02/01/2026
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Várias companhias low-cost estão estudando e testando um novo tipo de assento “quase em pé” (como o modelo Skyrider 2.0) para voos curtos, com o objetivo de reduzir custos e, potencialmente, diminuir o preço das passagens.
A ideia não é nova, mas ganhou força novamente diante da busca das empresas por soluções para reduzir custos operacionais e oferecer passagens mais baratas, especialmente em rotas de curta duração.
O conceito envolve assentos “semi-eretos”, nos quais o passageiro permanece inclinado, apoiado em estruturas acolchoadas semelhantes a um selim, em vez de se sentar completamente.
Esse formato permitiria acomodar mais pessoas na cabine e reduzir o peso total da aeronave, o que poderia gerar economia de combustível e aumentar a eficiência dos voos curtos, geralmente com duração de até uma ou duas horas.
Apesar do interesse das companhias, a proposta ainda enfrenta grandes obstáculos regulatórios. Até o momento, autoridades da aviação civil não aprovaram oficialmente esse tipo de configuração para uso comercial regular.
Questões relacionadas à segurança, evacuação em emergências e conforto mínimo dos passageiros seguem sendo pontos críticos nas análises.
Por isso, embora haja estudos, protótipos e especulações sobre a adoção desse modelo em 2026, não existe confirmação de que os assentos em pé realmente entrarão em operação.
A discussão, no entanto, mostra como as companhias aéreas estão dispostas a repensar o conceito de classe econômica para reduzir preços, mesmo que isso gere polêmica entre passageiros e especialistas.
Da redação/Itapuama FM.
Informações: Portal ZAZ.
Vídeo: Reprodução/Ilustrativo.