Wesley Rodrigues

Wesley Rodrigues Página de Notícias

30/05/2026

Painéis de LED em Ciudad del Este, no Paraguai, exibiram nesta sexta-feira (29) uma imagem feita por inteligência artificial mostrando o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) em uma cena de agressão contra o jogador Gustavo Gómez, do Palmeiras e da seleção paraguaia.

A imagem foi acompanhada de frases em português com tom provocativo contra o Paraguai. O conteúdo gerou revolta entre moradores da cidade, que faz fronteira com Foz do Iguaçu, no Paraná. Segundo o portal g1, ao menos um dos painéis foi destruído por populares.

De acordo com o jornal paraguaio ABC, a FastPrint, uma das empresas responsáveis pela operação dos painéis, afirmou que não teve envolvimento na publicação do conteúdo. Em comunicado, a empresa disse que a exibição ocorreu fora de seu controle operacional e que as mensagens contrariavam seus princípios e políticas de trabalho.

A Câmara de Publicidade de Ciudad del Este também se manifestou e afirmou que a principal hipótese é de que tenha ocorrido um ataque hacker aos sistemas das empresas responsáveis pelos painéis. A entidade pediu investigação para identificar os responsáveis.

O presidente do Paraguai, Santiago Peña, condenou o conteúdo nas redes sociais e informou que determinou a retirada das mensagens. Segundo ele, ações desse tipo não contribuem para a compreensão e o respeito entre os povos.

Até o momento, não há confirmação oficial sobre a autoria da publicação. O caso deverá ser investigado pelas autoridades paraguaias.

29/05/2026

O senador e pré-candidato à Presidência da República, Flávio Bolsonaro, criticou nesta sexta-feira (29) uma declaração do presidente Luiz Inácio Lula da Silva sobre o PCC e o Comando Vermelho.

Em vídeo publicado nas redes sociais, Flávio reagiu à fala em que Lula se referiu aos integrantes das facções como “nossos criminosos” ao comentar a decisão dos Estados Unidos de classificar os grupos como organizações terroristas.

“Nossos criminosos, Lula? Não. Seus criminosos”, afirmou o senador.

Flávio também disse que a soberania que defende é a das pessoas que vivem sob o domínio das facções criminosas. Segundo ele, o presidente estaria mais preocupado em defender criminosos do que as vítimas da violência.

“O povo brasileiro não aguenta mais viver com medo por causa desse tipo de gente”, declarou.

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) afirmou nesta sexta-feira (29) que ficou “muito triste” com a decisão dos Es...
29/05/2026

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) afirmou nesta sexta-feira (29) que ficou “muito triste” com a decisão dos Estados Unidos de classificarem o PCC e o Comando Vermelho como organizações terroristas. A declaração foi feita durante evento da Petrobras em Sergipe.

No discurso, Lula criticou o secretário de Estado norte-americano, Marco Rubio, e disse não aceitar qualquer possibilidade de interferência estrangeira no Brasil. Segundo o presidente, as facções criminosas causam terror em comunidades brasileiras, mas devem ser enfrentadas pelas instituições nacionais.

“Esse tal de Comando Vermelho e esse tal de PCC são terroristas para as comunidades brasileiras, para a sociedade brasileira, para o povo da periferia desse país. Eles são terroristas. Incomodam famílias, bairros, cidades. Roubam tudo. São terroristas e nós vamos combatê-los aqui dentro”, afirmou Lula.

Apesar da fala do presidente, o comunicado divulgado pelo governo dos Estados Unidos não menciona intervenção no Brasil. O texto do Departamento de Estado afirma que o país continuará usando “todas as ferramentas disponíveis” no combate a facções criminosas.

29/05/2026

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva afirmou estar “muito triste e decepcionado” com a decisão dos Estados Unidos de classificar o PCC e o Comando Vermelho como grupos terroristas.

Em declaração, Lula criticou o secretário de Estado norte-americano, Marco Rubio, e disse que a medida pode abrir brecha para intervenção externa no Brasil.

“Um tal de Marco Rubio disse que os nossos criminosos aqui são terroristas e que os americanos podem fazer intervenção”, afirmou Lula.

29/05/2026

Durante o programa Em Pauta, da GloboNews, uma comentarista classificou como “golpe do bolsonarismo” a decisão dos Estados Unidos de incluir o PCC e o Comando Vermelho na lista de organizações terroristas.

A fala ocorreu após o Departamento de Estado americano anunciar, nesta quinta-feira (28), a medida contra as duas facções brasileiras. O comunicado foi assinado pelo secretário de Estado Marco Rubio, que apontou PCC e CV como grupos criminosos violentos, com atuação além das fronteiras do Brasil.

Com a classificação, os Estados Unidos passam a ter instrumentos mais duros para combater redes ligadas às facções, como bloqueio de bens, sanções e restrições contra pessoas ou empresas que tenham relação com os grupos.

No Brasil, a decisão gerou debate político. Integrantes do governo demonstram preocupação com uma possível interferência externa em assuntos internos do país, embora defendam a cooperação internacional no combate ao crime organizado.

A declaração da comentarista repercutiu nas redes sociais por associar a medida americana ao bolsonarismo. Aliados da direita, por outro lado, defendem que a classificação fortalece o enfrentamento ao PCC e ao Comando Vermelho.

Um dia após o senador Flávio Bolsonaro afirmar que pediu ao presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, a classificação...
28/05/2026

Um dia após o senador Flávio Bolsonaro afirmar que pediu ao presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, a classificação do PCC e do Comando Vermelho como organizações terroristas, o Departamento de Estado americano anunciou oficialmente a inclusão das duas facções brasileiras na lista de Terroristas Globais Especialmente Designados.

O comunicado foi divulgado nesta quinta-feira (28) e assinado pelo secretário de Estado Marco Rubio. No texto, o governo americano afirma que o Primeiro Comando da Capital e o Comando Vermelho estão entre as organizações criminosas mais violentas do Brasil e aponta atuação das facções em ataques contra policiais, autoridades públicas e civis.

Além da classificação já anunciada, os Estados Unidos também informaram que pretendem designar o PCC e o Comando Vermelho como Organizações Terroristas Estrangeiras a partir do dia 5 de junho. A medida amplia o alcance de sanções e instrumentos legais usados pelo governo americano contra grupos considerados ameaça à segurança do país.

A Polícia do Senado abriu uma apuração preliminar para verificar declarações feitas pelo cantor MC Misa durante entrevis...
28/05/2026

A Polícia do Senado abriu uma apuração preliminar para verificar declarações feitas pelo cantor MC Misa durante entrevista ao canal Frank Clips, no TikTok. Na fala, o artista afirmou que haveria um suposto plano de atentado contra o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) e citou o nome da influenciadora Deolane Bezerra.

Segundo o boletim de ocorrência, o caso chegou ao setor de inteligência da Polícia do Senado, que passou a levantar informações sobre a veracidade do relato. A apuração ainda está em fase inicial e busca identificar se há elementos concretos que sustentem as declarações feitas pelo cantor.

A defesa de Deolane Bezerra negou qualquer envolvimento e classificou a acusação como “absurda e irresponsável”. Os advogados também informaram que avaliam medidas judiciais cabíveis.

Em nota, Flávio Bolsonaro afirmou que não será intimidado e disse que continuará defendendo suas posições. Caso a Polícia do Senado encontre indícios suficientes, a apuração poderá avançar para um inquérito.

28/05/2026

O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) desembarcou em Brasília na tarde desta quinta-feira (27) após cumprir agenda nos Estados Unidos, onde esteve na Casa Branca e se encontrou com o presidente americano Donald Trump.

No Aeroporto Internacional de Brasília, Flávio foi recebido por apoiadores e aliados do PL, entre eles parlamentares como Hélio Negão, Domingos Sávio e Izalci Lucas. O grupo levou bandeiras do Brasil e fez manifestações de apoio ao senador.

A recepção foi organizada por aliados como demonstração de força política após a viagem aos EUA. Flávio posou para fotos, gravou vídeos com apoiadores, mas não falou com a imprensa antes de deixar o local.

A votação sobre a redução imediata da jornada de trabalho repercutiu nas redes sociais após a divulgação de uma lista co...
28/05/2026

A votação sobre a redução imediata da jornada de trabalho repercutiu nas redes sociais após a divulgação de uma lista com deputados que teriam votado contra a proposta ligada à escala. As informações foram divulgadas por parlamentares da oposição.

Entre os nomes citados na lista estão:

Alencar Santana (PT-SP), Alfredinho (PT-SP), Carlos Zarattini (PT-SP), Welter (PT-PR), Zeca Dirceu (PT-PR), Fernanda Melchionna (PSOL-RS), Lindbergh Farias (PT-RJ), Natália Bonavides (PT-RN), Rubens Pereira Júnior (PT-MA), Maria do Rosário (PT-RS), Reginaldo Lopes (PT-MG), Leonardo Monteiro (PT-MG), Camila Jara (PT-MS), Dimas Gadelha (PT-RJ), Erika Hilton (PSOL-SP) e Fernando Mineiro (PT-RN).

A publicação gerou críticas porque parte dos parlamentares citados costuma defender pautas ligadas aos direitos trabalhistas. Para apoiadores da redução da jornada, a mudança representa mais qualidade de vida, mais tempo de descanso e valorização dos trabalhadores brasileiros.

27/05/2026

O PL decidiu entrar de vez no debate sobre o fim da escala 6x1 e anunciou que vai defender uma proposta mais ampla no Congresso: a escala 4x3.

A ideia prevê quatro dias de trabalho e três dias de descanso, indo além do modelo 5x2 que vem sendo discutido na comissão especial.

O líder do PL na Câmara, deputado Sóstenes Cavalcante, afirmou que o partido ficará “ao lado dos trabalhadores” na defesa da escala 4x3.

Com isso, o partido quebra a narrativa da esquerda, dobra a aposta e pressiona o debate trabalhista na Câmara.

25/05/2026

A vereadora conservadora Eduarda Campopiano denunciou assédio após ser alvo de uma fala de teor sexual explícito durante transmissão ao vivo no RedCast.

Visivelmente incomodada, Eduarda chegou a ameaçar deixar o estúdio e afirmou que pretende acionar a Justiça contra a participante responsável pelo comentário.

O caso repercutiu nas redes e levantou debate sobre assédio, respeito às mulheres e seletividade na reação pública quando a vítima é uma parlamentar conservadora.

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