Criativos Ilimitada

Criativos Ilimitada Agência de Confiança Google Business View. Atuação: marketing digital, SEO, Mídias Sociais, Adwords e desenvolvimento de sites.

Fundada em 1994 como uma agência de publicidade tradicional, a Criativos Ilimitada Comunicação especializou-se, ao longo dos anos, em desenvolvimento web e marketing digital transformando-se em uma agência jovem, dinâmica, descentralizada mas conectada com o mundo. Nosso sistema de trabalho consiste em encontrar os melhores profissionais e dar liberdade para que eles criem e façam o que sabem faze

r de melhor. Programadores, designers, redatores, criativos. Somos um time imenso, cada um em um canto do Brasil, unindo forças para entregar resultados. Com escritórios em São Paulo e Campinas, atuamos principalmente com empresas de micro a médio porte atendendo segmentos como: associações, escritórios de engenharia e arquitetura, empresas de meio ambiente, profissionais liberais etc.

Depois de anos dominado pelos mesmos nomes, especialmente pelo Grupo Globo, o mercado de mídia brasileiro está ganhando ...
12/12/2025

Depois de anos dominado pelos mesmos nomes, especialmente pelo Grupo Globo, o mercado de mídia brasileiro está ganhando novos “barões do jornalismo”.

Um dos que querem puxar a fila dessa virada é o SBT News, que estreia como canal 24h de notícias na próxima semana e contará com a presença de Lula, Tarcísio, Hugo Motta, Rubens Menin e até executivos da Globo no evento de lançamento.

A relevância: Além de ser a primeira grande iniciativa do grupo desde a morte de Silvio Santos, o movimento contrasta com o caminho traçado pelo próprio Silvio, que sempre deixou o jornalismo em segundo plano.

A missão agora é se tornar uma operação multiplataforma, presente na TV paga, YouTube e streaming. Embora não possua uma grade focada nisso, o canal do SBT News já conta com mais inscritos (7,6M) do que o da CNN (6,4M)

Mas ele não está sozinho nessa disputa
A TMC, comandada por João Camargo (ex-CEO da CNN), investiu R$ 120 milhões para assumir a rede Transamérica e montar redações-estúdio nas principais capitais do país. A estratégia é ocupar território e disputar relevância diretamente com a CNN Brasil e Jovem Pan News.

Quem também joga pesado é o Metrópoles, fundado pelo ex-senador Luiz Estevão, que deixou de ser veículo regional para virar potência nacional. Para se ter ideia, eles já contam com mais jornalistas do que a redação do G1.

O que está por trás desses movimentos?
O jornalismo voltou a ser ativo estratégico. Num país cada vez mais polarizado, informação é poder. Quanto mais você consegue prender a atenção das pessoas, mais você as influencia. No fim, um novo mapa da mídia está sendo desenhado — e ninguém quer f**ar fora dessa mesa.

The News

Depois de quase uma década vivendo uma montanha-russa nos negócios, o Hopi Hari saiu da recuperação judicial e quer fech...
12/12/2025

Depois de quase uma década vivendo uma montanha-russa nos negócios, o Hopi Hari saiu da recuperação judicial e quer fechar o ano convencendo o mercado que agora vai.

A nova controladora, Brooklyn International Group, cortou uma dívida de R$ 1,4 bilhão para R$ 600 milhões e colocou na mesa um plano de R$ 280 milhões em investimentos até 2028.

A nova gestão parece estar sonhando alto, falando abertamente em transformar o Hopi Hari no principal parque da América Latina — e está moldando toda a estratégia para isso. Mais atrações, mais infraestrutura e um projeto que inclui hotel, shopping e entretenimento o ano inteiro. A Disney brasileira cada vez mais perto?

O parque já tem margens altas, um ticket médio de R$ 160 e trabalha para dobrar o público, chegando a 3 milhões de visitantes anuais. Com o fim da recuperação judicial, o Hopi Hari também volta ao jogo das parcerias comerciais. Marcas como Coca-Cola e Fanta já estão dentro, e a expectativa é ampliar acordos agora que o parque deixou de ser visto como risco jurídico.

The News



Bottom-line: Coincidentemente ou não, a Cacau Show prepara seu parque temático para 2027, também no interior de São Paulo, mirando os 30M de habitantes da região, a proximidade aos aeroportos e o maior PIB regional da América Latina.

Com 24 anos, construiu um império de treinamento de IA multimilionário em oito meses.Se você está atento aos indicadores...
07/12/2025

Com 24 anos, construiu um império de treinamento de IA multimilionário em oito meses.

Se você está atento aos indicadores de euforia do mercado de IA, a ascensão meteórica da micro1 é um dos mais claros. No início do ano, era um serviço de recrutamento baseado em IA com faturamento anual de aproximadamente US$ 7 milhões. Agora, oito meses após uma mudança de foco para a anotação de dados para treinamento de IA, ultrapassou a receita anual de US$ 100 milhões e recebeu ofertas de investimento com uma avaliação de US$ 2,5 bilhões (há poucos meses, concluiu uma rodada de financiamento que avaliou a empresa em US$ 500 milhões).

Tem sido uma jornada e tanto para Ali Ansari, CEO de 24 anos da empresa, que agora está prestes a se tornar um dos bilionários mais jovens do mundo. Caso a micro1 atinja ou ultrapasse a avaliação de US$ 2,5 bilhões atualmente cogitada por investidores, a participação de Ansari na empresa — aproximadamente 42% — valeria mais de US$ 1 bilhão, segundo estimativas da Forbes.

Ansari começou a se interessar por treinamento de IA quando uma grande empresa de rotulagem de dados procurou a micro1 em busca de ajuda para o recrutamento. “Foi um projeto alucinante para nós”, disse Ansari. “Pensamos: por que essa empresa está contratando centenas de engenheiros em duas semanas? E dissemos: caramba, deveríamos mesmo focar nesse mercado.”

Ansari não revela clientes específicos além da Microsoft, mas afirma que a micro1 trabalha com diversos laboratórios de IA de ponta e com a maioria das sete grandes empresas de tecnologia. Todas elas buscam especialistas em diversas áreas para anotar dados de treinamento, desde atendimento ao cliente até bancos de investimento. Muitos desses especialistas possuem formação acadêmica sólida e recebem entre US$ 60 e US$ 170 por hora para avaliar os resultados da IA. Alguns, como especialistas em medicina ou finanças, podem ganhar até US$ 500 por hora. “O treinamento em IA está afetando fundamentalmente a economia; é um setor de trabalho completamente novo”, disse ele.

Anna Tong , Forbes

Como a cofundadora da Kalshi passou de bailarina profissional à bilionária mais jovem do mundo que construiu sua própria...
06/12/2025

Como a cofundadora da Kalshi passou de bailarina profissional à bilionária mais jovem do mundo que construiu sua própria fortuna

Juana Lopes Lara se formou no MIT em Ciência da Computação, passou os verões da faculdade trabalhando para a Bridgewater Associates de Ray Dalio e para a Citadel Securities de Ken Griffin, e construiu uma startup de US$ 11 bilhões em apenas seis anos.

Sua mente sempre esteve voltada para ambições maiores: tornar-se a próxima Steve Jobs. Inspirada em parte por sua mãe, professora de matemática, e seu pai, engenheiro elétrico, Lopes Lara estudava até altas horas da noite para competições acadêmicas, conquistando o ouro na Olimpíada Brasileira de Astronomia e o bronze na Olimpíada de Matemática de Santa Catarina. Após se formar no ensino médio (em dezembro), atuou como bailarina profissional na Áustria por nove meses. Abandonou o balé e ingressou no MIT.

Agora, aos 29 anos, Lopes acaba de se tornar a bilionária mais jovem do mundo. Ela e seu sócio, Tarek Mansour, também de 29 anos, entraram para o clube dos bilionários após a Kalshi, sua empresa de mercado de previsões, levantar US$ 1 bilhão com uma avaliação de US$ 11 bilhões.

A empresa — que permite aos usuários apostar no resultado de eventos futuros, como eleições, jogos esportivos e acontecimentos da cultura pop — valia US$ 5 bilhões após levantar US$ 300 milhões em outubro e US$ 2 bilhões após levantar US$ 185 milhões em junho. A avaliação da Kalshi quintuplicou em menos de seis meses, elevando o patrimônio líquido dos jovens cofundadores, que detêm cerca de 12% da empresa cada, para US$ 1,3 bilhão cada.

"Percebemos que a maioria das negociações acontece quando as pessoas têm alguma visão sobre o futuro e tentam encontrar uma maneira de refletir isso nos mercados", disse Lopes Lara anteriormente à Forbes . Os investidores levariam em consideração eventos externos — como o resultado de uma eleição ou a probabilidade de um desastre natural — em suas decisões de investimento, acrescentou ela.

Forbes - Alicia Park

McKinsey: humanos 🤝 máquinas Enquanto o Sci-Fi explora a guerra entre homens e máquinas há 100 anos, os estudos no mundo...
06/12/2025

McKinsey: humanos 🤝 máquinas

Enquanto o Sci-Fi explora a guerra entre homens e máquinas há 100 anos, os estudos no mundo real mostram que a paz AINDA é um caminho possível. Um novo relatório da McKinsey aponta que 57% das horas de trabalho nos EUA já têm potencial para serem automatizadas sem redução de trabalhadores humanos e transformação é melhor que layoff.

Para entender os grupos afetados, o instituto separou em vários arquétipos:
34% centrados em pessoas: enfermeiros, psicólogos, bombeiros (baixa automação).
30% centrados em agentes: contadores, desenvolvedores, advogados (alta automação cognitiva).
21% híbridos (pessoa + agente): professores, engenheiros, gerentes (média automação).
8% centrados em robôs: operadores de máquinas, estoquistas, cozinheiros de fast-food.
7% outros híbridos: mistura de Pessoa + Agente + Robô (ex: agricultura, logística).

A demanda por IA já explodiu: cresceu 7x em dois anos e hoje soma 8 milhões de profissionais em funções que exigem essa skill. Dessas vagas, 11% são lideradas por humanos, 17% pela IA – com gente só revisando o trabalho pesado – e 72% f**am no meio-campo, na parceria humano+máquina.

Avaliando 190 workflows diferentes de diversas empresas:

Os resultados mostraram que redesenhar a forma de trabalhar (em vez de apenas plugar IA) pode reduzir custos de atendimento em 50% e o tempo de equipes de vendas em 30-50%.

Colaborar também funcionou para a indústria farmacêutica, que reduziu a taxa de erros na documentação em 50%.

A McKinsey estima que US$ 2,9 trilhões podem ser desbloqueados nos EUA até 2030, mas a preocupação sempre remete aos lucros, já que menos de 40% das empresas relatam os ganhos mensuráveis, embora 90% delas tenham dito que investem em IA.

Com a demanda por 'fluência em IA' crescendo mais rápido que qualquer outra habilidade na história e com muito dinheiro na mesa, não fazer nada é o pior que pode ser feito. Basicamente: ou você se adapta ou f**a vulnerável.

AiDrop

TikTok lança projeto de R$ 200 bilhões no CearáO  , da chinesa ByteDance, vai investir mais de R$ 200 bilhões para const...
05/12/2025

TikTok lança projeto de R$ 200 bilhões no Ceará

O , da chinesa ByteDance, vai investir mais de R$ 200 bilhões para construir um data center no Ceará – um valor 4 vezes maior que os R$ 50 bilhões mencionados nas negociações iniciais, reveladas pela Reuters em abril.

O projeto, que marcará a primeira megaestrutura da empresa na América Latina, será instalado no complexo portuário do Pecém, em parceria com a Omnia, empresa de data centers controlada pela Patria Investimentos, e pela geradora renovável Casa dos Ventos.

Embora o número de R$ 200 bilhões chame atenção, o valor está alinhado ao padrão das big techs no mundo. Meta, Google, Amazon e Microsoft hoje investem de US$ 30 bilhões a US$ 50 bilhões por ano em infraestrutura para IA e data centers.

De acordo com Monica Guise, diretora de Políticas Públicas do TikTok no Brasil, o data center do TikTok começará com 300 megawatts de capacidade elétrica — na prática, isso signif**a operar uma estrutura de dados que consome o equivalente ao de uma cidade média de 350 mil a 400 mil habitantes.

É o tipo de escala vista apenas em data centers que Meta, Google e Amazon instalaram nos últimos anos para sustentar modelos de recomendação e inteligência artificial. “É um investimento histórico e um passo fundamental para a empresa no Brasil”, disse Monica, durante evento com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva no Ceará.

O Brasil, nesse contexto, virou peça estratégica para a ByteDance. O país tem energia renovável em abundância, uma malha de cabos submarinos que conecta Fortaleza aos principais hubs internacionais e um mercado gigantesco para a plataforma. Some a isso a medida provisória assinada em setembro por Lula, que reduziu impostos e facilitou a importação de equipamentos para data centers. A equação fecha.

Fonte: InvestNews

Por décadas, a tecnologia revolucionou as grandes indústrias de fora para dentro. Com a IA e as infinitas possibilidades...
04/12/2025

Por décadas, a tecnologia revolucionou as grandes indústrias de fora para dentro. Com a IA e as infinitas possibilidades geradas por ela, esse paradigma está mudando e as transformações mais profundas vão acontecer de dentro para fora. É por isso que a OpenAI está comprando parte da Thrive (e toda sua gama de negócios).

Circular Deal Making: a Thrive Holdings foi criada pela Thrive Capital – que também é investidora e acionista da OpenAI – para comprar e administrar empresas de serviço que podem se beneficiar de tecnologias como Inteligência Artificial, começando por contabilidade e TI.

→ Thrive Capital detém participação na OpenAI.
→ OpenAI compra uma participação na Thrive Holdings.
→ Thrive Holdings dá dinheiro aos clientes da OpenAI.
→ Clientes da OpenAI dão dinheiro para a OpenAI.

Dinheiro é bom e a OpenAI precisa dele pra pagar compromissos bilionários, mas vem como consequência. O que a dona do ChatGPT quer primeiro é ter acesso a informações do trabalho humano verdadeiro, com dados próprios das empresas, com direito a problemas e rotinas repetitivas. Muito mais fieis que simulações!

O dinheiro DE VERDADE da IA não está no uso individual, mas nos planos empresariais, onde hoje a Anthropic é o grande destaque com +300 mil clientes (com foco no setor financeiro). Ou seja: criar ferramentas de trabalho de alto nível pode ser muito mais rentável do que tentar converter mais do que 5% dos usuários do ChatGPT.

Fonte: AiDrop

Empresa de IA é igual criança: se tá em silêncio tá aprontando. Depois de uma temporada de anúncios com a Kling AI quiet...
03/12/2025

Empresa de IA é igual criança: se tá em silêncio tá aprontando. Depois de uma temporada de anúncios com a Kling AI quietinha, ela acaba de soltar o seu novo modelo de vídeos Kling Omni, que já é considerado o Nano Banana da geração de clipes. A ferramenta é criada pela Kuaishou, que também é a empresa por trás do aplicativo Kwai – que funciona basicamente como uma fonte quase infinita de dados de aprendizado.

O Kling Omni é um modelo de edição de vídeo que aceita múltiplas entradas e entende muito bem o contexto da cena. Na prática, ele é ideal para quem precisa fazer várias mudanças no vídeo original – como trocar objetos ou ajustar elementos – sem perder o que já estava pronto.

O novo modelo:

Aceita até 7 entradas de uma vez e é capaz de interpretar imagens, vídeos, assuntos e texto – com gerações de 3 a 10 segundos;

Os tipos de edição vão desde "remover pessoas do cenário" até "editar completamente o personagem" → dá para fazer o Valdemort virar o Gandalf;

As edições incluem um controle preciso da cena, com ação, movimento de câmera, referências de estilo de vídeo, frames iniciais e finais..;

Os te**es do Kling mostram vitória contra os modelos Veo 3.1 e Runway Aleph (o modelo de edição de vídeo, também com contexto, da Runway).

Para quem usa vídeos gerados por IA em marketing – de produto a UGC e anúncio – isso é um prato cheio. Mas, com a caixa de Pandora oficialmente aberta, o trabalho dobra: agora precisamos ajudar quem não consegue identif**ar conteúdo sintético! Se as imagens falsas já davam dor de cabeça…

Fonte: AiDrop

As vendas pelas redes sociais devem ganhar força na Black Friday deste ano, com as empresas investindo mais em “lives”, ...
24/11/2025

As vendas pelas redes sociais devem ganhar força na Black Friday deste ano, com as empresas investindo mais em “lives”, parcerias e até abertura de lojas dentro de plataformas.

O avanço dessa estratégia de marketing coincide com o início da operação do TikTok Shop no Brasil, que permite que os usuários comprem os produtos diretamente no aplicativo de vídeos curtos. O YouTube, o Mercado Livre e a Shopee também fecharam um acordo. O objetivo é direcionar potenciais compradores que estejam navegando no YouTube para as duas plataformas de varejo.

Estudo realizado em outubro pela empresa de pesquisa Bare International, com 919 pessoas de todo o país, aponta que essa modalidade de comércio via redes sociais — também chamada “social commerce” — deve responder por 4,4% das transações da Black Friday. Trata-se de um percentual pequeno, mas as chances de crescimento são expressivas, uma vez que quase 40% dos entrevistados disseram já ter realizado pelo menos uma compra nesse formato.

Na visão do diretor de marketing do Magazine Luiza, Felipe Cohen, as redes sociais passaram a concentrar boa parte da influência sobre o que o consumidor compra, razão pela qual o “social commerce” se tornou tão importante. “Aquele funil tradicional de marketing vem perdendo relevância, à medida que a jornada deixa de ser linear e passa a acontecer de forma simultânea. Em muitos casos, o consumidor não está em busca ativa, mas é impactado e acaba efetuando a compra. Essa dinâmica evidencia o papel do formato na Black Friday ou em qualquer outra data”, diz.

Valor Econômico

O Quinto Andar registrou em outubro seu maior volume mensal da história: foram 16,3 mil contratos de aluguel e 2,6 mil o...
24/11/2025

O Quinto Andar registrou em outubro seu maior volume mensal da história: foram 16,3 mil contratos de aluguel e 2,6 mil operações de compra e venda concluídas, somando mais de R$ 22 bilhões transacionados – valor de imóveis vendidos e de aluguéis mensais – em 12 meses.

A maior demanda em aluguéis vem do “cenário macro desafiador”, segundo o chefe de operações, Lucas Lima — os juros altos tendem a frear as vendas. “Nosso negócio tem hedge entre aluguel e compra e venda: quando desacelera compra, tem mais gente alugando, e vice-versa.” O curioso é que, desta vez, o movimento nos dois segmentos aconteceu ao mesmo tempo. O recorde na compra e venda no
app pode estar relacionado à retração do mercado – de 12% no ano, nas praças em que a proptech atua –, o que leva os clientes a buscarem plataformas com mais
ofertas, liquidez e velocidade de conclusão do negócio.

A plataforma ganhou market share no ano, levando aluguel e compra a faixas entre 10% e 20% nos segmentos e cidades onde o Quinto Andar está presente.

Valor Econômico

O Match Group – proprietário do Tinder e outros 10 aplicativos de relacionamento pelo mundo – acaba de trazer para o Bra...
23/11/2025

O Match Group – proprietário do Tinder e outros 10 aplicativos de relacionamento pelo mundo – acaba de trazer para o Brasil o Hinge, seu segundo app mais popular. A aposta do conglomerado afetivo, surgido em 1995 como um site de namoro, é reverter o quadro de desinteresse global por dates online, atraindo a geração millennial. Para isso, incluiu “quebra-gelos” no app – perguntas ou frases criativas
para ajudar a engatar a conversa.

Valor Econômico

Por trás da operação da 99Food, há uma inteligência multisserviço que busca oferecer mais vantagens para todo o ecossist...
21/11/2025

Por trás da operação da 99Food, há uma inteligência multisserviço que busca oferecer mais vantagens para todo o ecossistema.

O delivery já faz parte da rotina dos cariocas: dois em cada três consumidores pedem comida ao menos uma vez por semana, principalmente para o jantar. A busca por praticidade e variedade transformou o serviço em sinônimo de conveniência e celebração, com pratos como pizza, lanche e sushi entre os mais pedidos. Esses dados constam em uma pesquisa do Instituto Locomotiva dedicada a detalhar os hábitos de uso do delivery no Rio de Janeiro. O levantamento apontou, ainda, que 53% das pessoas priorizam o valor dos pratos ao fazer seus pedidos. E 98% consideram positiva a entrada de uma nova opção que oferece melhores modelos de negociação para os restaurantes — e foi precisamente
o que aconteceu recentemente, com a chegada da 99Food ao Rio de Janeiro.

De acordo com a companhia, a proposta é revolucionar o setor gerando um
movimento de ganha-ganha para todos os envolvidos — consumidores, restaurantes e entregadores, com acessibilidade, dignidade e melhores oportunidades para o ecossistema. Entre os benefícios ofertados pela marca estão
cupons que somam R$ 99 em descontos, entrega gratuita nos primeiros pedidos,
preços mais acessíveis e R$ 250 por dia para motociclistas que fizerem 20 entregas diárias no app da 99, sendo pelo menos cinco de 99Food. reduzir custos para os restaurantes, aumentar as possibilidades de ganho dos entregadores parceiros e democratizar o acesso aos pedidos de delivery. Assim, esse modelo gera valor ao reduzir as taxas para o restaurante e oferecer aos entregadores um sistema que proporciona aumento de ganhos, a marca se propõe a transformar a dinâmica do setor de delivery de comida no Brasil.

O estudos apontam que 85% investiriam o valor economizado em taxas para realizar melhorias no estabelecimento, e 82%, em contratação de funcionários. Atualmente, mais de 400 mil restaurantes do país não estão no delivery em decorrência dos custos dos aplicativos.

Valor Econômico

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