16/09/2026
Os faróis de vidro foram substituídos pelos de acrílico (e posteriormente policarbonato) principalmente por redução de custos, liberdade de design, segurança e diminuição do peso dos veículos. A transição na indústria automotiva começou a se consolidar no final da década de 1990.
Embora o vidro mantivesse a transparência por décadas sem amarelar, a indústria priorizou a versatilidade, a leveza e a economia do plástico. Hoje em dia, os faróis de acrílico que sofreram desgaste podem passar por processos de recuperação e polimento para recuperar a clareza original.
Principais fatores que motivaram essa mudança:
Resistência a Detritos: O acrílico resiste melhor a impactos de pequenas pedras na estrada sem trincar ou quebrar por completo, algo que danificava facilmente as lentes de vidro.
Segurança: Em caso de colisões ou atropelamentos, o vidro se estilhaça em pedaços cortantes e perigosos. O acrílico é mais flexível, absorve melhor os impactos e não gera fragmentos pontiagudos na via.
Design e Aerodinâmica: O vidro é um material rígido e de difícil moldagem para formatos complexos. O acrílico e os plásticos injetados permitem que os designers criem faróis fluidos, que acompanham as linhas aerodinâmicas e curvas da carroceria dos carros modernos.
Custo de Produção: Produzir lentes de vidro exige altas temperaturas e longos períodos de resfriamento. O acrílico pode ser moldado por injeção em massa de forma muito mais rápida e barata.
Redução de Peso: Componentes plásticos são consideravelmente mais leves que os de vidro. Menos peso no veículo se traduz diretamente em maior eficiência de combustível e menor emissão de poluentes.
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