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12/07/2026

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Ótimo domingo para todos

ANIVERSARIANTE DO DIA ,🥳Luciano Ypson 🎂🥂🍾Receba as mãos sinceras felicitações desta redação 🥂
11/07/2026

ANIVERSARIANTE DO DIA ,🥳
Luciano Ypson 🎂🥂🍾

Receba as mãos sinceras felicitações desta redação 🥂

CORRUPÇÃO COMPROMETE O DESENVOLVIMENTO DAS SOCIEDADES, AFIRMA VICE-GOVERNADOR DO CUANZA SULO vice-governador do Cuanza S...
11/07/2026

CORRUPÇÃO COMPROMETE O DESENVOLVIMENTO DAS SOCIEDADES, AFIRMA VICE-GOVERNADOR DO CUANZA SUL

O vice-governador do Cuanza Sul para os Serviços Técnicos e Infraestruturas, Heitor Alfredo, afirmou que a corrupção compromete o desenvolvimento de qualquer sociedade, ao enfraquecer as instituições públicas e desviar recursos destinados ao bem-estar da população.

As declarações foram feitas nesta sexta-feira, 10 de Julho de 2026, durante o acto antecipado alusivo ao 23.º aniversário da Convenção da União Africana sobre a Prevenção e o Combate à Corrupção.

Na ocasião, o governante sublinhou que a efeméride constitui um momento de reflexão sobre o papel dos cidadãos e das instituições na prevenção e combate à corrupção. Segundo Heitor Alfredo, este fenómeno representa uma das maiores ameaças ao desenvolvimento do país, por comprometer as estruturas do Estado, enfraquecer a confiança dos cidadãos nas instituições públicas e limitar o progresso socioeconómico.

Por sua vez, a procuradora da República titular em exercício no Cuanza Sul, Vumi Margarida Messani Pedro, defendeu que a cooperação internacional é essencial para prevenir e combater a corrupção. A magistrada apelou ainda ao fortalecimento da cultura de denúncia de actos corruptos e dos seus autores, como forma de promover uma sociedade mais transparente, íntegra e desenvolvida.

Durante a palestra realizada no âmbito da cerimónia, o chefe do Departamento para o Combate à Corrupção, Silvestre Lino Nicodemos Manuel, considerou que a corrupção é um fenómeno que afecta todas as esferas da sociedade.

O responsável destacou que a prevenção continua a ser a estratégia mais eficaz no combate à corrupção, por meio da educação, sensibilização e promoção de valores éticos. Segundo afirmou, uma sociedade consciente e informada tende a rejeitar práticas ilícitas, contribuindo para o fortalecimento da integridade, da transparência e da responsabilidade colectiva.

CAFÉ SOCIAL & COMUNICATIVO 2026 — PATROCINADOR OFICIAL: CONEXÃO.11O futuro passa pela conexão. E o Café Social Comunicat...
11/07/2026

CAFÉ SOCIAL & COMUNICATIVO 2026 — PATROCINADOR OFICIAL: CONEXÃO.11

O futuro passa pela conexão. E o Café Social Comunicativo 2026 também.

A Task Force Comunicação anuncia a Conexão.11 como patrocinadora oficial do maior evento de comunicação do Cuanza Sul. Uma parceria que vai além do patrocínio: é um alinhamento de visão. Porque quem acredita que o futuro passa pela conexão sabe exactamente o que significa reunir, num mesmo auditório, profissionais, ideias e perspectivas que transformam a forma como comunicamos.

A Conexão.11 chega ao Café Social Comunicativo com a mesma energia que define a sua identidade: a certeza de que conectar bem é a base de tudo o que vem a seguir.

📅 8 de Agosto, sábado
🕝 Portas abertas às 14h30 | Início às 15h00
📍 Auditório Armando Fandamo Ndembo, Marginal do Sumbe

Com parceiros que pensam no futuro, o presente já é promissor.

FUMO BRANCO NA EPASKS: ADMINISTRAÇÃO E SINDICATO ALCANÇAM ACORDO E AFASTAM FANTASMA DA GREVE NO SETOR DE ÁGUASO cenário ...
11/07/2026

FUMO BRANCO NA EPASKS: ADMINISTRAÇÃO E SINDICATO ALCANÇAM ACORDO E AFASTAM FANTASMA DA GREVE NO SETOR DE ÁGUAS

O cenário de rutura e a iminência de uma paralisação geral nos serviços de abastecimento de água do Cuanza-Sul deram, finalmente, lugar à paz social. Após semanas marcadas por extrema tensão, troca de ofícios, ultimatos e graves denúncias, o Conselho de Administração da Empresa Pública de Águas e Saneamento do Kwanza-Sul (EPASKS) e a Comissão Sindical dos Trabalhadores chegaram a um consenso, encerrando o conflito laboral que se arrastava desde o final de 2025.

O desfecho positivo ocorreu poucos dias após o esgotamento do último ultimato de 72 horas lançado pelo sindicato, momento em que as partes cederam e optaram pela via do diálogo institucional, evitando assim uma greve que traria consequências drásticas para a saúde pública e o saneamento da província.

A confirmação do fim do impasse foi dada por Afonso Fortuna, Primeiro Secretário e representante da Comissão Sindical da EPASKS, que expressou alívio e otimismo com o resultado das negociações.

"A empresa pública de água e a comissão sindical chegaram a um acordo. E graças a Deus, um acordo que achamos que foi bom para ambas as partes," declarou Afonso Fortuna, sublinhando o caráter equilibrado das resoluções encontradas na mesa de negociação.

O representante sindical fez questão de destacar que o clima de hostilidade e as ameaças que marcaram os dias anteriores incluindo as denúncias de coação a chefias administrativas foram superados em prol do bem-estar coletivo e da estabilidade da instituição.

"Sobretudo, vale informar isso: que teve um acordo, uma reconciliação e todo o outro ambiente que pairava no ar já foi sanado," garantiu o sindicalista.

Embora os detalhes exatos das percentagens salariais e das reposições de subsídios acordadas não tenham sido imediatamente dissecados publicamente, a aceitação por parte do sindicato indica que as reivindicações cruciais, como as condições de saúde ocupacional para os operadores de ETAR, a atualização dos subsídios de alimentação, transporte e turno, e a política de progressão salarial receberam respostas satisfatórias e exequíveis por parte da administração liderada por Januário Bernardo.

Ultrapassada a fase de reivindicação e o braço de ferro legal sobre a validade do caderno reivindicativo, o desafio que se impõe agora é o da execução prática. O sindicato mantém uma postura vigilante, mas colaborativa.

"Vamos esperar que daqui em diante o acordo seja cumprido por ambas as partes," rematou Afonso Fortuna, lembrando que a sustentabilidade da paz laboral na EPASKS dependerá do estrito cumprimento das promessas agora firmadas em ata.

A população do Cuanza-Sul pode, assim, respirar de alívio. O fornecimento de água e a gestão do saneamento básico continuarão a operar na sua normalidade, agora com uma força de trabalho cujas condições e direitos foram, após uma dura batalha, reconhecidos e acautelados.

SUMBE🚨LIXEIRA A CÉU ABERTO NA ZONA DA POMOBEL–CHINGO, PREOCUPA MORADORES E LEVANTA ALERTA PARA RISCOS À SAÚDE E À REDE E...
11/07/2026

SUMBE🚨
LIXEIRA A CÉU ABERTO NA ZONA DA POMOBEL–CHINGO, PREOCUPA MORADORES E LEVANTA ALERTA PARA RISCOS À SAÚDE E À REDE ELÉCTRICA

Uma lixeira a céu aberto de grandes proporções instalada na entrada da POMOBEL, no Bairro do Chingo, ao longo da via que dá acesso à zona dos Bombeiros, no município do Sumbe, está a gerar preocupação entre moradores e comerciantes devido aos potenciais riscos para a saúde pública e para a infraestrutura eléctrica da região.

A denúncia foi feita pelo jornalista Jelson Pimentel da Fonseca, que registou em vídeo o estado de degradação do local. As imagens mostram um elevado volume de resíduos sólidos, incluindo plásticos, caixas de papelão e restos de alimentos em decomposição, espalhados ao redor de um contentor já incapaz de comportar a quantidade de lixo produzida.

Segundo o relato, o acúmulo de resíduos provoca maus odores, favorece a proliferação de vectores de doenças e afecta directamente a qualidade de vida de moradores e de estabelecimentos comerciais existentes nas proximidades, incluindo a Pousada Tropical.

O jornalista denuncia ainda que algumas pessoas em situação de vulnerabilidade, incluindo indivíduos com perturbações mentais, têm utilizado a lixeira como abrigo improvisado, permanecendo expostas a condições insalubres.

Outro aspecto que suscita preocupação é a proximidade dos resíduos com um posto de transformação e uma caixa de distribuição da rede eléctrica. De acordo com a denúncia, alguns moradores recorrem à queima do lixo para reduzir o seu volume, fazendo com que as chamas e a fumaça quase atinjam a infraestrutura eléctrica. Caso essa prática continue, existe o risco de danos nos equipamentos e de interrupções no fornecimento de energia.

Perante a situação, Jelson Pimentel da Fonseca apelou à intervenção urgente das autoridades municipais para a remoção dos resíduos e adopção de medidas que impeçam a formação de novas lixeiras no local.

QUADROS DA BANDA ‼️ JOVEM GABELENSE RESINDETE EM FRANÇA PREPARA LANÇAMENTO DA MARCA "A ÚLTIMA FICHA QUE NÃO PODE MOLHAR"...
11/07/2026

QUADROS DA BANDA ‼️
JOVEM GABELENSE RESINDETE EM FRANÇA PREPARA LANÇAMENTO DA MARCA "A ÚLTIMA FICHA QUE NÃO PODE MOLHAR"

Há sonhos que começam de forma discreta, mas carregam consigo a capacidade de atravessar fronteiras. A história de Carvarinho Campos Joaquim é um desses exemplos.

Natural da Gabela, no Cuanza-Sul, e atualmente residente em França, o jovem decidiu transformar uma ideia nascida da sua própria trajetória académica e de vida numa marca com identidade, propósito e ambição.

Licenciado em Ensino da História pelo ISCED-Sumbe, Carvarinho frequenta atualmente o Mestrado Internacional em Quaternário e Pré-História (IMQP), com especialização em Arqueologia e linha de investigação em Zooarqueologia, no Muséum National d'Histoire Naturelle (MNHN), em Paris.

Entre bibliotecas, laboratórios e pesquisas científicas, surgiu uma convicção que o acompanha até hoje: o conhecimento só ganha verdadeiro valor quando é capaz de gerar impacto na vida das pessoas.

Foi dessa filosofia que nasceu "A Última Ficha Que Não Pode Molhar".

Mais do que uma marca, o projeto representa uma mensagem de esperança, resiliência e perseverança. A "última ficha" simboliza aquela oportunidade decisiva em que desistir deixa de ser uma opção e acreditar passa a ser o único caminho possível.

Paralelamente à carreira científica, Carvarinho dedica-se ao empreendedorismo e ao desenvolvimento de marcas com potencial para crescer em Angola, acreditando que criatividade, disciplina e visão estratégica podem transformar ideias em negócios sustentáveis.

A ambição é consolidar a marca no mercado angolano e, futuramente, levá-la além-fronteiras, inspirando jovens a acreditarem no próprio potencial e a construírem as suas histórias de sucesso.

O lançamento oficial de "A Última Ficha Que Não Pode Molhar" em Angola está previsto para a primeira quinzena de setembro, marcando o início de um projeto que nasce com raízes no Cuanza-Sul e um olhar voltado para o mundo.

Mais do que o lançamento de uma marca, este momento representa o nascimento de uma visão: a prova de que é possível manter as raízes firmes, mesmo quando os sonhos conquistam novos horizontes.

BREVE‼️Internautas preocupados com a saúde mental de Ronaldo, sugerem acompanhamento especializado antes que seja tarde.
11/07/2026

BREVE‼️Internautas preocupados com a saúde mental de Ronaldo, sugerem acompanhamento especializado antes que seja tarde.

JOVEM DE MÉRITO ‼️‎MERCADO ANGOLANO GANHA NOVA OBRA CIENTÍFICA SOBRE O DIREITO DA EDUCAÇÃO E ENSINO‎‎O mercado literário...
11/07/2026

JOVEM DE MÉRITO ‼️
‎MERCADO ANGOLANO GANHA NOVA OBRA CIENTÍFICA SOBRE O DIREITO DA EDUCAÇÃO E ENSINO

‎O mercado literário angolano passou a contar com uma nova referência científica na área jurídica e educacional, com o lançamento da obra "Direito da Educação e Ensino em Angola", da autoria do jurista, advogado e docente universitário Miguel Victor Augusto.

‎A cerimónia de lançamento, venda e sessão de autógrafos realizou-se na tarde de 2 de Julho, no Auditório Armando Fandamo Ndembo, na cidade do Sumbe, província do Cuanza Sul, reunindo um vasto leque de personalidades provenientes de diversas regiões do país.

‎O acto revestiu-se de elevado significado académico e institucional, contando com a presença de entidades governamentais, autoridades civis, militares, judiciais, tradicionais e religiosas, administradores municipais, magistrados, advogados, docentes, investigadores, estudantes, representantes de instituições públicas e privadas, organizações da sociedade civil, instituições de ensino superior, partidos políticos e demais convidados, cuja expressiva participação demonstrou o crescente interesse da sociedade angolana pela investigação científica e pela produção bibliográfica nacional.

‎O evento mereceu ampla cobertura dos principais órgãos de comunicação social, constituindo um importante momento de valorização da ciência, do pensamento jurídico e da reflexão em torno dos desafios e das perspectivas da educação em Angola.

‎Integralmente concebida na província do Cuanza Sul e editada pela AMMA-Editora, da província de Luanda, a obra é composta por 166 páginas, distribuídas em sete partes e dezassete capítulos, nos quais o autor procede a uma análise sistemática do regime jurídico da educação e do ensino em Angola, abordando os princípios constitucionais, os direitos e deveres dos diversos intervenientes do sistema educativo, bem como os desafios da implementação das políticas públicas no sector.

‎Durante a intervenção, Miguel Victor Augusto sublinhou que a educação constitui, simultaneamente, um direito fundamental da pessoa humana, um dever irrenunciável do Estado, uma responsabilidade permanente da sociedade e uma necessidade essencial para o desenvolvimento integral de cada cidadão.

‎Ao justificar a escolha do tema, o autor explicou que a motivação nasceu da experiência acumulada ao longo da sua actividade profissional, tanto na Administração Pública como na advocacia e no ensino universitário.

‎Segundo referiu, uma das principais preocupações reside no facto de uma parte significativa dos cidadãos angolanos desconhecer os seus direitos e deveres fundamentais, incluindo aqueles consagrados na Constituição da República de Angola, realidade que aumenta a vulnerabilidade social e limita o exercício pleno da cidadania.

‎O autor manifestou igualmente preocupação pelo facto de muitos estudantes universitários apenas terem tido contacto com a Constituição da República de Angola quando ingressaram no ensino superior, circunstância que evidencia a necessidade de reforçar a educação para a cidadania ao longo do ensino primário e secundário.

‎Outro aspecto destacado prende-se com o desconhecimento, por parte de uma parcela considerável da comunidade académica, docentes, estudantes, trabalhadores administrativos e encarregados de educação, das normas jurídicas que regulam o funcionamento das instituições de ensino, dos respectivos direitos, deveres e garantias legais.

‎Um dos principais objectivos da obra, segundo o autor, consiste em contribuir para o preenchimento de uma lacuna existente no sistema educativo angolano, defendendo a introdução do Direito da Educação e Ensino como uma nova disciplina científica em todos os subsistemas de ensino de Angola, desde o ensino primário ao ensino superior.

‎Na obra, o autor apresenta igualmente um conceito da nova área do conhecimento, defendendo que "o Direito da Educação e Ensino é a ciência jurídica que estuda os fenómenos das relações jurídicas do sistema educativo, incorporando normas, princípios, limites, garantias e instrumentos de protecção e de regulação do sistema e do processo educativo" .

‎Miguel Victor Augusto sustenta que a institucionalização desta disciplina permitirá fortalecer a cultura jurídica nas instituições de ensino, promover uma maior consciencialização dos direitos e deveres dos diversos intervenientes do processo educativo e consolidar uma educação orientada pelos princípios do Estado Democrático e de Direito.

‎"Foi precisamente esta realidade que me motivou a escrever esta obra", afirmou Miguel Victor Augusto, acrescentando acreditar profundamente que a educação constitui o instrumento mais poderoso para transformar uma sociedade, formar cidadãos conscientes e fortalecer o Estado Democrático e de Direito.

‎Para o autor, mais do que um livro de natureza jurídica, "Direito da Educação e Ensino em Angola" pretende afirmar-se como um instrumento de promoção da cidadania, da cultura jurídica e da efectiva concretização do direito fundamental à educação.

‎Face à elevada procura registada durante o lançamento, Miguel Victor Augusto anunciou que novas sessões de apresentação e comercialização da obra serão promovidas, com o objectivo de levar o livro a todos os municípios da província do Cuanza Sul, às demais províncias de Angola e a todos os espaços académicos e científicos onde o conhecimento possa contribuir para o desenvolvimento do país.

‎O autor considera que a forte adesão do público e o interesse demonstrado por instituições e cidadãos oriundos de diferentes pontos do território nacional evidenciam que a obra já começou a cumprir a sua missão de estimular o debate científico, fomentar a reflexão jurídica, formular propostas e contribuir para o fortalecimento das políticas públicas de educação e do direito fundamental à educação em Angola.

‎No encerramento da cerimónia, Miguel Victor Augusto renovou o compromisso de continuar a servir Angola através da investigação científica, da produção literária e da valorização da educação como um dos pilares fundamentais do Estado Democrático e de Direito.

‎"Espero que esta modesta obra constitua uma pequena semente lançada em solo fértil, capaz de colocar o Direito e a Justiça ao serviço das políticas públicas de educação, contribuindo para a consolidação do direito fundamental à educação e para a formação das presentes e futuras gerações de angolanos", concluiu o autor.

11/07/2026

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Bom sábado, pessoal

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