JURA - Secretariado Provincial de Luanda

JURA - Secretariado Provincial de Luanda TV GERAÇÃO Z

Nenhum cidadão angolano está preparado que a UNITA volte a apelar serenidade diante de um ambiente de injustiça.
15/08/2026

Nenhum cidadão angolano está preparado que a UNITA volte a apelar serenidade diante de um ambiente de injustiça.

🛑🛑🛑JURA LUANDA🛑🛑🛑No âmbito do balanço das actividades realizadas no Acampamento Nacional da JURA na província do Uíge, s...
14/08/2026

🛑🛑🛑JURA LUANDA🛑🛑🛑

No âmbito do balanço das actividades realizadas no Acampamento Nacional da JURA na província do Uíge, sua excelência secretário Províncial da JURA em Luanda Tavares Victor Mbule, juntos do o Executivo Provincial, reuniu no dia de hoje 14 de Agosto de 2026, com os Secretários Municipais da JURA a nível de Luanda.

O referido acampamento teve como finalidade a formação política, chama do militante, torneios de futebol, entre outras actividades.O reforço da coesão interna, a disciplina e a preparação dos quadros da JURA para os desafios da actual conjuntura política e social do país.

A presente reunião tem como objectivo fazer a avaliação dos resultados da participação da delegação de Luanda, identificar os pontos fortes, as fraquezas e propor recomendações para as próximas atividades do género.

JURA PÁTRIA
JURA CIÊNCIA E PROGRESSO

13/08/2026
O Governo gastou mais de 28,7 mil milhões Kz no Programa de Reforço do Papel de Angola no Contexto Internacional no prim...
13/08/2026

O Governo gastou mais de 28,7 mil milhões Kz no Programa de Reforço do Papel de Angola no Contexto Internacional no primeiro semestre, mais de três vezes que os 9,2 mil milhões Kz gastos no mesmo período, no Programa Integrado de Desenvolvimento Local e Combate à Pobreza (PIDLCP), principal instrumento do Executivo para reduzir a pobreza e melhorar as condições de vida das populações vulneráveis.

//////

Em seis meses, com o programa de reforço da presença de Angola no contexto internacional, o Estado desembolsou 28,7 mil milhões Kz contra os 9,2 mil milhões Kz do programa de combate à pobreza.

O Governo gastou mais de 28,7 mil milhões Kz no Programa de Reforço do Papel de Angola no Contexto Internacional no primeiro semestre, mais de três vezes que os 9,2 mil milhões Kz gastos no mesmo período, no Programa Integrado de Desenvolvimento Local e Combate à Pobreza (PIDLCP), principal instrumento do Executivo para reduzir a pobreza e melhorar as condições de vida das populações vulneráveis.

A diferença nas despesas entre os dois programas é mais expressiva quando comparado a execução com as despesas inicialmente inscritas no Orçamento Geral do Estado (OGE) 2026. Os dados do Relatório de Execução do OGE referente ao segundo trimestre de 2026 mostram que, enquanto o programa ligado ao reforço do papel de Angola no contexto internacional tinha uma dotação inicial de 994 milhões Kz, mas o valor executado até Junho atingiu 28,7 mil milhões Kz, equivalente a cerca de 2.787% da verba prevista. Ou seja, o Governo desembolsou neste programa quase 29 vezes mais do que o valor aprovado.

Já no PIDLCP, a situação é inversa. Da despesa de 206,7 mil milhões Kz aprovada para o programa em 2026, apenas 9,2 mil milhões Kz foram executados entre Janeiro e Junho, uma taxa de execução na ordem dos 4%. Caso fosse cumprida a regra da boa execução orçamental (25% por cada trimestre), o PIDLCP teria executado metade do valor aprovado, 103,3 mil milhões Kz. O que significa que o Governo, no primeiro semestre, ficou por executar mais de 94 mil milhões Kz no PIDLCP.

A baixa execução do programa de combate à pobreza mantém uma tendência observada nos últimos anos. Em 2025, por exemplo, dos 231,8 mil milhões Kz, foram executados apenas 16,2 mil milhões Kz, correspondentes a uma taxa de execução de 7%.

As dificuldades na execução dos programas sociais foram reconhecidas pelo próprio Presidente da República, João Lourenço, que, em Agosto do ano passado, determinou a reestruturação do PIDLCP. Na nova versão, publicada em Diário da República, o Executivo estabeleceu como meta reduzir a taxa de pobreza extrema no país de 31% para 28% até 2027.

A expectativa era que a reformulação corrigisse problemas de coordenação, melhorasse os mecanismos de execução e permitisse uma utilização mais eficiente dos recursos destinados às comunidades vulneráveis. No entanto, os números dos últimos trimestres apontam que a reestruturação ainda não produziu uma alteração no ritmo de execução.

Com uma população estimada em 37,8 milhões de habitantes, Angola tem mais de 11,8 milhões de pessoas (31% da população) em situação de pobreza extrema, segundo dados do World Poverty Clock. As estimativas mostram que Angola está entre os 12 países do mundo onde o número de pessoas em situação de pobreza extrema continua a aumentar. Caso a tendência se mantenha, o número poderá crescer 5,5%, para cerca de 12,5 milhões de pessoas até 2030.

As projecções apontam para um agravamento da pobreza extrema nos últimos 10 anos. Face a 2016, o número de pessoas em situação de pobreza extrema no país aumentou 84,2%, passando de 6,4 milhões para mais de 11,8 milhões em 2026. A pobreza extrema continua a estar fortemente concentrada nas zonas rurais, que representam 94% dos casos, enquanto as áreas urbanas concentram os restantes 6%.

Para além da pobreza extrema, os dados do World Poverty Clock indicam que a pobreza, numa definição mais ampla, afecta 47% da população angolana, ou mais de 17,8 milhões de pessoas. Outros 67% da população, cerca de 25,4 milhões de habitantes, vivem em condições classificadas como de alta vulnerabilidade.

FONTE: ECONOMIA E MERCADO

📍SONHOS COM OS JOVENS | Hoje, 12 de agosto, dia consagrado mundialmente aos jovens, acordei a pensar no Manuel. Não no M...
12/08/2026

📍SONHOS COM OS JOVENS | Hoje, 12 de agosto, dia consagrado mundialmente aos jovens, acordei a pensar no Manuel. Não no Manuel estatístico, anónimo, perdido nos relatórios frios que circulam pelos gabinetes climatizados de Luanda. Acordei a pensar no Manuel de carne e osso, aquele jovem que vive lá na aldeia de Cambundi-Catembo, carregado de sonhos, que olha para o céu infinito da nossa terra e quer ser piloto. Quer dominar as nuvens, quer unir este país imenso pela via aérea, quer transportar esperança de uma província para outra. O Manuel existe. Ele está lá, neste momento, olhando para o horizonte, perguntando-se se algum dia terá a oportunidade de tocar nos comandos de uma aeronave.

Pensei na Cristina, do Alto-Hama, que desenha motores na imaginação antes de dormir, sonhando ser engenheira mecânica. No Pedro, da Matala, que olha para a terra dos seus avós e vê nela o futuro de agrónomo. Na Maria, de Mavinga, que coleciona perguntas ao universo e quer ser cientista. Pensei naquele jovem anónimo do Puri, que caminha léguas para uma escola sem livros. No jovem do Cunene, onde a seca castiga o gado e também as aspirações. No jovem de Cabinda, cercado de petróleo, mas privado de uma simples bolsa de estudo. No jovem do Moxico, da Lunda Sul, de Malanje, do Cuanza Norte, do Cuanza Sul, de Benguela, do Huambo. Pensei na geografia humana de um país que é jovem na demografia, mas velho demais nas estruturas que o governam.

Pensei também no Fernando, licenciado com distinção, que deambula pela cidade à procura do primeiro emprego, com o currículo debaixo do braço e o desânimo a pesar no peito. Pensei no jovem agrónomo do mercado informal do Km 30, na província do Icolo e Bengo, a vender sapatos de fardo, como se o diploma fosse apenas mais um papel guardado na gaveta da resignação. Pensei naquele jovem que se licenciou no ISCED e que, apesar de todo o conhecimento acumulado, não encontra colocação. Pensei no jovem que deixou o campo e veio para a grande cidade, empurrando um carrinho de mão carregado de mercadorias alheias, ou a zungar com um s**o de refrigerantes pelas artérias de Luanda, a ganhar o pão de cada dia com o suor do corpo e a incerteza no olhar. Pensei no jovem de Cabinda que tem de deixar a sua terra, a sua família, o seu chão, para procurar formação noutras paragens, sem qualquer garantia de que essa formação chegará ou de que, chegando, será reconhecida.

Os números são devastadores. Mais de 70% da população angolana tem menos de 35 anos. Somos um país de jovens.
A taxa de desemprego juvenil supera os 50% em algumas províncias. O acesso ao ensino superior é inferior a 15% dos candidatos que se apresentam aos exames de acesso. O investimento em ciência e tecnologia não chega a 0,3% do Produto Interno Bruto, quando a média recomendada pela UNESCO para os países em desenvolvimento é de pelo menos 1%.

Jovens angolanos não foi o vosso talento que falhou: foi um sistema desenhado para vos excluir, que sequestra há meio século o patrimônio coletivo e converte as riquezas nacionais em miséria programada.

Contudo, é nesse deserto de oportunidade que reside a vossa força trinitária: consciência, organização e voto. Sonhem com a nova dimensão do país:
Sonhem com indústrias que transformam as nossas matérias-primas em produtos acabados. Sonhem com startups tecnológicas que desenvolvem soluções inovadoras para os problemas angolanos. Sonhem com agroindústrias que processam os produtos do campo, que criam valor acrescentado, que geram empregos dignos. Sonhem com centros de ciência e tecnologia, com laboratórios de pesquisa, com universidades de excelência. Sonhem com academias desportivas, com equipas competitivas, com campeões olímpicos.

A concretização destes sonhos exige uma única e inadiável equação: derrotar nas urnas de 2027 o partido que nos governa há mais de cinquenta anos. Ou seja, a mudança começa quando cada jovem decide ser protagonista.

Em 2027, terão nas mãos a possibilidade democrática de corrigir um percurso que há décadas não cria oportunidades à altura da juventude. Actualizem os vossos dados eleitorais, participem, mobilizem, despertem consciências. Não terceirizem o vosso futuro. Acredito na juventude angolana. O país dos nossos sonhos não será construído para vocês, mas com vocês. O futuro dos jovens é agora.

12/08/2026

DECLARAÇÃO DA IDC-CDI SOBRE OS INCIDENTES VIOLENTOS NO UÍGE, ANGOLA

A Internacional Democrata Centrista (IDC-CDI) manifesta a sua profunda preocupação perante os graves acontecimentos ocorridos na província do Uíge, Angola, entre os dias 5 e 8 de Agosto de 2026, durante actividades políticas e comemorativas lideradas pelo Presidente da UNITA e candidato presidencial às eleições gerais de 2027, Adalberto Costa Júnior.

No dia 8 de Agosto, Adalberto Costa Júnior liderava um comício político organizado pela UNITA quando as forças de segurança e de manutenção da ordem intervieram contra cidadãos que se encontravam pacificamente reunidos no local previsto para a actividade. À medida que a situação se deteriorava e começava a violência policial, o Presidente Adalberto Costa Júnior cancelou o comício e orientou os participantes a regressarem às suas casas, numa tentativa de evitar uma maior escalada da situação e proteger os cidadãos. Como resultado da violência, 34 pessoas ficaram feridas, incluindo 10 em estado crítico.

Estes acontecimentos são particularmente graves tendo em conta que Angola se prepara para as eleições gerais de 2027. Os partidos políticos devem poder organizar e realizar livremente e em segurança as suas actividades, enquanto os cidadãos devem poder participar na vida política sem intimidação, violência ou medo.

A IDC-CDI, por conseguinte:

* Manifesta solidariedade para com as vítimas da violência no Uíge e as suas famílias, particularmente para com aqueles que permanecem em estado crítico;
* Apela às autoridades angolanas para que garantam o direito à reunião pacífica, a liberdade de expressão e a participação política de todos os partidos políticos;
* Exorta as forças de segurança a actuarem com neutralidade política, contenção e pleno respeito pelos direitos humanos e pelo Estado de Direito;
* Apela ao Governo de Angola para que garanta condições equitativas de concorrência política para todas as forças políticas no período que antecede as eleições gerais de 2027.

A IDC-CDI reforça a necessidade de uma missão internacional de observação eleitoral credível, independente e abrangente para as eleições gerais de 2027 em Angola, dotada de tempo e recursos suficientes para observar não apenas o dia das eleições, mas também o contexto pré-eleitoral mais amplo, incluindo as liberdades políticas, as condições de campanha, o acesso ao espaço público e a actuação das instituições do Estado e das forças de segurança.

A IDC-CDI considera que incidentes como os registados no Uíge evidenciam a importância de uma observação e de um acompanhamento internacional precoces e sustentados do processo eleitoral. A observação eleitoral não deve limitar-se à contagem dos votos no dia das eleições, mas deve avaliar as condições em que os partidos políticos e os cidadãos conseguem exercer os seus direitos democráticos antes, durante e depois das eleições.

A IDC-CDI recorda que eleições credíveis exigem mais do que a simples organização do acto de votação. Exigem respeito pelo pluralismo político, pelas liberdades fundamentais, por condições equitativas de concorrência política, por instituições estatais imparciais e pela confiança no processo eleitoral.

À medida que Angola se aproxima das eleições gerais de 2027, a IDC-CDI exorta as autoridades angolanas a adoptarem todas as medidas necessárias para prevenir novos actos de violência política e garantir um ambiente favorável à concorrência democrática pacífica, ao pluralismo político, à transparência e à realização de eleições credíveis.

Bruxelas, 10 de Agosto de 2026.

AMANHÃ: 18HORAS
12/08/2026

AMANHÃ: 18HORAS

PRESIDENTE ADALBERTO COSTA JÚNIOR LEVA A REALIDADE DO UÍGE À EMBAIXADA DA ALEMANHA📍 LUANDA | 12 DE AGOSTO DE 2026O Presi...
12/08/2026

PRESIDENTE ADALBERTO COSTA JÚNIOR LEVA A REALIDADE DO UÍGE À EMBAIXADA DA ALEMANHA

📍 LUANDA | 12 DE AGOSTO DE 2026

O Presidente da UNITA, Eng.º Adalberto Costa Júnior, reuniu-se hoje com o Embaixador da Alemanha em Angola, Stefan Traumann, para abordar a situação política, social e económica do país, com destaque para os recentes acontecimentos registados no Uíge.

A delegação da UNITA, integrada também por Jonas Mulato e pela deputada Mihaela Webba, apresentou as preocupações do partido sobre os incidentes que envolveram militantes e cidadãos durante uma actividade política no Uíge.

Da realidade vivida no Uíge à mesa da diplomacia internacional, a UNITA levou a sua preocupação ao diálogo institucional.

🟥🟩🟥 UNITA - LUANDA | CEAST RECEBE ADALBERTO COSTA JÚNIOR APÓS INCIDENTES NO UÍGELUANDA, 11 DE AGOSTO DE 2026 — O Preside...
11/08/2026

🟥🟩🟥 UNITA - LUANDA | CEAST RECEBE ADALBERTO COSTA JÚNIOR APÓS INCIDENTES NO UÍGE

LUANDA, 11 DE AGOSTO DE 2026 — O Presidente da UNITA, Eng.º Adalberto Costa Júnior, foi recebido em audiência pelo Presidente da CEAST, Dom José Manuel Imbamba, em Luanda.

O encontro abordou a situação política e social do país, com destaque para os recentes episódios de intolerância política registados no Uíge, que deixaram vários militantes, amigos e simpatizantes da UNITA feridos, segundo informações do partido.

A audiência reforçou a importância do diálogo, da paz, da tolerância política e da convivência entre diferentes sensibilidades, num momento de particular atenção ao contexto nacional.

Endereço

Luanda

Telefone

+956267592

Website

Notificações

Seja o primeiro a receber as novidades e deixe-nos enviar-lhe um email quando JURA - Secretariado Provincial de Luanda publica notícias e promoções. O seu endereço de email não será utilizado para qualquer outro propósito, e pode cancelar a subscrição a qualquer momento.

Atalhos

Compartilhar