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O premiado ator completa 62 anos - 🎬
07/01/2026

O premiado ator completa 62 anos - 🎬

Série: ChavesCriador: Roberto Gómez BolañosEmissora original: TelevisaAno: 1971 - 1989 - 📺
07/01/2026

Série: Chaves
Criador: Roberto Gómez Bolaños
Emissora original: Televisa
Ano: 1971 - 1989 - 📺

E assim foram as reações - 🤣🤣
07/01/2026

E assim foram as reações - 🤣🤣

07/01/2026

O moleque não tinha noção do perigo - 🤣

Elizabeth Hurley, nossa diaba favorita, chegou aos 60 anos assim, incrivelmente jovem e linda. Acho que o filme "Endiabr...
07/01/2026

Elizabeth Hurley, nossa diaba favorita, chegou aos 60 anos assim, incrivelmente jovem e linda.

Acho que o filme "Endiabrado" não era totalmente ficcional. 😏

Toda a trajetória de um Homem - 😅
07/01/2026

Toda a trajetória de um Homem - 😅

No início dos anos 2000, mais precisamente em fevereiro de 2000, o DVD começava a se firmar no Brasil como o sucessor na...
07/01/2026

No início dos anos 2000, mais precisamente em fevereiro de 2000, o DVD começava a se firmar no Brasil como o sucessor natural do VHS. Rapidamente, os aparelhos se tornaram mais acessíveis, novas marcas inundaram o mercado e os discos piratas passaram a dominar as bancas e feiras espalhadas pelo país.

As locadoras, acompanhando essa virada tecnológica, passaram a trocar as velhas fitas pelos discos prateados, e o hábito de assistir a filmes em DVD se popularizou de forma impressionante. Em pouco tempo, o formato deixou de ser um luxo e passou a integrar o cotidiano dos brasileiros, atravessando todas as classes sociais.

07/01/2026

Rapaz!! Que nostalgia - ❤️

Filme: Morte no Funeral Diretor: Neil LaButeAno: 2010 - 🎬
07/01/2026

Filme: Morte no Funeral
Diretor: Neil LaBute
Ano: 2010 - 🎬

O grande problema dos filmes do Predador nos últimos anos é a perda daquele sentimento constante de urgência e ameaça, q...
07/01/2026

O grande problema dos filmes do Predador nos últimos anos é a perda daquele sentimento constante de urgência e ameaça, que beirava o terror de sobrevivência. A ação sempre foi parte fundamental da franquia, mas ela funcionava melhor quando vinha acompanhada de tensão, algo que praticamente desapareceu em quase todos os filmes após Predador 2, que, apesar de ser mais expositivo, ainda mantinha esse clima de imprevisibilidade. Prey talvez tenha sido a produção que mais chegou perto de resgatar esse espírito, embora seu ato final acabe comprometendo boa parte do que havia sido construído.

Nos primeiros filmes, o Predador era mais do que um inimigo visível: era uma presença silenciosa, um caçador invisível que transformava o ambiente em uma armadilha constante. O medo vinha da espera, do desconhecido, da sensação de estar sendo observado. Com o tempo, a franquia passou a tratar a criatura como um antagonista comum, excessivamente exposto, reduzido a confrontos diretos e soluções fáceis. Quando isso acontece, o mistério se perde e com ele, a tensão.

Em Prey, essa atmosfera é reconstruída com cuidado. O filme aposta em uma abordagem mais contida, devolvendo ao Predador o papel de ameaça paciente e observadora, enquanto reforça a vulnerabilidade da protagonista e do ambiente ao seu redor. No entanto, o desfecho abandona essa lógica ao recorrer a facilidades de roteiro. Subitamente, o caçador deixa de agir com a inteligência e precisão que o definem, cometendo erros primários e até demonstrando desconhecimento sobre o funcionamento de suas próprias armas. Essa quebra de coerência enfraquece a ameaça e dilui o impacto de toda a construção anterior.

Talvez o futuro da franquia esteja justamente em voltar às origens: menos espetáculo e explicações, mais sugestão e suspense. O Predador é mais eficiente quando assusta pela presença invisível e imprevisível e não quando se transforma em apenas mais um inimigo a ser derrotado.

07/01/2026

“Ele era bailarino e também dominava as artes marciais. Provavelmente uma das pessoas mais gentis que já conheci.”

Assim Kevin Peter Hall foi lembrado por quem conviveu com ele. Por trás do Predador, um dos monstros mais icônicos da história do cinema, estava um artista que transformou movimento, postura e presença física em algo verdadeiramente inesquecível.

Com impressionantes 2,18 metros de altura, Hall deu vida ao alienígena caçador em O Predador (1987) e Predador 2 (1990). Dentro de um traje pesado e limitador, ele conseguiu criar uma figura ameaçadora, elegante e cheia de personalidade, provando que o terror do personagem vinha muito mais da atuação do que dos efeitos especiais.

Além do Predador, Kevin também participou de filmes e séries, sendo lembrado com carinho por interpretar o Pé Grande na comédia Um Hóspede do Barulho, mostrando seu lado mais leve e carismático.

Sua trajetória, infelizmente, foi interrompida cedo. Kevin Peter Hall faleceu em 1991, em decorrência de complicações causadas por uma transfusão de sangue contaminada. Ainda assim, seu impacto no cinema permanece vivo, e sua interpretação continua influenciando e inspirando gerações até hoje.

“O Silêncio dos Inocentes” (1991)Desde a sua estreia, O Silêncio dos Inocentes se consolidou como uma das obras mais inf...
06/01/2026

“O Silêncio dos Inocentes” (1991)

Desde a sua estreia, O Silêncio dos Inocentes se consolidou como uma das obras mais influentes do cinema. O filme é sustentado por atuações memoráveis, com Jodie Foster entregando uma Clarice Starling intensa, vulnerável e determinada, enquanto Anthony Hopkins redefine o conceito de vilão com seu Hannibal Lecter: frio, calculista e perturbadoramente carismático. Mesmo com pouco tempo em cena, Hopkins marcou a história do cinema e foi justamente recompensado com o Oscar de Melhor Ator.

A direção de Jonathan Demme é um dos grandes trunfos da obra. Com escolhas precisas de enquadramento e ritmo, ele constrói uma atmosfera sufocante, onde o desconforto e a tensão se instalam de forma quase silenciosa. Demme não depende de excessos visuais; seu terror nasce do olhar, da proximidade da câmera e do constante jogo psicológico entre os personagens.

O roteiro de Ted Tally, baseado no romance de Thomas Harris, é afiado e elegante. A narrativa se desenvolve de maneira envolvente, equilibrando investigação policial, drama e suspense psicológico, com diálogos que se tornaram antológicos. Cada personagem é cuidadosamente delineado, e a relação entre Clarice e Hannibal funciona como o verdadeiro coração do filme, transformando cada encontro em um duelo intelectual carregado de tensão.

Outro elemento fundamental é a trilha sonora de Howard Shore, que reforça o clima inquietante e contribui para a identidade sombria do longa. Sua música não invade a cena, mas a envolve, intensificando o suspense e a sensação de ameaça constante.

Mais do que um sucesso crítico, O Silêncio dos Inocentes deixou uma marca profunda na cultura pop, influenciando gerações de filmes e séries do gênero. Com uma combinação quase impecável de direção, roteiro, atuações e atmosfera, o longa permanece atual, perturbador e indispensável, um verdadeiro marco do suspense psicológico e da psicologia criminal no cinema.

Endereço

Belém, PA

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