Mago Dos Sons

Mago Dos Sons Nunca mais dependa de playlists “espirituais”
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06/09/2026

BEETHOVEN - QUANDO O SILÊNCIO NÃO FOI O FIM

Antes de pensar em desistir, lembre-se de Beethoven.

Houve um momento em que aquilo que parecia ser essencial para um músico ouvir começou a desaparecer.

E, ainda assim, ele continuou....

Continuou compondo.
Continuou criando.
Continuou procurando música onde, para ele, o mundo já não entregava mais o mesmo som.

É fácil olhar para uma história assim depois que tudo deu certo e pensar:
“Ele era um gênio.

Mas talvez exista algo mais interessante nisso.

O que você faz quando aquilo que funcionava antes deixa de funcionar?

Quando o caminho conhecido desaparece?
Quando você não recebe mais o retorno que esperava?
Quando parece que tudo está apontando para o fracasso?

Talvez seja justamente aí que alguma coisa precise mudar.

Não necessariamente você.
Talvez apenas a maneira de continuar.

Beethoven não podia recuperar o mundo que tinha antes.

Então encontrou outra maneira de criar.

E isso me faz pensar em quantas vezes a gente interpreta uma dificuldade como se fosse uma sentença definitiva.

As vezes, não é o fim.

É apenas o momento em que precisamos descobrir por onde a música continua entrando.

Se hoje alguma coisa parece impossível, talvez você ainda não esteja diante do fim da história.

Talvez esteja diante de uma parte dela que ainda não sabe como terminar.

Não desista agora.

Você ainda tem voz.
Ainda tem presença.
Ainda tem alguma coisa dentro de você que pode ser transformada em música.

Beethoven venceu
o silêncio.

E talvez você também esteja prestes a descobrir o que consegue criar dentro do seu.

05/09/2026

A saudade não mora apenas nas lembranças.

Às vezes, ela aparece sem avisar numa fotografia, num cheiro, num lugar, numa voz… ou naquela música que começa a tocar dentro da gente, mesmo quando não há som algum.

Talvez seja por isso que algumas músicas nunca terminam de verdade.

Elas permanecem em algum lugar entre a memória e a emoção, esperando o instante certo para voltar.
Saudade também é sintonia.

É o reconhecimento de algo que já passou, mas que ainda encontra continuidade dentro de nós.

Porque algumas coisas a gente não guarda.
A gente escuta.

02/09/2026

Dia 1 — brincadeira do ioiô. 🎸🪀

Gente, a musicalidade aqui é o de menos. 😂

Essas notas rápidas que estou fazendo não são uma música e, muito menos, estou tentando tocar alguma coisa específica.

Estou usando a guitarra como parte de um exercício de coordenação motora.

Enquanto uma mão trabalha com o ioiô, a outra percorre o braço da guitarra.

A ideia é experimentar o que acontece com a coordenação entre as duas mãos quando cada uma está fazendo uma coisa diferente.

E antes que apareça o especialista de plantão perguntando “mas que música é essa?”: não tem música. 😂

Eu nem estou pensando nisso.

É simplesmente um experimento.

Vou comprar um ioiô decente, melhorar a execução e fazer isso durante 30 dias, um pouquinho por dia.

Vamos ver o que acontece.

E sim: quem inventou essa parada foi o Jason Becker.

E se existe uma pessoa que é fã desse cara pra ca***ho, sou eu. 🤘

Dia 1 de 30.

Experimentar primeiro. Entender depois.

31/08/2026

🎸 Peguei essa Strato Phoenix pra dar um trato e já gostei da bichinha.

Confesso que nunca tinha parado pra conhecer essa marca. Toquei um pouco nela e achei bem confortável.

Tá segurando a afinação direitinho e, aparentemente, está bem regulada.

Agora fiquei curioso: que Phoenix é essa e que captador é esse da ponte? 👀

Se alguém conhecer a história dessa marca, souber o modelo ou conseguir identificar esse captador, manda aí nos comentários.

Quero descobrir também! 🎸

29/08/2026

Esse vídeo é antigo.

Na época, eu ainda estava tentando aprender essa música daquele jeito que a gente faz quando quer dominar alguma coisa: pegando parte por parte, tentando reproduzir, procurando acertar cada detalhe.

E dá pra perceber isso no vídeo. 😂

Só que aconteceu uma coisa curiosa depois que eu aprendi a tocar.

Eu coloquei a música para tocar e, em vez de tentar reproduzir exatamente o que estava sendo tocado, pensei:

“Agora eu quero tocar em cima disso do meu jeito.”

E foi aí que alguma coisa destravou.

Parei de pensar em cada nota, parei de tentar repetir a execução original e comecei simplesmente a responder à música.

Ainda erro, procuro algumas coisas, desacelero, volto… mas existe uma diferença enorme: eu não estou mais tentando encontrar aquela execução.

Estou encontrando a minha.

E talvez essa seja uma das partes mais gostosas de aprender um instrumento:

Primeiro você tenta reproduzir aquilo que alguém
criou; depois, sem perceber, começa a descobrir o que você faria com aquilo.

Esse vídeo é de uma fase anterior. Mas foi justamente essa música que me mostrou a diferença entre aprender a tocar uma música e começar a tocar através dela.

E essa sensação de destravar… é difícil explicar. 🎸

28/08/2026

Esse trem é difícil, viu? 😂

Eu erro, paro, procuro o lugar… e, de repente, acontece: a mão encontra o caminho e eu entro no fluxo.

E é justamente essa parte que eu mais gosto de aprender música.

Não é sobre acertar de primeira. É sobre perceber, ajustar, tentar de novo e sentir o corpo começando a entender aquilo que antes parecia impossível.

A sensação de aprender alguma coisa nova é boa demais.

E quando finalmente encaixa… rapaz… aí é bom demais.

Titanic ainda aprendendo, ainda errando, ainda
descobrindo.

26/08/2026

Quando a técnica encaixa na música, ela deixa de parecer técnica.

Fiz esse sweep no meio do improviso e, no final, aconteceu aquela coisa estranha:
não era exatamente o que eu tinha imaginado… mas encaixou.

Às vezes a passagem é meio antimusical, meio torta, meio “aranha na casa” 😂 e justamente por isso ela encontra um lugar próprio.

Deu uma encaixada aqui numa coisa… encaixou um pouco melhor, diria assim. 🎸

Expressão MagoDosSons

20/08/2026

Velocidade não começa na mão.

Começa quando a mente e a coordenação motora conseguem acompanhar o tempo do movimento.

Na guitarra, muitas vezes não é força.
É leveza.
É ajuste.
É posição da palheta.
É repetição até que aquilo deixe de ser esforço e vire costume.

O que parece rápido por fora pode ser o resultado de muito tempo de adaptação por dentro.

E talvez seja por isso que fazer devagar seja tão importante.

Faz devagar.
Ajusta.
Repete.
Deixa o corpo entender.

Depois a coisa anda.

19/08/2026

Peguei a guitarra.
Toquei.
Gostei.

Aí pensei: “vou só dar uma ajeitadinha no vídeo.”
Pronto.

Quando percebi, já tava dando zoom, mexendo em ferramenta, inventando moda e fazendo pirotecnia no editor. 😂

Porque aparentemente tocar guitarra não é suficiente.
Tem que editar o negócio até parecer que deu trabalho. 😂🎸

Agora dá valor nesse zoom aí, pô.

Eu sofri por ele. 😂

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Rua Doutor Sobral/Centro, Cataguases/
Cataguases, MG
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