14/08/2019
Em muitas empresas, só se pensa no estratégico. Mas nada funciona direitos sem pessoas que executem bem. É fundamental um equilíbrio entre as duas funções.
Um aspecto da gestão moderna que sempre me preocupou é o endeusamento dos executivos que possuem visão estratégica. Permitindo lhes que pensem que o seu trabalho já foi feito montando um estratégia,porém não dão continuidade mensurando a evolução da execução.
Claro que é importante, claro que ter essa habilidade ajuda muito na gestão, mas os líderes que são bons executores também precisam ser igualmente reconhecidos. Como diz o grande consultor indiano Ram Charan, “a melhor estratégia é aquela que é bem executada”.
Sabemos de muitas empresas que possuem um magnífico planejamento estratégico, mas não conseguem colocá-lo em prática, pois tratam a execução como uma disciplina menos importante. O que se ouve é: “O topo faz a estratégia e os ‘lá de baixo’ executam”. Grande erro.
O executor é tão valioso quanto o formulador. Eles se complementam e devem ser tratados igualmente, com as mesmas recompensas e reconhecimento.
E o mais importante de tudo.
Devem estar conectados.