26/08/2026
Antes de indicar uma órtese, é fundamental observar a mão em movimento e avaliar sua função.
Neste caso, encontramos espasticidade moderada, adução do polegar e um padrão influenciado pelo efeito tenodese. A criança ainda consegue pegar e manipular objetos, então a órtese precisa preservar essa funcionalidade — e não simplesmente imobilizar a mão.
💡 A estratégia escolhida foi uma luva com haste em termoplástico de baixa temperatura, associada a um velcro para favorecer o posicionamento do polegar.
Mas o trabalho não termina com a órtese!
É preciso associar treino funcional de pegar e soltar, favorecendo o fortalecimento dos extensores e o uso ativo da mão.
👉 Avaliar, indicar, confeccionar e treinar: é assim que a órtese se torna parte de uma intervenção funcional.