Raul Diniz

Raul Diniz Raul Diniz é político e cidadão angolano
natural da província de Malanje.

02/05/2026
29/04/2026

Deputada Irina Diniz no Goza Tv

01/04/2026

Há Mortes Que Não São Acaso

04/02/2026

Venâncio vs Lourenço: O Desafio Interno Que Muda o MPLA em 2026

Raul Diniz: Quando o MPLA Teme o Povo, Nasce a RepressãoDeixando a idiossincrasia pessoal de lado, será fácil compreende...
24/01/2026

Raul Diniz: Quando o MPLA Teme o Povo, Nasce a Repressão

Deixando a idiossincrasia pessoal de lado, será fácil compreender que o protagonista único da democracia representativa é o povo. O povo é quem ordena. A diferença entre o povo e o MPLA é que o povo tem apreço pela democracia; já o MPLA desdenha o conceito de democracia por ser o seu opressor dileto.

A sociedade civil tem sido dominada pelo medo imposto pelas secretas; essa situação tem fragmentado a capacidade de enfrentamento inteligente contra os agentes da ditadura instalada. O que aconteceu esta semana na Assembleia Nacional foi uma invulgar manifestação de intolerância política da parte do partido da situação.

Não é possível aceitar que um país inteligente e pró-ativo aceite facilmente ser controlado pelas secretas, ao ponto de o regime criar leis aleivosamente inconstitucionais só para amordaçar e silenciar, numa afronta descarada com o intuito de silenciar e desprogramar a sociedade e impedi-la de pelejar no propósito de se libertar do opressor demoníaco.

Deputados da situação não perceberam ainda que a única organização política que o povo despreza e odeia é o MPLA. Hoje, imputar a militância da UNITA a alguém é um luxo, pois o povo tem na sua mente a UNITA como referência democrática.

Não adianta chamar de FLEC a um cidadão natural de Cabinda; eles são mesmo, orgulhosamente, FLECs. Tentar diminuir um cidadão nacional com esse tipo de palavreado mostra toda a arrogância e petulância desses agentes do país totalitário desenhado pelo MPLA.

Também ficou claro que a liberdade na OMA é uma miragem. Na Organização da Mulher Angolana (OMA) não existe respeito; não há honra nem dignidade. Na OMA, respeito significa obediência e vice-versa.

No centro do poder tacanho do MPLA, mostra-se que a ordem dos factos determina que o país pertence aos brucutus no poder há mais de 50 anos. É, sim, verdade que o país económico vive um momento inaceitável de falência técnica. O país social é prisioneiro de políticas arcaicas que ameaçam a existência da nossa angolanidade ancestral.

Quando um qualquer bureau político de um partido velhaco como o MPLA, que vive além da verdade e se encontra desconectado da sociedade, representa de facto um enorme perigo social. O excesso de governação temporal medíocre ajudou o regime a adoecer. Percebe-se claramente que as lideranças do partido da situação estão perdidas e com medos descontrolados.

O medo tomou conta das suas vidas. Hoje, essa gente iníqua, apesar do seu enriquecimento fácil e desonesto, vive misturada num inferno astral qualquer, onde a paz e a tranquilidade inexistem.

O país, nos seus 50 anos de independência, nunca foi governado democraticamente por um regime eleito democraticamente. Ao contrário disso, o MPLA e o seu presidente vivem no centro nevrálgico de uma realidade paralela.

No MPLA não se joga limpo. Quando o senhor das ordens superiores decide quem pode ou não concorrer, a disciplina comunista vem ao de cima. Nesses casos, o silêncio e a obediência disparam como uma ordem decisória final.

Foi assim no congresso da JMPLA, onde o resultado final da votação foi adulterado, chegando mesmo o embrutecido Capapinha Filho a sair vencedor com um número de votos superior ao número de votantes. Ora, no congresso da OMA não poderia, de maneira alguma, ser diferente.

Todo cidadão minimamente atento sabe que a burla, o roubo e a fraude — sem esquecer a metodologia usada nos ajustes directos, de onde resultam a corrupção e a delapidação agressiva do erário — fazem parte do DNA do MPLA.

No MPLA não existe espaço para debate positivo, menos ainda para candidaturas múltiplas. Se assim não fosse, o fim do partido único seria há muito uma realidade factual. A democracia é um empecilho delirante para o presidente do partido.

Aliás, João Lourenço não preza pela democracia. Pode-se afirmar, sem medo de errar, que João Lourenço não é nenhum paladino da moral, nem defensor do Estado de Direito.

A pretensão de aprovar na surdina a lei contra as ONGs é uma afronta abrupta e perigosa para a democracia. Mas muito mais perigosa ainda foi a pretensão exacerbada de aprovar a lei vagabunda e totalmente distorcida das fake news. Neste quesito, foi um ataque frontal contra o Estado de Direito. Foi uma degola contra o exercício da cidadania.

João Lourenço pretende, com isso, amordaçar e silenciar todo o país e assim impor a lei da rolha e do medo como política de Estado.

Resta-nos lutar contra o tirano e o seu séquito de auxiliares incompetentes. Porém, o povo já fez a sua escolha: o povo não quer o MPLA no poder. A militância do MPLA extra Comité Central não deseja ver João Lourenço como líder do MPLA em 2026.

Os angolanos, em geral, não gostam do político João Lourenço. A luta contra o presidente do MPLA, João Lourenço, terá de ser forte, em todas as direcções e a todo o v***r, pois temos de aproveitar o momento. Ele está em fim de mandato e encontra-se politicamente enfraquecido e desestruturado.

Estamos juntos.

13/01/2026

🔥 RAUL DINIZ GRITA: ANGOLA NÃO SOBREVIVE MAIS 5 ANOS ASSIM
O veterano analista político expõe a verdade que o MPLA não quer ouvir. Terrorismo económico. Captura de recursos. Gerações sem futuro.
⚠️ VÍDEO COMPLETO NO PRIMEIRO COMENTÁRIO
Confere lá e partilha! 🚨

04/01/2026

Ordem dos Advogados de Angola (OAA) disponibiliza apoio judiciário a menor, de 15 anos, que foi vítima de violência física e sexual em Viana, Luanda.

03/01/2026

Capturado 👇🏿🔥🔥

02/01/2026

RAUL DINIZ: GENERAL PAKA E O PREÇO DE DESAFIAR LOURENÇO LUMINGO

O que acontece quando um general na reforma decide não se ajoelhar perante o poder?
O que leva um regime a mobilizar o seu aparato contra um homem desarmado cuja única arma é a palavra?

Neste corte, Raul Diniz — veterano analista político angolano — conduz-nos a uma reflexão profunda sobre o caso do General Paka e o verdadeiro significado de coragem num contexto onde dizer “não” pode custar caro.

👉 Não se trata apenas de um homem.
👉 Trata-se de dignidade, medo do poder e do preço de desafiar quem se julga intocável.

🗣️ Comenta, partilha e participa no debate.
O silêncio também é uma escolha.

Endereço

Luanda

Website

Notificações

Seja o primeiro a receber as novidades e deixe-nos enviar-lhe um email quando Raul Diniz publica notícias e promoções. O seu endereço de email não será utilizado para qualquer outro propósito, e pode cancelar a subscrição a qualquer momento.

Compartilhar