Manzuá Revista Manzuá
Mosaico Sertão Veredas - Peruaçu

Estamos em campo 🍃 Do buriti ao babaçu, a Manzuá  #5 começa a ser costurada com as mulheres da Larguinha, em Bonito de M...
08/09/2023

Estamos em campo 🍃 Do buriti ao babaçu, a Manzuá #5 começa a ser costurada com as mulheres da Larguinha, em Bonito de Minas.

Esta edição tem patrocínio do .cultural e apoio da . Em breve a gente conta mais por aqui!

"Antonina mesmo, benze de um monte de benzimento. Ela é parteira e ela benze. E boa parteira, ela. Sabe tanta reza de co...
17/01/2023

"Antonina mesmo, benze de um monte de benzimento. Ela é parteira e ela benze. E boa parteira, ela. Sabe tanta reza de cor, ela mais o marido dela. Ô povo bom pra rezar. Tudo quanto é bendito!"
Dona Pedra, sobre a querida parteira, raizeira e benzedeira Antonina, que encantou-se.
Nossa homenagem a essa mulher tão generosa e importante para as comunidades do Grande Sertão. 🌹
Ribeirão de Areia, Chapada Gaúcha/MG.
Foto de

Bom dia! São Pedro mandou o sol e a gente manda as roseiras da Vanuza, que hoje tem lançamento da Manzuá  #4!🌹 A partir ...
09/12/2021

Bom dia! São Pedro mandou o sol e a gente manda as roseiras da Vanuza, que hoje tem lançamento da Manzuá #4!

🌹 A partir das 18h30, no .cultural (R. Bernardo Guimarães, 1600)

🏵️ Revistas vendidas a R$ 30

🌻 Convidadas e convidados especiais

🌷 Venha de máscara e chegue cedo

🌼 Te esperamos com amor

📸

O Rosa e Sertão e a Manzuá abrem Edital de Bolsas destinadas a jovens mulheres com intuito de fortalecer os territórios ...
30/08/2021

O Rosa e Sertão e a Manzuá abrem Edital de Bolsas destinadas a jovens mulheres com intuito de fortalecer os territórios através da Rede de Pesquisadorxs e Comunicadorxs do Mosaico Sertão Veredas-Peruaçu.

Objetivo: Seleção de 11 bolsistas mulheres para atuarem como conhecedoras para realização de cartografias e trilha griô das águas no âmbito do projeto Ticcas Sertão Veredas-Peruaçu: Cartografia Social, Água e Feminino, coordenado pelo Instituto Rosa e Sertão nos Municípios de Chapada Gaúcha e Januária/MG.

Bolsa: Os selecionados receberão uma bolsa mensal no valor de R$404,00

Quem pode participar?

Mulher, jovem, maior de 18 anos e com no máximo 35 anos, moradora de comunidades tradicionais do corredor ecológico Vão dos Buracos (Buracos, Buraquinhos, Morro do Fogo e Barro Vermelho), Ribeirão de Areia e Carinhanha (Rio dos Bois e Retiro dos Bois) e Chapada Gaúcha (sede).

Como se inscrever?

Para se inscrever, basta mandar um whatsapp para Rebecca Lorenzetti, no número (019) 99387-2442, com: Nome + Comunidade onde reside + Idade + Ocupação atual (estuda? trabalha?). Ainda, em um áudio, fale um pouco sobre as águas da sua comunidade. De onde vem a água que você bebe? Tem rio? Vereda? Diz pra gente!

Quais são os prazos?

Inscrições: de 27 de agosto a 03 de setembro de 2021 Previsão de divulgação do resultado da seleção: 06 de Setembro de 2021

Agenda inicial: Curso Introdutório: 10/09, de 09:00 às 12:00 (obrigatório). Curso de Formação: 17 e 18/09, de 09:00 às 17:00. (obrigatório)

Tempo de duração da bolsa: 3 meses, podendo se estender por tempo igual.

O que os selecionados se comprometem a fazer?

Os selecionados se comprometem a participar da formação contínua, de forma presencial e/ou on-line, na Sede do Instituto Rosa e Sertão, no Município de Chapada Gaúcha – MG. Depois da formação, os bolsistas acompanharão as atividades cartográficas e trilhas das águas apenas nas suas comunidades de origem.

Mais informações: (019) 99387-2442, Rebecca Lorenzetti.

O Edital faz parte do projeto Ticcas Sertão Veredas – Peruaçu: Cartografia Social, Água e Feminino, realizado por meio do apoio do ISPN/PPP-ECOS. Para mais informações, parcerias e sugestões: (38) 99912-5510 (Diana Campos)

https://manzua.eco.br/site/chamado-de-bolsas-para-jovens-mulheres-de-povos-e-comunidades-tradicionais/?preview_id=1328&preview_nonce=52f7201d6d&preview=true&_thumbnail_id=1329

"Entre cantos de passarinhos formosos, uma galinha cacareja, dá seu recado – botei ovo, botei ovo, botei ovo. O galo ao ...
31/05/2021

"Entre cantos de passarinhos formosos, uma galinha cacareja, dá seu recado – botei ovo, botei ovo, botei ovo. O galo ao lado canta altivo, dono do terreiro. Nesse musical sertanejo, as meninas de gravador à tiracolo e a fotógrafa registram a prosa boa como o fruto. Num piscar de olhos e ouvidos, a gravação me transporta para a mata. A caminhada de Cassu e Antônia nas folhas secas revela a secura da estação, a trilha estala até o pé de baru".

Na matéria "Baru pra mim foi toda vida...", Monica Angela Azevedo Meyer relata sua saudade da castanha sertaneja e conta como o fruto ganhou os corações do Brasil inteiro. Leia na Manzuá #3: https://manzua.eco.br/revista/baru-pra-mim-foi-toda-vida/

📸 Kika Antunes

Seu Cassu e dona Antônia olham para a câmera de chapéu, debaixo de um pé de baru.

Escrevo esta carta para contar que quando minha filha voltou do Caminho do Sertão trouxe uma porção caprichada de baru e eu matei as saudades do Cerrado e do Sertão. Fiquei a pensar como uma semente pode trazer lembranças do rio Urucuia, rio Pandeiros, de Arinos, de Sagarana, da Serra das Arara...

"Estiva é a palavra que dá nome à comunidade mais próxima do Parque Nacional Grande Sertão Veredas, na divisa entre os e...
25/05/2021

"Estiva é a palavra que dá nome à comunidade mais próxima do Parque Nacional Grande Sertão Veredas, na divisa entre os estados de Minas Gerais e Bahia. É também o nome de uma linda vereda! Mas, para mim, Estiva é o lugar que chamo de casa.

Sou Raiane Muller, filha de Tereza Pereira de Souza. A mãe de minha mãe é Hermínia Pereira de Souza – vó Mina –, filha da Finada Alta – Altamira Pereira de Souza –, minha bisavó. Só posso começar a contar quem eu sou falando das mulheres de minha família, que são minha inspiração, desde criança. É que com elas, principalmente, aprendi que meu sonho está onde eu decidir construí-lo."

A história dessa família é contada por Raiane na matéria "Estiva: tradição e porvir no Gerais", com a colaboração de Luciana Patrícia de Morais. Leia na Manzuá #3: https://manzua.eco.br/revista/estiva-tradicao-e-porvir-no-gerais/

Foto: Kika Antunes

Dona Hermínia está em pé na porta de casa, ao lado da filha Tereza, da nora Maria e da bisneta Hananda. Uma grande árvore faz sombra no quintal à frente da fachada, onde um cachorro está deitado ao lado de uma cadeira.

Estiva é a palavra que dá nome à comunidade mais próxima do Parque Nacional Grande Sertão Veredas, na divisa entre os estados de Minas Gerais e Bahia. É também o nome de uma linda vereda! Mas, para mim, Estiva é o lugar que chamo de casa. Sou Raiane Pereira Müller, filha de Tereza Pereira d...

Maria Lúcia Agostinho é a sétima de uma família de três mulheres e quatro homens. Professora na comunidade de Água Boa I...
17/05/2021

Maria Lúcia Agostinho é a sétima de uma família de três mulheres e quatro homens. Professora na comunidade de Água Boa II, foi uma das lideranças na criação da RDS Nascentes Geraizeiras. A RDS foi criada em outubro de 2014, com uma área de mais de 38 mil hectares, abrangendo três municípios e quase 20 comunidades tradicionais.

Os moradores dessas comunidades mantêm relações de parentesco e, por 12 anos, os laços de companheirismo em defesa de suas nascentes foram mobilizados e articulados pelas mulheres. Num território em que a pilhagem do Cerrado se tornou a prática para o avanço da fronteira do agronegócio, a fé e as águas movimentaram esses corpos.

Conheça a história de criação da RDS na matéria "Nascentes Geraizeiras", de Damiana Campos, na Manzuá #3: https://manzua.eco.br/revista/nascentes-geraizeiras/

📸 Sarah Gehren

Maria Lúcia é retratada ao lado de diversos recipientes com sementes nativas. Ela usa óculos e camiseta e parece conversar com alguém que está fora do quadro.

O Gerais é um lugar que se dá em relação com a força do lugar. Um campo aberto, onde gado é criado na solta. Aprendi que Gerais é tudo que é horizonte, onde os olhos não conseguem enxergar o fim. O Gerais é diferente da terra de cultura, sendo essa próxima de onde há água, terra de cult...

Diz aí, Gerais!Estamos abrindo a roda da Manzuá e buscamos, com o edital Diz aí, Gerais!, ampliar nossa escuta sobre o t...
15/10/2020

Diz aí, Gerais!

Estamos abrindo a roda da Manzuá e buscamos, com o edital Diz aí, Gerais!, ampliar nossa escuta sobre o território. A partir do encontro dos moradores “mais velhos” e dos mais jovens, vamos saber como andam as coisas pelas comunidades, o que cada pessoa tem aprendido nestes tempos de distanciamento social, o que percebem, o que andam vendo e escutando.

Ao longo dessas semanas, a cada áudio recebido (lembrando que as inscrições foram realizadas pelo whatsapp em formato de áudio), para nós havia uma comemoração! Teve inscrição iniciada na segunda e finalizada na sexta porque o sinal da internet estava a 30 Km da casa do participante. Teve contagem regressiva pra chegada a dos últimos, a gente na torcida pra que conseguissem à tempo. Uma rede de amigos do território apoiando a feitura das inscrições, tendo até história de frango caipira em comemoração pela ajuda.

Ao final recebemos os áudios e documentos de 11 duplas e habilitamos 9.

As duplas formam uma rede, abrangendo os três núcleos do território do Mosaico. É a cidade e a roça conversando, juntos. Pai e filho, amigas, neto e avô, sobrinha e tia também.

Felizes estamos com o processo que se inicia!

https://manzua.eco.br/site/diz-gerais-saiu-o-resultado-do-nosso-edital-para-moradores-e-moradoras-do-mosaico/

Queremos saber como andam as coisas pela sua comunidade, o que vocês têm aprendido nesses tempos de distanciamento socia...
23/09/2020

Queremos saber como andam as coisas pela sua comunidade, o que vocês têm aprendido nesses tempos de distanciamento social. Como percebem esse tempo e o que vem aprendendo ou escutando nesses tempos? O edital DIZ AÍ, GERAIS está aberto para moradores e moradoras das comunidades do Mosaico Sertão Veredas - Peruaçu

03/07/2020

Instituto Rosa e Sertão apresenta
"Deixar de bater asas"

Versadeiras: Admilza Rodrigues Pereira Amorim – Dona Lita (Ribeirão de Areia), Anézia Pereira Gois (Comunidade de Buracos), Levina Vieira dos Santos (Retiro dos Bois) e Lindaura Gonçalves Rocha - Dona Lili (Ribeirão de Areia)
Direção remota: Lili Fialho
Argumento: Marcela Bertelli
Produção de campo: Diana Campos
Fotografia: João Gabriel Coura
Assistência e captação de áudio: Lucas Emanuel
Produção remota: Monique Rocco
Montagem: Carlos Cecconelo
Trilha sonora: Apollo
Agradecimento a todos do Instituto Galo da Manhã e ao projeto Acorda pela linda parceria!

Nutrir: prover(-se) de alimento, de substâncias nutritivas; alimentar(-se); ser o alimento de.Geraizeiros, vazanteiros, ...
15/05/2020

Nutrir: prover(-se) de alimento, de substâncias nutritivas; alimentar(-se); ser o alimento de.
Geraizeiros, vazanteiros, veredeiros, extravistas, quilombolas, indígenas. Na maioria das vezes, essas nomenclaturas mesclam-se, não se distinguem e não se separam por cercas ou limites geográficos, e fazem parte de um mesmo mosaico de povos e comunidades tradicionais na região do Grande Sertão Veredas até o Vale do Peruaçu, no norte de Minas Gerais e trijunção com os estados da Bahia e de Goiás.
No território, a cultura alimentar sobrevive na memória coletiva, no afeto e nas formas de reciprocidade, sistemas de trocas e de produção a partir da potente relação entre o quintal e o Cerrado. Contudo, necessita de itens do comércio com as cidades, adquiridos sobretudo com renda da agricultura familiar, da venda de artesanato e do turismo de base comunitária, em composição com o recebimento de aposentadorias e do bolsa-família.
Com a pandemia de Covid-19, as famílias já não podem circular no território para comercializar sua produção, seja de alimentos ou de artesanato, além de deixarem de receber renda advinda do turismo comunitário em torno dos Parques (em especial o Parque Nacional Grande Sertão Veredas e o Parque Nacional Cavernas do Peruaçu).
Além disso, faltam produtos de limpeza e de segurança pessoal para proteger os moradores, além de circularem informações falsas que mais amedrontam do que auxiliam na proteção contra o vírus.
A campanha Nutre Sertão Veredas visa suprir parte da demanda alimentar de 25 comunidades tradicionais no território, abrangendo cerca de 250 famílias, além fornecer itens de limpeza, máscaras de proteção individual, orientação e informações seguras a partir das diretrizes dos órgãos de saúde.
Além de montar certas com itens não perecíveis, vamos trabalhar com produtos da agricultura familiar, fazendo circular a produção local, preservando o movimento de reciprocidade que caracteriza o território e o protagonismo de seus habitantes. Nas cestas, vai junto um exemplar da Manzuá, nossa revista do coração, e material de arte para as crianças. As informações estão sendo produzidas e compartilhadas por meio da rede de jovens educomunicadores do território, que atuam pela narrativa da abundância e do afeto, com podcasts, vídeos e mensagens que circulam fácil pelas redes e alcançam mais regiões, inclusive para além do território do Mosaico.
Tudo para proteger, ajudar as pessoas a permanecerem em casa e nutri-las de alimentos e companhia, seguindo as condições de necessário distanciamento social.

Para conhecer: https://manzua.eco.br/site/nutre-sertao-veredas/

Foto: Casa de dona Erminda, comunidade Estiva, beira do rio Carinhanha. Chapada Gaúcha/MG
Créditos: Marcela Bertelli

Endereço

Bonito De Minas, MG

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