Dudu Ferrari

Dudu Ferrari Morador de Cotia desde 1991
Colunista no Beat Notícias Nasci no Alto de Pinheiros, no extinto Hospital PanAmericano numa tarde de Sexta-feira em São Paulo.

Cresci e me acostumei com a vida na beira de uma grande e movimentada avenida de São Paulo com todo tipo de comércio e facilidadades. Em 20 de Novembro de 1990 eu cheguei em Cotia aos 6 anos de idade e me deparei com uma cidade sem questões básicas como asfalto, saneamento básico, os postes de luz eram árvores podadas em formato de poste, o pronto-socorro, ou "postinho de saúde" como chamavamos er

a ao lado da Prefeitura Municipal, aonde se localiza a Secretaria de Saúde atualmente. O primeiro grande evento astrônomico que segundo os políticos da época "marcavam" a história de Cotia foi a inauguração do Mercado Municipal, o atual Sacolão, tendo sido eu e minha avó uma das primeiras pessoas a entrarem quando as portas subiram. Nessa época, o acesso cultural mais evidente que tínhamos era o Rodeio, aonde atualmente é o Terminal Rodoviário de Cotia e o dia das crianças com a doação de bolas que estouravam antes de você chegar em casa pra brincar. Acompanhei a construção dos grandes mercados, como a chegada de helicóptero do proprietário do extinto Barateiro, atual Assaí. Meu primeiro emprego foi em Cotia e o primeiro registro na Carteira de Trabalho também foi em Cotia, assim como a dispensa militar e por fim, umas das grandes alegrias prazerosas em servir a comunidade como Presidente-Mesário durante as eleições.

  em 18.04.1999 eu me tornava Tio da Escola Bíblica Infantil (EBI) da IURD Turiguara, tendo sido batizado em 07.03.1999 ...
18/04/2026

em 18.04.1999 eu me tornava Tio da Escola Bíblica Infantil (EBI) da IURD Turiguara, tendo sido batizado em 07.03.1999 pelo Pastor Adalberto Moreira e pastor auxiliar André. Na EBI, sob a liderança da obreira Adenildes e como Líder Regional a Obreira Vivian Arata e os pastores Sérgio (Regional) e Gilmaci Santos (Auxiliar Regional).

A IURD Turiguara era localizada na Rua Aracaju, 645, onde veio a ser o Mercado Rod & Raf com o fechamentos da igreja, ocupado por uma marcenaria atualmente.

A Sede Regional é atualmente ocupada pela Igreja Int'l da Graça de Deus - aonde esteve localizado o Mercado Maricalvo - na Rua Zacarias Antônio da Silva, 58.

Durante os anos 90 a sede regional da IURD funcionava na Rua Guido Fecchio, 537. "embaixo do Ponto Frio", atualmente onde funciona o Instituto Embelezze.

Nessa época, o grupo jovem se chamava Nova Geração e era divido em tribos, e em Agosto de 99 eu também me tornei líder da Tribo de Manassés tendo como lider o Obreiro Sandro Batista e obreiro Paulo Viera da Tribo de Levi e da Tribo de Judá, Rodrigo Dantas, que mais tarde tornou-se pastor da Igreja Universal.

Tendo um escândalo influenciado os membros da IURD Turiguara passar a frequentar os cultos na Sede Regional, enquanto a Igreja Universal renovava a estrutura antiga da Genovesi/Cotia Hall, a IURD Turiguara fechou e a membresia restante movida para a nova Sede Regional, que foi inaugurada com 990 poltronas em formato circular na nave do Templo defronte a Raposo Tavares.

Apesar da autorização pessoal do bispo Romualdo Panceiro para eu ser um dos poucos "Tios da EBI" no Estado de SP, frente a proibicao de homens serem tios da Escoinha, eu acabei preferindo me mudar para a IURD Pinheiros, na Rua Butantã, 397, onde nos anos 90 a minha mãe havia me presenteado com o CD recém lançado da Banda Oficina G3, ao custo de R$ 8 - quase 10% de um salário mínimo a época.

Curiosidade: O templo da IURD Pinheiros é um dos templos "mais amado" do Bispo Macedo.

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Um deputado é brutalmente agredido em pleno Centro de Curitiba.A cena, longe de gerar comoção, é celebrada por perfis ad...
19/11/2025

Um deputado é brutalmente agredido em pleno Centro de Curitiba.
A cena, longe de gerar comoção, é celebrada por perfis adornados com versículos bíblicos e slogans religiosos — a hipocrisia em sua forma mais crua, desejando mais violência em nome da fé.

Enquanto isso, avança o PL Antifacção — um projeto que, sob o pretexto de combater o crime, desmonta direitos, sufoca comunidades e desestrutura a economia nacional com mais eficácia do que qualquer organização criminosa.

No subterrâneo da política, emerge o escândalo do Banco Master: um esquema de corrupção que conecta prefeitos e governadores, todos injetando dinheiro público em um banco privado como se fosse cofre pessoal. Um crime sistêmico, institucionalizado — e convenientemente ignorado.

Parte da população segue anestesiada, operando como autômatos programados para defender os interesses do capital, mesmo que isso custe sua própria dignidade. Morrem pela elite, mas jamais vivem pelo povo.

Influencers da extrema-direita flertam com o inominável: relativizam o abuso infantil em nome de uma ideologia que se diz moralista, mas que normaliza o inaceitável. Tudo isso sob a bandeira da “família tradicional”.

Temos o deputado home office — ausente do plenário, presente nas redes, legislando por likes. E deputadas que, em um ato de traição política e simbólica, votam contra projetos que protegem e empoderam mulheres.

Milhões em emendas parlamentares evaporam sem rastros, como se o dinheiro público fosse poeira ao vento — ou melhor, combustível para interesses privados.

Uma cidade devasta sua última porção de Mata Atlântica, e quando um tornado a atinge, o debate ambiental é silenciado sob o pretexto de “respeitar o luto”.
A dor é seletiva, o silêncio é conveniente.

Em outra cidade, o analfabetismo funcional impede a compreensão de que uma dívida de R$ 150 milhões representa apenas 9% de uma arrecadação de R$ 1,6 bilhão — o dízimo mensal de um orçamento pujante.
Mas a histeria fiscal seletiva grita mais alto do que a matemática.

E pensar que já houve um tempo em que o escândalo nacional era um Fiat Elba.
Hoje, o Brasil ri de Odorico Paraguaçu, mas vive sob o roteiro de uma tragicomédia institucionalizada — e o anticristo, certamente, enganará até os escolhidos.

20/10/2025

VARMENGO com ótima atuação em campo hoje...

06/08/2025

Registro da ação da PM no último Domingo - 03/08 para dispersar a população presente no ato público contra os pedágios em Cotia

04/05/2025

Justiça determina desocupação em área pertencente a ferrovia.
Pelo menos 30 famílias de Oriente/SP, cidade próxima a Marília/SP, foram notificadas a desocupar uma área situada às margens da linha férrea. A decisão judicial, com prazo de 60 dias para a remoção, foi baseada em um relatório técnico que identificou a ocupação irregular da faixa de domínio da ferrovia. Segundo decisão da 1ª Vara da Comarca de Pompeia, emitida em 9 de abril, ao menos 30 famílias de Oriente, cidade próxima a Marília (SP), foram notificadas a desocupar uma área às margens da linha férrea. A Justiça determinou a remoção no prazo de 60 dias, após relatório técnico apontar a ocupação irregular da faixa de domínio da ferrovia. A Rumo, empresa responsável pela ferrovia, pretende reativar a linha para transporte de cargas até o Porto de Santos, o que exige a revitalização da via, incluindo a retirada de vegetação e a substituição dos trilhos. Algumas moradias estão próximas à linha, enquanto outras foram erguidas sobre os trilhos. Inclusive tem pessoas que não tem nem para onde ir.
A Justiça deu prazo de 60 dias para a remoção, após relatório técnico apontar ocupação irregular da faixa de domínio da ferrovia. A operadora Rumo, responsável pela linha, pretende reativar o trecho para transporte de cargas ao Porto de Santos, o que exigirá a revitalização da via, incluindo retirada de vegetação e troca dos trilhos. Algumas moradias foram construídas próximas à linha e outras, diretamente sobre os trilhos. A decisão judicial também determina que a Secretaria de Assistência Social do município ofereça alternativas de acolhimento às famílias. No entanto, o prefeito de Oriente, Matheus Moris (PP), afirmou que a prefeitura não tem estrutura para cumprir a ordem no prazo estipulado. A moradora Rosimeire Soares Faria relatou incerteza sobre o futuro diante da situação.

Refletindo sobre as diferenças sociais no Dia do Trabalhador enquanto contemplo uma das muitas paisagens naturais de Cot...
01/05/2025

Refletindo sobre as diferenças sociais no Dia do Trabalhador enquanto contemplo uma das muitas paisagens naturais de Cotia.

26/02/2025

É emprego, renda e nossa cidade mais fortalecida do que nunca. Pra cima, SBC!

O descanso chega ao fim, e agora 2025 começa oficialmente!Sou grato por cada momento agradável, por cada risada e pela c...
14/01/2025

O descanso chega ao fim, e agora 2025 começa oficialmente!

Sou grato por cada momento agradável, por cada risada e pela companhia das amizades que tornaram esse período tão especial.

Vamos remar juntos rumo aos nossos sonhos em 2025!

#2025

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Cotia, SP

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