Drive In

Drive In Eae, vamos jogar conversa fora? Sobre carro, dentro do carro e no meio do transito, o canal Drive In trás noticias e curiosidades para você =]

Muito tempo sem escrever, não existem desculpas... Vamos ao assunto: Evolução Quando criamos uma base sólida para algo a...
14/03/2017

Muito tempo sem escrever, não existem desculpas... Vamos ao assunto: Evolução
Quando criamos uma base sólida para algo a evolução depende apenas de trabalho contínuo. Quando vi o Lexus LFA e conheci o conceito por trás do carro percebi que a Lexus dizia ao mundo "queremos fazer algo muito especial". O lançamento do Lexus RCF trouxe a esperança de que o legado do especial LFA fosse mantido, mas apesar de ser um belo carro o RCF mostrou-se o oposto aos conceitos de simplicidade e esportividade do lendário LFA. Era muito grande, muito pesado e muito complicado para que fosse descendente do LFA. Ou seja, apesar de ser um belo carro nossas expectativas estavam muito elevadas... O LFA criou um padrão alto demais. Do lado da Europa a Ferrari, que ao contrário da Lexus respira carro esportivo, nos presenteava com a Ferrari F12 Berlineta. Em tempos de Ferrari 458 e no auge da Califórnia a Ferrari precisava de algo especial para, no mínimo, manter o nível, e entregou um carro que, ao contrário da Lexus com o RCF, seguia os princípios de ouro do LFA. Tanto o japonês LFA e o italiano F12 Berlineta ofereciam algo que parecia único, fruto de uma visão que buscava perfeição e a realização. Finalmente temos os descendentes diretos de ambos, e convenhamos, representam bem o papel.
O lexus lc500 é excepcional. Muito mais maduro que o LFA, e acessível. A Ferrari 812 superfast simplesmente é uma versão melhorada da Berlineta, o que já diz muito.

09/12/2015

A questão é, preciso de pneus de inverno?

A resposta sempre será: Depende.
Sabemos que uma porcentagem enorme do desempenho do carro depende muito do pneu, afinal é ele que faz a comunicação de toda a máquina com o solo e permite o uso da força motriz. Então faz sentido você dar muita atenção para essa peça fundamental do seu carro, uma vez que um bom pneu, é praticamente sinônimo de bom controle. Outra coisa importante é sempre lembrarmos que tudo que funciona tem uma temperatura ideal de funcionamento. Se vc é daqueles que gosta de ligar o carro em uma manhã fria e sair rasgando está apenas forçando seu equipamento a trabalhar de forma inadequada. Tanto o motor, quanto o câmbio e os freios possuem uma temperatura ideal para seu desempenho ótimo e isso leva um certo tempo para ser alcançado após a ignição do carro. Mas basta andar por algum tempo para todo o conjunto se estabelecer. Agora, os pneus são um caso a parte, uma vez que eles estão em contato permanente com o meio externo, apesar de ainda precisarem de uma temperatura ideal para seu melhor desempenho. Lembre-se sempre dos carros de formula 1 usando mantas térmicas para aquecer os pneus antes da corrida... não, eles não fazem isso a toa.
Engana-se então quem acredita que o pneu de inverno é preciso apenas em situações onde a pista apresenta neve ou gelo. Na verdade essas situações são extremas e muito perigosas se o pneu de inverno não estiver equipado. Mas na verdade o pneu de inverno é composto de uma borracha mais esponjosa e macia que o de verão, atingindo ótimo desempenho em temperaturas entre -7 e 7 graus, permitindo uma aderência boa em um clima onde os pneus normais estariam duros demais e pouco aderentes, inclusive com sua flexibilidade radicalmente reduzida e maiores chances de apresentarem problemas estruturais como bolhas e rachaduras.
Então abra o olho e troque os pneus não apenas em caso de neve ou gelo, mas se vc pretende dirigir em um clima congelante não vacile.Um carro de passeio médio equipado com pneus de inverno leva 27 metros para estancar em uma freada de emergência a 50 km/h em piso recoberto de neve. Com pneus normais ele leva aproximadamente 58 metros para estacionar. . Em piso comum em temperaturas de 0 graus ou piso molhado e frio os pneus de inverno seguraram o carro e o fizeram para com sete metros de vantagem! Pense nisso ^^
https://www.youtube.com/watch?v=wRjPykhLdP4

Carros no Japão, grande variedade. Ou não?Passado o deslumbramento ao qual somos submetidos sempre que conhecemos algo n...
18/11/2015

Carros no Japão, grande variedade. Ou não?
Passado o deslumbramento ao qual somos submetidos sempre que conhecemos algo novo e melhor do que estamos habituados, eu começo a olhar o mercado japonês automotivo de uma forma mais crítica. Sem dúvida aqui você tem mais opções do que no Brasil, uma vez que a gama de carros por marca é assustadora. Uma coisa, porém, que me remete muito ao mercado brasileiro é a elitização dos modelos alemães importados (leia-se Audi, BMW e Mercedes – até Volkswagen tem certo prestígio), que aliás, criam um contraste geral de forma e estilo bem grande se comparado aos carros japoneses tradicionais. Se você pensa que não vai estranhar o mercado japonês pois tem um Nissan, ou Honda, ou Toyota aí no Brasil, engana-se. Os Hondas Fit e City, os Nissans March e Tiida, e o Honda HRV (aqui no Japão chama-se Vezel) são alguns dos poucos ícones familiares para os entusiastas brasileiros. Carros mais parrudos da Mitsubishi também são familiares, e até iguaizinhos aos brasileiros, fora isso, nada mais é igual. Você pode se perguntar sobre o Corolla e o Civic, e eu vou responder que são carros japoneses feitos para o mercado estrangeiro, e isso também explica por que os achamos tão bonitos e por que não os vemos nas ruas por aqui.
O comum aqui é ser prático. Acredite, depois de um tempo aqui, percebe-se como os carros brasileiros (que não são nada brasileiros, pois vem de toda parte do mundo, menos do Brasil) são muito bonitos. Essa percepção e esse fato é simples de ser explicado: Temos poucos carros japoneses no Brasil, pois os que estão aí são os que são focados justamente no mercado estrangeiro. Os carros que são naturais aqui da terra do sol dividem-se em 2 grandes grupos: Os de baixa cilindrada, pequenos, compactos, com motores de litragem até 0.7 litros. E os comuns, como os conhecemos no Brasil. Isso cria uma gama enorme de opções que se relacionam inclusive com as taxas tributárias.
A praticidade e eficiência é levada ao extremo na categoria menor, conhecida aqui por Kei Car. O design predominante é o Box Style, que nos rende uma infinidade de carros que assemelham-se a caixas de sapato, com uma grande variação de grades e faróis, mas todos seguindo o mesmo estilo. Sem generalizar, algumas marcas sobressaem-se no estilo dos pequenos, como a Suzuki e a Daihatsu (esta última fazendo exclusivamente carros para essa categoria). E para sermos justos, damos crédito a Honda pelo excelente e esportivo S660, que apesar de entrar na categoria Kei Car, rende o desempenho de um 1.0, mas tem o tamanho aproximado de um carrinho de golf avantajado. É lindo e conversível, alias.
Na categoria acima encontra-se de tudo. Tudo mesmo. E apesar das variedades somos rodeados por grandalhões, tanto Sedans, quanto Wagons. Existem sim os esportivos menores, mais ágeis e também muito bonitos, mas seu custo obviamente será maior. Principalmente se levar em conta custo por espaço. Além disso, são mais beberrões, claro, e isso pesa muito por aqui, principalmente em se tratar de um mercado assolado por modelos híbridos supereficientes (lembre-se, estamos na terra do Prius).
Mas se você quer um carro pequeno, com design estiloso, e preço acessível, sua situação f**a um pouco complicada, por incrível que pareça. Com tantos Kei Car disponíveis, as marcas tendem a desviar o foco de carros compactos de motorização maior, e focar em Wagons e Sedans, uma vez que os Kei Car ofuscam os Hatch Backs. Não estou dizendo que f**amos sem opções, isso não existe por aqui. Mas que, talvez, o nível de estilo, tecnologia e desempenho que esperamos seja mais complicado de encontrar. Principalmente para quem está habituado ao mercado Brasileiro, onde encontramos Ford Fiesta, Renault Sandero, Ford Focus, Chevrolet Cruze Sport, Hyundai i30, Fiat Uno, Fiat Bravo, Fiat Punto, Volks Gol, Volks Up, Polo e Golf, Peugeot 308 e 208, Citroen C3 e C4... são carros bons, bonitos e eficientes.
O que vemos no mercado japonês é a possibilidade de encontrar algo jamais visto no Brasil (ou que está chegando só agora), como opções de carros em duas cores, carros cor de rosa, verdes, laranjas, todos muito completos, seguros, totalmente automáticos. Porém, muitos deles possuem exageros na quantidade de detalhes, ou na simplicidade da forma. Algumas linhas de design são claramente sobrecarregadas, outras quase transformam o carro em um “brinquedo”. E é aí que entra o contraste que comentei entre os carros alemães e os japoneses. A qualidade japonesa é indiscutível, mas a maturidade do estilo, do design e do acabamento dos carros europeus acaba se destacando. Outro dia vi um Peugeot 208 GTI passando pela rua, entre as gigantes Wagons e os pequenos Kei Car, ele brilhava como um modelo na passarela. Pode soar um exagero, afinal, reconheço a beleza da série Z da Nissan, a robustez da Subaru e o estilo do FT86 e do Honda CR-Z. Obviamente muitos carros japoneses possuem um estilo e design marcante e competente, mas a simplicidade e a beleza do carro europeu ainda se sobressaem. Tanto que em uma conversa casual comentou-se: “os alemães tem uma beleza simples, parecem carros, e ponto. Os japoneses são muito cheios de coisa, as vezes parece um brinquedo simples querendo parecer mais interessante”. Excluem-se dessa frase os clássicos, claro, e também a maioria dos carros da Lexus, que obviamente encontram-se em um nível de maturidade de design muito além da maioria que vemos por aqui.
É estranho estar em uma terra com propriedade criativa de tantos carros e encantar-se ao ver passar um Renault Lutécia. Se compararem o Renault Lutécia, ao Toyota Aqua Gs (série especial) entenderão claramente o que digo sobre simplicidade, beleza e maturidade. Alás, se compararem o Aqua, com o Aqua Gs, perceberão que o normal é mais harmonioso e elegante do que sua versão “top esportiva”. E não me entendam mal, gosto muito do Aqua e sei que é um excelente carro.
Obviamente grande parte das diferenças são de raiz cultural, outras são do próprio estilo em criar e desenvolver. Mas em meio a esse turbilhão de carros pequenos, enormes e alguns de tamanho bom, nós lapidamos algumas pedras preciosas que conseguiram colocar o conceito e o pensamento, acima do visual e da técnica e graças a isso criaram carros com uma base artística e de pensamento muito legais, mas só falaremos deles no nosso próximo encontro.

14/07/2015

Carros como nós.
Não é segredo para ninguém que eu gosto muito de carros. Gosto da forma como se movem, como administram seus recursos, da física atuando sobre eles. Gosto de saber sobre a engenharia, sobre o design e até um pouco sobre a arte em si. Gosto de ponderar sobre como serão no futuro, quais os benefícios que trarão. As vezes penso também como eles se parecem com a as vidas das pessoas. Dizem que tudo que existe ao nosso redor são espelhos que nos refletem
Carros são de todos os tipos e formas, pequenos e práticos, grandes e espaçosos, rápidos e arrojados. Alguns nascem para aguentar muita carga, outros para aguentar pouca carga. Só de olhar percebemos que parecem carros felizes ou carros bravos, tristes, curiosos, extrovertidos ou sérios. Alguns parecem desajustados e outros são mais perfeitinhos. São de todas as cores, mas a maioria tem a mesma cor. São coloridos, cinzas, pretos e brancos. Chamativos por vezes, discretos em outras vezes. Alguns fumam muito e queremos f**ar longe desses. Outros se aproximam de forma despercebida, em silêncio e com suavidade. As vezes vemos carros que parecem contornar a rua, são firmes e se movem de acordo com cada inclinação da pista. Outros são molengões e balançam suavemente de um lado para outro. Quando nos aproximamos de determinados carros nos surpreendemos com sua beleza, já outros nos decepcionamos um pouco com o acabamento, então preferimos vê-los mais de longe. Muitas vezes f**a claro quais preferem a frieza das cidades e quais sentem-se à vontade no campo.
A vida para eles é construída de rotina, sempre funcionando de forma metódica, sempre preocupados em proteger o que possuem de mais precioso em seu interior. Alguns são práticos, simplesmente saem andando. Os mais atuais fazem muitas checagens para garantir a segurança. Mover-se lentamente é o ideal para a maioria, apesar de ser muito chato para um grupo seleto, é como se eles f**assem constrangidos por não utilizarem todo o seu potencial. Para outros, porém, lhes basta o saber de que possuem potencial para ser empregado se necessário, mas o ideal é manter um ritmo moderado. Paradas periódicas para descanso e manutenção sempre são necessárias. No calor, principalmente, é importante seguir um ritmo mais lento, sempre buscando a sombra, sem exageros. O combustível deve ser limpo, sem impurezas, para não comprometer os dutos e o motor.
Até para os mais arrojados que querem seguir em um ritmo acelerado a vida impõe uma regra: tudo tem seu tempo. Se seguir rápido demais na curva terá de enfrentar a consequência. Se seguir lento demais na reta f**ará para trás. Para uns, é fácil improvisar e corrigir uma trajetória, mas para outros isso pode ser muito perigoso.
A maioria tem facilidade em se manter em um determinado ritmo, mas poucos aceleram de forma incrível. A especialidade dos mais arrojados é parar o mais rápido possível, então podem andar rápido com mais frequência.
São de diversas nacionalidades, americanos, alemães, britânicos, suecos, japoneses, coreanos, australianos, franceses, italianos cada um com sua característica e seu trejeito. Alguns rodam bastante e conhecem muitos lugares. Para outros basta curtir a vizinhança e percorrer algumas quadras. A grande maioria, porém, tem o mesmo fim. Participam de momentos de grande importância e realizam sonhos, mas acabam dragados pelo tempo, esquecidos no passado distante. Existem exceções, claro... Mitos não morrem e lendas inspiram as gerações futuras. Geração após geração, mesmo aqueles esquecidos pelo tempo podem encontrar suas linhas e características em seus descendentes.
Afinal acredito que são felizes aqueles que cumpriram com seu propósito através de façanhas que não necessariamente são grandiosas, mas únicas para a intimidade de sua existência. Aquele que foi construído para alcançar 300 km/h sabendo que dificilmente o fará, quando consegue pelo menos uma vez atinge um momento sublime. Aquele que acomoda toda uma família com segurança e a leva para uma viagem inesquecível, pelo menos uma vez, um momento de felicidade pura. Ou aquele que foi feito para deixar todos para trás ao contornar uma curva, mesmo sabendo que terá sempre um caminhão pela frente e um semáforo logo após. Se apenas uma vez contornar uma curva com os pneus gritando e chegar inteiro ao outro lado terá sido feliz, com coração acelerado enquanto percebe as faixas da pista passando veloz e a grade de segurança tão próxima que é quase impossível acreditar que não foi tocada.
A vida os fez para determinados propósitos, para determinados momentos, e eles sabem disso. Aproveitar o momento certo e utilizar seu melhor desempenho, esse é o segredo para a satisfação plena de cada um. A medida que fazem isso, na verdade, aprendem com a vida, a perceber melhor quando esse momento tão especial se aproxima. É então que devem brilhar. É então que vão, de alguma forma, cumprir com seu propósito. Nesses momentos, para muitos, eles se tornam inesquecíveis.
Obrigado aos carros, por serem exatamente como nós.
J.H. Paschoal

E no Pit Stop dessa semana conversamos um pouco sobre a nova Fiat Strada e suas três portas!! Sim, três portas!!Link par...
28/01/2015

E no Pit Stop dessa semana conversamos um pouco sobre a nova Fiat Strada e suas três portas!! Sim, três portas!!

Link para o vídeo: http://youtu.be/SydoJzzdnKU

15/01/2015

Nesse vídeo mostramos como foi o ano do canal Drive In =]

E está no ar o segundo Pit Stop do ano o/ Começamos esse ano com tudo e os impostos também  Nesse programa discutimos um...
08/01/2015

E está no ar o segundo Pit Stop do ano o/ Começamos esse ano com tudo e os impostos também Nesse programa discutimos um pouco sobre os IPVAs mais caros de 2015, afim de comprar uma Ferrari? Então prepara o bolso duas vezes oO

Link para o vídeo: http://youtu.be/8G-bll9q9VE

E no segundo Pit Stop do ano comentamos um pouco sobre os três IPVA's mais caros do Brasil. Chega a ser assustador quando você pensa o que daria para fazer c...

E não é que começamos o ano com Drive In logo na primeira semana? No primeiro Drive In do ano falamos sobre a família Sa...
07/01/2015

E não é que começamos o ano com Drive In logo na primeira semana? No primeiro Drive In do ano falamos sobre a família Sandero, conhecemos o Renault Sandero Steway por dentro e dirigimos o Renault Sandero Dynamique 1.6 e tivemos ótimas impressões do carro.

Link para o vídeo: http://youtu.be/MYQlZ4P6YQ4
Link para o texto no Blog: http://bit.ly/1tOixlk

E começamos 2015 bem, com um Drive In muito especial. Nesse programa conversamos sobre a nossa experiencia com a família Sandero, dirigimos o novo Sandero 20...

Aew o/// Primeiro Pit Stop de 2015 no ar!!! Nesse programa conversamos sobre o novo pacote de acessórios que a Ford vai ...
06/01/2015

Aew o/// Primeiro Pit Stop de 2015 no ar!!! Nesse programa conversamos sobre o novo pacote de acessórios que a Ford vai lançar para a Ecosport e também comentamos sobre o novo e lindo Honda Civic Si =]

Link para o vídeo: http://youtu.be/fvBP3NsAZLU

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Bauru, SP

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