Cinema Angolano

Cinema Angolano BREVE RETROSPECTIVA:

Primórdios

O filme O Caminho de Ferro de Benguela, realizado por Artur Pereira em 1913, é o primeiro registo datado de cinema em Angola.

O início da produção cinematográfica em Angola tem como base a atracção pelo "exotismo" das paisagens, povos, costumes e culturas locais, bem como o registo do crescimento e desenvolvimento do Pais. Até ao final dos anos 1940, a Agência Geral das Colónias e as "missões cinegráficas a Angola", produzem uma série de documentários – Exposição Provincial, Agrícola, Pecuária e Industrial (1923); Chipin

ica, Soba do Dilolo, Preparação do Café, Riquezas do Amboim, Angola Económica (1929) – e a primeira longa-metragem de ficção: O Feitiço do Império (1940), de António Lopes Ribeiro.
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Cinema na guerra

Durante as décadas de 1950 e 1960, merecem registo documentários como Ensino em Angola (1950) de Ricardo Malheiro, Angola em Marcha (1952) de Felipe de Solms, A Terra e os Povos (1954) de António Sousa, a série Actualidades de Angola (1957-1961) de João Silva, e O Romance do Luachimo (1968) de Baptista Rosa. Entre outras entidades responsáveis pelo acervo fílmico sobre o território, estão o Serviço Cartográfico do Exército, o Centro de Informação e Turismo de Angola (CITA), a Telecine-Moro e a Cinangola Filmes. O documentário Angola, na Guerra e no Progresso (1971), do tenente Quirino Simões, foi o primeiro filme português em formato 70mm. É no período da guerra colonial que se regista o maior número de produções de ficção, com destaque para A Voz do Sangue (1965) de Augusto Fraga, Capitão Singrid (1967) de Jean Leduc, Um Italiano em Angola (1968) de Ettore Scola, Esplendor Selvagem (1972) de António Sousa, Malteses, Burgueses e às Vezes… (1973) de Artur Semedo ou Enquanto há Guerra há Esperança (1974) de Alberto Sordi. Em simultâneo, desde finais dos anos 1960, os registos sobre a guerrilha anticolonial efectuados pelo Departamento de Informação e Propaganda do MPLA e os filmes Monangambê (1971), e Sambizanga (1972), de Sarah Maldoror, inspirados em obras de Luandino Vieira, antecipam um cinema de intervenção que se vem a consolidar com a independência do país.

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Cinema socialista

Com a formação intensiva de quadros na cooperativa de cinema Promocine e na Televisão Popular de Angola (TPA), o cinema começa por registar um país novo, acompanhando a mobilização popular, a condição laboral dos trabalhadores e as actividades político-militares em filmes como Sou Angolano, Trabalho com Força (1975) e Uma Festa para Viver (1976) de Ruy Duarte, Resistência Popular em Benguela (1976) de António Ole, A Luta Continua (1976) de Asdrubal Rebelo, as "Actualidades" de Sousa e Costa e os registos da equipa "Angola - Ano Zero", formada pelos irmãos Victor, Francisco e Carlos Henriques, de grande importância para o início de uma cinematografia angolana. Dentro das estruturas estatais são criados o Instituto Angolano de Cinema (IAC) e o Laboratório Nacional de Cinema (LNC) que, em conjunto com a TPA eram os organismos responsáveis pela produção cinematográfica. Desta altura são os filmes Pamberi ne Zimbabwe (1981) de Carlos Henriques, Conceição Tchiambula (1982) de António Ole, Nelisita (1982) de Rui Duarte e Memória de um dia (1982) de Orlando Fortunato. Por motivos socio-económicos, que se reflectem na degradação das infra-estruturas e na desmotivação de realizadores e técnicos assiste-se, nos anos seguintes, a uma diminuição considerável da produção fílmica até à sua quase total paralisação. Para além do filme Levanta, voa e vamos (1986) de Asdrubal Rebelo há a registar a co-produção com Cuba, Caravana (1990) de Rogélio Paris e a primeira co-produção luso-angolana, O Miradouro da Lua (1992) de Jorge António. Numa remodelação do aparelho estatal angolano em 1999, o LNC e o IAC são extintos e as suas funções integradas no Instituto Nacional das Indústrias Culturais.

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Regresso do cinema Angolano

Em 2002 o estado angolano disponibiliza uma verba para a reabilitação do cinema. São incentivados os projectos de uma nova geração de realizadores – Maria João Ganga, Mariano Bartolomeu e Zézé Gamboa. Em 2003 é criado o Instituto Angolano de Cinema, Audiovisuais e Multimédia (IACAM) e traçado um plano para a recuperação, restauro e conservação do acervo fílmico de Angola.


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Fonte:
http://pt.wikipedia.org/wiki/Cinema_em_Angola

10/10/2018

vem novidades

01/03/2018
21/02/2018

PANTEIRA NEGRA

Filme Angolano
10/02/2018

Filme Angolano

https://www.youtube.com/watch?v=7BzC5e6QX7g Bom dia pessoal amantes do cinema nacional, so para dizer que já esta dispon...
06/01/2018

https://www.youtube.com/watch?v=7BzC5e6QX7g

Bom dia pessoal amantes do cinema nacional, so para dizer que já esta disponivel a segunda (2)sessão do filme ausencia apraga do vazio, Baixam e disfrutem.

Realizador: Santo Gonçalves António
Produção: N.Produções entretenimento

Esperamos as vossas criticas no sentido positivo, N.Produções e Yetu Ba Yetu Agradecem...

OBS: So para lembrar que esse filme foi a nossa primeira experiencia no mundo do cinema, tendo em conta que este fime foi produzido em 2012.

Lembrando que todas criticas sujeitas a esse conteúdo tem de ser feita nos parametros legais e referido a data em que foi produzido obrigado.

Info: 926 150 386 Secretário

https://youtu.be/D0CidW79On4

FILME ANGOLANO AUSÊNCIA A PRAGA DO VAZIO 1 SESSÃO PRIMEIRO FILME ANGOLANO DIRIGIDO POR NELSON ALBERTO SEGUNDA PARTE BREVEMENTE

10/12/2017
Marcado
12/05/2017

Marcado

19/04/2017

O QUE SE FAZ PELO CINEMA ANGOLANO?

28/03/2017

FEBRE DAS MINI-SÉRIES EM LUANDA

Tenho ultimamente verificado uma febre enorme da proliferação de castings para Minisséries por cá na Nguimbi, parece que todos descobriram o mercado para faturar ou qual é o problema então? NADA CONTRA, mas queria só deixar alguns pontos por aqui.

PONTO 1 Manos a produção de uma serie é muito mais trabalhoso duque um filme normal, exige muito mais profissional e experiência porque são sequências de filmes acuplados numa ou em varias histórias, então é preciso ter experiência começando de base sem pular etapas fazendo curtas, médias e depois longas metragens, ai sim podemos avançar para desafios de series ou ate novelas, Repito não tenho nada contra, mas o que vejo aqui é pessoas que nem na base passaram e estão logo no nivel superior.

PONTO 2
Vamos melhorar a qualidade da produção nacional, porque uma coisa é fazer filmes amadores sem tecnica nenhuma na iluminação, som, fotografía etc e outra coisa é fazer serie para televisão onde a exigência é maior em termos de qualidade, eu entendo que cada projecto é uma escola aprendam com os vossos erros e com os erros dos outros também, ser um pouco humilde nunca foi burrice.

PONTO 3
Deixem de fazer correr as pessoas (actores) de um canto a outro de Luanda para fazerem os castings que na esperança alcançarem a fama lhes são combrandos valores para fazerem castings em projecto não credíveis, isto parece mais extorquir os inocentes porque eles pagam os seus valores que nem se sabem se o projecto é ou não é exequível.

Vamos fazer antes uma limpeza nas nossas formas de trabalhar para ganharmos e garantir a confiança deste público angolano e não só que hoje começam a creditar um pouco em nós.

Bem haja o cinema e Tv. nacional

FILME Completo: Njinga Rainha de Angola.Assistam e comentem....
19/08/2015

FILME Completo: Njinga Rainha de Angola.
Assistam e comentem....

Endereço

Luanda
1046

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