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Modelo da edição 100° Jornal folha norte-sul !!!!!
18/12/2019

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E agora Brasil? Matéria do jornal O GloboPF filma indicado por Temer recebendo propinaDono da JBS gravou conversa com pr...
18/05/2017

E agora Brasil? Matéria do jornal O Globo
PF filma indicado por Temer recebendo propina
Dono da JBS gravou conversa com presidente

Por volta de 22h30m do dia 7 de março, Joesley Batista entrou no Palácio do Jaburu. Michel Temer estava à sua espera. Joesley chegou à residência oficial do presidente com o máximo de discrição: foi dirigindo o próprio carro para uma reunião a dois, fora de agenda. Escondia no bolso uma arma poderosa — um gravador. Temer havia chegado pouco antes em casa, logo depois do seu último compromisso do dia: uma passada rápida na comemoração dos 50 anos de carreira do jornalista Ricardo Noblat.
O presidente e o empresário conversaram por cerca de 40 minutos a sós. Poderiam, por exemplo, ter discutido a queda de 3,6% do PIB em 2016, um terrível dado econômico divulgado justamente naquele dia. Mas eram outros os assuntos da pauta.
Todo o diálogo foi gravado por Joesley. Tem trechos explosivos. Num deles, o dono da JBS relatou a Temer que estava dando mesada a Eduardo Cunha e Lúcio Funaro para que ambos, tidos como conhecedores de segredos de dezenas de casos escabrosos, não abrissem o bico. Temer mostrou-se satisfeito com o que ouviu. Neste momento, diminuiu um pouco o tom de voz, mas deu o seu aval:
— Tem que manter isso, viu?
Em seu depoimento aos procuradores, Joesley afirmou que não foi Temer quem determinou que a mesada fosse dada. Mas que o presidente tinha pleno conhecimento da operação cala-boca.
Tanto Cunha quanto Funaro já haviam prestado diversos serviços para o grupo J&F. Cunha, por exemplo, por meio de emendas em projetos de lei e pela influência que detinha no FI-FGTS, que investiu mais de R$ 1 bilhão em empresas da J&F. A mesada já era dada há alguns meses. A PF filmou pelo menos uma entrega de R$ 400 mil para Roberta, irmã de Funaro. Para Cunha, o dinheiro era entregue a Altair Alves Pinto, seu homem de confiança. O "senhor Altair", como era conhecido, já foi apontado por Fernando Baiano como o responsável pelo transporte das propinas pagas a Cunha.
A conversa continuou e, em seguida, Joesley pediu a ajuda de Temer para resolver uma pendência da J&F no governo. Temer disse que Joesley deveria procurar Rodrigo Rocha Loures (PMDB-PR) para cuidar do problema:
— Fale com o Rodrigo.
Joesley quis se certificar do que Rocha Loures poderia fazer por ele e perguntou:
— Posso falar tudo com ele?
Temer foi sucinto:
— Tudo.
Rocha Loures é um conhecido homem de confiança do presidente. Foi chefe de Relações Institucionais da Vice-Presidência sob Temer. Após o impeachment, virou assessor especial da Presidência e, em março, voltou à Câmara, ocupando a vaga do ministro da Justiça, Osmar Serraglio.
Assim foi feito. O dono do JBS procurou Rocha Loures. Marcaram um encontro em Brasília — e se acertaram. Joesley lhe contou do que precisava do Cade. Desde o ano passado, o órgão está para decidir uma disputa entre a Petrobras e o grupo sobre o preço do gás fornecido pela estatal à termelétrica EPE. Localizada em Cuiabá, a usina foi comprada pelo grupo em 2015. Explicou o problema da EPE: a Petrobras compra o gás natural da Bolívia e o revende para a empresa por preços extorsivos. Disse que sua empresa perde "1 milhão por dia" com essa política de preços. E pediu: que a Petrobras revenda o gás pelo preço de compra ou que deixe a EPE negociar diretamente com os bolivianos.
Com uma sem-cerimônia impressionante, o indicado de Temer ligou para o presidente em exercício do Cade, Gilvandro Araújo. E pediu que se resolvesse a questão da termelétrica no órgão. Não há evidências de que Araújo tenha atendido ao pedido. Pelo serviço, Joesley ofereceu uma propina de 5%. Rocha Loures deu o seu ok.: "Tudo bem, tudo bem".
Para continuar as negociações, foi marcado um novo encontro. Desta vez, entre Rocha Loures e Ricardo Saud, diretor da JBS e também delator. No Café Santo Grão, em São Paulo, trataram de negócios. Foi combinado o pagamento de R$ 500 mil semanais por 20 anos, tempo em que vai vigorar o contrato da EPE. Ou seja, está se falando de R$ 480 milhões ao longo de duas décadas, se fosse cumprido o acordo. Loures disse que levaria a proposta de pagamento a alguém acima dele. Saud faz duas menções ao "presidente". Pelo contexto, os dois se referem a Michel Temer.
A entrega do dinheiro foi filmada pela PF. Mas desta vez quem esteve com o homem de confiança de Temer foi Ricardo Saud, diretor da JBS e um dos sete delatores.
Esse segundo encontro teve uma logística inusitada. Certamente, revela o traquejo (e a vontade de despistar) de Rocha Loures neste tipo de serviço. Assim, inicialmente Saud foi ao Shopping Vila Olímpia, em São Paulo. Em seguida, Rocha Loures o levou para um café, depois para um restaurante e, finalmente, para a pizzaria Camelo, na Rua Pamplona, no Jardim Paulista. Foi neste endereço, próximo à casa dos pais de Rocha Loures, onde ele estava hospedado, que o deputado recebeu a primeira remessa de R$ 500 mil.
Apesar do acerto de repasses semanais de R$ 500 mil, até o momento só foi feita a primeira entrega de dinheiro. E, claro, a partir da homologação da delação, nada mais será pago.
(Colaborou Guilherme Amado)

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05/02/2017

Carnaval de Carolina- MA
A prefeitura municipal de Carolina divulgou a programação do Carnaval, com bandas regionais e nacionais. Sem dúvidas é uma grande surpresa e alegria a cidade poder contar com tantas atrações. 👏👏👏👏

O concurso de Carolina-MA foi SUSPENSO e terá nova data marcada. (Via Flávio Henrique Ayres)
01/12/2016

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(Via Flávio Henrique Ayres)

Seja bem vindo dezembro.
01/12/2016

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O Congresso Nacional aprovou, na madrugada desta quarta-feira (24), o texto base da Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO...
30/11/2016

O Congresso Nacional aprovou, na madrugada desta quarta-feira (24), o texto base da Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) que congela, por 20 anos, os gastos com saúde, educação e assistência social.

Basicamente a PEC irá racionalizar as despesas, se olharmos para como o país gasta todo o dinheiro arrecadado com impostos, privatizações e outras rendas, tomamos um susto. Pouco mais de 4% é gasto com saúde, pouco mais de 4% em educação e pouco mais de 3% com assistência social. Já cerca de 45% são gastos para pagar juros e amortizações da dívida pública.
Nesse momento de crise econômica o governo quer que os trabalhadores e o povo pobre paguem a conta. Querem colocar “as contas da casa em ordem” sem diminuir o lucro de poucos, mas sim retirando os benefícios que a maioria da população necessita e não tem dinheiro para pagar. Além disso, se o salário mínimo aumentar apenas junto a inflação, irá criar uma perda no poder de compra de toda a população. Para termos ideia, segundo o pesquisador Braúlio Borges do IBRE/FGV, se o salário mínimo tivesse sido corrigido a partir da inflação, desde 1998, seu valor hoje seria de apenas R$400, e não os R$880 atuais. Precisamos ter a consciência que o governo junto com os poderosos estão empenhados em diminuir esses gastos sociais e continuar enchendo seus bolsos. Enquanto propõem cortes para a classe trabalhadora e o povo pobre, já votaram esse ano quatorze projetos de reajuste salarial para categorias de servidores dos poderes Executivo, Legislativo, Judiciário, para a Procuradoria-Geral da República e para os militares.
Ao invés de nos fazer pagar pela divida o governo deveria buscar outros meios, não há transparência alguma sobre a “dívida pública”. Pouco se sabe sobre o “porquê” devemos tanto e “para quem” entregamos quase metade de toda arrecadação do Estado brasileiro. É preciso suspender o pagamento dessa enorme dívida e realizar uma auditoria pública. Outra medida possível, é cobrar quem deve para o Estado: um débito de pessoas físicas e jurídicas de quase 1.58 trilhão. E não estamos falando em uma cobrança dura sobre os trabalhadores que foram multados pelo fisco ou que não tiveram dinheiro para pagar o imposto de renda. Para esses a cobrança funciona bem. Estamos falando de grandes empresas como a Vale que deve quase 42 bilhões aos cofres públicos.
É preciso barrar a PEC 55. A outras alternativas possíveis para a crise.
(Fonte: Esquerda Online)

30/11/2016

Hoje o destaque mais que especial é para a jovem Loslorrana Carla, dona de uma voz incrível que conquista a todos com seu carisma e simpatia. Talentos de Carolina-MA 👏👏👏👏

E para Vereador Chico Adrião 22 222. Francisco Soares Gil foi vereador e Vice-Prefeito por dois mandatos, sua historia n...
03/09/2016

E para Vereador Chico Adrião 22 222.
Francisco Soares Gil foi vereador e Vice-Prefeito por dois mandatos, sua historia na politica sempre teve muita honra e dedicação com todos.
22 222 TRABALHO, TRANSPARÊNCIA E REALIZAÇÃO.
Vamos com tudo.
-TO

Endereço

Carolina, MA

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