29/08/2026
Quando alguém se apresenta para ocupar o cargo mais importante de um país, acredito que deveríamos olhar para muito mais do que discursos, partidos e promessas.
Deveríamos conhecer a história que essa pessoa construiu antes de desejar o poder.
Augusto Cury veio de uma família humilde, estudou em escola pública, tornou-se médico psiquiatra, escritor e construiu uma trajetória que levou suas ideias sobre educação, emoções e desenvolvimento humano a milhões de pessoas.
E existe uma frase que já o ouvi dizer algumas vezes e que, para mim, merece reflexão:
“Só é digno do poder quem não precisa do poder.”
Essa frase ganha ainda mais força quando olhamos para alguém que construiu sua carreira, reconhecimento e independência financeira antes de entrar para a política.
Isso significa que devemos entregar a ele nossa confiança simplesmente por sua história?
Não.
E acredito que nem seria coerente com aquilo que ele próprio ensina sobre sermos pensadores e autores da nossa própria história.
Uma trajetória admirável não substitui propostas.
Uma boa intenção não substitui competência.
E admiração não deveria substituir consciência.
Por isso, diante de sua candidatura à Presidência, acredito que o caminho seja conhecer.
Conhecer o que ele pensa para a educação.
Para a saúde.
Para a economia.
Para a segurança.
Para o desenvolvimento do país.
Conhecer suas propostas e a viabilidade daquilo que pretende realizar.
E devemos fazer isso também com os demais candidatos.
O Brasil não precisa apenas de novos nomes.
Precisa de brasileiros dispostos a abandonar escolhas automáticas e começar a exercer o voto com mais consciência, responsabilidade e pensamento crítico.
Então decida por você.
Porque mudar o Brasil não começa apenas quando alguém chega à Presidência.
Começa também na consciência e no voto de quem escolhe quem chegará lá.