11/04/2026
🚀🌍 O regresso à Terra: ciência no limite da resistência
A viagem de volta não é apenas um retorno — é uma sequência precisa de etapas onde cada segundo conta.
Tudo começa com a separação e o correto posicionamento da cápsula Orion, que se alinha para enfrentar o momento mais exigente: a reentrada na atmosfera. Aqui, o escudo térmico torna-se a principal defesa, suportando temperaturas que podem atingir cerca de 3.000 °C 🔥 — superiores às de muitos fluxos de lava.
😱 A velocidade inicial é extrema, próxima dos 40.000 km/h, comprimindo o ar ao redor e formando um plasma luminoso que envolve a cápsula como uma camada incandescente. Gradualmente, inicia-se a desaceleração: pequenos paraquedas entram em ação, reduzindo a velocidade para cerca de 520 km/h. Depois, paraquedas principais são acionados, diminuindo ainda mais para aproximadamente 320 km/h 🎈
Na fase final, a descida torna-se controlada até ao impacto suave no oceano, com uma velocidade próxima de 32 km/h. Equipas de recuperação aguardam no local para garantir a recolha segura da cápsula e da tripulação 🚁🚤
✨ Detalhes que fazem toda a diferença: • O escudo térmico é projetado para se degradar de forma controlada, dissipando calor e protegendo a estrutura.
• Durante a reentrada, pode ocorrer perda temporária de comunicação devido ao plasma envolvente.
• Toda a trajetória é calculada com precisão milimétrica — qualquer desvio pode comprometer a missão.
• Os paraquedas abrem em sequência para evitar forças excessivas sobre a cápsula.
No fim, não é só um pouso.
É a prova de que a engenharia consegue domar um dos processos mais extremos da exploração espacial.