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Studio Web Rádio Studio Web Radio Borborema SP Brasil inaugurada em 06 de janeiro de 2018

11/05/2026
SERA QUE ELES PENSA NO POBRE MESMO, SERÁ
11/05/2026

SERA QUE ELES PENSA NO POBRE MESMO, SERÁ

No Brasil, você paga imposto em praticamente tudo:
na luz, no café, no salário, no celular, no combustível… até quando investe.

É um sistema que penaliza quem trabalha, empreende e produz.

Enquanto isso, o governo segue aumentando gastos, criando novos tributos e pressionando ainda mais o bolso da população.

O resultado é um país onde: o cidadão corre atrás… e o Estado corre atrás dele.

Não é só sobre imposto. É sobre excesso de carga, falta de retorno e uma máquina pública que cresce sem parar.

O brasileiro não aguenta mais pagar tanto e receber tão pouco.

Menos peso no bolso.
Mais respeito com quem sustenta esse país. 🇧🇷💰

AI VEM AGORA EM 2026  DO GOVERNO DO AMOR,O DESENROLA 2  AGORA VAI DEIXAR MAIS DE 100 MILHÕES DE ENDIVIDAMENTO ATÉ FINAL ...
10/05/2026

AI VEM AGORA EM 2026 DO GOVERNO DO AMOR,
O DESENROLA 2 AGORA VAI DEIXAR MAIS DE 100 MILHÕES DE ENDIVIDAMENTO ATÉ FINAL DO MANDATO.

10/05/2026

ONDE O PT GOVERNA NÃOD A CERTO
PIOR GOVERNADOR DO MARANHÃO

BRASIL O UNICO QUE PAGA IMPOSTO ATÉ DO SOL PAGAMOS IMPOSTOS DAQUILO QUE JA PAGAMOS IMPOSTOS.
10/05/2026

BRASIL O UNICO QUE PAGA IMPOSTO ATÉ DO SOL
PAGAMOS IMPOSTOS DAQUILO QUE JA PAGAMOS IMPOSTOS.

As negociações comerciais entre as duas maiores economias das Américas foram marcadas por novos embates tarifários e divergências sobre políticas de arrecadação. O presidente norte-americano, Donald Trump, manifestou publicamente seu descontentamento com a carga tributária incidente sobre produtos estrangeiros em território brasileiro. Em suas declarações, o líder dos Estados Unidos classificou o país como um "grande gerador de impostos" e defendeu a adoção de medidas de reciprocidade, o que poderia resultar na aplicação de barreiras compensatórias contra exportações brasileiras como forma de equilibrar a balança comercial.

A crítica do governo norte-americano concentrou-se no impacto do chamado "Custo Brasil", termo que abrange a complexidade burocrática, os juros elevados e os entraves logísticos que dificultam a entrada de mercadorias estrangeiras no mercado nacional. Setores estratégicos, como o de tecnologia, máquinas industriais, proteínas animais e o setor de combustíveis renováveis, foram citados como áreas onde as barreiras comerciais seriam mais acentuadas. Segundo a visão da Casa Branca, o atual modelo tributário brasileiro prejudica a competitividade de empresas externas e desestimula a expansão de investimentos bilaterais.

Em contrapartida, o governo brasileiro refutou as acusações de protecionismo excessivo, argumentando que os dados apresentados pela administração norte-americana estariam superestimados. O presidente Luiz Inácio Lula da Silva sustentou que a média tarifária praticada pelo país é consideravelmente inferior aos números divulgados pelos Estados Unidos. Para evitar que o impasse escale para uma disputa comercial mais severa, a diplomacia brasileira sugeriu a criação de um comitê técnico bilateral. Esse grupo de trabalho teria a missão de realizar um levantamento detalhado das alíquotas e buscar soluções negociadas para harmonizar as trocas econômicas, priorizando setores sensíveis como segurança e minerais estratégicos, enquanto buscam manter a estabilidade no diálogo pessoal entre os mandatários.

TA DE GRAÇA BARATO DI MAIS O MASCOTE DA URNA.
09/05/2026

TA DE GRAÇA BARATO DI MAIS O MASCOTE DA URNA.

O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) apresentou a mascote Pilili, nesta segunda-feira (4.mai.2026), durante a cerimônia que marcou os 30 anos da urna eletrônica. A personagem viralizou nas redes sociais em poucas horas. Junto com os memes, veio uma pergunta que circulou rápido: quanto custa essa campanha? 

A Octopus Comunicação é a agência responsável pela mascote. A agência possui um contrato de R$ 6 milhões/ano com o TSE para serviços de publicidade.

Em 2026, o TSE já empenhou R$ 5,4 milhões para pagamentos à agência. A Pilili é ap***s uma das peças produzidas dentro desse contrato.

09/05/2026

ESTUDANTES QUEBRA GRADES E INVADIRAM O PRÉDIO DA REITORIA DA USP.
A invasão aconteceu durante um protesto dos alunos, que estão em greve há três semanas.
ATÉ O MOMENTO NINGUEM FOI PRESO
https://www.facebook.com/watch/?v=1361291802502952

ESSES DEPUTADOS VOTARAM CONTRA O AUMENTO DE PENS PARA ESTUPR*DORES https://www.facebook.com/photo/?fbid=1521743896190569...
08/05/2026

ESSES DEPUTADOS VOTARAM CONTRA O AUMENTO DE PENS PARA ESTUPR*DORES
https://www.facebook.com/photo/?fbid=1521743896190569&set=a.723237622707871

ANOTOU? A discussão sobre o endurecimento de p***s para cr1mes de est*pro voltou ao centro do debate político após a circulação de uma lista de parlamentares que não assinaram um projeto de lei com esse objetivo. O tema, por si só, já desperta forte reação da população, especialmente por envolver um crime que causa impactos profundos e duradouros nas vítimas.

A proposta em questão buscava aumentar as punições para estupr*dores, dentro de uma lógica de maior rigor penal. Para muitos, trata-se de uma resposta necessária diante da gravidade desse tipo de crime, que vai além do físico e atinge diretamente a dignidade humana.

No entanto, a divulgação dos nomes de deputados que não aderiram à proposta gerou indignação em parte da sociedade. Nas redes sociais, usuários passaram a questionar os motivos que levaram esses parlamentares a não apoiarem o projeto.

Entre os pontos que mais chamaram atenção está a presença de mulheres na lista, além de uma representante trans que ocupa posição de destaque em uma comissão voltada a pautas femininas na condição de presidente. Esse fato ampliou ainda mais a repercussão.

Críticos apontam uma possível incoerência entre discursos públicos e decisões práticas. Segundo essas análises, parlamentares que frequentemente se posicionam contra a violênc1a acabam sendo cobrados quando não apoiam medidas punitivas mais duras.

Por outro lado, especialistas em direito e política lembram que a assinatura de um projeto não é o único caminho para demonstrar posicionamento. Existem diferentes formas de atuação legislativa, incluindo debates, emendas e votações posteriores.

Também é importante considerar que projetos de lei passam por análises técnicas e jurídicas. Alguns parlamentares podem deixar de assinar propostas por discordarem de pontos específicos do texto, e não necessariamente do objetivo geral.

Ainda assim, a percepção popular muitas vezes não acompanha essas nuances. Para quem está fora do ambiente legislativo, a ausência de apoio pode ser interpretada como falta de compromisso com o combate ao crime, especialmente para as vítimas e seus familiares.

O tema ganha ainda mais força quando se observa a realidade enfrentada por vítimas de violência s3xual. Muitas cobram respostas mais firmes do Estado, incluindo punições mais severas para os agressores.

Dentro de uma visão mais conservadora, há uma defesa clara de endurecimento das leis como forma de proteger a sociedade e reafirmar valores considerados fundamentais, como respeito à vida e à integridade.

Essa linha de pensamento entende que crimes graves devem ser tratados com máxima seriedade, inclusive como forma de desestimular novas ocorrências.

Por outro lado, há correntes que defendem que o combate ao estupro não se resume ao aumento de p***s. Para esses grupos, políticas de prevenção, educação e apoio às vítimas também são essenciais.

O debate, portanto, não é simples. Ele envolve diferentes visões sobre segurança pública, justiça criminal e o papel do Estado na proteção dos cidadãos.

Outro ponto que surge é o impacto político dessas decisões. Em um cenário cada vez mais polarizado, cada posicionamento acaba sendo interpretado dentro de um contexto maior de disputas ideológicas.

A cobrança por coerência entre discurso e prática é comum na política. Eleitores tendem a observar não ap***s o que é dito, mas também como cada representante age em momentos decisivos.

A proteção das vítimas deve permanecer no centro da discussão, independentemente de posicionamentos políticos ou ideológicos. A sociedade não aguenta mais tanta violênci4.

No fim das contas, o episódio evidencia um ponto crucial: a sociedade espera respostas concretas quando o assunto é segurança e justiça. E, diante de temas tão sensíveis, cada decisão tomada no ambiente político tende a ser observada com atenção redobrada...ver mais

VOCÈ ACHA CERTO NOSSO DINHEIRO FINANCIAR OBRAS EM OUTROS PAÍZES.AINDA BEM QUE ELES NÃO DÃO CALOTE NÉ NO BRASIL.
08/05/2026

VOCÈ ACHA CERTO NOSSO DINHEIRO FINANCIAR OBRAS EM OUTROS PAÍZES.
AINDA BEM QUE ELES NÃO DÃO CALOTE NÉ NO BRASIL.

O governo federal sancionou uma nova legislação que regulamenta e autoriza a retomada do financiamento de projetos de infraestrutura no exterior com suporte do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES). A medida visa reinserir empresas brasileiras de engenharia e serviços no mercado internacional, permitindo a participação em grandes obras globais mediante o uso de linhas de crédito estatal voltadas à exportação. Historicamente, este modelo de fomento apresentou forte atuação em mercados na África e na América Latina, movimentando volumes expressivos de capital.

A nova normativa surge em um contexto de debate sobre a gestão de riscos e a aplicação de recursos públicos fora do território nacional. A experiência de ciclos anteriores, marcados por episódios de inadimplência em contratos com nações como Cuba e Venezuela, gerou passivos que precisaram ser honrados pelo Tesouro Nacional. Diante desse histórico, o texto atual introduz critérios de controle mais severos, incluindo a obrigatoriedade de transparência nos contratos e a vedação expressa de novos créditos para países devedores, salvo em situações de repactuação formal de débitos.

Enquanto setores da administração defendem que o incentivo fortalece a cadeia produtiva nacional e amplia a influência geopolítica e econômica do Brasil, críticos à medida levantam preocupações de ordem fiscal. O argumento contrário sustenta que a prioridade orçamentária deveria ser voltada ao suprimento das demandas internas de infraestrutura e serviços básicos. No entanto, a gestão federal reitera que a exportação de serviços de engenharia atua como indutor do crescimento econômico, gerando postos de trabalho e impulsionando o consumo de insumos produzidos pela indústria brasileira.

07/05/2026

O Brasil registrou uma vítima de feminicídio a cada 5 horas e 25 minutos no primeiro trimestre de 2026. Dados divulgados pelo Ministério da Justiça e Segurança Pública apontam que 399 mulheres foram assassinadas entre os meses de janeiro e março deste ano.

O número representa o maior já registrado para o período desde o início do monitoramento, em 2015. Em comparação com o primeiro trimestre de 2025, houve aumento de 7,55% nos casos.

Há dez anos, o país contabilizava 125 vítimas de feminicídio nos três primeiros meses do ano. Desde então, os índices cresceram de forma contínua, superando inclusive os picos registrados em 2022, com 372 vítimas, e em 2024, com 384 casos.

Os dados fazem parte do Sistema Nacional de Informações de Segurança Pública (Sinesp) e são compilados com informações enviadas pelos estados, Distrito Federal, Polícia Federal e Polícia Rodoviária Federal.

Janeiro foi o mês mais violento do trimestre, com 142 vítimas registradas. Em fevereiro, foram contabilizados 123 casos, enquanto março voltou a apresentar alta, com 134 feminicídios.

O estado de São Paulo lidera o ranking nacional em números absolutos, com 86 vítimas no período. Em seguida aparecem Minas Gerais, com 42 casos, Paraná (33), Bahia (25) e Rio Grande do Sul (24).

Ap***s Acre e Roraima não registraram ocorrências de feminicídio nos três primeiros meses de 2026.

Em 2025, o Brasil já havia batido recorde anual da série histórica, com 1.470 feminicídios registrados ao longo do ano, superando a marca anterior de 1.464 casos registrada em 2024.

Endereço

Borborema, SP
14955000

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