27/04/2026
Grandes marcas usam a comunicação audiovisual pra ativar atalhos mentais.
Na prática, elas usam vídeos, sons e imagens que despoletam emoções ligadas a boas memórias: infância, família, amigos...
Esses eventos geram estímulos que dão lugar à respostas automáticas. Nestas situações, o lead não compara, ele sente e escolhe a marca que o faz lembrar de momentos agradáveis.
Portanto, a compra acontece primeiro por emoção. Ao ver o produto, o lead revive o abraço da avó, momentos com o/a parceiro/a, o sorriso no trabalho ou o primeiro natal em família. A decisão é impulsiva, quase sem pensar porque a marca vende memória, não só o produto. E é assim que emoções fortes geram vendas.
Mas como o cérebro humano busca coerência, depois do impulso, vem a culpa se a escolha parecer apenas emocional. Pois, ninguém gosta se sentir irracional. Por isso, o lead procura um motivo lógico pra justif**ar o que já decidiu por emoção, que será o antídoto contra a dissonância cognitiva.
Aí a marca, sabendo disso, entrega motivos lógicos para que o lead tenha como justif**ativa da sua escolha emotiva.
Esses motivos variam, normalmente, entre preços acessíveis, desconto por tempo limitado, garantia ou a ideia de que “todo mundo precisa de tal produto”.
Como disse a psicóloga de Harvard, Ellen Langer, mesmo quando a "razão" não é mesmo uma razão, mas se parece com uma, é suficiente para activar uma resposta positiva do cliente.
Sucinto, neste processo a emoção abre a porta e a lógica tranca o negócio.
Att: Isso é uma ação de Psicomarketing
𝗘𝗡𝗧𝗥𝗘 𝗘𝗠 𝗖𝗢𝗡𝗧𝗔𝗖𝗧𝗢 𝘀𝗲 𝗽𝗿𝗲𝗰𝗶𝘀𝗮𝗿 𝗱𝗼 𝗮𝘂𝘅𝗶́𝗹𝗶𝗼 𝗱𝗲 𝗣𝘀𝗶𝗰𝗼𝗺𝗮𝗿𝗸𝗲𝘁𝗶𝗻𝗴 𝗻𝗮𝘀 𝘀𝘂𝗮𝘀 𝗲𝘀𝘁𝗿𝗮𝘁𝗲́𝗴𝗶𝗮𝘀 𝗱𝗲 𝗺𝗮𝗿𝗸𝗲𝘁𝗶𝗻𝗴 𝗼𝘂 𝘃𝗲𝗻𝗱𝗮.
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