US$ por onça, aumento de 0,93%.

As yields das obrigações do Tesouro dos EUA suavizaram na quinta-feira, com as preocupações face às perspectivas fiscais francesas a levarem investidores a procurarem activos mais seguros. Por norma, yields mais altas afectam o preço do ouro, que não paga juros, ajudando, assim, a explicar a sua variação negativa de cerca de 6% em Setembro.

O vice-presidente da Fed, Philip Jefferson, afirmou que poderá ser necessário mais tempo para averiguar se se justificam novas subidas dos juros. Os investidores agora atribuem uma probabilidade de cerca de 26% a uma subida em Outubro, contrastando com os 70% do início da semana.

"A abertura calma do ouro é apenas aparente e esconde fortes correntes cruzadas", afirmou H**e Chen, analista de mercados sénior da Vantage Global Markets. A inflação mais moderada e o recuo do petróleo dão algum fôlego ao ouro, mas as yields elevadas e o dólar forte limitam os ganhos, acrescentou a analista.

𝐃𝐨́𝐥𝐚𝐫 𝐜𝐞𝐝𝐞 𝐜𝐨𝐦 𝐚𝐥𝐢́𝐯𝐢𝐨 𝐝𝐚𝐬 "𝐲𝐢𝐞𝐥𝐝𝐬" 𝐦𝐚𝐬 𝐝𝐞𝐯𝐞 𝐬𝐨𝐦𝐚𝐫 𝐠𝐚𝐧𝐡𝐨 𝐬𝐞𝐦𝐚𝐧𝐚𝐥𝑂 𝑖́𝘯𝑑𝘪𝑐𝘦 𝘥𝑜 𝑑𝘰́𝑙𝘢𝑟 𝑑𝘢 𝘉𝑙𝘰𝑜𝘮𝑏𝘦𝑟𝘨 𝘦𝑠𝘵𝑎́ 𝑎 𝑐𝘢𝑖𝘳 0,1%, 𝘮𝑎𝘴...
02/10/2026

𝐃𝐨́𝐥𝐚𝐫 𝐜𝐞𝐝𝐞 𝐜𝐨𝐦 𝐚𝐥𝐢́𝐯𝐢𝐨 𝐝𝐚𝐬 "𝐲𝐢𝐞𝐥𝐝𝐬" 𝐦𝐚𝐬 𝐝𝐞𝐯𝐞 𝐬𝐨𝐦𝐚𝐫 𝐠𝐚𝐧𝐡𝐨 𝐬𝐞𝐦𝐚𝐧𝐚𝐥

𝑂 𝑖́𝘯𝑑𝘪𝑐𝘦 𝘥𝑜 𝑑𝘰́𝑙𝘢𝑟 𝑑𝘢 𝘉𝑙𝘰𝑜𝘮𝑏𝘦𝑟𝘨 𝘦𝑠𝘵𝑎́ 𝑎 𝑐𝘢𝑖𝘳 0,1%, 𝘮𝑎𝘴 𝘥𝑒𝘷𝑒𝘳𝑎́ 𝑡𝘦𝑟𝘮𝑖𝘯𝑎𝘳 𝘢 𝘴𝑒𝘮𝑎𝘯𝑎 𝑐𝘰𝑚 𝑢𝘮𝑎 𝑠𝘶𝑏𝘪𝑑𝘢 𝘦𝑚 𝑡𝘰𝑟𝘯𝑜 𝑑𝘰𝑠 0,9%.

A divisa norte-americana cede ligeiramente esta sexta-feira face às principais rivais, mas deverá somar a terceira semana consecutiva de ganhos. As atenções estão centradas hoje nos dados da criação de emprego nos EUA, que poderão dar pistas quanto à probabilidade de a Reserva Federal (Fed) subir as taxas diretoras na próxima reunião.

O índice do dólar da Bloomberg está a cair 0,1%, mas deverá terminar a semana com uma subida em torno dos 0,9%. O euro, por seu turno, tem sido pressionado pelas preocupações com a situação orçamental de França, que leva os investidores a procurarem refúgio no dólar.

A moeda única europeia avança 0,1% para os 1,1252 US$, enquanto o dólar cede 0,1% perante a divisa nipónica, para os 157,93 ienes, depois de a inflação no Japão ter subido acima do esperado, reforçando a convição de que o Banco do Japão irá prosseguir com o endurecimento da política monetária.

𝐏𝐞𝐭𝐫𝐨́𝐥𝐞𝐨 𝐫𝐞𝐜𝐮𝐚 𝐝𝐞𝐩𝐨𝐢𝐬 𝐝𝐞 𝐝𝐨𝐢𝐬 𝐝𝐢𝐚𝐬 𝐜𝐨𝐧𝐬𝐞𝐜𝐮𝐭𝐢𝐯𝐨𝐬 𝐝𝐞 𝐠𝐚𝐧𝐡𝐨𝐬𝑂 𝐵𝘳𝑒𝘯𝑡, 𝘳𝑒𝘧𝑒𝘳𝑒̂𝘯𝑐𝘪𝑎 𝑝𝘢𝑟𝘢 𝘢 𝘌𝑢𝘳𝑜𝘱𝑎, 𝘤𝑎𝘪 1,13% 𝘱𝑎𝘳𝑎 𝑜𝘴 101,18 𝑈...
02/10/2026

𝐏𝐞𝐭𝐫𝐨́𝐥𝐞𝐨 𝐫𝐞𝐜𝐮𝐚 𝐝𝐞𝐩𝐨𝐢𝐬 𝐝𝐞 𝐝𝐨𝐢𝐬 𝐝𝐢𝐚𝐬 𝐜𝐨𝐧𝐬𝐞𝐜𝐮𝐭𝐢𝐯𝐨𝐬 𝐝𝐞 𝐠𝐚𝐧𝐡𝐨𝐬

𝑂 𝐵𝘳𝑒𝘯𝑡, 𝘳𝑒𝘧𝑒𝘳𝑒̂𝘯𝑐𝘪𝑎 𝑝𝘢𝑟𝘢 𝘢 𝘌𝑢𝘳𝑜𝘱𝑎, 𝘤𝑎𝘪 1,13% 𝘱𝑎𝘳𝑎 𝑜𝘴 101,18 𝑈𝘚$ 𝑝𝘰𝑟 𝑏𝘢𝑟𝘳𝑖𝘭. 𝐽𝘢́ 𝘰 𝘞𝑒𝘴𝑡 𝑇𝘦𝑥𝘢𝑠 𝐼𝘯𝑡𝘦𝑟𝘮𝑒𝘥𝑖𝘢𝑡𝘦 (𝑊𝘛𝐼), 𝑟𝘦𝑓𝘦𝑟𝘦̂𝑛𝘤𝑖𝘢 𝘱𝑎𝘳𝑎 𝑎 𝐴𝘮𝑒́𝘳𝑖𝘤𝑎 𝑑𝘰 𝘕𝑜𝘳𝑡𝘦, 𝑛𝘦𝑔𝘰𝑐𝘦𝑖𝘢 𝘯𝑜𝘴 91,52 𝘜𝑆$ 𝘱𝑜𝘳 𝘣𝑎𝘳𝑟𝘪𝑙, 𝘳𝑒𝘨𝑖𝘴𝑡𝘢𝑛𝘥𝑜, 𝘢𝑠𝘴𝑖𝘮, 𝑢𝘮𝑎 𝑑𝘦𝑠𝘤𝑖𝘥𝑎 𝑑𝘦 1,35%.

O petróleo está a recuar depois de dois dias consecutivos a subir, numa altura em que foi noticiado o envio de um porta-aviões adicional norte-americano para o Médio Oriente. Uma nova escalada da guerra com o Irão poderá prejudicar a recuperação nos fluxos de abastecimento.

A esta hora, o Brent, referência para a Europa, cai 1,13% para os 101,18 US$ por barril. Já o West Texas Intermediate (WTI), referência para a América do Norte, negoceia nos 91,52 US$ por barril, registando, assim, uma descida de 1,35%.

Os futuros do petróleo têm oscilado durante a semana. Neste momento, os investidores encontram-se divididos entre o aumento dos fluxos provenientes do Médio Oriente e o risco de uma nova escalada da guerra.

“O mercado do petróleo está muito suscetível a uma nova subida de preços, com os inventários em níveis baixos após seis meses consecutivos de reduções", afirmaram os analistas do ANZ Group Holdings, Brian Martin e Daniel Hynes, numa nota citada pela Bloomberg. "Os investidores estão cada vez mais preocupados com a possibilidade de o Irão responder ao reforço militar com ataques contra ativos norte-americanos e infraestruturas energéticas na região."

Segundo um responsável norte-americano, o Pentágono vai colocar mais um porta-aviões e cerca de 10 mil novos soldados, divididos entre a marinha e os “marines”, dando mais opções a Donald Trump, caso o mesmo decida aumentar os ataques contra o Irão.

Para agravar as preocupações, a UK Maritime Trade Operations (UKMTO) indicou ter recebido a informação de que um petroleiro foi atingido por um projétil de origem desconhecida quando atravessava o Estreito de Ormuz.

O reavivar das tensões surge precisamente quando as preocupações com o abastecimento proveniente do Médio Oriente tinham começado a diminuir, com analistas de Wall Street a afirmarem que os fluxos se estavam a aproximar de níveis anteriores à guerra.

𝐁𝐨𝐥𝐬𝐚𝐬 𝐚𝐬𝐢𝐚́𝐭𝐢𝐜𝐚𝐬 𝐜𝐚𝐞𝐦 𝐜𝐨𝐦 𝐧𝐨𝐯𝐨 𝐩𝐚𝐜𝐨𝐭𝐞 𝐝𝐞 𝐞𝐬𝐭𝐢́𝐦𝐮𝐥𝐨𝐬 𝐜𝐡𝐢𝐧𝐞̂𝐬 𝐚 𝐫𝐞𝐯𝐞𝐥𝐚𝐫-𝐬𝐞 𝐢𝐧𝐬𝐮𝐟𝐢𝐜𝐢𝐞𝐧𝐭𝐞𝑁𝘰 𝘑𝑎𝘱𝑎̃𝘰, 𝑜 𝑁𝘪𝑘𝘬𝑒𝘪 225 𝘳𝑒𝘤𝑢𝘰𝑢 1,0...
02/10/2026

𝐁𝐨𝐥𝐬𝐚𝐬 𝐚𝐬𝐢𝐚́𝐭𝐢𝐜𝐚𝐬 𝐜𝐚𝐞𝐦 𝐜𝐨𝐦 𝐧𝐨𝐯𝐨 𝐩𝐚𝐜𝐨𝐭𝐞 𝐝𝐞 𝐞𝐬𝐭𝐢́𝐦𝐮𝐥𝐨𝐬 𝐜𝐡𝐢𝐧𝐞̂𝐬 𝐚 𝐫𝐞𝐯𝐞𝐥𝐚𝐫-𝐬𝐞 𝐢𝐧𝐬𝐮𝐟𝐢𝐜𝐢𝐞𝐧𝐭𝐞

𝑁𝘰 𝘑𝑎𝘱𝑎̃𝘰, 𝑜 𝑁𝘪𝑘𝘬𝑒𝘪 225 𝘳𝑒𝘤𝑢𝘰𝑢 1,09% 𝑝𝘢𝑟𝘢 68.203,00 𝘱𝑜𝘯𝑡𝘰𝑠. 𝘕𝑎 𝐶𝘰𝑟𝘦𝑖𝘢 𝘥𝑜 𝑆𝘶𝑙, 𝘰 𝘒𝑜𝘴𝑝𝘪 𝘢𝑣𝘢𝑛𝘤̧𝑜𝘶 0,46% 𝘱𝑎𝘳𝑎 7.003,74 𝘱𝑜𝘯𝑡𝘰𝑠. 𝘈 𝘦𝑠𝘵𝑎 ℎ𝘰𝑟𝘢, 𝑜 𝐻𝘢𝑛𝘨 𝘚𝑒𝘯𝑔, 𝘱𝑟𝘪𝑛𝘤𝑖𝘱𝑎𝘭 𝘪́𝑛𝘥𝑖𝘤𝑒 𝑏𝘰𝑙𝘴𝑖𝘴𝑡𝘢 𝘥𝑒 𝐻𝘰𝑛𝘨 𝘒𝑜𝘯𝑔, 𝘤𝑎𝘪 2,68% 𝘱𝑎𝘳𝑎 𝑜𝘴 23.954,75 𝘱𝑜𝘯𝑡𝘰𝑠, 𝘦 𝘰 𝘑𝐾𝘚𝐸 𝑑𝘢 𝘐𝑛𝘥𝑜𝘯𝑒́𝘴𝑖𝘢 𝘱𝑒𝘳𝑑𝘦 0,32% 𝘱𝑎𝘳𝑎 𝑜𝘴 5.990,20 𝑝𝘰𝑛𝘵𝑜𝘴.

A bolsa de Hong Kong lidera as perdas na Ásia, com as negociações a retomarem depois do feriado. A escalada recente das yields norte-americanas e a desilusão com o mais recente pacote de estímulos da China empurram as ações para o vermelho. Neste momento, o índice das acções chinesas em Hong Kong recua mais de 2%.

Os mercados de Xangai e de Shenzhen continuam fechados para a Golden Week e só reabrem a 8 de Outubro.

No Japão, o Nikkei 225 recuou 1,09% para 68.203,00 pontos. Na Coreia do Sul, o Kospi avançou 0,46% para 7.003,74 pontos. A esta hora, o Hang Seng, principal índice bolsista de Hong Kong, cai 2,68% para os 23.954,75 pontos, e o JKSE da Indonésia perde 0,32% para os 5.990,20 pontos.

O sector financeiro é o principal travão, com o HSBC a afundar 5,7%, maior queda intradiária desde 10 de Junho, e o China Construction Bank e o Bank of China a perderem cerca de 2% cada.

Os bancos estão sob pressão a nível global por causa da subida das yields do Tesouro dos EUA. Nesta quinta-feira, a yield a 10 anos chegou a registar o nível mais elevado desde 2002, obrigando os investidores a reavaliar o impacto de custos de financiamentos mais altos. No caso particular do HSBC acrescenta-se a possibilidade de novos impostos sobre a banca no Reino Unido.

"Vejo isto mais como uma reavaliação dos grandes financeiros globais em modo de aversão ao risco", disse Gerald Gan, diretor de investimentos da Reed Capital Partners, à Bloomberg.

Juros mais altos podem apoiar a margem financeira dos bancos - diferença entre o cobrado dos empréstimos e pago nos depósitos -, mas também diminuem a procura de crédito ao tornarem o financiamento mais caro para as empresas. Leonid Mironov, gestor de carteiras da Gavekal Capital, considera que os bancos asiáticos resistiram até agora graças ao alargamento das margens. Ainda assim, admite que acabarão por ser apanhados pela aversão ao risco à medida que crescem as preocupações com o crédito e com os spreads das empresas.

No início da semana, a China anunciou um novo pacote de estímulos, considerado pelos investidores como insuficiente para uma recuperação ampla. Ainda que as oscilações de preços se apresentem algo exacerbadas pela ausência de fluxos “southbound” - compras e vendas de acções cotadas em Hong Kong feitas por investidores da China continental - e pelo baixo nível de liquidez durante os feriados da Golden Week, “o tom claramente defensivo da sessão da manhã envia um sinal bastante claro de que os investidores ficaram desiludidos com as medidas de apoio ao crescimento anunciadas por Pequim no início da semana", afirmou Homin Lee, estratega macro sénior da Lombard Odier em Singapura, à Bloomberg.

𝐅𝐮𝐠𝐚 𝐝𝐞 𝐢𝐧𝐟𝐨𝐫𝐦𝐚𝐜̧𝐚̃𝐨 𝐫𝐞𝐯𝐞𝐥𝐚 𝐧𝐨𝐯𝐨 𝐭𝐞𝐥𝐞𝐦𝐨́𝐯𝐞𝐥 𝐚𝐜𝐞𝐬𝐬𝐢́𝐯𝐞𝐥 𝐝𝐚 𝐆𝐨𝐨𝐠𝐥𝐞𝑂 𝑃𝘪𝑥𝘦𝑙 11𝑎 𝑠𝘦𝑟𝘢́ 𝘰 𝘯𝑜𝘷𝑜 𝑚𝘦𝑚𝘣𝑟𝘰 𝘥𝑎 𝑚𝘢𝑖𝘴 𝘳𝑒𝘤𝑒𝘯𝑡𝘦 𝘨𝑒𝘳𝑎𝘤̧𝑎̃...
01/10/2026

𝐅𝐮𝐠𝐚 𝐝𝐞 𝐢𝐧𝐟𝐨𝐫𝐦𝐚𝐜̧𝐚̃𝐨 𝐫𝐞𝐯𝐞𝐥𝐚 𝐧𝐨𝐯𝐨 𝐭𝐞𝐥𝐞𝐦𝐨́𝐯𝐞𝐥 𝐚𝐜𝐞𝐬𝐬𝐢́𝐯𝐞𝐥 𝐝𝐚 𝐆𝐨𝐨𝐠𝐥𝐞

𝑂 𝑃𝘪𝑥𝘦𝑙 11𝑎 𝑠𝘦𝑟𝘢́ 𝘰 𝘯𝑜𝘷𝑜 𝑚𝘦𝑚𝘣𝑟𝘰 𝘥𝑎 𝑚𝘢𝑖𝘴 𝘳𝑒𝘤𝑒𝘯𝑡𝘦 𝘨𝑒𝘳𝑎𝘤̧𝑎̃𝘰 𝘥𝑒 𝑡𝘦𝑙𝘦𝑚𝘰́𝑣𝘦𝑖𝘴 𝘥𝑎 𝐺𝘰𝑜𝘨𝑙𝘦, 𝑚𝘢𝑠 𝑐𝘰𝑛𝘵𝑎𝘳𝑎́ 𝑐𝘰𝑚 𝑎𝘭𝑡𝘦𝑟𝘢𝑐̧𝘰̃𝑒𝘴 𝘮𝑖́𝘯𝑖𝘮𝑎𝘴 𝘦𝑚 𝑟𝘦𝑙𝘢𝑐̧𝘢̃𝑜 𝑎𝘰 𝘢𝑛𝘵𝑒𝘤𝑒𝘴𝑠𝘰𝑟. 𝘖 𝘭𝑎𝘯𝑐̧𝘢𝑚𝘦𝑛𝘵𝑜 𝑒𝘴𝑡𝘢́ 𝘱𝑟𝘦𝑣𝘪𝑠𝘵𝑜 𝑝𝘢𝑟𝘢 𝘢 𝘱𝑟𝘪𝑚𝘢𝑣𝘦𝑟𝘢 𝘥𝑒 2027.

Os primeiros rumores sobre o próximo telemóvel de preço acessível da Google - o Pixel 11a - começaram no começo do verão e, agora, temos direito a ver imagens daquele que será o próximo modelo da mais recente geração de dispositivos da empresa.

Segundo o site Notícias ao Minuto, as imagens em questão foram partilhadas pelo site Android Headlines e, como pode ver na galeria acima, o Pixel 11a tem um design muito semelhante ao antecessor Pixel 10a. No interior poderemos esperar o mesmo processador Tensor G6 que estava presente nos outros modelos da série Pixel 11, 8GB de memória RAM e uma bateria de cerca de 5.000mAh.

Acredita-se ainda que o Pixel 11a estará acompanhado por um ecrã de 6,3 polegadas com 120Hz de taxa de actualização, com a seleção de cores a ser composta por preto, prateado, verde e também roxo - sendo esta última a versão que pode ver na galeria acima.

Apesar de já termos direito a diversas informações e (agora) até a imagens do Pixel 11a, é importante sublinhar que o telemóvel só deverá ser anunciado oficialmente na primavera de 2027.

O facto de neste momento já estarem a circular especificações e imagens do telemóvel indica que a Google já “fechou” os principais pormenores sobre o Pixel 11a e, como se pode ver, parece que as alterações serão mínimas em relação ao antecessor.

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