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RAPresentando A CENA COMEÇA AQUI! Imprensa & Sugestões:

[email protected] Acendemos o sinal de alerta para chamar a atenção: A CENA COMEÇA AQUI. Não nos limitamos.

Em processo de evolução, decidimos mudar. Simplificamos, mas mantivemos a base sólida e inabalável. O respeito às diferenças faz parte do nosso alicerce, sem ele não teríamos credibilidade para transmitir qualquer tipo de informação. Por isso, utilizamos a criatividade para produzir entretenimento. Somente assim, seremos reconhecidos como agentes de inovação. Baseados na fé, temos o compromisso de

compartilhar conteúdo de estrema relevância. Abrimos o leque para as diversas manifestações da cultura urbana: o Hip-Hop, lifestyle, arte e moda. Olhamos além do horizonte, porque somos movidos a desafios. Pensamos fora da caixa para RAPRESENTAR.

Minutos antes de antecipar a escuta de “Cacau 50%, Vol. II” para convidados no arborizado quintal da Casa da Música Bras...
03/06/2026

Minutos antes de antecipar a escuta de “Cacau 50%, Vol. II” para convidados no arborizado quintal da Casa da Música Brasileira, em São Paulo, numa noite de terça-feira, falou com sobre o EP. Este é o contraponto do anterior que estava focado em trazer à tona mágoas, vulnerabilidades e frustrações. E mesmo olhando para as cicatrizes, a autoestima, o desejo e a leveza direcionam as canções deste. “Escrever foi um processo de revisitar algumas dores. Mas foi também um processo de cura”, afirma. “Eu sinto que precisava falar sobre essas coisas pra conseguir seguir em frente, entendeu!?” Assim, concluiu que tinha que liberar essas cargas. “Pensei, desse jeito vou me sentir um pouco mais leve, vou conseguir criar novas coisas. É também muito pessoal”.

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**Fotos: Vinicius Marques

Mais uma vez o funk sofre com a perseguição da extrema direita. O ataque da vez é contra a exposição “Funk: Um Grito de ...
30/05/2026

Mais uma vez o funk sofre com a perseguição da extrema direita. O ataque da vez é contra a exposição “Funk: Um Grito de Ousadia e Liberdade”, em cartaz no , em São Paulo. A mostra que se iniciou em novembro de 2025 estava prevista para terminar em agosto de 2026, porém, deve ser encerrada no dia 31 de maio, domingo, após denúncia ao Ministério Público (MP), oficializada em 04/05, de São Paulo feita por um deputado estadual. Nela, assim como em vídeos publicados com discursos de ódio, desinformação e linguagem inflamatória, o parlamentar diz que há “o uso apelativo de imagens de jovens em bailes funk, apologia ao tráfico de dr**as e conotação sexual”. 

O parlamentar também acionou a IDBrasil, gestora do museu, para prestar esclarecimentos na Comissão de Educação e Cultura da Assembleia Legislativa do Estado de São Paulo (Alesp). A partir dessa ação, algumas das mais de 473 obras foram realocadas e vídeos desligados. Isso desencadeou uma censura à instalação que ficou em cartaz por mais de um ano no Museu de Arte do Rio (MAR), onde bateu recorde de público, e que em SP é composta por pinturas, fotografias, vídeos e registros audiovisuais sobre a trajetória do funk nas periferias brasileiras, tendo , pedagoga e pesquisadora da cultura funk há mais de uma década, como curadora.

A vontade de calar manifestações culturais periféricas não é recente. O Projeto de Lei 5194/2019, apresentado em 2019 pelo então deputado Charlles Evangelista [não mais em exercício], do PSL de Minas Gerais, propunha alterar o artigo 287 do Decreto – Lei nº 2.848, de 7 de dezembro de 1940, transformando seu atual parágrafo único em parágrafo primeiro, acrescido de alíneas, para tipificar como crime qualquer estilo musical que contenha expressões pejorativas ou ofensivas nos casos trazidos por esta lei”.

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**Foto 1: Wellington Almeid / Museu Da Língua Portuguesa | Foto 2: Reprodução Instagram Museu Da Língua Portuguesa

“O funk é o que vende o Brasil para o mundo inteiro, assim como a bossa nova fez nos anos 50”. Foi assim que o produtor ...
28/05/2026

“O funk é o que vende o Brasil para o mundo inteiro, assim como a bossa nova fez nos anos 50”. Foi assim que o produtor Nave Beatz definiu o quão o funk tem sido primordial para disseminar a cultura brasileira para além das fronteiras. É verdade que dentro do território ainda sofre preconceitos e discriminações por ser de onde é. Mas é difícil não concordar que virou uma commoditie que tem sido exportada para diferentes países. Para ressaltar a fala de Nave, MC Hariel deu um exemplo.

“Estava na Austrália, trombei com um produtor do Iraque que mora lá. Colei no estúdio dele e tinha outro produtor do Cazaquistão, se não me engano, e pedi para me mostrarem os beats que estavam trabalhando. E os beats eram de funk. Fiquei surpreso”.

Junto com Hariel e Nave, estavam a articuladora, pesquisadora e curadora da exposição “Funk: um grito de ousadia e liberdade”, Renata Prado, e o maestro Xuxa Levy. O quarteto se reuniu no escritório da Red Bull Brasil, em São Paulo, para apresentarem a versão BR do Red Bull Symphonic, projeto que une a música sinfônica com os sons das ruas. Essa fusão ganhou evidência com Metro Boomin, que serviu de inspiração para o funkeiro produzir “Funk Superação”, seguido por Asake, Trueno e Kelvin Momo. No Brasil, o espetáculo, que tem direção criativa de Drica Lara, será no dia 08 de agosto no Auditório Simón Bolívar, que faz parte do complexo do Memorial da América Latina. A orquestra será composta por 45 instrumentistas, que estão sendo escolhidos por Xuxa, e 8 cantores. Para ele, é importante que todos os músicos saibam a importância do funk.

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**Fotos: Fabio Piva

Sábado, 17. O frio e a chuva prometidos não deram às caras. Melhor assim. O calor agraciou a noite de quem foi ao Teatro...
21/05/2026

Sábado, 17. O frio e a chuva prometidos não deram às caras. Melhor assim. O calor agraciou a noite de quem foi ao Teatro Carlos Gomes do Centro de Convivência Cultural de Campinas para ver o show do álbum “Tireóide”, do Renan Inquérito. Na última vez que se apresentou na cidade, em outubro de 2025, para comemorar os 10 anos de “Corpo e Alma”, foi embaixo de forte chuva. Dessa vez, os fãs que esgotaram os ingressos ficaram confortáveis.

Horas antes, conversei com Renan sobre a expectativa de tocar naquele ambiente. Ele estava ansioso, mas tranquilo. “A gente preparou um show bonito”, disse. “Mas não sabemos o que vai acontecer lá em cima”. Camisetas do Inquérito fazem parte do kit de boa parte do público. Depois dos quatro sinais, a cortina se abre. O cenário possui faixas grandes com imagens de lagartas, borboletas e casulos, complementadas pelas frases “Tudo pode faltar, menos força e a fé / o palco é meu altar, o mic é meu halter”, do lado esquerdo, e “Eu sou a metamorfose e a minha voz tem asas”, no direito.

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Me deram o aviso: escute sem as crianças por perto. E só de ler o título já dava para perceber o que poderia me deparar....
12/05/2026

Me deram o aviso: escute sem as crianças por perto. E só de ler o título já dava para perceber o que poderia me deparar. Também me disseram para ir preparado. Até perguntei se era ainda mais explícito do que “Pra Todos Os Garotos Que Já Mamei”, da N.I.N.A. A resposta foi positiva. Tudo certo. Tinha visto algumas impressões, porém, decidi tirar as minhas. Pelas demandas, posterguei a audição. Precisava de atenção porque a curiosidade estava alta.

[…]

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deuses e as deusas da dança fizeram uma intermediação para que São Pedro desse uma segurada na possível chuva que libera...
04/05/2026

deuses e as deusas da dança fizeram uma intermediação para que São Pedro desse uma segurada na possível chuva que liberaria na tarde de sábado, 02, em Campinas. Apesar do sol dar lugar às nuvens carregadas, apenas poucas gotas caíram do céu ao longo da Final Nacional do Red Bull Dance Your Style. O tempo ameno foi essencial para que o público comparecesse em peso no Teatro de Arena do Centro de Convivência Cultural. Antes mesmo dos 16 finalistas subirem ao tablado para mostrarem suas habilidades, as danças aconteciam em diferentes partes do lugar.

Em grupo ou sozinhos, dançarinos e dançarinas celebravam o momento. Sem convite prévio, alguém se levantava da arquibancada e dançava espontaneamente. Do lado esquerdo do DJ Palim, rodas de charme (com passos sincronizados) e de breakdance se formava conforme a música que ecoava.

O volume do som, em certo momento, incomodou a vizinhança. Porém, o show tinha que continuar até o horário acordado. A própria Aline, mestre de cerimonias ao lado do Zulu, pediu para que os presentes dessem uma segurada nas reações, o que [obviamente] não aconteceu. Esse incentivo, e a participação ativa da plateia, que lotou o espaço, foi essencial para jogar ainda mais lenha na fogueira a cada disputa.

Enquanto a noite chegava, e os indícios de chuva se dissipava no horizonte, às 18h, Dj Tago assumiu as picapes para dar início às batalhas 1x1. Ninguém tem conhecimento de qual música será tocada, e pode ser um funk, um rap, R&B, piseiro, forró, rock. Por isso, é necessário ter um vasto repertório para surpreender o adversário. Também se faz necessário reforçar que todos os estilos são permitidos (Hip Hop, House, Locking, Popping, Waacking, Vogue, Passinho, Afro), exceto o break.

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Passinho, waacking, popping, house, break, krump, locking. Essas são apenas algumas das danças disputadas no Red Bull Da...
30/04/2026

Passinho, waacking, popping, house, break, krump, locking. Essas são apenas algumas das danças disputadas no Red Bull Dance Your Style. Dessa vez, Campinas sediará a Final Nacional 2026 no dia 02 de maio, a partir das 16h, no Teatro de Arena Centro de Convivência. A cidade, no interior de São Paulo, recebeu em 2025 uma das etapas regionais vencida pela dançarina KYRA.

A jornada começou com seletivas em Belo Horizonte e no Rio de Janeiro, ambas com casa cheia e forte participação do público.
Serão 16 dançarinos disputando em batalhas 1×1, considerando que criatividade, musicalidade, improviso e carisma pesam tanto quanto a técnica. Independente do ritmo, a música pode virar o clima da pista a qualquer momento: do funk carioca ao piseiro, passando por clássicos do rap ou hits pop dos anos 2000. A cada surpresa sonora, os dançarinos precisam reagir na hora e mostrar seu estilo para levantar a plateia, que também faz parte da experiência, decidindo quem segue na competição.

No dia que antecede a grande Final Nacional do Red Bull Dance Your Style, 01/05, o Centro de Convivência Cultural de Campinas receberá dois workshops gratuitos para aquecer a programação. Os ingressos gratuitos para ambos os eventos podem ser retirados no redbull.com/danceyourstyle.

*Mais detalhes no RAPresentando.com
**Foto: Fabio Piva / Red Bull Content Pool

27/04/2026

O Emicida está preparando os shows da turnê “Mesmas Cores, Mesmos Valores”. À convite da , foi ao para acompanhar um dos ensaios e conversar com o rapper sobre o que podemos esperar nos espetáculos. Todos esses detalhes podem ser conferidos agora na reportagem publicada no RAPresentando.com.

“Eu não digo que é uma continuidade, ele tem a mesma vibração e essa coisa solar no instrumental, mas existe sombra em a...
26/04/2026

“Eu não digo que é uma continuidade, ele tem a mesma vibração e essa coisa solar no instrumental, mas existe sombra em algumas ideias… e um pouco mais de profundidade. O Onda era só para ser de fácil digestão, não precisava ficar pensando muito, é mais para você curtir o momento”.

Se alguém tinha dúvidas se “Nas Profundezas da Onda” era uma continuidade de seu antecessor, “Onda”, ressalta que não. É possível que em algum momento ambos se encontrem, principalmente nas texturas, mas os direcionamentos são diferentes. Neste de 2026, ele reafirma o seu posicionamento.

“Tem essa nostalgia do Rael da Rima, que eu acho maneiro também, porque faz parte da minha história, não tem como você apagar uma coisa que aconteceu de fato, né, mano?”, diz. “Mas tem aquela ideia de a semente e a árvore serem a mesma coisa, só que em momentos diferentes da vida. Então, eu tô num momento diferente agora, mais maduro, mais tempo fazendo música do que não fazendo música. E eu acho que trouxe alguns apontamentos de acordo com a experiência que eu tenho”.

*Leia a reportagem/entrevista completa de no RAPresentando.com

**Fotos: Daniela Toviansky

Assim como a lua, Souto tem suas fases. Com o álbum “Lunar”, o segundo dela, a rapper, cantora e compositora inicia um a...
17/04/2026

Assim como a lua, Souto tem suas fases. Com o álbum “Lunar”, o segundo dela, a rapper, cantora e compositora inicia um a outra fase. E mesmo abandonando o “MC” do nome artístico, não deixa o rap de lado. A intenção é fundi-lo com outras possibilidades que vem explorando. A explicação dessa mudança é dada pela própria ao longo da conversa de pouco mais de 30 minutos que teve com o via videochamada.

A última vez que ela foi entrevistada no RAPresentando, em 2023, Souto tinha vivido diferentes experiências, da participação na posse do Lula a uma possibilidade de um álbum, que chegou somente 3 anos depois. Mas naquele período, ela já tinha dito que queria seguir por outros caminhos. “Eu gosto muito de outros sons, além do rap”, disse. “Eu gosto e vivo muitos universos além do universo, e eu quero trazer isso para o meu som mais nitidamente com sonoridades diferentes”.

Essa vontade, de certa forma foi colocada em prática neste álbum produzido em parceria com Trajano e Grou. Nele, Souto mostra que pode pegar diferentes direçõees sem perder sua essência. Também cria algo que possui diferentes nuances, tendo esse satélite natural da terra, enigmático e admirado por todos, como guia. Não é algo que segue uma linha reta. Tem os seus momentos densos e os solares.

Olha, eu acho que as fases minguantes são as principais”, observa. “Por exemplo, “Não Tem Volta” é bem para dentro. “De Longe”, que abre o disco, também. Foi uma faixa muito difícil de gravar. Eu chorei, parei de gravar várias vezes porque eu precisava chorar. Inclusive, na gravação, a gente tem uma voz baixinha chorando, porque foi uma música muito difícil para gravar. É muito sensível para mim”.

Esses detalhes também poderão ser observados de perto no show de estreia do disco na em 19 de abril, domingo, o Dia dos Povos Indígenas.

*Leia a entrevista no RAPresentando.com
Fotos: Isa Katupyryb

Endereço

Rua Dom José I, 270 - Bonfim
Campinas, SP
13070-741

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