16/11/2025
13 anos se passaram desde sua partida rápida, inesperada e injusta.
E o que muitos não sabem é que muito antes da indicação ao Oscar…
Antes que o mundo visse seus olhos marejados e suas mãos capazes de curar na tela…
Michael Clarke Duncan cavava valas nas ruas de Chicago.
Era enorme. Forte.
Mas carregava uma timidez quase dolorosa.
Sua mãe, que o criou sozinha, repetia sempre:
“Seu tamanho é um presente… mas sua ternura, essa é sua verdadeira força.”
Durante anos, trabalhou na porta de clubes noturnos, protegendo celebridades.
Vigiava corpos… enquanto sonhava em tocar almas no cinema.
Mas ninguém acreditava nele.
“Grande demais”, diziam.
“Gentil demais”, diziam.
Até que um dia, Bruce Willis o viu chorar.
Não era atuação. Não era cena ensaiada.
Era verdade. Dor. Humanidade.
Ali, Bruce encontrou seu John Coffey.
O gigante que parecia assustador… mas só queria ajudar.
Michael chorou em todas as cenas.
E não estava fingindo.
Estava lembrando, das palavras da mãe, dos rótulos, do peso de ser julgado pelo tamanho e não pelo coração.
“Ser forte não é devolver o golpe.
Às vezes, é continuar de pé sem se quebrar.”
Quando ele partiu em 2012, o mundo não perdeu apenas um ator.
Perdeu um homem que transformava dor em empatia.
Porque, às vezes, os maiores entre nós… são os que mais sabem ouvir.
E um gigante não precisa rugir.
Só precisa, que alguém acredite nele.🕊️💔😭