Banca do Gibi

Banca do Gibi De Colecionador para Colecionador. Quadrinhos, mangás, revistas e coleções completas! Acesse o site através de nosso link na bio

BIOGRAFIA DA BANCA DO GIBI

Henrique Ávila vem atuando no mercado de publicações a pelo menos 22 anos. Desde garoto já lia e colecionava HQs, tanto que seu primeiro emprego foi numa banca de revistas em Barão Geraldo. Nos 6 anos que trabalhou na banca, adquiriu experiência na comercialização de revistas e afins, com foco nas histórias em quadrinhos. Seu conhecimento das HQs aliada a prática n

as vendas, lhe permitiu o tino comercial para solicitar mais exemplares da distribuidora e até mesmo comprar títulos que sempre tiveram suas vendas esgotadas. Passou então a comprar revistas usadas e vende-las na banca, acertando uma porcentagem com o seu empregador. Até auxiliou numa feira de quadrinhos da banca como parte de um evento maior que teve a visita do artista Lourenço Mutarelli a cidade de Campinas e a banca de revistas. Infelizmente no fim de 2003 seu pai veio a falecer, o que acarretou na sua saída do emprego para ajudar nos afazeres domésticos e cuidados do seu irmão com síndrome de Down. Com as semanas dedicadas ao seu irmão, teve a ideia de participar de uma feira quinzenal. Então em meados de 2004, por ter uma variedade de títulos em estoque, passou a montar uma banca numa feira de colecionismo no centro de Campinas, daí o nome Banca do Gibi. Com a regularização da feira todos os sábados, a banca tornou-se ponto de encontro e debates entre os colecionadores de Campinas. A Banca do Gibi também esteve envolvida na administração de um grupo de colecionadores em sua estadia na feira. Como parte do circulo interno, Henrique auxiliou na publicação de um fanzine e ministrou reuniões mensais realizadas nas dependências do McDonald's por cerca de 2 anos, para falar de quadrinhos. Em meados de 2006 passou a trabalhar num sebo de livros usados em Barão Geraldo e adquiriu maior experiência e conhecimento, e continuou atuando na feira aos sábados. Nos 5 anos realizando feira, a Banca do Gibi promoveu a interação e o colecionismo numa época em que a cidade estava sem nenhum estabelecimento dedicado exclusivamente ao gênero de histórias em quadrinhos. Hoje em dia, Campinas já conta com 4 locais, onde os proprietários de 3 deles já tiveram interações com a Banca na época da feira. No fim de 2008, Henrique resolver dar um tempo no meio e se dedicar novamente a família. Na época, deixou o estoque consignado com dois colaboradores que continuaram a fazer a feira, mas sob outro nome. Depois de casar em meados de 2009, diminuiu o seu envolvimento no ramo de vendas de HQs, mas sempre manteve acesa a chama e o amor pelos quadrinhos ao realizar pequenas vendas pela internet através de uma plataforma de compras e vendas. No fim de 2012, participou na realização de um evento de quadrinhos junto com seus antigos colaboradores da feira. O evento foi um sucesso, porém devido a divergências de pensamento, Henrique resolver romper com os colaboradores ao recolher o restante das revistas que ainda havia consignado com eles. No ano de 2013, ao voltar a trabalhar no sebo de livros, a vontade de se envolver ativamente com os quadrinhos ressurgiu. Auxiliado por sua esposa na época, montou o Troca Nerd, um evento de compra, venda e troca entre colecionadores na área externa das dependências do sebo de livros usados. Com o retorno positivo do evento, ajudado por sua companheira na época, criou o site da Banca do Gibi com o acervo de revistas cadastrados on-line para todo o Brasil. Em setembro de 2019, conseguiu finalmente montar uma loja física da Banca do Gibi no centro de Campinas, e além das vendas passou a promover a exposição e encontros de artistas nacionais com o publico. Devido a pandemia, a Banca do Gibi precisou encerrar a loja física, mas continua firme e forte com seu site aberto desde 2014, e interagindo com o publico através de postagens relacionadas as HQs em suas redes sociais.

JULIUS SCHWARTZ no Memorial do GibiJulius "Julie" Schwartz nascido dia 19 de junho de 1915 foi um agente literário e mai...
19/06/2026

JULIUS SCHWARTZ no Memorial do Gibi

Julius "Julie" Schwartz nascido dia 19 de junho de 1915 foi um agente literário e mais conhecido como editor de histórias em quadrinhos da DC Comics e arquiteto da Era de Prata com a co-criação do Flash.

Ele começou sua carreira cedo, em 1930, com apenas 15 anos, editando, junto com Mort Weisinger (que, assim como Schwartz, também foi, durante anos, editor da DC Comics), o fanzine de ficção científica The Time Traveler, que foi precursor de muitas outras publicações do gênero.

Schwartz foi agente literário de ficção científica e fã proeminente de nomes como Alfred Bester, Ray Bradbury e H. P. Lovecraft. Trabalhou para a All-American Comics, antes que esta editora fosse incorporada à National Comics (que viria a se tornar a DC).

Segundo Schwartz, ele nunca havia lido uma revista em quadrinhos antes de ser contratado pela editora All-American. Leu seu primeiro gibi no metrô, indo para a entrevista, e foi contratado por compreender tão bem quais os pontos fortes de uma história. No final dos anos 40, Schwartz já estava atuando como editor, supervisionando revistas que a National Comics havia adquirido da All-American, como Lanterna Verde (Green Lantern) e Sociedade da Justiça da América (The Justice Society of America).

Quando os super-heróis estiveram em baixa, na década de 1950, trabalhou com outros gêneros, como o faroeste e a ficção. Em 1956, num dos piores momentos dos quadrinhos americanos, em função do ataque à indústria por políticos e psiquiatras (que desejavam banir as revistas de crime e horror), Schwartz foi incumbido de revitalizar um personagem editado por ele nos anos 40, o Flash. Ali foi o início da conhecida Era de Prata nas histórias em quadrinhos.

O Flash de Schwartz e Robert Kanigher apareceu pela primeira vez, com desenhos de Carmine Infantine, na revista Showcase n° 4, uma revista idealizada pelo diretor editorial, Irwin Donenfeld, para se testar novos conceitos antes de arriscar, naqueles tempos difíceis, um novo título mensal.

Com o sucesso, vieram outros personagens revitalizados seguindo agora uma linha de ficção cientifica, Lanterna Verde, Gavião Negro, Eléktron e a Liga da Justiça e não demorou muito para que os super-heróis voltassem a ser o principal gênero dos quadrinhos americanos.

Reza a lenda que o estopim para a criação do Quarteto Fantástico, da Marvel, foi uma conversa entre o editor da DC, Jack Liebowitz, e Martin Goodman, proprietário da Marvel, em 1961, durante um jogo de golfe, no qual Liebowitz se vangloriava das vendas da Liga da Justiça, editada por Schwartz.

Nos anos 80, ainda achou tempo para editar uma série de graphic novels baseadas no trabalho de autores de ficção-científica, como Larry Niven e Ray Bradbury. Em 2000, ele publicou sua autobiografia, Man of Two Worlds: My Life in Science Fiction and Comics, em coautoria com Brian Thomsen. Ele permaneceu um " embaixador da boa vontade " da DC Comics e Editor Emérito até sua morte aos 88 anos em 2004. Postagem criada por: Henrique Avila (Proprietário da Banca do Gibi)

Parabéns para ADRIANA MELO!A brasileira Adriana Melo nascida em São Paulo em 19 de junho de 1976 é uma desenhista de his...
19/06/2026

Parabéns para ADRIANA MELO!

A brasileira Adriana Melo nascida em São Paulo em 19 de junho de 1976 é uma desenhista de histórias em quadrinhos conhecida por Ms. Marvel e Witchblade.

Quando criança, ela tinha mais interesse em criar obras de arte e ja queria ser uma desenhista. Aos 16 anos, durante o curso técnico de desenho no ensino médio, Adriana teve uma de suas primeiras experiências com o desenho de imagens em quadrinhos. Ela desenhou uma reprodução colorida de uma cena de "A morte do Superman". A busca no campo da criação de histórias em quadrinhos deu a oportunidade de combinar duas áreas de estudo de que ela gostava: o estudo da figura humana e os quadrinhos.

Seu primeiro trabalho foi em edições especiais para a LucasArts, que produziu a série de revistas Start Wars: Empire, onde ela trabalhou com Ron Marz. Ao mesmo tempo, ela também trabalhou na minissérie da DC Comics Rose & Thorn, e contribuiu com artes e capas de Aves de Rapina (Birds of Prey) de Gail Simone.

O reconhecimento veio quando passou a desenhar a hq Witchblade, com Ron Marz com a personagem Danielle Baptiste. Durante esse periodo, Adriana se tornou a primeira mulher a desenhar o Justiceiro no crossover Witchblade/The Punisher.

Outros trabalhos incluem: Sinestro Corps Special: Parallax, Ms. Marvel, Jackpot, uma minissérie do Homem-Borracha, uma de As Fúrias Femininas assim como uma de Arlequina & Hera Venenosa. Adriana também colaborou com a antologia Puerto Rico Strong, vencedora do prêmio Eisner de melhor antologia de 2019. Postagem criada por: Henrique Avila (Proprietário da Banca do Gibi).

ROBERT KANIGHER no Memorial do GibiRobert Kanigher nascido 18 de junho de 1915 foi um editor e escritor de histórias em ...
18/06/2026

ROBERT KANIGHER no Memorial do Gibi

Robert Kanigher nascido 18 de junho de 1915 foi um editor e escritor de histórias em quadrinhos mais conhecido por criar vários super-heróis na DC Comics.

Sua carreira como escritor começou cedo aos 18-19 anos, com seus contos e poesias sendo publicados em revistas. Depois Kanigher ingressou na All-American Comics, uma precursora da futura DC Comics, como roteirista em 1945, e foi rapidamente promovido a editor. Ali escreveu Sociedade da Justiça da America em All Star Comics, Gavião Negro e Lanterna Verde (Alan Scott).

Um ano após a morte do criador da Mulher Maravilha em 1947, Kanigher também se tornou o escritor do título e seguiu escrevendo por 20 anos (1948-1968), onde criou a amazona africana Núbia, além de ter co-criado a Canário Negro ao lado de Carmine Infantino em Flash Comics.

A partir de 1952, Kanigher começou a editar e escrever os "cinco grandes" títulos de guerra da DC Comics: GI Combat, Our Army at War, Our Fighting Forces, All-American Men of War e Star Spangled War Stories. Com Joe Kubert, Kanigher criou o Sargento Rock junto com a Companhia Moleza que estreou oficialmente em Our Army at War n° 81 (1959) e baseou as cenas de ação nos filmes de guerra estrelados por John Wayne.

O sucesso do Sargento Rock fez com que Kanigher viesse com mais personagens do gênero e surgiram assim as histórias consagradas de: O Tanque Mal-Assombrado (1961), Ás Inimigo (1965), O Soldado Desconhecido (1966) e Os Perdedores (1970). Outra inovação foi a fusão de quadrinhos de guerra com ficção científica em "A Guerra que o Tempo Esqueceu", uma série criada por Kanigher e Ross Andru em Star Spangled War Stories n° 90 (mai/1960).

Fora do gênero guerra, foi responsável pelo inicio da Era de Prata nos quadrinhos ao criar um novo Flash em Showcase nº 4 (out/1956). O sucesso anunciou o retorno dos super-heróis, que dessa vez tiveram suas origens mais calcadas na ficção cientifica. Kanigher seria também responsável por co-criar a versão original do Esquadrão Suicida em The Brave and the Bold n° 25 (set/1959), o Dr. Will Magnus e seus Homens Metálicos (1962) e pela supervilã Hera Venenosa. O escritor faleceu em 7 de maio de 2002 aos 86 anos. Postagem criada por: Henrique Avila (Proprietário da Banca do Gibi)

MARK GRUENWALD no Memorial do GibiMark Eugene Gruenwald nascido em 18 junho de 1953 foi um desenhista ocasional, editor ...
18/06/2026

MARK GRUENWALD no Memorial do Gibi

Mark Eugene Gruenwald nascido em 18 junho de 1953 foi um desenhista ocasional, editor e escritor de histórias em quadrinhos mais conhecido por fase em Capitão América e Esquadrão Supremo.

Ele começou no fandom de quadrinhos, publicando seu próprio fanzine, o Omniverse, que explorava o conceito de continuidade. Contratado inicialmente como editor assistente na Marvel em 1978, Mark foi promovido a editor integral pelo editor-chefe Jim Shooter em 1982, colocando ele no comando de títulos de peso como: Os Vingadores, Capitão América, Homem de Ferro, Thor, Mulher-Aranha e What If.

Além de editor, Mark também foi desenhista e escritor, muito lembrado pela sua fase de dez anos (de 1985 a 1995) a frente das histórias do Capitão América, onde inclusive criou o Superpatriota, vulgo John F. Walker que depois assumiu por um breve tempo o manto de Capitão América e depois se tornou o Agente Americano, que teve uma minissérie escrita por Mark. Responsável por aumentar o hall de vilões do bandeiroso, principalmente na Sociedade da Serpente, ele também criou o vilão Ossos Cruzados.

Em 1982, Gruenwald, Steven Grant e Bill Mantlo co-escreveram o Torneio de Campeões, a primeira minissérie publicada pela Marvel. Ele também ficou conhecido por criar e escrever o Manual Oficial do Universo Marvel, escrever toda a série do super-herói Quasar (1989-1994), A Saga do Projeto Pegasus com o Coisa nas revistas Marvel Two-in-One e uma minissérie do Gavião Arqueiro.

No entanto, Mark considerou como sua obra-prima a maxissérie Esquadrão Supremo (1985-86), que contava a história de um universo alternativo onde um grupo de super-heróis bem-intencionados decidem que seriam os mais adequados para governar o planeta. Soa familiar?

Em setembro de 1987, Gruenwald se tornou o editor executivo da Marvel, com a missão particular de mantenedor da continuidade, pois ele era famoso por ter uma lembrança perfeita até dos detalhes mais triviais do que acontecia nas revistas. Tanto que depois o escritor Walt Simonson criou a Autoridade de Variância de Tempo nas paginas de Thor, e prestou homenagem a Gruenwald, ao criar o personagem Mobius M. Mobius com as feições do editor em Fantastic Four n° 353 (Jun-1991), personagem que também tinha a tarefa de regular a continuidade, no caso, do Multiverso Marvel.

Em 1996, Gruenwald sucumbiu a um ataque cardíaco e como um amante de quadrinhos de longa data, ele deixou conhecido entre seus amigos e familiares que seu único desejo era que suas cinzas fossem usadas como parte de um quadrinho. De acordo com seu pedido, ele foi cremado e suas cinzas foram misturadas com a tinta de impressão da compilação do Esquadrão Supremo de 1997, eternizando-o assim nas bibliotecas particulares dos leitores. Postagem criada por: Henrique Avila (Proprietário da Banca do Gibi)

Parabéns para ALAN DAVIS!Alan Davis nascido dia 18 de junho de 1956 é um escritor e desenhista inglês de histórias em qu...
18/06/2026

Parabéns para ALAN DAVIS!

Alan Davis nascido dia 18 de junho de 1956 é um escritor e desenhista inglês de histórias em quadrinhos mais lembrado por suas colaborações nos títulos dos X-Men e Excalibur.

Ele começou sua carreira nos quadrinhos em um fanzine inglês e sua grande chance foi desenhar a renovada história do Capitão Grã-Bretanha em Marvel Superheroes UK (1981). Na época, ele trabalhava em tempo integral em um depósito em Corby, fazendo carregamento de caminhões e não tinha interesse em seguir carreira em quadrinhos, pois considerava o desenho apenas um hobby.

Ainda bem que depois ele continuou a desenhar e se juntou a Alan Moore nas séries DR e Quinch para 2000AD e mais tarde substituiu Garry Leach em Miracleman na revista Warrior. Em 1985, Davis passou a produzir para os Estados Unidos, quando foi contratado pela DC Comics para desenhar Batman and the Outsiders n° 22-36 (1985-86) , escrito por Mike W. Barr.

Seu trabalho se provou popular o suficiente para começar a desenhar Batman em Detective Comics (1986), ainda com Mike W. Barr escrevendo. Durante o enredo de Batman: Ano Dois, Davis encontrou dificuldades com seu editor e saiu após a primeira edição. Ele só voltaria em 1991, quando se reuniu novamente com o Mike W. Barr para desenhar a sequência de Ano Dois, Batman: Full Circle.

Então Davis aceitou uma oferta da Marvel para desenhar Uncanny X-Men do escritor Chris Claremont e depois a dupla lançaria a série mensal Excalibur desenhada por Davis, que depois chegou a escrever algumas histórias. Em 1994, ele criou sua séria autoral ClãDestino com personagens originais no Universo Marvel, que apresentava uma família de super-humanos britânicos de vida longa e com poderes mágicos.

Durante grande parte da década de 1990, Davis desenhou muitos dos principais personagens e títulos da Marvel e da DC Comics, incluindo Quarteto Fantastico, Liga da Justiça em LJA: O Prego e Vingadores. Ele também foi contratado para escrever as duas séries principais dos X-Men em 1999 (fornecendo arte para os X-Men também), que saiu no ano seguinte.

A partir dos anos 2000, Davis escreveu e desenhou LJA: Outro Prego (2004) e a minissérie Quarteto Fantastico: O Fim (2007). Seus trabalhos mais recentes são a Quadrilogia Thanos (2016-2018-2019), uma história com Roy Thomas em 2019 para duas edições de The Savage Sword of Conan (n° 10-11, volume 2), uma aventura dos Vingadores com os Defensores na minissérie Tarô (2020) e Vingadores: Guerra Através do Tempo com Paul Levitz. Postagem criada por: Henrique Avila (Proprietário da Banca do Gibi)

Felicitações para MARJORIE LIU!Marjorie M. Liu nascida dia 16 de junho de 1979 é uma autora e escritora de histórias em ...
17/06/2026

Felicitações para MARJORIE LIU!

Marjorie M. Liu nascida dia 16 de junho de 1979 é uma autora e escritora de histórias em quadrinhos mais lembrada por X-Men e X-23.

Liu formou-se em Línguas e Culturas do Leste Asiático e formou-se em Ética Biomédica. Ela que se tornou conhecida no mercado literário dos Estados Unidos no início da década de 2000, por seu trabalho com romances paranormais e fantasia urbana (em especial a série "Tiger Eye").

Em 2005, escreveu o romance X-Men: Espelho Negro e, posteriormente, começou no spin-off dos X-Men, NYX. Depois ela atuou como co-roteirista em Daken: Dark Wolverine com Daniel Way , e escreveu a série X-23 , que terminou na edição 21. Liu também escreveu 5 edições da série da Viuva Negra de 2010 e as 21 edições finais da série Astonishing X-Men com o artista Mike Perkins de 2012 a 2013.

Desde 2015, ela escreve a série autoral "Monstress" que ganhou ampla publicidade por explorar o racismo e os efeitos da guerra. Por seu trabalho na série, foi indicada em 2016 ao Eisner Award de "Melhor Escritora" e em 2017. Em julho de 2018, Liu se tornou a primeira mulher em 30 anos da história do Eisner Awards a ganhar o prêmio de Melhor Escritor por seu trabalho em Monstress. Ela dividiu o prêmio com o escritor Tom King, que o recebeu por seu trabalho nos livros do Batman e Senhor Milagre. Postagem criada por: Henrique Avila (Proprietário da Banca do Gibi)

WALLY WOOD no Memorial do GibiWallace “Wally” Wood nascido dia 17 de junho de 1927 foi um escritor e desenhista de histó...
17/06/2026

WALLY WOOD no Memorial do Gibi

Wallace “Wally” Wood nascido dia 17 de junho de 1927 foi um escritor e desenhista de histórias em quadrinhos, editor independente, amplamente conhecido por seus trabalho em títulos da EC Comics, como Weird Science, Weird Fantasy e MAD Magazine, e Creepy da Warren Publishing .

Wood ilustrou e fez praticamente de tudo em sua carreira, desde histórias de terror, tirinhas, ficção cientifica, guerra, livros ilustrados, cards, até humor, erótico, super-heróis e etc. Depois de servir na Segunda Guerra Mundial chegou a estudar em varias escolas de arte, mas não deu seguimento a nenhuma delas. Pode-se dizer que Wood era autodidata e tinha forte influência em seu estilo de Alex Raymond, do qual era grande admirador

Wood começou sua carreira quando foi contratado por Will Eisner como artista de background do Spirit. Depois ele seria letrista e assistente em Terry e os Piratas, de George Wunder. Então ele tornou-se popular em 1950, desenhando as HQ´s de ficção-científica, de aventura e de terror da EC Comics, algumas delas em parceria com Harry Harisson. É dessa época, por exemplo, sua colaboração em varias revistas de guerra.

Com o cancelamento da linha de terror e ficção-científica da EC, em meados dos anos 1950, Wood foi para a revista MAD, e brincou com os personagens de Raymond na sátira Flesh Gordon (na MAD nº 11, em 1954). Wood se divertia ao desenhar Flash Gordon, mesmo sob o formato de sátira, mas em 1957 ele finalmente realizou seu sonho: ilustrou oito tiras diárias do Flash Gordon oficial (episódio “Cybernia”, publicado entre 19/08/57 e 19/10/57). Apesar de seu nome não ser creditado – as tiras eram assinadas por Dan Barry. No ano seguinte, arte-finalizou outro monstro dos quadrinhos, Jack Kirby, em Sky Masters, uma tira de ficção-científica.

Após sair furioso da Mad porque um editor recusou uma história sua, Wood foi para a Marvel em 1964, e em Demolidor n° 7 ele modernizou o uniforme do herói, para um traje totalmente vermelho. O artista, no entanto, não se adaptou ao “método Marvel” de fazer quadrinhos, o qual consistia, basicamente, no desenvolvimento da história a partir de um breve resumo feito por Stan Lee, para que, posteriormente, este acrescentasse os diálogos. Inclusive achava que criava argumentos sem ser pago e sem receber os devidos créditos. Sem contar que ele sofria de enxaqueca crônica e depressão. Wood bebia muito e passava noites insones no estúdio, subsistia de cafeína e cigarro. Assim, deixou o Demolidor ainda naquele ano, com um profundo rancor de Stan Lee.

Na DC Comics, ele e Jim Shooter lançaram a série de quadrinhos Captain Action em 1968. No ano seguinte, Wood serviu brevemente como responsável pela criação da série Superboy e também desenhou e arte-finalizou a All-Star Comics com aventuras da Sociedade da Justiça e contribuiu para a criação da Poderosa (Power Girl) exagerando o tamanho de seus seios.

Wood produziu a tira Cannon que apareceu todas as semanas durante dois anos e meio no Overseas Weekly, um jornal distribuído exclusivamente para as bases militares dos EUA em todo o mundo. Sem censura por restrições editoriais comerciais, Wood produziu uma série de espionagem emocionante e lasciva da Guerra Fria adicionada com violência e s**o. Foi lançado em album integral pela Pipoca & Nanquim em 2017.

Wally Wood criou 'OS 22 QUADROS QUE SEMPRE FUNCIONAM' ao responder perguntas: Como tornar interessante sequências em quadrinhos que não apresentam ação, suspense ou romance? Como o artista pode criar visualmente sensações como mistério ou senso de urgência, sem que isso esteja explícito em cena? Como trabalhar elementos vitais para a arte, incluindo volume e profundidade, a fim de direcionar os olhos do leitor para o que é mais importante em um quadro?

Inicialmente servindo apenas como um guia para uso próprio e de seus assistentes, a praticidade e funcionalidade dos 22 Quadros os popularizaram entre os artistas da época, até que Larry Hama e Paul Kirchner os formalizaram em uma espécie de cartilha que influenciou toda uma geração de artistas da Marvel e da DC dos anos 1970, incluindo Frank Miller, John Byrne, Jim Starlin e Barry Smith, reverberando até hoje na arte de desenhar HQs. Infelizmente Wood cometeu suicídio em 2 de novembro 1981 em decorrência de um derrame que causou perda de visão em um dos olhos. Postagem criada por: Henrique Avila (Proprietário da Banca do Gibi)

FRANK THORNE no Memorial do GibiBenjamin Franklin 'Frank' Thorne nascido dia 16 de junho de 1930 foi um escritor e desen...
16/06/2026

FRANK THORNE no Memorial do Gibi

Benjamin Franklin 'Frank' Thorne nascido dia 16 de junho de 1930 foi um escritor e desenhista de histórias em quadrinhos mais lembrado por ilustrar Sonja, a guerreira na Marvel Comics.

Thorne começou sua carreira nos quadrinhos em 1948, desenhando quadrinhos de romance para a Standard Comics. Após a formatura, ele desenhou a tira de jornal Perry Mason para a King Features, que foi seguida por mais trabalhos em quadrinhos para a Dell Comics. Ele produziu uma infinidade de histórias para Flash Gordon, Jim das Selvas, Besouro Verde (The Green Hornet), Cadete do Espaço (Tom Corbett Space Cadet), Tomahawk, Poderoso Sansão (Mighty Samson), Ás Inimigo (Enemy Ace), Korak, o filho de Tarzan e muitos outros.

Originalmente desenhada por Barry Windsor-Smith em Conan o Bárbaro, Red Sonja foi adaptada de uma personagem do século 16 de Robert E. Howard (Red Sonya) para o meio das histórias de espada e feitiçaria por Roy Thomas. Com o retorno positivo, Red Sonja estreou em Marvel Feature sendo desenhada por Dick Giordano que depois foi substituído por Thorne na edição n° 2 (jan/1976). Com o sucesso, Red Sonja ganhou uma série solo de 1977-79, com Thorne a frente dos desenhos.

Sonja ganhou um apelo tão forte entre os leitores que o artista passou a se apresentar em convenções na companhia de cosplayers da guerreira. A primeira foi Angelique Trouvère, dançarina de boates da região de New Jersey. O impacto de uma ruiva em trajes sumários diante de uma platéia nerd e boquiaberta, levou Thorne a realizar, em 1976, o SonjaCon, um concurso só de cosplayers da ruiva. A vencedora foi Wendy Pini, a notável desenhista e criadora da série em quadrinhos 'Elfquest'. Para apresentar as participantes, Thorne realizou um cosplay do mago Thenef, personagem criado com exclusividade para o SonjaCon.

Thorne deixou 'Sonja' em 1978 para desenhar sua própria he***na, a loura 'Ghita de Alizzar' com seu visual bem inspirado em Sonja. A partir daí incursionou ainda mais no gênero de guerreiras eróticas nos anos 80, fazendo a morena 'Lann' para a revista Heavy Metal, Moonshine McJuggs para a revista Pl***oy, Danger Rangerette em National Lampoon, a minissérie de 1989 Ribit! para a Comico, bem como as Graphic Novels da Fantagraphics Books, The Iron Devil, The Devil’s Angel e The Illustrated History of Union County.

Frank Thorne reconheceu que não poderia ter feito tudo o que fez sem o apoio de sua esposa, Marilyn. Seu apoio a tudo o que ele fez, por mais selvagem que fosse, permitiu que Frank trabalhasse em todas as áreas do desenho animado e ilustração, desde os panfletos da Escola Dominical até o erótico. Ele morreu no dia 7 de março aos 90 anos e sua esposa Marilyn, também morreu cerca de algumas horas depois. Postagem criada por: Henrique Avila (Proprietário da Banca do Gibi)

Felicitações para BRENT ANDERSON!Brent Anderson nascido em 15 de junho de 1955 é um desenhista de histórias em quadrinho...
16/06/2026

Felicitações para BRENT ANDERSON!

Brent Anderson nascido em 15 de junho de 1955 é um desenhista de histórias em quadrinhos mais conhecido por seu trabalho em X-Men: Deus Ama, O Homem Mata e pela série Astro City.

Na escola, Anderson descobriu os personagens da Marvel Comics, onde o Quarteto Fantástico era seu favorito. "Eles eram uma família com superpoderes e se ajudavam um ao outro. Eu queria fazer parte de uma família como aquela", ele disse. Então Anderson começou a escrever e desenhar seus próprios quadrinhos ainda na escola, criando seus próprios personagens.

Em 1981, Anderson desenhou Ka-Zar The Savage, escrito por Bruce Jones, sua primeira série regular. Seguiu-se a graphic novel X-Men: Deus Ama, O Homem Mata, bem como outras séries, incluindo a ópera espacial heróica Strikeforce: Morituri e a quadrinização do filme Justiceiro (1989) em 1990. Durante este período, Anderson estava fazendo arte ativamente para as editoras independentes Pacific e Eclipse Comics.

Em 1995, Anderson co-criou (com o escritor Kurt Busiek e o artista de capa Alex Ross), o premiado Astro City. Em junho de 2013, Busiek e Anderson relançaram a série Astro City como parte da linha Vertigo da DC, que foi concluída na edição n° 52 em 2018.

Outro trabalhos incluem Rising Stars: Untouchable série spin-off de J. Michael Straczynski escrita por Fiona Avery cobrindo a história de vida do assassino especial Laurel Darkhaven. Anderson trabalhou com o escritor Marv Wolfman em um especial com Lanterna Verde e o Homem Borracha intitulado Green Lantern/Plastic Man: Weapons of Mass Deception (dez/2010). Ele desenhou uma série do Vingador Fantasma escrita por Dan DiDio em 2012.

O trabalho de Anderson se encaixa na categoria de "realismo" definida por Neal Adams, uma das suas muitas influências artísticas. Seu trabalho é conhecido por seu foco no personagem. "Minha maior alegria em desenhar quadrinhos vem quando adicionei nuances a um personagem com a expressão certa e ilustrei uma cena que captura o momento perfeito de humor. Quando os personagens ganham vida, me sinto vivo. É por isso que dediquei minha vida profissional à criação de quadrinhos."

Em abril de 2022, Anderson foi relatado entre as mais de três dúzias de criadores de quadrinhos que contribuíram para o livro de antologia beneficente da Operation USA , Comics for Ukraine: Sunflower Seeds, um projeto liderado pelo editor de projetos especiais da IDW Publishing , Scott Dunbier, cujos lucros seriam doados aos esforços de socorro aos refugiados ucranianos resultantes da invasão russa da Ucrânia em fevereiro de 2022. Anderson e Kurt Busiek se uniram para contribuir com uma nova história de Astro City para a antologia, que abrigará temas relevantes para os eventos na Ucrânia. Postagem criada por: Henrique Avila (Proprietário da Banca do Gibi)

HUGO PRATT no Memorial do GibiUgo Eugenio "Hugo" Pratt nascido dia 15 de junho de 1927 foi um escritor e desenhista ital...
15/06/2026

HUGO PRATT no Memorial do Gibi

Ugo Eugenio "Hugo" Pratt nascido dia 15 de junho de 1927 foi um escritor e desenhista italiano de histórias em quadrinhos mais conhecido por combinar uma narrativa forte com uma extensa pesquisa histórica em sua obra mais conhecida: CORTO MALTESE.

Muitas das inspirações para as histórias de Corto vem de experiências pessoais do próprio Pratt que mudou-se com a mãe para a Abissínia (Etiópia) em 1937 juntando-se ao pai que se mudou para lá após a conquista daquele país pela Itália de Mussolini. Após a morte do pai e o fim da guerra, Pratt mudou-se para Veneza, onde se juntou ao 'Grupo de Veneza' com outros cartunistas italianos e logo foi convidado para a Argentina em 1949.

Pratt mudou-se para Buenos Aires onde publicou O Sargento Kirk e Ernie Pike, escrito por Héctor Germán Oesterheld. Nesse período viajou com frequência para destinos sul-americanos como Amazônia e Mato Grosso.

Do verão de 1959 ao verão de 1960, Pratt morou em Londres, e depois mudou-se novamente para a Itália em 1962, onde colaborou com a revista de quadrinhos infantil Il Corriere dei Piccoli, onde adaptou vários clássicos da literatura de aventura, incluindo A Ilha do Tesouro de Robert Louis Stevenson.

Em 1967, Pratt conheceu Florenzo Ivaldi, e com ele criou a revista de quadrinhos com o nome de seu personagem, Il Sergente Kirk. No primeiro número, foi publicada a primeira história de Corto Maltese: Una ballata del mare salato (Uma Balada do Mar Salgado).

A série de Corto continuou três anos depois na revista francesa Pif. Devido à sua ascendência familiar bastante mista, Pratt aprendeu trechos de coisas como cabalismo e muita história. Muitas de suas histórias são colocadas em épocas históricas reais e lidam com eventos reais, por exemplo: a guerra de 1755 entre colonos franceses e britânicos em Ticonderoga, as guerras coloniais na África e as duas guerras mundiais. Pratt fez uma pesquisa exaustiva de detalhes factuais e visuais, e alguns personagens são figuras históricas reais ou vagamente baseadas neles, como o principal amigo/inimigo de Corto, Rasputin. Muitos dos personagens secundários passam para outras histórias de uma maneira que coloca todas as histórias de Pratt no mesmo continuum.

De 1970 a 1984, Pratt viveu principalmente na França, onde Corto Maltese, seu personagem psicologicamente muito complexo resultante das suas experiências de viagem e de sua infinita capacidade inventiva, se tornou o personagem principal de uma série de quadrinhos. Inicialmente publicado de 1970 a 1973 pela revista Pif gadget, onde ganhou vasto sucesso popular e crítico e mais tarde publicada em formato de álbuns, sendo traduzida para quinze idiomas. Corto Maltese ganhou uma estátua em sua homenagem e completou 50 anos de criação em 2020.

Pratt também escreveu histórias desenhadas por seu amigo e aluno Milo Manara em Verão Indio e El Gaucho. De 1984 a 1995, morou na Suíça onde o sucesso internacional de Corto Maltese continuou a crescer. Viajante incansável, Pratt continuou sua andanças do Canadá à Patagônia, da África ao Pacífico. Ele morreu de câncer de intestino em 20 de agosto de 1995 aos 68 anos na Suíça. Postagem criada por: Henrique Avila (Proprietário da Banca do Gibi)

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