ENews Angola

ENews Angola Notícias da banda, de Angola e do Mundo. Notícias que marcam (Manchete). Informações verídicas, neutras e inofensiva.

 Sete pessoas morreram em acidentes de viação. Sete pessoas morreram e cinco outras ficaram feridas, em consequência de ...
20/01/2020



Sete pessoas morreram em acidentes de viação.
Sete pessoas morreram e cinco outras ficaram feridas, em consequência de acidentes de viação ocorridos no município do Uíge, segundo um relatório do comando provincial da Polícia Nacional naquela região.

De acordo com o documento que o Jornal de Angola teve acesso, os acidentes ocorridos na semana passada, foram causados pelo mau estado técnico das viaturas, excesso de velocidade, fraca iluminação dos veículos, bem como a inobservância do Código de Estrada.

Houve ocorrência, também, de dois homicídios voluntários por espancamento, nos municípios de Quimbele e Bungo, onde foram vítimas dois cidadãos de 49 e 57 anos de idade, cujos autores encontram-se em fuga.
No referido período, esclarece o documento, foram também registados dois crimes de violência sexual nos municípios de Negage e Puri, que envolveram membros da mesma família. No município de Negage um cidadão de 52 anos, funcionário público, foi encontrado em flagrante delito pela sua esposa, no interior da sua residência, quando tentava violar sexualmente a enteada de 13 anos.
O suposto acusado, que já se encontra a contas com a Justiça, aproveitou-se da ausência da esposa e ali-ciou a ofendida com 3.500 kwanzas.

Um outro caso, com a mesma natureza, ocorreu no município do Puri, onde um cidadão de 42 anos, camponês, foi acusado de ter violado sexualmente uma menor de 14 anos.
O suposto violador, que também já se encontra detido, consumou o acto no interior da residência da ofendida, numa altura em que a mãe da pequena se encontrava ausente. O processo segue os trâmites legais, para a sua averiguação de acordo com a lei.

O documento indica que, durante a semana, foram impedidas duas tentativas de violação de fronteiras nos postos fronteiriços de Quimbata, Maquela do Zombo e Cuilo, no município do Kimbele, que envolveram cinco cidadãos da RDC que tentaram penetrar no território nacional de forma ilegal. Os estrangeiros foram detidos e repatriados para o seu país de origem.
Na mesma operação, foi, igualmente, impedido o contrabando ilegal de 625 litros de combustível, que foram retirados de uma bomba de forma ilegal por um cidadão comerciante. Houve ainda a apreensão de duas armas de fogo do tipo pi***la e caçadeira, três botijas de gás butano, electrodomésticos diversos, bem como cinco mil kwanzas.

 Autoridades registam aumento de casos de suicídio no Cunene. Suicídio é o acto intencional de matar a si mesmo. Os fact...
13/01/2020



Autoridades registam aumento de casos de suicídio no Cunene.

Suicídio é o acto intencional de matar a si mesmo. Os factores de risco incluem perturbações mentais ou psicológicos como depressão, perturbação bipolar, esquizofrenia ou abuso de dr**as, incluindo alcoolismo.Dados da OMS indicam que no mundo, em cada ano 800 mil pessoas suicidam-se, principalmente jovens dos 15 a 29 anos de idade.
Os casos de suicídio ocorreram nos municípios de Ombadja (25), Cuanhama (24), Namacunde (7), Cahama (6) e Cuvelai com (2), supostamente devido a problemas sociais e económicos, atingindo indivíduos com idades entre os 13 a 58 anos, com realce para 53 mulheres.

De acordo com a Angop o porta-voz da Polícia Nacional no Cunene, intendente Nicolau Tuvecalela, fez saber que os enforcamentos (34 casos) lideraram a lista de suicídios, seguido da ingestão de medicamentos (17), envenenamento por pesticidas (11) e uso armas de fogo (2).
Para o sociólogo Marcelino dos Santos as principais causas de mortes por suicídios são factores ligados a ciúmes entre casais e outros problemas sociais e económicos como o desemprego e a falta de orientação psicológica dos adolescentes e jovens no seio familiar.
Para a directora em exercício do Gabinete da Acção Social, Família e Igualdade de Género no Cunene, Rosa Bernardo, os números registados são preocupantes, pelo que este ano têm já em forja inúmeras actividades a nível dos seis municípios baseadas no reforço das acções de moralização das famílias.
Lembrou que actividades de sensibilização sobre vários temas têm sido realizadas, tendo sido possível, em 2019, abranger seis mil e 778 famílias através da realização de palestras sobre prevenção e comportamento de risco, protecção da família, reforço de competências familiares e violência doméstica.

 Lixo, águas paradas e ravinas invadem ruas de bairros periféricos de Luanda. Dois dias depois das chuvas que se abatera...
13/01/2020



Lixo, águas paradas e ravinas invadem ruas de bairros periféricos de Luanda.
Dois dias depois das chuvas que se abateram sobre Luanda, o Jornal de Angola saiu à rua e percorreu alguns bairros. No município piscatório de Cacuaco, as chuvas levaram para a praia toda a imundície das zonas altas da vila.

São um verdadeiro atentado ao ambiente as grandes quantidades de garrafas de plástico nas praias e a flutuarem sobre as águas do mar. E, ao que nos pareceu, pelo frenesim da venda de peixe no mercado Mundial, nenhum dos vendedores está preocupado com toda aquela imundície à volta.

Num breve contacto com uma fonte da nova administração municipal, chefiada por Auxílio Jacob, Jornal de Angola apurou que há um amplo projecto de reabilitação de toda a orla marítima de Cacuaco, no quadro do Plano Integrado de Intervenção nos Municípios (PIIM).
O que se pretende, disse a fonte, é requalificar toda a costa de Cacuaco, que tem um extraordinário potencial para o desenvolvimento da indústria turística. “Em todo esse processo, os empreendedores, nacionais e estrangeiros, são chamados a apresentar propostas de investimento”, disse a fonte.
Quanto ao lixo que invade as praias e as ruas do município, as autoridades locais admitem que os recursos locais são escassos para as necessidades ilimitadas, mas prometem movimentar homens e máquinas para a recolha dos resíduos sólidos e desobstruir as ruas enlameadas.

Depois de Cacuaco, Jornal de Angola rumou para o Cazenga, onde, também, se deparou com ruas inundadas e famílias inteiras com baldes na mão a retirar água de quintais e becos. Na avenida Ngola Kiluanje, também conhecida como Estrada da Cuca, o lixo transbordava dos contentores, misturando-se com a lama provocada pelas chuvas. A avenida Ngola Kiluange, onde se localizam os maiores armazéns de venda a grosso e a retalho do país, é, igualmente, um grande produtor de lixo comercial, que é visível à vista desarmada, ao longo da rua principal. António da Costa, que vive no bairro há mais de 45 anos, disse, desolado, que toda aquela zona da Cuca já foi um bairro chique, com uma qualidade de vida que se comparava ao que havia de melhor em Luanda, como o Alvalade e o Miramar. Acrescentou que hoje, fruto do comércio desordenado, o bairro está transformado num autêntico pandemónio, com vivendas bem projectadas a serem transformadas em armazéns escanzelados, sob o olhar impávido e sereno das autoridades municipais.

“Ninguém faz nada para endireitar essa confusão”, lamentou, apontando para a desordem arquitectónica que são os inúmeros armazéns perfilados na Ngola Kiluange.
“Neste bairro e arredores morou gente com alguma referência. Justino Fernandes, que foi ministro da Indústria e governador de Luanda na Angola independente, já morou aqui. A Cuca era um bairro de grande categoria”, disse, nostálgico, António da Costa.

Lama na Nocal e Rangel
Mas a chuva, que se abateu sobre Luanda nos últimos dias, não veio só destapar a balbúrdia que vai pela avenida Ngola Kiluange. A rua da Nocal, que dá acesso ao centro de produção deste jornal, mais se parecia, ontem, com um curral de porcos, passe o exagero, pelo cheiro nauseabundo da lama putrefacta em todo aquele troço que vai até à fábrica de cerveja que lhe dá o nome. E este caso já vem de longe. As chuvas só vieram destapar a ponta iceberg. Há anos que não há manutenção das redes de esgotos e faz tempo que as linhas de água estão obstruídas pelas construções anárquicas.
No antigo mercado Roque Santeiro, no bairro Sambizanga, as chuvas deixaram uma “piscina” a céu aberto, onde alguns garotos davam grandes mergulhos, inocentes dos perigos que podem advir para a saúde. A poucos metros, grupos de jovens jogavam a bola, completamente “desligados” com o que se passava à volta.

Os bairros Rangel e partes da Terra Nova mais pareciam campos de exploração de petróleo “onshore”, tanta era a lama negra a engolir as ruas. Para não ficarmos sem o carro, fomos aconselhados a não tentar passar pela histórica rua da Dona Amália. O Rangel está, literalmente, transformado num autêntico viveiro de mosquitos. As pessoas clamam pelo regresso dos carros de fumo, para combater os mosquitos, e dos Sukulas, camiões de sucção comprados pelo Governo para as administrações municipais e que “desapareceram em combate sem deixar rasto”, como disse um morador do bairro.

Ravina na rua do Ulengo
De regresso a esta velha casa de imprensa, duas horas depois, a nossa equipa de reportagem passou pela estrada que dá acesso ao Centro de Entretenimento Ulengo e o que viu foi assustador. Uma ravina em progressão ameaça cortar a circulação rodoviária e tende a destruir o morro de vedação adjacente ao Estádio Nacional 11 de Novembro. Na Urbanização Nova Vida, uma ravina ameaça o ponteco que dá acesso ao complexo escolar do bairro. Na Marginal de Luanda, à beira mar, defronte ao Banco Nacional de Angola (BNA), também havia ontem muito lixo acumulado arrastado pelas águas da chuva, inclusive animais mortos.
Enquanto isso, centenas de famílias aproveitaram, ontem, o dia de sol para fazer praia na contra-costa da Ilha de Luanda, porque do outro lado é proibido levar as crianças a apreciar o Porto Comercial daquele local, está tudo vedado há anos, as praias terão sido privatizadas.

Construção em zonas de risco é penalizada

A Comissão Nacional de Protecção Civil (CNPC) prometeu responsabilizar os órgãos da administração local e as populações que insistem construir em zonas de alto risco de habitabilidade.
A advertência saiu da primeira reunião da Comissão Nacional de Protecção Civil, realizada, quinta-feira, em Luanda, que visou fazer o balanço dos danos e perdas durante a seca e a época da chuva em 2019. O encontro, que reuniu ministros, secretários de Estado e governadores provinciais, serviu, também, para avaliar as actividades realizadas pelos vários órgãos de protecção civil.

Segundo o porta-voz da Comissão Nacional de Protecção Civil, Faustino Minguês, serão criadas normas e estabelecidos mecanismos para a responsabilização das pessoas que persistirem em habitar em zonas perigosas, como áreas propensas a ravinas, deslizamentos de terra, zonas montanhosas e morros.

Os membros da Comissão Nacional de Protecção Civil recomendaram, também, o fortalecimento dos investimentos em infra-estruturas de macro drenagem, bem como a necessidade de se intensificarem as campanhas de educação e sensibilização junto da população para abstenção de construções desordenadas.
De acordo com o responsável, em 2019, no decorrer do qual registou uma seca severa em várias províncias do sul do país, que afectou mais de 300 mil famílias, a Comissão Nacional de Protecção Civil deu uma resposta insuficiente, devido à escassez de equipamentos.

 Criado dispositivo para solucionar problemas de insegurança pública. Tal como a maior parte dos cidadãos, Alcides Andra...
09/12/2019



Criado dispositivo para solucionar problemas de insegurança pública.
Tal como a maior parte dos cidadãos, Alcides Andrade, 20 anos, está, igualmente, preocupado com o índice de assaltos de que os bancos são alvo. Por isso, Alcides, estudante da 13ª classe do ITEL-Instituto de Telecomunicações, encontrou uma solução tecnológica que expôs na FITITEL – Feira de Inovação Tecnológica.

A finalizar o curso de Electrónica e Telecomunicações, o jovem apresentou, na 11ª edição da feira do Instituto Médio, um sistema de alerta contra assaltos a cofres bancários, que detecta quando um gestor pretende realizar uma acção normal e quando o acesso está a ser feito a mando de delinquentes.
Alcides explica ser possível determinar a condição da abertura do cofre, graças ao cadastramento de duas impressões digitais, sendo uma de acesso normal e outra em situação de assalto.

O sistema verifica se o processo do responsável bancário corresponde ao processo normal cadastrado. Se for correcta, solicita a senha e permite a abertura do cofre. Caso não seja, isto em caso de assalto, o sistema, depois da introdução da impressão digital, solicita a senha e envia, em seguida, uma mensagem para as autoridades policiais, informando o que está a acontecer no banco, fornecendo a sua localização exacta.
“Depois de se colocar a impressão digital, o sistema confirma, faz a consulta e verifica a condição”, frisou Alcides Andrade. “Caso os assaltantes apontem uma arma ao gestor, este deve colocar a impressão digital correspondente a situações de assalto, que só ele sabe. Os assaltantes não se vão aperceber”.

O estudante conta que o objectivo é reduzir o risco que os funcionários bancários correm, quando tentam alertar as autoridades. “Pensamos numa forma em que o gerente cumpre com as obrigações dos assaltantes e o mesmo alerta as autoridades, sem os marginais se aperceberem”, observou.

O estudante de Electrónica e Telecomunicações Moisés Jorge, 21 anos, apresentou um sistema electrónico de instruções musicais organizado. Na feira, sob o lema “Era digital: inclusão da tecnologia para o desenvolvimento da sociedade”, o jovem explicou o sistema desenvolvido para facilitar a aprendizagem de quem um dia sonhou tocar algum instrumento musical, sobretudo piano e guitarra.
A prioridade foi introduzir os sete acordes primários: dó, ré, mí, fá, só, lá, sí. Por esta via, Moisés criou sete botões que fazem selecção de cada uma das notas. O aprendiz pressiona num dos botões e aparece em forma de sinal luminoso uma combinação que deve ser replicada com os dedos para determinar a nota. O sistema é processado em duas fases, designadamente a de visualização e a sonora. No final, o aprendiz tem a informação se foi bem executado ou não.

“Não gostaria de morrer sem aprender um instrumento musical. Sou apaixonado pela guitarra e tinha necessidade de aprender, mas não podia por causa da escola. E desenvolvi o sistema aplicado na própria guitarra”, disse o estudante, para quem com o sistema de auto-instrução cada um aprende a seu ritmo, sem pressa e sem pressão, porque se usou micro-controlador na guitarra.
Gil António, 18 anos, e André Quiteque, 19, são finalistas do curso de Electrónica e Telecomunicações. Ambos expuseram um sistema de iluminação pública, que detecta avaria e escuridão. Se a lâmpada de um poste de iluminação estiver danificada, a empresa responsável pela electrificação recebe uma mensagem da avenida.

O projecto, que está já montado no átrio do ITEL, levou duas semanas para ser concluída a parte de montagem do circuito e um mês e meio para programação. O índice de assaltos incentivou, também, os dois alunos, que lamentam o número elevado de postes sem iluminação, sobretudo às noites.
“Na nossa cidade, ainda vemos ruas com postes ligados durante o dia, gerando um consumo desnecessário. Vemos ruas escuras à noite, causando acidentes e insegurança pública”, indica Gil António.

“Os equipamentos electrónicos para a montagem destes sistemas são adquiridos em lojas e mercados com o dinheiro disponibilizado pelos pais”, conta André Quiteque, que acrescentou que só colocaram o projecto em prática depois de a maquete ser aprovada pela direcção da escola.
O reconhecimento de estudos universitários deixa de ter problemas, na perspectiva de Quissolone Daniel e Pedro Miguel, que frequentaram este ano a 13ª classe, no curso de Informática no ITEL.
Eles apresentaram o sistema de avaliação e acreditação dos certificados e diplomas dos estudantes do ensino superior.

A solução tecnológica visa colmatar a demora verificada no processo de homologação dos documentos dos estudantes que terminam a licenciatura e pós-graduação. O objectivo é automatizar todo o serviço prestado pelo INAREES - Instituto Nacional de Avaliação, Acreditação e Reconhecimento de Estudos do Ensino Superior.
A partir desta aplicação, os estudantes não precisam deslocar-se à referida instituição para reconhecer o documento.

“ O objectivo é fazer com que o processo seja célere”, indicou Pedro Miguel.
Primeiro, os estudantes têm de possuir um computador ou um telemóvel e estarem registados na aplicação. As universidades nacionais submetem os documentos e as informações dos estudantes ao INAREES, que, por sua vez, ao validar ou não os estudos, envia uma mensagem ao email do candidato no prazo de um dia.
Os estudantes do ITEL levaram sete meses para criar tal sistema. “Usámos algumas ferramentas da nossa formação académica para o desenvolvimento desta aplicação”, disse Quissolene Daniel.

Aos 18 anos, Aida dos Santos, finalista do curso de Técnica de Informática e Sistema Multimídia, criou um aplicativo de jogos para crianças, adolescentes e jovens. Ela desenvolveu jogos que servem de técnicas de aprendizagem acelerada, com exercícios da 2ª à 9ª classe. “É um jogo de múltiplas escolhas: verdadeira e falsa onde se ilustra todas as matérias de cada classe (2ª à 9ª), com provas de todas as disciplinas”.

O programa só está ainda disponível em computadores, mas, no futuro, Aida dos Santos acredita que venha a estar disponível também nos telefones. “O que me levou a criar é que nós, os jovens, esquecemo-nos das matérias das classes de base e quando estamos no ensino médio ou superior apresentamos muitas dificuldades”, disse a jovem estudante.

Messi conquista a sua sexta bola de ouro, depois de bater Virgil Vin Djik e Cristiano Ronaldo na corrida de votos.
02/12/2019

Messi conquista a sua sexta bola de ouro, depois de bater Virgil Vin Djik e Cristiano Ronaldo na corrida de votos.

A t u a l i z a ç ã o Bola de Ouro entregue hoje: Messi é o vencedor Cerimónia de entrega dos troféus decorre em Paris Imprensa italiana avança motivo pelo qual Ronaldo deverá faltar à entrega da Bola de Ouro Bernardo Silva ficou em 9.º lugar na Bola de Ouro João Félix ficou em terceiro n...

 PGR investiga "escândalo da IURD".A Procuradoria-Geral da República (PGR) está a investigar já há algum tempo, as denún...
02/12/2019



PGR investiga "escândalo da IURD".
A Procuradoria-Geral da República (PGR) está a investigar já há algum tempo, as denúncias de castração química e vasectomia de que são, eventualmente, submetidos alguns pastores da Igreja Universal do Reino de Deus (IURD) em Angola.

A informação foi prestada hoje à Angop pelo vice-procurador-geral da República, Mota Liz.

A 28 de Novembro, um grupo de bispos e pastores anunciou a ruptura com o bispo Edir Macedo (líder da igreja), por alegadas práticas doutrinais contrárias à religião, como a exigência da prática a vasectomia, além da evasão de divisas para exterior do país.
Um comunicado assinado por mais de 300 bispos e pastores angolanos denunciou que, nos últimos 12 meses, a liderança brasileira, por orientação de Edir Macedo, passou a forçar os pastores angolanos a submeterem-se ao processo de vasectomia.

Em resposta, a direcção da Igreja Universal declara que se trata de uma "rede de mentiras arquitectadas por ex-pastores desvinculados da instituição, por desvio moral, de condutas e até criminosas, com o único objectivo de terem a sua ganância saciada".

Questionado sobre o assunto, Mota Liz afirmou que “já corre um processo de uma denúncia de caso de castração química em tempos idos. E esse processo corre o seu trâmite normal”.
A PGR tomou conhecimento da denúncia de 28 de Novembro e acredita que surgiram “novos elementos” que, certamente, serão levados a apreciação, objectivo de trabalho e investigação.

Ainda assim, incentivou que sempre que as pessoas tomarem nota de um facto criminal devem participar, mesmo por meios oficioso, na PGR que está aberta para investigar, esclarecer e, se tiver factos, introduzir a juízo.
A Igreja Universal do Reino de Deus em Angola é uma instituição religiosa de direito angolano, registada no Ministério da Justiça, sob o número 26, e publicado no Diário da República em 17 de Julho, I Série, número 28.

 Angola lidera Conselho de Paz e Segurança. Angola assume, desde ontem, a presidência rotativa do Conselho de Paz e Segu...
02/12/2019



Angola lidera Conselho de Paz e Segurança.
Angola assume, desde ontem, a presidência rotativa do Conselho de Paz e Segurança (CPS) da União Africana (UA), a ser inaugurada com a realização, entre quarta e sexta-feira, em Luanda, de uma reunião ministerial a decorrer sob o lema “Reconciliação nacional, restauração da paz, segurança e reconstrução da coesão em África”.

A reunião enquadra-se na estratégia de consolidação da paz e promoção do desenvolvimento sustentável. Estarão na sessão de abertura da reunião deste órgão 80 entidades, entre as quais 15 ministros das Relações Exteriores dos Estados-membros do CPS da UA.

Para transmitirem as experiências dos seus países relacionadas ao tema da reunião, foram convidados os chefes das diplomacias do Mali, Níger, RCA, RDC, além da Argélia e Rwanda (membros do CPS). Em agenda está, também, prevista a intervenção do comissário para a Paz e Segurança da Comissão da União Africana, Smail Chergui.

Por altura da apresentação do programa da presidência de Angola, na sede da UA, o representante permanente de Angola junto da UA, Francisco da Cruz, enfatizou que o certame servirá para explorar formas e meios de aumentar a dinâmica dos esforços continentais em curso para o silenciar das armas. Visa, igualmente, criar condições para a transformação e o desenvolvimento socioeconómico, de acordo com a carta e espírito da Zona de Comercio Livre Continental Africana e da Agenda 2063, entre outras metas.

Agenda da presidência

Na sequência da agenda, já em Addis Abeba, proceder-se-á à análise do Projecto de Relatório sobre as actividades do CPS e o Estado da Paz e Segurança em África, bem como o Projecto do Relatório sobre a Implementação do Roteiro Principal referente ao silenciar das armas em África até 2020.

Do programa mensal constam informes sobre a situação na Somália e actividades da Amisom (Missão da União Africana na Somália), sobre as eleições em África ao longo do ano em curso e outro sobre a Prevenção de Conflitos, Aviso Prévio e Mediação em África.

O Cairo (Egipto) vai ser palco, entre 15 e 19 deste mês, da 12ª sessão ordinária do Comité Técnico Especializado sobre Defesa e Segurança e da 15ª reunião dos chefes dos Estados Maiores Africanos da Defesa e chefes de Segurança e Protecção.

Deverá, igualmente, ser preparado um Seminário de Alto Nível sobre a Paz e Segurança em África entre o CPS e o A3, organização composta por Estados africanos membros não-permanentes do Conselho de Paz das Nações Unidas (África do Sul, Guiné Equatorial e Côte d’Ivoire), a ter lugar em Janeiro de 2020.
O mandato de Angola no Conselho de Paz e Segurança da União Africana expira em Março de 2020. O país foi eleito para este órgão em Janeiro do ano passado.

 Incêndio destrói parte da área de cirurgia do Hospital Militar. Um incêndio de pequenas proporções ocorreu, na manhã de...
29/11/2019



Incêndio destrói parte da área de cirurgia do Hospital Militar.
Um incêndio de pequenas proporções ocorreu, na manhã de hoje ( sexta-feira), no Hospital Principal Militar, destruindo parcialmente parte da área de cirurgia.

O incêndio, que não causou vítimas humanas, deflagrou numa estrutura em que estão instalados os equipamentos modernos de última geração, segundo fonte dos Bombeiros.

A Angop apurou que parte dos pacientes foi evacuada para outros compartimentos com maior segurança.
A rápida intervenção dos efectivos do Quartel Principal dos Bombeiros, localizado a cerca de 100 metros, impediu que o fogo se alastrasse para as outras áreas. A fonte presume que um curto-circuito esteja na origem do incêndio.

 Começou a adesão ao “Cartão Jovem”.Jovens dos 15 aos 35 anos passam a beneficiar de descontos em vários serviços sociai...
29/11/2019



Começou a adesão ao “Cartão Jovem”.
Jovens dos 15 aos 35 anos passam a beneficiar de descontos em vários serviços sociais, entre os quais saúde, alimentação, transporte e educação, face à adesão ao “Cartão Jovem Angola”, lançado ontem, em Luanda.

O “Cartão Jovem Angola”, que é uma iniciativa privada da empresa Sgar, está no mercado há três meses e já conta com mais de sete mil usuários só na província de Luanda.
Em declarações ao Jornal de Angola, o director-geral da Sgar, Raúl Alexandre, informou que o cartão, além de proporcionar descontos, também pode gerar emprego e bolsas de estudo para os usuários.

Raúl Alexandre disse que este tipo de serviços surge em Angola com base na experiência adquirida durante a sua formação em Portugal, em que foi possível pagar os estudos e viajar por vários países por meio do “Cartão Jovem”.

“Após concluir a formação e, posto em Angola, notei que muitos jovens enfrentavam dificuldades no que concerne à educação, saúde, transporte, entretenimento e outros. Foi assim que me associei a uns colegas e decidimos implementar o “Cartão Jovem Angola”, aclarou.

Segundo Raúl Alexandre, para a implementação dos serviços de descontos no “Cartão Jovem”, a Sgar conta com mais de 50 parceiros nacionais associados, como o Banco Keve, Refriango, Global Seguros, Clínica Caridade, Farmácias Angola, Cine Max, Angomart, Grupo Zhara, Zap, Tv Cabo e NCR, entre outras.

O responsável indicou que muitas destas empresas sempre que precisarem de recrutar pessoal para o seu quadro de trabalhadores, darão, em primeira instância, oportunidades aos usuários do “Cartão Jovem”, particularmente àquelas pessoas que têm produtos para vender, como da NCR, Zap e outras.
“O jovem que for recrutado, por cada venda que efectuar, ganha uma comissão”, explicou, esclarecendo que para adesão ao cartão é necessária a quantia de 2.500 kwanzas. O valor empregue dá acesso a descontos imediatos a todo tipo de serviços oferecidos pelas empresas referenciadas.

De acordo com o mentor do projecto, o jovem só precisa de aderir ao cartão e, durante um ano, os descontos são feitos de acordo com a percentagem estabelecida por cada cliente/empresa, rondando entre os cinco e 50 por cento.
Raúl Alexandre está expectante por saber que o produto já está a ajudar muitos jovens, sobretudo no pagamento das propinas nas universidades, na compra de medicamentos em farmácias parceiras, cinema, televisão, cesta básica e outros.

 Igreja Universal em Angola rompe com bispo Macedo. Os bispos e pastores da Igreja Universal do Reino de Deus em Angola ...
29/11/2019



Igreja Universal em Angola rompe com bispo Macedo.
Os bispos e pastores da Igreja Universal do Reino de Deus em Angola anunciaram, ontem, em comunicado, a rotura total com a ala liderada por Edir Macedo, por este ter desenvolvido práticas com as quais discordam.

Num comunicado assinado por mais de 300 bispos e pastores angolanos, os bispos e pastores dão conta que, nos últimos 12 meses, a liderança brasileira, por orientação de Edir Macedo, passou a forçar os pastores angolanos (solteiros e casados) a submeterem-se ao procedimento cirúrgico de “esterilização”, tecnicamente conhecido como vasectomia, violando de forma grave os direitos humanos, de acordo com a Constituição da República de Angola.
Os bispos e pastores angolanos acrescentam que, além disso, a liderança brasileira, sob orientação de Edir Macedo, tem promovido a evasão de divisas para exterior do país.

Segundo os bispos angolanos, Edir Macedo orientou a venda, sem a prévia consulta dos bispos, pastores, obreiros e membros angolanos, de mais da metade do património da Igreja Universal do Reino de Deus em Angola.
O referido património, segundo o documento, inclui residências e terrenos adquiridos e construídos com os dízimos, ofertas e doações dos bispos, pastores, obreiros e membros de Angola.

Os responsáveis da IURD em Angola informam ainda que tal decisão foi tomada numa reunião secreta, realizada em Luanda, que contou apenas com a presença de poucos pastores e bispos brasileiros. O referido encontro, segundo os contestatários, foi presidado pelo bispo Honorilton Gonçalves.
No entender dos prelados angolanos, a atitude brasileira, além de constituir traição à confiança dos responsáveis de Angola, “é uma clara demonstração de que os objectivos por eles defendidos deixaram de ser os mesmos apregoados pela IURD de Angola, que passa pela pregação do Evangelho do Nosso Senhor Jesus Cristo”.

Diante desses factos e da gravidade da situação, em respeito aos princípios da fé cristã, o corpo de bispos e pastores da Igreja Universal do Reino de Deus em Angola decidiu, em fórum próprio, pôr fim a qualquer vínculo com a liderança brasileira, decretando “o abandono dos mesmos do território angolano dentro dos prazos estabelecidos pelas autoridades migratórias”.
De modo a salvaguardar os mais nobres ideais da Nação, dizem os bispos angolanos no comunicado, a partir desta data (ontem), a Igreja Universal do Reino de Deus em Angola passa a ser liderada exclusivamente por angolanos.

Os bispos terminam pedindo calma aos obreiros e membros da IURD-Angola. Esclarecem, por outro lado, que a Igreja Universal do Reino de Deus em Angola é uma instituição religiosa de direito angolano, registada no Ministério da Justiça sob o número 26 e publicado no Diário da República em 17 de julho, I Série, número 28.

29/11/2019



Presidente garante que situação da segurança pública em Luanda “está normalizada”.

O Presidente angolano assegurou hoje que a segurança pública em Luanda, na sequência de crimes violentos registados há duas semanas na via pública, "está normalizada", condenando a associação dos crimes à "deterioração da condição de vida dos angolanos".

Segundo João Lourenço, a onda de crimes violentos que culminaram "lamentavelmente com perda de vidas humanas" e que mereceu uma "vigorosa condenação e repulsa" da sociedade "está felizmente ultrapassada, fruto do empenho das autoridades".
"Esta situação está felizmente ultrapassada, porque as autoridades competentes tudo têm feito e continuarão a fazer no sentido de garantir a paz e a segurança dos cidadãos na sua vida quotidiana", afirmou hoje na abertura da segunda reunião ordinária do comité central do Movimento Popular de Libertação de Angola (MPLA).
João Lourenço, também presidente do MPLA, partido em Angola no poder desde 1975, manifestou-se igualmente preocupado com a "forma simplista" com que "algumas vozes" na sociedade angolana ligam a onda de crimes "à deterioração das condições sociais e ao desemprego".

"Com esta forma simplista de abordagem estaremos a justificar, senão mesmo a legitimar, o recurso à violência de quem atravessa por vezes, temporariamente, momentos difíceis na vida, o que acontece em todas as sociedades", notou.
Para o Presidente angolano, "é injusto e discriminatório pensar-se que, por se ser pobre ou desempregado se é à partida um potencial criminoso ou potencial assassino".

A coragem de todos os "grandes homens de Angola", como Agostinho Neto, primeiro Presidente angolano, que nascerem e cresceram pobres, "mas lutaram e venceram contra as adversidades sem recurso ao crime", foi o argumento de João Lourenço para reforçar a sua afirmação.
De acordo ainda com o Presidente de Angola, a recém-eleita direção da JMPLA, braço juvenil do partido, tem pela frente uma "enorme responsabilidade" de trabalhar com a juventude angolana na educação patriótica e dos valores que regem a conduta social.

"Num momento em que assistimos ao elevado consumo de bebidas alcoólicas e de dr**as, o mau uso das redes sociais e de outras práticas que em nada dignificam a nossa juventude", realçou.
A reunião, que decorre no Centro de Conferências de Belas, em Luanda, avalia o Projeto do Plano Anual de Atividades e de Plano de Eventos do Partido e o Projeto de Orçamento Anual do MPLA para o ano de 2020, o Projeto de Relatório de Balanço da Comissão Nacional Preparatória do 8.º Congresso Extraordinário do partido e matérias relacionados à Comissão de Disciplina e Auditoria do Comité Central.

Endereço

Luanda

Notificações

Seja o primeiro a receber as novidades e deixe-nos enviar-lhe um email quando ENews Angola publica notícias e promoções. O seu endereço de email não será utilizado para qualquer outro propósito, e pode cancelar a subscrição a qualquer momento.

Compartilhar