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Porto do Mangue lançou o Mais Corte de Terra 2026 na Vila Tocantins, assinou ordem de serviço, empossou uma nova técnica...
28/02/2026

Porto do Mangue lançou o Mais Corte de Terra 2026 na Vila Tocantins, assinou ordem de serviço, empossou uma nova técnica agrícola e anunciou um projeto de lei para tornar o programa permanente.

O detalhe que chama atenção: até a oposição elogiou — e a gestão aproveitou a deixa para tentar transformar ação de prefeitura em política pública contínua.

O lançamento do Programa Mais Corte de Terra 2026, em Porto do Mangue, na Vila Tocantins, foi mais do que um evento administrativo: foi um ato de posicionamento político.

Ao lado do secretário municipal de Agricultura, Nivaldo Cristino, o prefeito Dino colocou a máquina para funcionar — no sentido literal e no sentido simbólico.

A posse de uma nova técnica agrícola, contratada para reforçar a assistência ao homem do campo, funciona como um segundo recado: não se trata apenas de “passar o trator”. A gestão está construindo um modelo de apoio com método, com orientação, com presença técnica — uma espécie de “profissionalização” do cuidado com o produtor. Em linguagem simples: não é só serviço, é pacote de governo.

A cena, porém, ganhou outro peso quando o vereador de oposição Tieigo Costa fez o que nem sempre se vê em palanque: elogiou a iniciativa e defendeu publicamente que o corte de terra deixe de ser ação anual e passe a ser programa permanente. Na política, esse tipo de gesto raramente é inocente. Quando a oposição reconhece uma ação, duas coisas podem estar acontecendo: ou o governo acertou em cheio, ou o opositor está tentando não ficar contra o que o povo aprova — e, assim, não pagar o preço do “contra o produtor”.

A prefeitura entendeu o recado na hora. Dino respondeu anunciando que vai enviar à Câmara um Projeto de Lei para instituir oficialmente o Programa Corte de Terra. E aqui está o ponto central: transformar uma ação de gestão em política pública muda o jogo. Porque, em tese, cria continuidade, estabelece regras, dá previsibilidade e diminui a dependência do “querer” do prefeito de plantão. Para o agricultor, isso pode significar menos incerteza e mais planejamento. Para o governo atual, significa outra coisa também: assinar em cartório o mérito.

Mossoró voltou ao radar — e não é figura de linguagem. Enquanto o Aeroporto Dix-sept Rosado passa por reforma e ampliaçã...
11/02/2026

Mossoró voltou ao radar — e não é figura de linguagem. Enquanto o Aeroporto Dix-sept Rosado passa por reforma e ampliação de R$ 80 milhões, a Infraero abriu um movimento que pode destravar, de fato, a nova fase do equipamento: lançou edital de concessão de uso de áreas para hangares (Hangares 1 e 2), mirando atividades de aviação civil.

O recado é claro: não basta reformar pista e terminal; é preciso criar ecossistema para sustentar operação e investimento.O edital permite hangaragem de aeronaves próprias e de terceiros, manutenção aeronáutica, táxi aéreo e até escola de aviação civil. Em termos práticos, isso significa emprego qualificado, prestação de serviços de maior valor agregado, estímulo a cadeias locais (combustível, logística, treinamento) e aumento da atratividade do aeroporto para operadores que exigem infraestrutura de apoio — um detalhe que, no Brasil, costuma separar projetos com “foto bonita” de projetos com “avião no pátio”.

O calendário é objetivo: propostas até 9h de 5 de março de 2026, sessão pública às 9h e disputa de preços a partir das 10h. A transparência também está posta: Banco do Brasil (Licitações-e, nº 1087082) e portal da Infraero (ID 177466), com canal formal de dúvidas (processo nº 157/ADLI-2/SBMS/2025).

Agora, a cobrança deve ser igualmente objetiva: governos e setor privado precisam tratar o aeroporto como política de desenvolvimento, não como obra isolada. Hangar sem demanda vira depósito; demanda sem serviços vira promessa. A concessão é a ponte — e Mossoró não pode perder o timing.

O embate entre liberdade acadêmica e responsabilização por falas públicas voltou ao centro do debate universitário após ...
19/01/2026

O embate entre liberdade acadêmica e responsabilização por falas públicas voltou ao centro do debate universitário após a escalada de críticas ao pastor , professor titular do Departamento de Artes da UFRN.

Em redes sociais e grupos de mensagens, ele afirma estar sendo alvo de uma campanha coordenada para removê-lo do cargo por causa de sua fé e de suas posições políticas. Lycurgo publicou prints de ataques com ofensas pessoais e acusações que, para ele, exemplificam uma cultura de linchamento digital incompatível com a vida universitária.

De outro lado, um coletivo de alunos militantes de esquerda sustentam que o docente dissemina “falas transfóbicas, desinformativas e conspiratórias” e diz ter reunido um “dossiê” protocolado na Ouvidoria da instituição, além de lançar um abaixo-assinado pedindo sua demissão.

O caso expõe uma pergunta incômoda — e recorrente: até onde vai a proteção à liberdade de expressão de um professor, e onde começa o dever de a universidade coibir discursos que estudantes considerem discriminatórios?A UFRN, como instituição pública, tem obrigação dupla: garantir pluralidade e debate e aplicar devido processo diante de denúncias.

Cancelamento sumário por pressão de redes é atalho perigoso; blindagem automática em nome de “opinião” também é. A saída democrática é menos espetacular — e mais difícil: apuração formal, critérios claros, direito de defesa e um ambiente em que discordância não vire insulto nem denúncia vire tribunal de internet.

Como disse o professor, - Quando a política vira religião, o contraditório vira blasfêmia. E quando o campus vira laboratório ideológico, a liberdade vira “problema”. Universidade saudável não cancela: debate. Não expulsa: confronta ideias. Não fabrica unanimidade: protege a diversidade de pensamento.

ECONOMIA—O Rio Grande do Norte acaba de oferecer uma notícia rara — e politicamente relevante — num país que costuma exp...
08/01/2026

ECONOMIA—O Rio Grande do Norte acaba de oferecer uma notícia rara — e politicamente relevante — num país que costuma exportar pouco valor e muita incerteza: ampliou em 14 o número de mercados internacionais em 2025 e fechou o ano com superávit de $649,6 milhões (cerca de R$ 3,5 bilhões), segundo o Boletim Anual da Balança Comercial divulgado pela Sedec-RN.

Em vez de tratar o dado como peça de autopromoção, o Estado deveria lê-lo como recado estratégico: diversificar destinos é reduzir risco.Ao abrir relações comerciais com novos territórios em quatro continentes — de Bangladesh a Suécia, passando por Luxemburgo, Paquistão, Ucrânia e Cabo Verde — o RN diminui a dependência de poucos compradores e ganha margem para negociar preço, logística e previsibilidade.

Isso importa porque o mundo está mais protecionista, mais instável e mais exigente com prazos e padrões. Quem não diversifica, vira refém.A lista de produtos exportados — açúcares, têxteis, frutas, querosene de aviação, peixes congelados, calçados, ligas de aço e preparações capilares — indica algo maior do que “variedade”: aponta para uma economia que pode subir degraus, desde que pare de desperdiçar competitividade com burocracia, gargalos portuários e falta de inteligência comercial.

A agenda, portanto, não é celebrar; é consolidar. Se o RN quer transformar superávit em emprego e renda, precisa tratar comércio exterior como política de Estado: infraestrutura, certificação, crédito, promoção internacional e apoio ao produtor. Exportar mais — e para mais países — não é vaidade. É segurança econômica.

Num país em que a conta de luz pesa e a confiabilidade do serviço vira manchete a cada temporal, insistir em discutir en...
08/01/2026

Num país em que a conta de luz pesa e a confiabilidade do serviço vira manchete a cada temporal, insistir em discutir energia apenas como tarifa é miopia. Energia é infraestrutura crítica — e infraestrutura crítica depende, antes de tudo, de gente preparada. A abertura da primeira turma da Escola de Operadores do Centro de Operações Integradas (COI) da Neoenergia, com inscrições até 19 de janeiro, deveria entrar no radar de quem fala sério sobre produtividade, segurança e desenvolvimento.

Em parceria com o SENAI, o curso é gratuito e 100% digital e busca formar um banco de talentos para atuar nos centros que monitoram e controlam a rede em tempo real. Não é detalhe técnico: é no COI que se decide a velocidade de resposta a falhas, o reequilíbrio do sistema e a redução de impactos ao consumidor. Quando falta operador qualificado, sobra improviso — e o custo do improviso costuma cair no colo do cidadão e da economia local.Há um dado político incontornável: formação profissional de alta empregabilidade é uma agenda rara que combina eficiência e inclusão.

São 25 vagas distribuídas entre as distribuidoras: 9 na Bahia, 4 em São Paulo, 6 em Pernambuco, 3 no Rio Grande do Norte e 3 no Distrito Federal, para residentes de Campinas, Natal, Recife, Salvador e Brasília e entorno.O processo seletivo, por etapas, exige formação técnica, CFT ativo, maioridade e acesso à internet. O recado é claro: não é favor; é oportunidade com critério.

A Neoenergia ainda sustenta um histórico relevante: desde 2019, turmas para mulheres na Escola de Eletricistas; segundo a empresa, mais de 6 mil formados, mais de mil mulheres e cerca de 75% contratados, com reconhecimento por ONU Mulheres e destaque no Fórum Econômico Mundial. É o tipo de evidência que falta em muitos programas públicos: meta, trilha e resultado.

No fundo, a escolha é simples: o Brasil pode tratar mão de obra técnica como assunto menor — e colher instabilidade — ou pode ampliar iniciativas que conectem educação e demanda real. O resto é retórica.

Porto do Mangue (RN) vai avançar em um dos pontos mais sensíveis da infraestrutura urbana: a reconstrução e renovação do...
07/01/2026

Porto do Mangue (RN) vai avançar em um dos pontos mais sensíveis da infraestrutura urbana: a reconstrução e renovação do asfalto no trecho que liga o acesso da cidade ao centro, pela Avenida José Alves Maia, incluindo áreas centrais. A intervenção é vista como estratégica por impactar diretamente a rotina da população — do deslocamento diário ao fortalecimento do comércio, passando por mais segurança viária, melhor circulação e redução de custos logísticos para quem trabalha, produz e abastece no município.

De acordo com informações repassadas por Carlinhos do Rosado, secretário de Relações Institucionais, a demanda foi apresentada ao longo de 2025, em Natal, durante agendas e audiências com o Governo do Rio Grande do Norte e o DER. O objetivo, segundo ele, foi garantir que o recapeamento da RN-404 (trecho Assú–Porto do Mangue) não se limitasse à travessia da rodovia, mas atendesse diretamente a população, incorporando o trecho urbano mais utilizado no dia a dia.

A articulação, conforme a gestão municipal, contou com participação direta do prefeito Faustino, o “Dino do Povo”, e de vereadores da base governistas, que defenderam a inclusão da avenida principal e do centro no projeto. Integrada ao Programa Renova Porto, a obra consolida um passo concreto para melhorar a mobilidade e a qualidade de vida, com efeito imediato na circulação de veículos, na prestação de serviços e no ritmo da cidade.

30/12/2025

Porto do Mangue celebrou seu aniversário com um marco importante: a entrega de um novo equipamento pela gestão do prefeito Dino. A iniciativa visa aprimorar os serviços públicos e elevar a qualidade de vida dos portomanguenses.O Secretário de Saúde, Wildson Medeiros, ressaltou o reforço na saúde bucal, destacando a abordagem pragmática da administração em atender demandas essenciais. A presença unificada do prefeito Dino, da primeira-dama Edinalva Faustino e da vice-prefeita Meyrelle, dos vereadores da base como o vereador presidente Ailton de Nego Véi, Cristiane Barbosa, Juscelino Gregório, Andinho da Rua da Areia, Aclecio Santana, Alciene Rodrigues, evidenciou uma equipe alinhada e comprometida com o desenvolvimento local.A participação expressiva da população transformou a cerimônia em uma festa cívica, demonstrando o apoio popular e a esperança em serviços públicos mais eficientes. A gestão Dino, ao converter planos em realidade, entregou um “saldo positivo” em ações e gerou otimismo.Em um contexto de desafios, a capacidade de gerar aprovação popular é notável. O próximo passo é manter o ritmo, assegurando que mais serviços e equipamentos continuem beneficiando a comunidade. O primeiro e crucial passo foi dado.

URGENTE ‼️ — Decisão obriga a Prefeitura deporto do Mangue a repassar valores descontados de servidores à Caixa Econômic...
04/12/2025

URGENTE ‼️ — Decisão obriga a Prefeitura deporto do Mangue a repassar valores descontados de servidores à Caixa Econômica Federal na gestão saelista sob pena de multa diária de R$ 5 mil.

O atual prefeito, Faustino (Dino do Povo) enfrenta uma grave crise financeira, herança direta da gestão anterior. O município recebeu, nesta quarta-feira (3), a notificação de uma decisão da Justiça Federal que impõe o repasse imediato de R$ 440 mil à Caixa Econômica Federal (CEF). Este montante corresponde a valores de empréstimos consignados descontados dos salários de servidores públicos municipais em 2022, que foram retidos e não foram repassados à instituição financeira.

A prática da ex-gestão era sistemática e preocupante. Desde o final de 2022, os valores referentes às parcelas de empréstimos consignados eram devidamente descontados das folhas de pagamento dos servidores. Contudo, em vez de serem transferidos para a Caixa Econômica Federal, onde os empréstimos foram originalmente contratados, o dinheiro permanecia nos cofres municipais, sem justificativa aparente.

Diante da inércia e do descumprimento contínuo, a Caixa Econômica Federal não teve alternativa senão acionar a Justiça. Em junho de 2023, a instituição financeira protocolou uma ação na Justiça Federal para garantir o cumprimento do contrato e a recuperação dos valores devidos. A decisão judicial, agora formalizada, ordena o repasse imediato dos R$ 440 mil.

A gravidade da situação é amplificada pela penalidade imposta: a prefeitura está sujeita a uma multa diária de R$ 5 mil caso não cumpra a determinação judicial. Esta sanção adiciona uma camada de urgência e pressão sobre a atual administração, que herda o problema.

O prefeito Dino, que está em seu primeiro ano de mandato, encontra-se agora com mais uma “bomba” financeira em suas mãos. A dívida dos consignados soma-se a outros desafios orçamentários, comprometendo a capacidade de gestão e a estabilidade fiscal do município.

As consequências desta prática são amplas e severas para a cidade de Porto do Mangue. Os R$ 440 mil que agora precisam ser desembolsados representam um desfalque significativo no orçamento municipal e comprometerá compromissos.

05/11/2025

😱😨VIRALIZA VÍDEO COM DESTACANDO OS CRIMES DA GESTÃO DO EX-PREFEITO SAEL MELO E SUA TURMA.

14/10/2025

Pagamentos Suspeitos de quase meio milha de reais, R$ 418 expõem fraude grotesca com dinheiro público de Porto do Mangue.

Mais um dia, mais um escândalo de corrupção – e dessa vez, a gestão saelista em Porto do Mangue leva o troféu da ousadia. Derrotados nas eleições de 2024, os saelistas não perderam tempo: em poucos meses, torraram R$ 418.600 em supostas compras de oxigênio para a única UPA da cidade. Um valor absurdo, quase o triplo do necessário, que cheira a desvio descarado.

O vereador Juscelino Gregório, em vídeo bombástico, destrincha o “Escândalo do Oxigênio”. A vereadora Cristiane jogou luz nos primeiros repasses: R$ 120 mil em novembro e R$ 160 mil em dezembro, somando R$ 280 mil – já o dobro do consumo anual real. Mas a podridão vai mais fundo: autorizações batiam R$ 350 mil, notas fiscais R$ 380 mil, e os pagamentos confirmados explodiram para R$ 418.600. Coincidência pós-derrota? Difícil acreditar.

Comparando com a gestão atual: gastos mensais são entre R$ 13 mil e R$ 16 mil, totalizando menos de R$ 200 mil por ano. Na era saelista, o esquema fracionou tudo em 17 notas fiscais só no ano de 2024, para disfarçar. Destaque para o dia 25 de novembro de 2024 quando: quatro notas emitidas em menos de 30 minutos, das 10h05 às 10h26. “Dinheiro do povo que deveria salvar e melhorar a vida do povo não encher bolsos”, dispara Gregório. Ironia trágica: enquanto o povo foi sufocado, os corruptos ainda respiram aliviados.

Isso grita por investigação imediata.
Punho de ferro contra esses vampiros do erário.

Natal, RN – A Justiça do Rio Grande do Norte acatou, em julho deste ano, uma ação de improbidade administrativa movida p...
29/09/2025

Natal, RN – A Justiça do Rio Grande do Norte acatou, em julho deste ano, uma ação de improbidade administrativa movida pelo Ministério Público (MP) contra Hipoliton Sael Holanda Melo, ex-prefeito de Porto do Mangue, e outros cinco acusados. A decisão, da juíza Uefla Fernanda Duarte Fernandes (processo n° 0801928-34.2025.8.20.5113), coloca Sael no centro de um escândalo que aponta desvios de R$ 2,28 milhões dos cofres públicos.

A investigação do MP detalha que uma organização criminosa teria sido formada em 2017, durante o mandato de Sael Melo, para fraudar licitações e desviar recursos. O esquema, que operou entre 2017 e 2021, utilizaria empresas de fachada e contratos fraudulentos em setores como limpeza urbana, obras e serviços terceirizados, usando “laranjas” para simular legalidade.

As provas coletadas incluem cheques assinados em branco, mensagens de WhatsApp, documentos falsificados e comprovantes de despesas pessoais pagas com dinheiro público. Depoimentos confirmaram o uso de “laranjas”.

Bens não serão bloqueados, mas ação segue

Apesar das evidências, a juíza negou o pedido de bloqueio de bens dos réus. A justificativa é a reforma da Lei de Improbidade Administrativa em 2021, que exige comprovação de “risco concreto de dilapidação patrimonial”, algo que o MP não demonstrou.

Contudo, a magistrada considerou haver indícios suficientes de participação dos acusados e determinou o prosseguimento do processo. Os réus serão citados para apresentar defesa. Para Sael Holanda Melo, que já teve uma gestão conturbada, a decisão o coloca novamente no centro do debate jurídico e político. Se as acusações forem confirmadas, ele poderá responder por improbidade administrativa, enriquecimento ilícito e lesão ao patrimônio público.

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Assu, RN

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