Akasha Records

Akasha Records AKASHA Records é um selo musical independente Sul Mato-grossense.

16/04/2026

Novo trabalho do projeto Analgesia Beat. Sedative, um ep com muita ambiência e personalidade.

Disponível nas principais plataformas digitais.

13/04/2026

Bruto, direto e rápido.
Isso é:
DxDxOx

01/04/2026

Metallica engraçadinho 🤪🤣🤣🤣

26/03/2026

Antes dos grandes palcos, antes das multidões… já existia atitude.

Esse é o Iron Maiden na era de Paul Di’Anno, cru, direto e visceral.
“Killers” não é só uma música — é um retrato de uma fase onde o heavy metal ainda estava sendo moldado, cheio de urgência, energia e identidade.

A voz rasgada, a banda afiada e uma estética que ajudou a definir o que viria depois.

Paul Di’Anno deixou sua marca nesse início — e ela segue ecoando até hoje em cada riff, em cada banda influenciada por essa fase.

História viva do som pesado. 🔥

24/03/2026

Tony Iommi não criou apenas um novo jeito de tocar guitarra — ele acabou moldando o som de um gênero inteiro.
Após perder parte das pontas de dois dedos em um acidente de trabalho, precisou se reinventar para continuar tocando. Criou próteses improvisadas e passou a afinar sua guitarra em tons mais graves, buscando reduzir a tensão das cordas.
O que começou como adaptação virou identidade sonora.
O resultado foi um som mais pesado, denso e sombrio — base fundamental do que viria a ser o heavy metal com o Black Sabbath.
Um lembrete poderoso de que, muitas vezes, as limitações não impedem a criação — elas definem novos caminhos.
Fonte: That Metal Show

Cheia de manias… no nu-metal?No começo dos anos 2000, o Ill Niño apareceu como um dos nomes mais marcantes do nu-metal. ...
11/03/2026

Cheia de manias… no nu-metal?

No começo dos anos 2000, o Ill Niño apareceu como um dos nomes mais marcantes do nu-metal. Misturando riffs pesados, groove, percussões latinas e uma forte identidade multicultural, a banda conseguiu se destacar em uma cena dominada por nomes como Korn e Slipknot.

Um dos momentos que levou o grupo a ganhar projeção mundial foi o single “How Can I Live”, lançado em 2003 e incluído na trilha sonora do filme Freddy vs. Jason.

Mas existe uma curiosidade pouco conhecida envolvendo o vocalista Cristian Machado.

Ele é filho do músico e compositor Julinho Tryndade Machado, autor de canções gravadas pelo Raça Negra, um dos maiores nomes do samba romântico brasileiro nos anos 90.

Durante boa parte da infância, Cristian não sabia dessa ligação. Sua mãe manteve a identidade do pai biológico em segredo, e ele cresceu acreditando que o padrasto era seu verdadeiro pai. A verdade só veio à tona anos depois, quando Julinho decidiu procurá-lo e revelar a história.

O reencontro não foi simples. Inicialmente, Cristian teve dificuldade em lidar com a descoberta e precisou de tempo para processar tudo. Com o passar dos anos, porém, pai e filho conseguiram se aproximar e construir uma relação.

Essa experiência acabou se transformando em música. A faixa “Unframed”, presente no álbum Confession (2003), foi escrita após Cristian conhecer seu pai biológico aos 19 anos.

Depois de muitos anos à frente do Ill Niño, o vocalista abriu um novo capítulo em sua carreira. Em 2021, ele fundou a banda Lions at the Gate, que lançou em 2023 o álbum The Excuses We Cannot Make.

Claro que não existe samba no som do Ill Niño ou do Lions at the Gate — a brincadeira aqui é só com a coincidência dessa história curiosa. Ainda assim, ela mostra como a música cria conexões inesperadas entre mundos completamente diferentes.

No fim das contas, existe sim um pequeno pedaço do Brasil por trás de um capítulo do nu-metal.

26/02/2026

Tem coisa que é simplesmente genial.
O Hermes & Renato conseguiu fazer o impossível: transformar um dos maiores hinos do metal brasileiro em uma das sátiras mais icônicas da cultura pop nacional.
“Roots Mandioca Roots” não é só uma paródia de Roots Bloody Roots do Sepultura.
É um retrato da criatividade brasileira — aquela mistura de irreverência, inteligência e total falta de medo de brincar com o que é gigante.
O Sepultura abriu portas para o metal brasileiro no mundo.
O Hermes & Renato mostrou que o humor também faz parte dessa construção cultural.
E o mais incrível?
A sátira não diminui a obra original. Ela prova o tamanho dela.
Só vira paródia aquilo que já virou clássico.
Humor, metal, crítica e brasilidade — tudo no mesmo riff.
AKASHA também é isso: música, identidade e cultura.
Qual foi sua reação na primeira vez que ouviu “Roots Mandioca Roots”? 😂🔥

18/02/2026

Ildar Iksanov fazendo um mega tributo ao Kraftwerk no Réveillon no StvolTv

16/02/2026

Iron Maiden: 50 anos de força, identidade e imortalidade no metal
Em 1975 nascia em Londres uma banda que redefiniria o Heavy Metal para sempre. Em 2025, o Iron Maiden celebrou 50 anos de existência — meio século de resistência, criatividade e potência sonora.
Poucas bandas no mundo atravessam cinco décadas mantendo relevância artística, identidade sólida e público intergeracional. O Maiden não apenas sobreviveu ao tempo — ele dominou o tempo.
Riffs gêmeos marcantes, narrativas épicas, linhas de baixo pulsantes e uma estética visual inconfundível transformaram a banda em um dos maiores pilares do metal mundial. Da New Wave of British Heavy Metal aos estádios lotados ao redor do planeta, sua influência ecoa em incontáveis bandas — do power ao thrash, do prog ao metal moderno.
E há Eddie.
Mais do que um mascote, Eddie é um símbolo cultural. Ele atravessou guerras, mundos futuristas, mitologias e distopias. Evoluiu junto com a música e tornou-se um dos ícones visuais mais reconhecíveis da história da indústria fonográfica. No metal, imagem também é narrativa — e o Maiden entendeu isso como poucos.
O impacto do Iron Maiden vai além da música. É sobre independência artística, visão de longo prazo, construção de marca, coerência estética e fidelidade à própria identidade — valores que sustentam qualquer projeto que deseja longevidade real.
50 anos depois, o Maiden continua sendo referência de força, poder e representação no metal.
Não é nostalgia.
É permanência.
Eddie segue vivo.
O metal segue pulsando.

12/02/2026

Calvin Harris no Pré-Carnaval de São Paulo: estreia, energia e multidão nas ruas!
No último domingo, o renomado DJ e produtor Calvin Harris estreou no pré-Carnaval de São Paulo, liderando o Bloco Skol em um dos eventos mais badalados do calendário paulistano. Foi a primeira vez que o artista escocês participou oficialmente do Carnaval de rua brasileiro, retornando ao país após mais de 10 anos e trazendo consigo uma energia contagiante para a capital paulista.
A apresentação começou no circuito da Rua da Consolação, onde Harris subiu ao trio elétrico ao som dos seus maiores sucessos — em meio a um público gigantesco e empolgado. A celebração foi marcada por uma vibração intensa, com foliões seguindo o bloco desde a manhã e vivendo a experiência de um pré-Carnaval que tem ganhado cada vez mais força e público.
O momento, porém, também mostrou o impacto que grandes atrações internacionais podem causar em espaços públicos: o bloco enfrentou superlotação e tumultos, com momentos de empurra-empurra entre o público e necessidade de atendimento emergencial para algumas pessoas. A Polícia Militar precisou reforçar o efetivo para garantir a segurança no percurso, e a organização chegou a pausar o desfile temporariamente por conta da grande concentração de foliões.
Nas redes sociais, Calvin Harris compartilhou imagens da chegada ao trio elétrico e foi ovacionado por muitos dos presentes. Mesmo com os desafios da superlotação, a performance reforçou a força do pré-Carnaval de São Paulo como palco de grandes experiências musicais e festas urbanas — mostrando que a folia paulistana está em pleno crescimento como um grande evento de música e cultura popular.

08/02/2026

Nile Rodgers no Tiny Desk – uma masterclass de groove e história!
Quando Nile Rodgers sobe num palco, mesmo pequeno como o do Tiny Desk Concerts, não é apenas uma apresentação — é uma aula viva de ritmo e legado. Em outubro de 2023, ele retornou ao icônico formato da NPR Music com uma performance íntima e poderosa junto ao Chic, mostrando que suas levadas ainda definem o que há de mais inspirador na música dance, funk e pop.
O repertório foi um encontro entre eternos clássicos como Le Freak, We Are Family e Good Times e momentos que atravessaram décadas — incluindo versões de hits como Get Lucky e Let’s Dance. Cada acorde é uma prova de que Rodgers não foi apenas um protagonista do disco-funk, mas um gigante que moldou sons que atravessam gerações.
Assistir Nile Rodgers no Tiny Desk é sentir a energia de quem construiu parte da arquitetura sonora da música moderna, num show pequeno em tamanho, mas gigantesco em impacto.

Endereço

Campo Grande, MS
79100000

Horário de Funcionamento

Segunda-feira 09:00 - 17:00
Terça-feira 09:00 - 17:00
Quarta-feira 09:00 - 17:00
Quinta-feira 09:00 - 17:00
Sexta-feira 09:00 - 17:00

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